Sindhosp

4 de agosto de 2016

Cai o faturamento do mercado farmacêutico

A queda nas compras de medicamentos pelo governo está afetando o mercado farmacêutico brasileiro. Depois de registrar um crescimento médio de 14% desde 2013, o mercado teve apenas um aumento nominal de apenas 4% nos últimos 12 meses. Descontando a inflação do período, a variação real é de queda de quase 6%. Hoje, o mercado farmacêutico institucional representa 31% do mercado total, com influência expressiva do setor público.
 
Essa queda já havia se tornado evidente no segundo semestre de 2015. Não só o governo está reduzindo o ritmo de compras e postergando os pedidos, como também parece estar com dificuldade para honrar os contratos. Um levantamento realizado pela Interfarma (Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa) mostra uma dívida próxima de R$ 1 bilhão com o setor no final de 2015. O valor considera as compras não pagas pelo governo Federal, pelo Distrito Federal e pelos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná e Santa Catarina.
 
As compras do governo representam atualmente 57% do mercado institucional, que gera um faturamento de R$ 21 bilhões. O restante dele é formado pelo setor privado, com hospitais e clínicas particulares, que também estão comprando menos. Em parte, isso acontece pelo aumento do desemprego no país, que vem acompanhado pela saída de usuários de planos de saúde. 
 
Parte da demanda acaba migrando para o varejo farmacêutico, que entre 2014 e 2016, aumentou sua representatividade de 67% para 69% do mercado total. O faturamento atual deste varejo está em torno de R$ 46 bilhões. “A maioria dos brasileiros depende dos próprios recursos para comprar medicamentos. Com as dificuldades do governo e a saída de brasileiros dos planos de saúde, podemos ter ainda mais pessoas refazendo o orçamento doméstico para garantir o tratamento dos familiares”, afirma Antônio Britto, presidente-executivo da entidade. 

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Publicadas novas regras sobre medicamentos isentos de prescrição

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) já publicou no Diário Oficial da União (DOU) a resolução com as novas regras sobre medicamentos isentos de prescrição médica (MIP). O regulamento foi aprovado pela diretoria colegiada da Anvisa no mês passado e considera sete critérios para o enquadramento dos medicamentos nessa categoria: tempo de comercialização; segurança; sintomas identificáveis; tempo de utilização; ser manejável pelo paciente; apresentar baixo potencial de risco; e não apresentar dependência.
 
O texto revisa a norma que está atualmente em vigor sobre o assunto e que data de 2003. O relator da matéria na Anvisa, diretor Fernando Mendes, ressaltou em nota publicada no site do órgão que a possibilidade de reenquadramento de alguns medicamentos como MIPs deverá promover uma melhor informação da população sobre o produto. De acordo com ele, brasileiros utilizam medicamentos tarjados sem a prescrição médica.
 
"Porém, se o princípio ativo tem perfil de segurança adequado e a venda passa a ser permitida sem prescrição médica, a empresa fabricante passa a ter a oportunidade de falar diretamente com a população, informando a posologia e alertando sobre contraindicações e advertências", disse.
 
Pela norma, "não são passíveis de enquadramento como medicamentos isentos de prescrição as apresentações do medicamento cuja via de administração seja a parenteral" e "as apresentações que tenham indicação sob prescrição".
 
A relação atualizada dos medicamentos isentos de prescrição será divulgada pela Anvisa na forma de instrução normativa, depois da avaliação das novas solicitações de enquadramento dos produtos. Hoje, a lista inclui antitérmicos, analgésicos, cicatrizantes, antissépticos nasais, laxantes, antiácidos, entre outros.
 

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Compliance em saúde é tema de evento em SP

Fundamentos de Compliance, Código de Ética e Políticas Corporativas foram discutidos na 1ª Semana de Ética e Compliance da Beneficência Portuguesa de São Paulo, com a presença de executvos e fornecedores da cadeia da Saúde. O encontro foi aberto pela gerente executiva de Auditoria e Controles Internos da instituição, Florence Monteiro, lembrando que a BP tem Código de Conduta há oito anos – relançado em abril do ano passado com um Canal Confidencial com atendimento telefônico, caixa postal, e-mail e administrado por uma empresa independente. Recentemente a BP lançou a Política de Ética Corporativa.
 
Uma pesquisa realizada no início do evento mostrou que 92% dos fornecedores presentes possuem Código de Ética em suas empresas e que 97% consideram a companhia onde trabalham ética. Porém, a porcentagem caiu pela metade quando avaliaram a reputação da concorrência.
 
A primeira palestrante do evento foi a diretora executiva do Ética Saúde, Claudia Scarpim. Ela apresentou a estrutura de Governança do Ética Saúde e esclareceu a autonomia do Instituto, que hoje tem personalidade jurídica própria e participação ativa de integrantes de diversos segmentos do setor de saúde.
 
A diretora ressaltou que as empresas associadas optaram por trabalhar sob um conjunto de regras claras e transparentes – para prevenir e controlar todas as formas de corrupção/suborno -, apresentou os mais recentes números do Canal de Denúncias e informou que, assim como na Beneficência Portuguesa, ele é administrado de forma independente e por uma empresa externa.
 
Foram palestrantes também, da 1ª Semana de Ética e Compliance da Beneficência Portuguesa de São Paulo, o presidente da Johnson & Johnson Medical Devices, Márcio Coelho que ressaltou, entre outras coisas, a importância da ética individual dos colaboradores da empresa e o credo da companhia, e o presidente do Conselho de Administração da ANAHP, Francisco Balestrin que informou sobre a dedicação da Associação ao tema ética neste ano que será o tópico central do CONAHP, em novembro. Ao final a CEO da BP, Denise Soares de Souza, mediou um debate que ampliou as discussões sobre Ética e Compliance.
 
O Ética Saúde surgiu em junho de 2015 com o Acordo Setorial – Importadores, Distribuidores e Fabricantes de Dispositivos Médicos para autorregular o mercado. Uma iniciativa do Instituto Ethos e da ABRAIDI, logo se tornou um marco na saúde. No início de 2016, o Ética Saúde passou a ter personalidade jurídica e virou um Instituto. A entidade busca garantir a segurança do paciente por meio de uma conduta ética entre paciente e médico em um ambiente de concorrência justa e transparente e seus canais de comunicação são o site www.eticasaude.com.br e o telefone 0800-741-0015.

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Incor chega a mil transplantes de coração e pulmão

O Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da USP (InCor) superou a marca de mil transplantes realizados desde 1985, quando começou a fazer cirurgias desse tipo. Ao longo desses 31 anos, foram 1.080 transplantes. O Sistema Único de Saúde realizou 95% dos transplantes.
 
Segundo o balanço divulgado dia 1º de agosto pelo InCor, do total de procedimentos realizados nessas três décadas pelo Instituto, 564 foram transplantes de coração em adultos, 230 de coração em crianças e 286 transplantes de pulmão. Essa marca corresponde a 40% de todos os transplantes de coração realizados no Estado de São Paulo. Somente neste ano, foram realizados no InCor 22 transplantes de coração, 21 de pulmão e seis de coração infantil.
 
O presidente do conselho diretor do InCor, Roberto Kalil Filho, destacou que a organização das equipes de transplante em um novo modelo de gestão tem permitido ao instituto ampliar a quantidade de transplantes realizados. “Ao reunir num mesmo processo de gestão todas as equipes – cirúrgica, clínica e multiprofissional de transplantes de coração adulto e infantil e de pulmão, o Núcleo [de Transplantes do InCor] otimizou recursos, deu sinergia ao trabalho dos grupos e melhorou indicadores importantes, como o da taxa de mortalidade no pós‐cirúrgico imediato.”
 
O ministro da Saúde, Ricardo Barros, participou da divulgação dos dados e ressaltou que o ministério tem feito campanhas para incentivar os brasileiros a doar órgãos. “É fundamental dar oportunidade para que pessoas continuem vivendo. A doação de órgãos é uma decisão que gratifica as famílias que tomam essa medida. Portanto, eu faço esse apelo para que todos, quando tiverem a oportunidade de decisão, decidam por doar órgãos.”
 
Ricardo Barros também afirmou que o orçamento do Ministério da Saúde para este ano será suficiente para garantir políticas e ações como o transplante de órgãos. “Nós conseguimos descontingenciar R$ 5 bilhões e 600 [milhões] que estavam contingenciados no início do ano. O governo tem dado prioridade à saúde. Nossa gestão está fazendo economia significativa, e esses recursos serão suficientes para fazer mais atendimentos, com mais qualidade, com os recursos que já temos.” De acordo com o Ministério da Saúde, entre 2010 e 2015, o instituto recebeu do governo federal R$ 81,4 milhões para o custeio dos transplantes de órgãos, tecidos e células.
 
Em junho, o presidente em exercício, Michel Temer, determinou à Aeronáutica que mantenha permanentemente um avião para o transporte de órgãos destinados a transplantes. Essa aeronave da Força Aérea Brasileira pode ser usada também no transporte de pacientes que precisem se deslocar para receber órgãos e tecidos.
 
Transplantes no Brasil
O Sistema Nacional de Transplantes (SNT) é a instância responsável pelo controle e monitoramento dos transplantes de órgãos, tecidos e partes do corpo humano feitos no Brasil. Esse sistema coordena desde a regulamentação, o credenciamento das equipes e hospitais que fazem as cirurgias até a logística de captação de órgãos e o acompanhamento dos pacientes transplantados. De acordo com o Ministério da Saúde, mais de 95% dos procedimentos de transplantes no Brasil são financiados pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Isso inclui os exames preparatórios, as cirurgias, o acompanhamento e medicamentos pós-transplantes pela rede pública de saúde.

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Entenda quando mudar de MEI para Microempresa

Reportagem da Exame apresenta o MEI (Micro Empreendedor Individual),m tipo de sociedade que tem tributação reduzida, porém que, em algumas situações, pode esbarrar em necessidades do empreendedor. Neste modelo, há limites que o obrigam a mudar a forma da pessoa jurídica, por exemplo:
 
– O faturamento ultrapassa o limite de R$ 60 mil por ano;
– O empreendedor tem a necessidade de contratar mais de um funcionário;
– A oportunidade de admitir um novo sócio na empresa;
– A necessidade de abrir uma filial ou outra empresa em nome do empresário; ou
– A oportunidade de exercer novas atividades vedadas ao MEI.
 
Nesses casos, quando o empreendedor sabe que precisará transformar sua empresa em uma Microempresa (ME), se depara com uma dúvida muito comum: “Como devo proceder?”
 
Vou tentar ser bem sucinto na resposta. A transformação do Microempreendedor Individual em Microempresa pode ser feita a qualquer momento, por opção própria do empreendedor ou pelas limitações como as citadas acima, o que torna a comunicação obrigatória.
 
Nesses casos, o empreendedor deve solicitar o ato de desenquadramento no portal do SIMEI. Após o registro, o empreendedor precisa registrar esse ato de desenquadramento na Junta Comercial de seu Estado. Vai ser necessário apresentar os seguintes documentos:
 
– Comunicação de Desenquadramento do SIMEI;
– Formulário de desenquadramento; e
– Requerimento do empresário.
 
Registrado o desenquadramento na Junta, você estará cadastrado como Empresário Individual. Você deve ficar atento, pois os impostos terão uma nova forma de cálculo a sua empresa passará a ter novas obrigações fiscais, incluindo a entrega de obrigações acessórias (declarações).
 
Assim, cuidado! Como haverá mudanças societárias, impactos tributários e novas obrigações para o empresário, é muito recomendável consultar um profissional de contabilidade no momento do desenquadramento.
 
Parabéns, bons negócios e até a próxima.
 
Ricardo Flores Oliveira é Diretor da PP&C Auditores Independentes.

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Operadoras de planos de saúde enviam contratos irregulares aos médicos

Apesar de a Agência Nacional de Saúde Suplementar ter autorizado um reajuste de até 13,57% nas mensalidades dos planos de saúde individuais, e de os planos coletivos por adesão terem aumentado em cerca de 20% este ano, as operadoras chegam a oferecer 2,13% de reajuste para os procedimentos médicos, ou seja, apenas 20% do valor do IPCA, considerando o índice de 10,67% acumulado em 2015.

Este é apenas um dos desrespeitos das empresas aos seus prestadores de serviços, que convivem diariamente com outras cláusulas leoninas, como a oferta de pacotes para o pagamento de consultas e procedimentos, a redução dos índices de reajuste por conta de fator de qualidade, por problemas financeiros da operadora ou simplesmente se não houver solicitação, e até mesmo a inexistência de cláusula de reajuste nos contratos, com periodicidade, conforme determina a Lei 13.003/14.

Por outro lado, as operadoras também desrespeitam os pacientes diariamente, ofertando redes credenciadas cada vez menores, o que dificulta o acesso da população a consultas, exames, cirurgias etc., sem contar as negativas de coberturas, que engrossam cada vez mais as estatísticas de processos judiciais contra planos de saúde e as reclamações em órgãos de proteção ao consumidor.

Todos esses pontos foram apresentados em reunião da Comissão Estadual de Negociação – formada pela Associação Paulista de Medicina, Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo e Sindicato dos Médicos de São Paulo, com apoio da Academia de Medicina de São Paulo, das sociedades de especialidades e Regionais da APM – na segunda-feira (25 de julho), na sede da APM.

O levantamento das cláusulas inaceitáveis e em desacordo com a Lei 13.003/14 foi feito a partir de contratos de 14 operadoras recebidos pela Defesa Profissional da APM.

"Esta é apenas uma amostra das condições que os médicos são submetidos pelos planos de saúde, não contempla toda a gama de contratos. Sabemos que uma mesma operadora possui contratos diferentes para os prestadores, por exemplo para os que atuam como pessoa física ou jurídica”, declara o assessor da Diretoria da APM, Marcos Pimenta.

Florisval Meinão, presidente da APM, informa que a ANS foi notificada sobre as cláusulas em desacordo e se comprometeu tomar as devidas providências. Nos contratos da Apas e Amico Saúde (Grupo Amil), por exemplo, não foram encontradas cláusulas sobre reajuste e sua periodicidade.

Entretanto, a ANS considera válidas cláusulas impondo frações de índices como reajuste, a exemplo do que fez a Sabesprev, Porto Seguro, Notredame/Intermédica, Mediservice, Gama, Cassi, Bradesco, SulAmérica, Gama, Assefaz, Cabesp e Caixa, entre outros.

"A ANS entende que, mesmo com a fração de índice, houve reajuste e, se o médico assinou o contrato com a operadora, aceitou os termos, e alega não ter como interferir. Por isso fazemos o apelo de que o médico não aceite contratos com cláusulas prejudiciais a ele e, em caso de dúvidas, encaminhe a minuta para avaliação da Defesa Profissional da APM. Temos todo o cuidado de preservar o nome dos médicos nos contratos, de maneira a não expô-los diante das operadoras”, afirma Meinão.

Muitas vezes, as operadoras de planos de saúde pressionam os médicos para que aceitem os contratos, conforme denunciado na reunião. A Porto Seguro, por exemplo, possui todo o sistema de faturamento on-line, e enquanto o médico não aceita o contrato enviado, não consegue enviar seu faturamento do mês.

Marun David Cury, diretor adjunto de Defesa Profissional da APM, esclarece que durante as reuniões de negociação com as empresas, os representantes se comprometem a estudar as exigências apresentadas e adequar os contratos. "Porém, na prática, vemos que ‘no varejo’ eles agem diferente.”

"Em alguns casos, não podemos contestar a legalidade das cláusulas, mas sim sua moralidade”, finaliza João Sobreira de Moura Neto, diretor de Defesa Profissional da APM. O detalhamento de todas as cláusulas inadequadas encontradas nos contratos entre médicos e planos de saúde será publicado na matéria de capa da edição de agosto da Revista da APM. 
Conheça alguns exemplos abaixo:

Apas e Amico Saúde (Grupo Amil)
Não identificada cláusula de periodicidade e índice de reajuste.

Assefaz
II – Para os casos em que a CONTRATADA recebeu o reajuste na recontratualização, será aplicado 80% (oitenta por cento) do IPCA proporcional à data do último reajuste, na data de aniversário do contrato.

Bradesco Saúde
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Cabesp
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Caixa
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Cassi
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Gama
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Mediservice
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Notredame/Intermédica
3.11. Na hipótese de não haver acordo entre as PARTES até o termo final do período de negociação, para efetivação do reajuste e/ou correção, aplicar-se-a o reajuste e/ou correção de 40% (quarenta por cento) do índice "A", de forma não cumulativa com qualquer outro índice ou reajuste.

A = percentual variação anual = (IPCA + IGPM + INPC) / 3

3.12. Anualmente, serão apurados todos os valores antecipados ou concedidos a título de reajustes e/ou correções, que poderão ser abatidos dos reajustes anuais apurados nos termos do presente instrumento.

Porto Seguro
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Sabesprev
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SulAmérica
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Sogesp promove 21º Congresso de Ginecologia

 
Entre os dias 25 e 27 de agosto a  Associação de Obstetrícia e de Ginecologia do Estado de São Paulo (Sogesp) promove o 21º Congresso Paulista de Ginecologia e Obstetrícia no Transamérica Expo Center. Entre as palestras estão Abortamento, focando Quando e Como Solicitar Estudo Genético na Primeira Perda Gestacional e o painel Atualização em Aborto Espontâneo de Repetição, tratando de Novidades Genéticas no AER: ARRAY CHG. Ambos os conteúdos serão ministrados por Ciro Martinhago, geneticista e diretor da Chromosome Medicina Genômica.
 
A empresa também terá um estande temático, com a identificação e layout referentes aos exames, oferecidos na clínica, entre eles, o Teste de Paternidade, em que o teste avalia as amostras de DNA por meio de um chip microarray, que permite analisar 317 mil marcadores genéticos, que podem ser comparados ao suposto pai. Outro exame mostrado é o RH Fetal, onde é possível saber o fator RH do bebê durante a gestação, utilizando-se uma amostra de sangue materno, e que preveni possíveis complicações maternas, se houver uma mistura de sangue da criança com a mãe.
 
Mais informações no site: http://www.sogesp.com.br/congresso/2016/inicio

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