Sindhosp

20 de fevereiro de 2015

Adesão a planos de saúde diminui ritmo

Segundo dados da FenaSaúde (Federação Nacional de Saúde Suplementar), o crescimento do número de beneficiários de planos de saúde em 2014 foi o menor desde, pelo menos, 2009. O total de clientes de planos médico-hospitalares chegou a 50,8 milhões, o que representa uma alta 2,55% na comparação com 2013. Em 2009, o incremento havia sido de 2,64%. No ano seguinte, porém, houve uma recuperação de 5,54%.
 
"Esse resultado [de 2014] é decorrente do atual ciclo econômico. Com a queda da renda agregada nacional, é natural que o desempenho do segmento caia", diz Marcio Serôa de Araujo Coriolano, presidente da entidade.
 
O crescimento só não foi menor em razão da participação das pequenas e médias empresas na contratação de planos corporativos.
 
Esse segmento registrou alta de 3,28% em 2014, com 33,7 milhões de beneficiários. O familiar avançou 0,94%.
 
"O dinamismo do mercado está sendo muito influenciado pelos pequenos negócios graças à empregabilidade ainda estável", afirma o executivo, que também preside a Bradesco Saúde.
 
O setor prevê para este ano uma expansão ainda menor. "Ficará na faixa de 2%. O rendimento ainda é alto, o desemprego não é tão forte e o segmento, geralmente, é o último afetado pela crise porque é essencial à população."
 
As 27 operadoras associadas à FenaSaúde detêm 41,5% do total de beneficiários do país.

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Jornal O Globo destaca opinião de presidente do SINDHOSP

O jornal carioca O Globo destacou, em 20 de fevereiro a opinião do presidente do SINDHOSP e da FEHOESP, Yussif Ali Mere Jr, sobre o investimento de capital estrangeiro na saúde do Brasil.

 

A opinião se remetia ao artigo "Grupo de Acesso", da professora da UFRJ Lígia Bahia, publicado em 16 de fevereiro e que critica a nova medida do governo em aprovar os investimentos estrangeiros na saúde e organizações filantrópicos.

 

Veja a opinião completa de Yussif:

 

"No texto “Grupo de Acesso” (16/02) a colunista Ligia Bahia atira para todos os lados, mas não acerta o alvo. Não existe país no mundo com mais de 100 milhões de habitantes (já somos 200 milhões!) que pretenda fornecer acesso universal: o custo da saúde é muito alto, a conta viveria no vermelho, sangrando ainda mais nosso desmazelado Brasil. Ser contra a entrada de capital estrangeiro na saúde é ser contra a melhoria e o desenvolvimento da medicina e, pior, ter uma miopia grave para o que mais importa: qualidade assistencial para cada cidadão brasileiro."

 

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