Sindhosp

30 de junho de 2026

IA e a nova saúde: parceria entre Galileu Saúde e SindHosp destaca o futuro da jornada do paciente e da governança clínica

Evento realizado na ARCA reuniu lideranças do setor para discutir como inteligência artificial, dados e inovação estão redesenhando a assistência, a gestão e a experiência do paciente.

A transformação da saúde impulsionada pela inteligência artificial foi o tema central do Galileu Circle | Nada será como antes: IA e a nova saúde, realizado no dia 23 de junho, na ARCA, em São Paulo. O encontro reuniu executivos, gestores e especialistas para discutir os impactos da IA na assistência, na governança clínica e na construção de um sistema de saúde cada vez mais integrado e centrado no paciente.

A abertura do evento foi conduzida por Francisco Balestrin, presidente do Conselho de Administração do SindHosp, que destacou o papel da ARCA como um ecossistema voltado à inovação e à construção de soluções para o setor da saúde. Em seguida, Rodrigo Lourenzo, Managing Director Diagnostic Imaging Latin America da Siemens Healthineers, apresentou a visão da companhia sobre a evolução da jornada do paciente por meio da inteligência artificial.

Segundo Lourenzo, a transformação começa antes mesmo da realização do exame. A Siemens trabalha para tornar os equipamentos cada vez mais inteligentes, utilizando inteligência artificial para preparar protocolos automaticamente, otimizar a aquisição das imagens, reduzir o número de sequências necessárias para o diagnóstico e apoiar a tomada de decisão clínica.

“A inteligência artificial precisa acompanhar toda a jornada do paciente, desde o exame até o acompanhamento após o tratamento”, defendeu o executivo ao apresentar a visão da empresa para os próximos anos.

Na sequência, Márcio Alves, CEO da Galileu Saúde, apresentou a trajetória da empresa e a proposta de construir um novo modelo assistencial baseado em dados, inteligência artificial e colaboração entre diferentes atores do ecossistema. Para o executivo, a tecnologia só faz sentido quando está a serviço do cuidado.

“A Galileu nasceu da inconformidade de profissionais da saúde que entenderam que o sistema precisa girar em torno do paciente, e não o contrário”, afirmou.

Márcio também chamou atenção para o crescimento acelerado da utilização da inteligência artificial por profissionais de saúde e pacientes. Segundo ele, o desafio deixou de ser o acesso à tecnologia e passou a ser a capacidade das instituições de estabelecer modelos de governança, protocolos assistenciais e segurança na utilização dos dados.

Governança para uma nova saúde

 

Dando sequência ao Future Talk – Nada será como antes: IA e a nova saúde, Sergio Ricardo Santos, vice-presidente da Galileu Saúde, provocou uma reflexão sobre os desafios estruturais enfrentados pelo setor e o papel da governança clínica diante das transformações em curso.

Em sua apresentação, Sergio destacou que a saúde vive um cenário marcado pelo envelhecimento da população, aumento da complexidade dos tratamentos, pressão crescente sobre a sustentabilidade financeira e mudanças no comportamento dos pacientes.

“O setor remunera eventos, mas ainda mede pouco o valor entregue ao paciente”, observou. Para ele, a incorporação da inteligência artificial exige uma mudança mais profunda do que a simples adoção de novas tecnologias.

“A governança precisa deixar de ser retrospectiva e passar a atuar em tempo real, utilizando dados para apoiar decisões clínicas e de gestão”, afirmou.

Sergio também ressaltou que a experiência do paciente deixou de ser comparada apenas à de outras instituições de saúde. Hoje, segundo ele, as expectativas são moldadas pelas experiências digitais vividas em diferentes setores da economia, tornando indispensável oferecer conveniência, transparência e integração ao longo da jornada assistencial.

Inteligência artificial aplicada à prática

 

Sulivan Santiago, CTO & CPO da Galileu Saúde, demonstrou a plataforma LIVIA, destacando como a solução utiliza IA para apoiar decisões clínicas e operacionais, agregando contexto às informações e promovendo maior eficiência na assistência.

Em seguida, Lucas Baraças, cofundador do Vigilantes do Sono, apresentou a plataforma Vigilantes by Galileu, voltada ao monitoramento da saúde do sono como estratégia para melhorar a qualidade de vida dos profissionais e contribuir para a segurança assistencial.

Debate sobre os próximos passos da IA na saúde

 

Larissa Eloi, diretora executiva do SindHosp, mediou o Insights Circle – IA na prática: o que vem agora?, reunindo Márcio Alves, Sulivan Santiago e Lucas Baraças para responder às perguntas do público sobre os desafios e oportunidades da inteligência artificial para hospitais e operadoras.

Entre os temas discutidos estiveram os caminhos para implantação da IA nas instituições de saúde, os fatores críticos para uma governança eficiente, os ganhos assistenciais proporcionados pelas novas ferramentas e a construção de hospitais verdadeiramente inteligentes. Ao longo do encontro, uma mensagem foi recorrente entre os participantes: a inteligência artificial não substitui a decisão clínica, mas amplia a capacidade dos profissionais de oferecer um cuidado mais seguro, integrado, eficiente e centrado no paciente.

O evento também contou com a presença de Ana Estela Haddad, reforçando a importância da transformação digital e da inteligência artificial como temas estratégicos para o futuro da saúde brasileira.

 

 

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SindHosp promove reunião do Grupo Técnico de Saúde e Segurança Ocupacional sobre NR-1 e riscos psicossociais

O SindHosp realizou mais uma reunião do Grupo Técnico de Saúde e Segurança Ocupacional (SSO), reunindo associados e especialistas para discutir a aplicação prática da NR-1 e a gestão dos riscos psicossociais no ambiente de trabalho.

O encontro teve como objetivo debater os principais desafios enfrentados pelas instituições de saúde na adequação às exigências da NR-1 relacionadas aos riscos psicossociais, promovendo a troca de experiências, o compartilhamento de boas práticas e a discussão de soluções aplicáveis à realidade do setor. A iniciativa também buscou gerar insights práticos e fortalecer a atuação dos profissionais responsáveis pela gestão de Segurança e Saúde Ocupacional.

A reunião contou com a participação de Lucinéia Nucci, coordenadora do GT SSO; Daniela Bernardo, da FESAÚDE; Juliana Tanjioni, do Hospital Nipo-Brasileiro; Paulo Leal, do Grupo Fleury; e Carlos Cassiavillani, do Hospital Nipo-Brasileiro, que contribuíram com reflexões e experiências sobre a implementação da norma nas instituições de saúde.

A iniciativa reforça o compromisso do SindHosp em oferecer aos seus associados um ambiente permanente de atualização técnica, construção coletiva de conhecimento e desenvolvimento de soluções que contribuam para ambientes de trabalho mais seguros, saudáveis e sustentáveis.

Os Grupos Técnicos do SindHosp são fóruns permanentes de discussão que reúnem profissionais e especialistas para acompanhar mudanças regulatórias, compartilhar boas práticas e apoiar o aprimoramento da gestão nas instituições de saúde.

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Firmada CCT com o Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos de Serviços de Saúde de Araçatuba e Região

Informamos que o SindHosp firmou Convenção Coletiva de Trabalho com o SINDICATO DOS EMPREGADOS EM ESTABELECIMENTOS DE SERVIÇOS DE
SAÚDE DE ARAÇATUBA E REGIÃO – SEESSATA, com vigência de 1º de junho de 2026 a 31 de maio de 2027.

A íntegra da Convenção Coletiva de Trabalho encontra-se à disposição dos sócios e contribuintes no site do SINDHOSP, www.sindhosp.org.br ícone Jurídico/Convenções Coletivas.

 

São Paulo, 30 de junho de 2026.

Base Territorial: Andradina, Araçatuba, Auriflama, Avanhandava, Barbosa, Bento de
Abreu, Bilac, Birigui, Braúna, Castilho, Clementina, Coroados, Gabriel Monteiro,
Gastão Vidigal, General Salgado, Glicério, Guaiçara, Guaraçaí, Guararapes, Ilha
Solteira, Lavínia, Lins, Mirandópolis, Monções, Murutinga do Sul, Nova Independência,
Palmeira d’Oeste, Penápolis, Pereira Barreto, Piacatu, Promissão, Queiroz, Rubiácea,
Santo Antônio do Aracanguá, Santópolis do Aguapeí e Valparaís

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