Sindhosp

25 de fevereiro de 2016

Curso capacitará profissionais para abordagem clínica do vírus zika

Para capacitar profissionais de saúde e a população em geral sobre a suspeita, notificação, investigação, diagnóstico do vírus Zika, o Ministério da Saúde e a Universidade Aberta do SUS (UNA-SUS) lançam o curso “Zika: abordagem clínica na Atenção Básica”. A capacitação é destinada a médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, profissionais de nível superior da Atenção Básica, que terão acesso a informações sobre o vírus Zika relacionadas à conduta nos casos e situações tratadas nos protocolos aprovados pelo Ministério da Saúde.
 
Com 45 horas-aula de duração, o curso tem um capítulo integralmente dedicado aos cuidados voltados às gestantes com infecção pelo vírus e aos recém-nascidos com microcefalia. As inscrições no curso devem ser realizadas pelo site da UNA-SUS e seguem até o dia 15 de fevereiro de 2017. Elaborado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz Mato Grosso do Sul), em parceria com as universidades federais de Mato Grosso do Sul (UFMS) e de Pernambuco (UFPE), a secretaria municipal de saúde de Campo Grande e a Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS), o curso recebeu, nas primeiras 72 horas de inscrições, mais de oito mil matrículas.
 
O secretário de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde, Hêider Pinto, enfatiza a importância de se capacitar recursos humanos para enfrentar esse novo desafio de saúde pública. “Os profissionais de saúde estão na linha de frente na batalha contra a microcefalia e o Aedes. É essencial que eles estejam atualizados e preparados, tanto para orientar as pessoas de um modo geral, quando para cuidar daquelas com Zika ou qualquer uma de suas complicações”, explica.
 
O curso autoinstrucional de Zika é composto por quatro unidades educacionais. Os módulos são: aspectos epidemiológicos, promoção à saúde e prevenção de infecção por vírus Zika; quadro clínico e abordagem a pessoas infectadas com vírus Zika; os cuidados com as gestantes com suspeita ou confirmação de infecção por vírus Zika e do recém-nascido com microcefalia; e vigilância da infecção por vírus Zika e suas complicações. A ação trabalha pedagogicamente com atividades interativas, casos clínicos, vídeos com especialistas e entrevistas.
 
Entre os objetivos do treinamento está a orientação dos profissionais de saúde quanto ao modo de transmissão, período de incubação, vetor e características do vírus Zika; orientação quanto aos meios de proteção individual e coletiva; sensibilizar e instrumentalizar o profissional para identificação de quadro clínico sugestivo de infecção por vírus Zika (dengue e chikungunya) e realização do cuidado adequado de pacientes com quadro suspeito; apresentar critérios para indicação e interpretação de exames laboratoriais e por imagens referentes à doença etc.
 
AEDES AEGYPTI – Além desse curso, o Ministério da Saúde oferta outras quatro opções de capacitação voltadas para o combate ao mosquito, bem como para a atenção às doenças transmitidas pelo vetor. Está disponível, desde janeiro, um curso de atualização no combate vetorial ao Aedes aegypti, voltado para agentes comunitários de saúde, agentes de combate às endemias, profissionais de educação, assistência social e defesa civil, militares e multiplicadores em resposta a emergências em saúde pública. Além desses profissionais, também podem participar as pessoas que estiverem interessadas em ampliar os conhecimentos sobre as doenças e sobre como eliminar o mosquito.
 
Com linguagem simples e de fácil entendimento, e de acesso livre a qualquer pessoa, o módulo é realizado pela internet, tem 16 horas de duração e conta com certificação ao final. Para acessar o conteúdo, é preciso fazer um cadastro na página da AVA-SUS ou do Telessaúde do Rio Grande do Sul e começar as aulas virtuais. A expectativa é de que agentes comunitários de saúde e agentes de combate às endemias de todo o país atualizem-se pela plataforma. O curso já conta com 7,5 mil inscritos.
 
Outras duas ações importantes são os cursos para diagnóstico e manejo de dengue e de chikungunya, ofertados de forma permanente pela UNA-SUS a profissionais de saúde de nível superior. O enfoque do curso de dengue, composto por oito estudos de caso, é a identificação do risco de casos suspeitos e a adoção das condutas corretas diante das diferentes situações clínicas, visando à redução de complicações. Desde 2012, foram recebidas mais de 21 mil matrículas para o curso de dengue, sendo a maioria delas realizadas por enfermeiros (48%) e médicos (32%). A maior parte dos profissionais matriculados (52%) atua em centros de saúde e unidades básicas de saúde, que são as portas de entrada do SUS.
 
Já o curso de chikungunya foi lançado em dezembro de 2015 – a primeira oferta recebeu 9.494 matrículas, sendo 36% de enfermeiros, 30% de médicos e 16% de técnicos e auxiliares de enfermagem. A maioria dos matriculados (52%) atua em centro de saúde ou unidade básica. O curso é composto por duas unidades: a primeira traz informações sobre epidemiologia, quadro clínico, diagnóstico, ações de vigilância e organização dos serviços de saúde, além de apresentar a importância da educação permanente em saúde. Já a segunda unidade aborda casos clínicos, nos quais o profissional é estimulado a refletir sobre a melhor conduta para realizar o manejo de pacientes com suspeita da doença.
 
0800 – Os agentes comunitários de saúde, agentes de combate às endemias e militares também têm um novo canal de informações para o combate ao Aedes aegypti: o telefone 0800 645 3308. O serviço, disponível desde o início de fevereiro, oferece suporte para esclarecimento de dúvidas sobre identificação de focos do mosquito transmissor da dengue, chikungunya e zika, além da mobilização da população para o enfrentamento ao vetor. A ação promove a formação permanente dos profissionais envolvidos no combate ao mosquito.
 
O esclarecimento pelo 0800 ocorre de segunda a sexta-feira, das

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Prazo para recolhimento do imposto sobre Ganho de Capital é alterado

A Secretaria da Receita Federal do Brasil publicou a Instrução Normativa nº 1.620/2016, que orienta aos contribuintes quanto ao novo prazo para o recolhimento do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) sobre o ganho de capital apurado na transferência dos bens e direitos aos herdeiros ou legatários.
 
A partir deste ano, o contribuinte pode entregar a Declaração Final de Espólio até às 23h59 do dia 29 de abril de 2016, em conjunto com o IRPF. Anteriormente, o prazo era de 30 dias após o transito em julgado da decisão judicial que homologa a partilha, sobrepartilha ou adjudicação ou lavratura da escritura pública.
 
A mesma Instrução orienta ainda sobre a utilização do programa multiplataforma Recolhimento Mensal Obrigatório (Carnê-Leão) relativo ao Imposto sobre a Renda da Pessoa Física a partir do ano-calendário de 2015, com alterações no código de serviço de ocupação principal do contribuinte passando para:
 
225       Médico
226       Odontólogo
229       Fonoaudiólogo, fisioterapeuta e terapeuta ocupacional
241       Advogado
255       Psicólogo
 

A íntegra para ciência:

 

SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 1.620, DE 19 DE FEVEREIRO DE 2016

 

Altera o art. 10 da Instrução Normativa SRF nº 81, de 11 de outubro de 2001, que dispõe sobre as declarações de espólio, e o Anexo Único da Instrução Normativa RFB nº 1.531, de 19 de dezembro de 2014, que dispõe a respeito de orientação aos contribuintes quanto à utilização do programa multiplataforma Recolhimento Mensal Obrigatório (Carnê-Leão) relativo ao Imposto sobre a Renda da Pessoa Física a partir do ano-calendário de 2015.

 

O SECRETÁRIO DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL, no uso das atribuições que lhe conferem os incisos III e XXVI do art.280 do Regimento Interno da Secretaria da Receita Federal do Brasil, aprovado pela Portaria MF nº 203, de 14 de maio de 2012, e tendo em vista o disposto no parágrafo único do art. 58 da Lei nº 12.973, de 13 de maio de 2014, e no art. 152 da Instrução Normativa RFB nº 1.515, de 24 de novembro de 2014, resolve:

Art. 1º O art. 10 da Instrução Normativa SRF nº 81, de 11 de outubro de 2001, passa a vigorar com a seguinte redação:

"Art. 10. ………………………………………………………………………

§ 5º O imposto devido sobre ganho de capital de que trata este artigo deve ser pago pelo inventariante até a data prevista para a entrega da Declaração Final de Espólio. …………………………" (NR)

Art. 2º O Anexo Único da Instrução Normativa RFB nº 1.531, de 19 de dezembro de 2014, passa a vigorar com a seguinte redação:

 

"ANEXO ÚNICO

 

Código | Ocupação Principal do Contribuinte

225       Médico

226       Odontólogo

229       Fonoaudiólogo, fisioterapeuta e terapeuta ocupacional

241      Advogado

255      Psicólogo

" (NR)

 

Art. 3º Esta Instrução Normativa entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União.

JORGE ANTONIO DEHER RACHID

 

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SINDHOSP torna-se posto de atendimento para emissão de certificação digital

O SINDHOSP conta agora com uma nova vantagem para seus associados e contribuintes: em parceria com a Associação das Empresas de Serviços Contábeis do Estado de São Paulo (AESCON-SP) e com a Serasa Experian, oferece valores exclusivos para aquisição do Certificado Digital. Os descontos variam de 5% a 25%, conforme a condição do filiado: se é associado ou contribuinte, se está com as parcelas em dia etc.
 
Além deste benefício, a sede do Sindicato, no centro da capital paulista, tornou-se um posto de atendimento credenciado para validação da emissão da Certificação Digital. O atendimento é todas as terças e quintas-feiras, das 8h30 às 17h30, à Rua 24 de maio, 208 – 9º andar.
 
O certificado é um documento eletrônico onde ficam armazenados dados da pessoa física ou jurídica que comprova sua identidade perante terceiros. Funciona como uma carteira de identidade eletrônica, que permite ao usuário se comunicar e efetuar transações na internet de forma mais rápida, sigilosa e com validade jurídica. Este arquivo pode estar armazenado em um computador ou em uma mídia, como um token ou smart card.
 
“Este é mais um serviço que incorporamos em nossas entidades com o objetivo de auxiliar à população”, explica Yussif Ali Mere Jr, presidente da FEHOESP e do SINDHOSP. “Neste caso acabamos beneficiando não somente nosso associado e contribuinte, mas também o público em geral, uma vez que o SINDHOSP está localizado no centro da cidade, com facilidade de acesso pelos meios de transporte”. 
 
São exemplos de serviços que podem ser feitos por meio da certificação digital: assinatura de contratos, entrega de declarações (IRPF, Dirf, Speed fiscal e contábil etc.); consulta de situação fiscal de pessoas física e jurídica; conectividade social (e-Social); Rais; e emissão de Nota Fiscal Eletrônica (NF-e), entre outros.
 
Como obter o Certificado Digital com desconto
Se você é associado ou contribuinte do SINDHOSP e está com os pagamentos em dia, acesse o link www.sindhosp.com.br/certificadodigital. Você será direcionado para uma página que pedirá o CNPJ da empresa. O sistema irá calcular, automaticamente, dentro das condições de filiação da sua empresa ao SINDHOSP, qual será o seu desconto para a obtenção de produtos como eCPF, eCNPJ, Nota Fiscal Eletrônica ou Certificado ProtectWeb.
 
Na mesma página, há um link com informações de serviços e valores para não sócios e não contribuintes do sindicato.

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FEHOESP, SINDHOSP e IEPAS começam a utilizar selo Carbono Neutro

A partir de agora, as comunicações da FEHOESP, SINDHOSP e IEPAS,terão uma nova marca estampada. Trata-se do selo “Carbono Neutro”, concedido pelo Instituto Brasileiro de Defesa da Natureza (IBDN) após as entidades neutralizarem a emissão de dióxido de carbono de suas atividades.
 
A ideia nasceu em 2011, com o Anuário SINDHOSP, numa iniciativa pioneira no setor de saúde que envolveu uma parceria entre o IBDN e a Public Projetos Editoriais – editora do Anuário à época. O Anuário foi a primeira publicação do segmento a conseguir o selo. 
 
Para isso, calculou-se as emissões de dióxido de carbono lançadas na atmosfera para sua produção, incluindo transporte, impressão, papel, eletricidade, resíduos gerados, entre outros itens, e neutralizar o carbono através do plantio de árvores.
 
A mesma conta foi feita no ano passado, só que considerando não apenas o dióxido produzido pelo Anuário, mas pelas outras publicações (Jornal do SINDHOSP, Jornal da FEHOESP, Saúde Mental em Foco, Notícias), bem como pelas atividades dos escritórios que ficam na cidade de São Paulo. 
 
"Pensando por um lado, pode parecer que estamos fazendo pouco, mas nosso pensamento tem de estar focado no futuro de nossas gerações”, afirma o vice-presidente das entidades, Luiz Fernando Ferrari Neto.

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Saúde suplementar discute enfrentamento da microcefalia

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) reuniu, no Rio de Janeiro, os integrantes do Comitê Permanente de Regulação da Atenção à Saúde (Cosaúde) para discutir as medidas de controle e enfrentamento do vírus zika e as ocorrências de microcefalia a ele relacionadas. Cerca de 15 instituições participaram, entre representantes de operadoras de planos de saúde, prestadores de serviços e órgãos de defesa do consumidor. No encontro, a ANS anunciou a criação de um grupo técnico específico para debater a incorporação de exames para detecção do vírus zika no Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde. Os detalhes serão discutidos em nova reunião que será realizada no início de março. 
  
A Agência também detalhou as medidas que estão sendo tomadas junto às operadoras e à população em geral para a prevenção e o combate ao mosquito Aedes aegypti, agente transmissor da zika, dengue e chikungunya. Para o diretor-presidente da ANS, José Carlos Abrahão, é fundamental a disseminação de informações qualificadas, capazes de dar tranquilidade e segurança à população, num momento em que ainda pairam muitas incertezas em relação ao vírus e suas consequências. "Reunimos este grupo, que é estratégico para a saúde, a fim de promover uma discussão técnica, segura e de qualidade em prol da sociedade, buscando o alinhamento das informações e a colaboração para o enfrentamento dessa situação crítica que o país está vivendo", destacou o dirigente. 
  
Representantes do Ministério da Saúde apresentaram as informações mais atualizadas sobre as notificações de casos da microcefalia em todo o país e as diretrizes de vigilância, prevenção e cuidado à saúde. Giovanny França, da Secretaria em Vigilância em Saúde (SVS/MS), detalhou os eixos do Plano Nacional de Enfrentamento do Aedes Aegypti e da Microcefalia e aspectos epidemiológicos relacionados ao vírus zika. Maria Inês Gadelha, da Secretaria de Atenção à Saúde (SAS/MS), explicou as diretrizes de cuidado à população estabelecidas no protocolo de atendimento às mulheres, gestantes, puérperas e bebês com microcefalia. 
  
Segundo o mais recente informe epidemiológico divulgado pelo ministério, há 583 notificações confirmadas para microcefalia e outras alterações do sistema nervoso, sugestivos de infecção congênita, dos quais 67 casos confirmados por critério laboratorial específico para o vírus zika. Esses casos ocorreram em 235 municípios, localizados em 16 unidades da federação: Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Rondônia, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Goiás, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. 
  
Página com informações sobre as doenças – A ANS publicará nesta quinta-feira, em seu portal na internet, uma página específica para divulgar informações sobre prevenção e combate ao Aedes aegypti e às doenças transmitidas e/ou relacionadas ao mosquito. O material segue as orientações e diretrizes do Ministério da Saúde e contém informações específicas sobre o setor de saúde suplementar – incluindo ações que estão sendo executadas pelas operadoras de planos de saúde para enfrentamento da situação. 
  
"Essa é uma ferramenta que ajudará a disseminar informações confiáveis e relevantes para os profissionais de saúde e a população em geral. Ali estamos disponibilizando, de forma concisa e com uma linguagem acessível, os protocolos e diretrizes do Ministério da Saúde, orientações específicas às gestantes e também dados relacionados ao setor de saúde suplementar", destacou Abrahão.  
 

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Anahp lança rede de soluções em TI para associados

Dentro de sua proposta de tornar a Tecnologia da Informação (TI) uma grande aliada do setor hospitalar no Brasil, pelas inúmeras facilidades proporcionadas às áreas de operação, gestão e assistência, a Associação Nacional de Hospitais Privados (Anahp) passa a oferecer aos seus associados mais um serviço exclusivo, a Rede de Soluções Anahp (RSA).
 
A estruturação desse novo produto da entidade contou com a parceria de empresas de Tecnologia da Informação reconhecidas pela seriedade e comprometimento com a qualidade na prestação de serviços. Para a primeira fase da RSA, quem se uniu ao projeto foi a Hewlett Packard Enterprise (HPE), empresa com mais de 50 anos de experiência em TI, na área de saúde.
 
Como o próprio nome indica, a RSA engloba soluções em serviços, e, nessa primeira fase é direcionada à mobilidade, produtividade, orientação, apoio técnico e serviços de continuidade. São elas:
 
Single Point of Contact (SPOC) – único ponto de atendimento para registrar incidentes com os equipamentos de informática (PCs, notebooks, impressoras, celulares e equipamentos de engenharia clínica). É um componente da solução de Help Desk da RSA/HPE
 
Help Desk – central de suporte aos usuários de TI. Atende desde incidentes básicos a problemas complexos, com eficiência e rapidez.
 
Field Services – Suporte, reparo e substituição, quando necessário, de equipamentos de TI, com agilidade e qualidade. Eleva a disponibilidade e otimiza custos de operação e manutenção.
 
Black Up & Disaster Recovery – solução multiplataforma para a recuperação de incidentes com data centers, servidores e armazenamento de dados. Possui facilidade de implantação e adaptação às necessidades de cada instituição, com opções de operações básicas, avançadas e críticas.
 
Outras soluções como o PDTI (Plano Diretor em Tecnologia da Informação), Digitação de Documentos GED (Gerenciamento Eletrônico de Documentos), Analytics e Armazenagem de Imagens (DICOM), devem integrar em breve a Rede de Soluções Anahp.
 
Essa nova ferramenta oferece importantes benefícios aos associados, como otimização de custos e investimentos; maximização do uso de ativos de TI; maior produtividade dos usuários no ambiente de trabalho; operação em ambiente seguro, dentro de normas e procedimentos internacionais; serviços ágeis e eficientes; e foco no paciente, entre outros.
 
A RSA é mais uma iniciativa da Anahp que se soma ao conceito de Hospital Digital, assim como o Manual de Diretrizes de TI, lançado em 2015, para estimular os associados a implementarem recursos tecnológicos na rotina dos hospitais.
 

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