A gerente-executiva da União Nacional das Instituições de Autogestão em Saúde (Unidas), Amanda Bassan, é a entrevistada do novo Papo da Saúde. Conduzida pela CEO da FESAÚDE e do SindHosp, Larissa Eloi, a entrevista destaca a transição da gestão de saúde para um modelo mais colaborativo, humano e estratégico.
A Unidas, que atua há mais de 20 anos no mercado, conta com aproximadamente 110 empresas filiadas, que oferecem e administram de forma direta planos de assistência à saúde aos seus empregados, servidores ou associados e respectivos dependentes. Esse universo abrange cerca de quatro milhões de beneficiários em todo o país.
“O futuro da saúde depende de três pilares, todos sustentados pela tecnologia. Acesso e coordenação de cuidados em toda a jornada do paciente; sustentabilidade, que envolve o controle de custos e o alinhamento de incentivos entre os diversos atores; e, por fim, dados e qualidade, que são indissociáveis. A interoperabilidade, ou troca de dados entre sistemas, é essencial e considero que é a chave que precisa ser virada”, defendeu Amanda Bassan durante o Papo da Saúde.
Larissa Eloi perguntou à gerente-executiva da Unidas como ela enxerga a liderança feminina e a geração Z no setor da saúde. Amanda Bassan acredita que a mulher na liderança não ocupa apenas um cargo, mas transforma o ambiente através de um olhar mais detalhista, empático e humano. Sobre a cooperação de gerações no ambiente corporativo, Bassan afirmou que a nova geração de líderes tem menos medo de errar e isso, segundo ela, pode acelerar a inovação. “Eles buscam impacto real e se negam a trabalhar no automático, questionando sempre o propósito de suas tarefas”, sentenciou.
Estes são apenas alguns tópicos abordados neste episódio do Papo da Saúde. Acompanhe, abaixo, a entrevista na íntegra:







