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Ana Paula

Gilberto Kassab participa de evento da FESAÚDE-SP e ComSaúde

Secretário de Governo e de Relações Institucionais do Estado de São Paulo recebeu, durante o encontro, o Guia de Ações Municípios Saudáveis

No último dia 12 de novembro, a FESAÚDE-SP e o Comitê do Complexo Produtivo e Econômico da Saúde e Biotecnologia (ComSaúde) realizaram uma reunião plenária que contou com a presença do secretário de Governo e de Relações Institucionais do Estado de São Paulo, Gilberto Kassab, que também é presidente nacional do Partido Social Democrático (PSD). Na ocasião, o secretário abordou as realizações, perspectivas e desafios políticos e econômicos para o Brasil. “Kassab tem uma visão e um entendimento da política nacional que poucos têm. Nesse momento que antecede a posse dos que assumirão as prefeituras em janeiro de 2025, é importante ouvir o que nós, do setor da saúde, podemos esperar dos novos Executivos municipais”, afirmou o presidente do Conselho de Administração da FESAÚDE-SP, Francisco Balestrin, na abertura do encontro.

            O vice-presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e diretor Titular do ComSaúde, Ruy Baumer, destacou a importância de retomar a competitividade da indústria nacional. “Precisamos criar no país um ambiente que facilite os negócios e promova o crescimento e a inovação. Além de segurança jurídica e de ações governamentais estratégicas, o mercado precisa ser sustentável, com demanda garantida por parte dos estabelecimentos que atendem ao Sistema Único de Saúde (SUS)”, frisou Baumer.

            O secretário Gilberto Kassab iniciou sua fala ressaltando os números otimistas da economia brasileira, com geração de empregos e baixa taxa de desemprego. “Há uma necessidade urgente, porém, de promover o equilíbrio fiscal. Precisamos estar atentos às próximas ações da equipe econômica”. Especificamente sobre saúde, Kassab reiterou que o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, sempre deixou claro que o setor é e continuará sendo prioridade na atual gestão. “Durante as eleições municipais tive acesso a centenas de pesquisas de opinião pública. Todas, sem exceção, traziam a saúde como preocupação dos eleitores. A tabela SUS paulista, uma das primeiras medidas do Governo do Estado, tem aumentado o volume de serviços dos hospitais filantrópicos e melhorado a assistência aos paulistas. O grande problema do SUS é a falta de financiamento federal, aliás, a atual tabela SUS é um dos principais problemas do governo Lula”, acredita Kassab.

            Convicto de que as demandas em saúde irão aumentar nos próximos anos, o secretário enfatizou que São Paulo, que responde por 25% do Produto Interno Bruto (PIB) do país, é um solo fértil para os investidores. “O governo estadual tem políticas públicas sérias de longo prazo e um bom ambiente para novos investimentos”, acredita. Segundo ele, a geração de um Brasil mais justo, com igualdade de oportunidades para todos, incluindo educação pública de qualidade e um sistema de saúde mais eficiente, deve ser a principal bandeira da Nação. “O fato de São Paulo estar nas mãos do Tarcísio, que tem mais seis anos de gestão, nos dá certa tranquilidade com relação ao futuro do país”, afirmou o secretário, apostando na reeleição do atual governador, em 2026.

            Gilberto Kassab defendeu o estabelecimento de critérios democráticos mais rigorosos para futuras candidaturas. “Nas eleições municipais, oito grandes cidades brasileiras, incluindo São Paulo, quase passaram a ser administradas por novatos, sem conhecimento do sistema político ou de gestão pública. Isso sim pode causar enorme instabilidade ao país. Talvez devêssemos pensar em reduzir o número de partidos para evitar candidaturas oportunistas”, afirmou. Outro grande problema brasileiro, na opinião do secretário de Governo e de Relações Institucionais de São Paulo, é o montante de recursos destinado às emendas parlamentares. “Este ano são R$ 50 bilhões. É um volume exorbitante de dinheiro sem transparência e sem vínculo a programas de governo que beneficiem a sociedade. Infelizmente, essa realidade tem se alastrado para as assembleias legislativas e câmaras municipais, engessando a capacidade de investimento do Estado”, finalizou Kassab.  

            Guia de Ações Municípios Saudáveis

            O presidente do Conselho de Administração da FESAÚDE-SP, Francisco Balestrin, entregou ao secretário Gilberto Kassab um exemplar do Guia de Ações Municípios Saudáveis – Transformando Comunidades, Cuidando de Pessoas. A publicação foi idealizada pela FESAÚDE-SP, SindHosp e Colégio Brasileiro de Executivos em Saúde (CBEXS), com o intuito de contribuir para a construção de uma agenda inovadora e positiva, que leve a uma melhor organização e gestão do sistema de saúde municipal e que atenda às necessidades da população paulista.

            “O PSD, partido presidido por Kassab, foi o que mais elegeu prefeitos no país este ano. No total, são 887 cidades, incluindo cinco capitais. Mais de 37 milhões de brasileiros serão governados por prefeitos do PSD a partir de 2025. Nosso objetivo é que o documento seja propagado para o maior número possível de prefeituras e que isso leve a políticas públicas fundamentadas em dados, planejamento estratégico e ações coordenadas, melhorando o acesso e a qualidade da assistência à população”, defende Balestrin. O Guia de Ações Municípios Saudáveis está disponível para download. Clique aqui.

            Macrotendências

            Para finalizar o evento, o presidente do Centro das Indústria do Estado de São Paulo (CIESP) e vice-presidente da Fiesp, Rafael Cervone, apresentou um estudo sobre as macrotendências na área da saúde até 2040. Como fatores apontados como “certos”, encontram-se os crescimentos da renda, o populacional e o envelhecimento. “Nos próximos 26 anos, o PIB mundial deve aumentar 70%, passando para US$ 233 trilhões; o PIB per capita subirá 44%; a população mundial vai crescer 18% e o número de idosos, 77%. A demanda em saúde vai subir, assim como a incidência de doenças crônicas. A medicina personalizada e a saúde digital terão cada vez mais espaço”, afirmou Cervone.

            Além das lideranças citadas nesta reportagem, participaram do evento a presidente do Conselho Superior Feminino da Fiesp (Confem), Marta Lívia Suplicy; o presidente do Conselho Superior de Responsabilidade Social da Fiesp (Consocial), Raul Cutait; o diretor adjunto do ComSaude e CEO da Associação Brasileira da Indústria de Dispositivos Médicos (Abimo), Paulo Henrique Fraccaro; o diretor adjunto do ComSaude e vice-presidente da Abimo, Franco Pallamolla; o presidente do Instituto Coalizão Saúde (ICOS), Giovanni Guido Cerri; a diretora Executiva do SindHosp e FESAÚDE-SP, Larissa Eloi; o diretor Técnico da FESAÚDE-SP, Jean Gorinchteyn; a diretora Executiva do CBEXS, Tacyra Valois; o vice-presidente da FESAÚDE-SP, Yussif Ali Mere Jr; o presidente da Associação Brasileira de Planos de Saúde (Abramge), Gustavo Ribeiro; o presidente da Associação Brasileira da Indústria de Tecnologia para Saúde (Abimed), Fernando Silveira Filho; entre outros.

            Clique aqui e assista a íntegra do evento, no Youtube.

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Uso de dados e a inteligência artificial na saúde

Steve Jobs, o fundador da Apple, dizia que “a tecnologia move o mundo”. Os avanços tecnológicos, realmente, modificam a sociedade, a cultura, os modelos produtivos e vêm conquistando, ao longo dos anos, cada vez mais espaço. Hoje, moldam a forma como as pessoas se comunicam, aprendem, trabalham, se informam e se divertem. No setor saúde, esse elo entre a assistência médica, a ciência e a tecnologia existe, pelo menos, desde o século XIX, quando o físico alemão, Wilhelm Conrad Rontgen, descobriu o raio X.

Atualmente, uma transformação digital está revolucionando a saúde. A crescente quantidade de dados clínicos, a necessidade de gerar e compartilhar informações a partir deles, o cada vez mais extenso leque de exames diagnósticos, a demanda por eficiência, entre outros tópicos, têm pressionado o setor – em todos os cantos do mundo – a adotar novas tecnologias que possam melhorar e até transformar a prática assistencial. Nesse cenário, a Inteligência Artificial (IA) surge como uma ferramenta capaz de oferecer soluções que vão além da automação de tarefas e com potencial para promover mudanças na forma como as decisões médicas e gerenciais são tomadas e como os serviços são prestados.

Para compreender como essa ferramenta está sendo utilizada pelo ecossistema da saúde no país e seus impactos para prestadores de serviços, operadoras de planos de saúde, indústria farmacêutica e setor público, a FESAÚDE-SP, o SindHosp e a KPMG lançaram o e-book “Uso de Dados e a Inteligência Artificial na Saúde”.  A publicação é fruto de uma pesquisa inédita que ouviu, em um primeiro momento, profissionais que estão vivenciando a implementação de ferramentas de IA em suas organizações. Posteriormente, um questionário on-line foi difundido por diversas entidades representativas da saúde, contemplando todos os atores da cadeia produtiva. Os dados revelam expectativas, temores, desafios, bem como a diversidade atual de modelos de aplicação da IA nas instituições de saúde e seus resultados.

Além da íntegra da pesquisa, o e-book traz capítulos sobre cronologia e conceituação; arquitetura e privacidade de dados; o impacto da IA no ecossistema da saúde e na jornada assistencial; regulamentação; e desafios para sua implementação nos setores público e privado. O conteúdo abrangente da publicação certamente trará insights aos gestores que já operam com algum grau de IA e também aos que estão começando essa trajetória. O download da publicação pode ser feito clicando aqui.

O fato é que a IA realmente tem capacidade de transformar a maneira como os serviços são prestados em todos os níveis assistenciais, o jeito de promover saúde e prevenir doenças, de melhorar as operações das organizações e de engajar o paciente como responsável principal pela sua saúde. É, portanto, uma poderosa ferramenta para a eficácia e a eficiência. Não podemos esquecer, porém, que apesar de todas as inovações tecnológicas, saúde é um setor feito por gente que cuida de gente. Portanto, é fundamental capacitar e treinar os profissionais para que possam extrair todos os benefícios dessa ferramenta sem, contudo, perder a essência da assistência, que é a humanização.

Francisco Balestrin

Presidente do SindHosp e da FESAÚDE-SP

Artigo publicado na edição de outubro/24 da revista LaborNews. Clique aqui e acesse a íntegra da publicação

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Os desafios da governança sustentável na reestruturação empresarial

O SindHosp realizou mais uma edição de seu WorkCafé tratando de um assunto capital para os prestadores de serviço de saúde. Realizado em parceria com a PK Advogados, o evento se propôs a abordar o tema “Saúde em Transição: Desafios da Governança Sustentável na Reestruturação Empresarial”. Durante quase duas horas, os convidados debateram os desafios de gestão de forma proativa, mostrando a importância de as empresas não apenas se alinharem às expectativas sociais, mas também se posicionarem como líderes em um mercado cada vez mais consciente e responsável. Clique aqui e assiste ao evento na íntegra.

A diretor executiva do SindHosp, Larissa Eloi, abriu o evento, chamando a atenção para o impacto da governança sustentável na redução de riscos e no aumento da eficiência. “Diante de um momento de incertezas, temos de olhar para a gestão entendendo todo o contexto. Existem diferentes atores e cenários que mudam. Os líderes têm de se redesenhar conforme a identidade que devem desempenhar”, reforçou a executiva. Segundo ela, a governança sustentável oferece benefícios claros: melhora a imagem e reputação da empresa, reduz riscos, atrai investimentos, aumenta a eficiência operacional, estimula a inovação e competitividade e engaja stakeholders.

Nelson Koiffman, sócio-fundador da PK Advogados, foi o segundo a falar. Ele destacou o fato de que o trabalho de prestação de serviço de saúde só tem sentido se houver condições para que possa acontecer de forma estruturada. “Estou falando de segurança jurídica, desenvolvimento de negócios, apoio à família empresarial e utilização das ferramentas de inovação jurídica”, pontuaou Koiffman.

Papeis, competências e Sustentabilidade

Na primeira metade do evento, a equipe da PK fez a apresentação “Governança Corporativa: Estruturação de Papéis, Competências e Sustentabilidade Financeira”, mostrando que a governança corporativa é fundamental para garantir a transparência, a eficiência e a responsabilidade nas decisões empresariais. Os sócios Rafael Lins e Silva Nascimento (M&A), Ricardo Hiroshi Akamine (Tributário) e Felipe Assis trataram de divisão de papéis e funções, definição de competências, instâncias de decisão e os parâmetros financeiros que garantem a saúde e a sustentabilidade da organização.

Ricardo Hiroshi comparou o trabalho de governança com o de assepsia. “Governança é assepsia, garante que as coisas não vão dar errado. Todo mundo faz governança corporativa, a começar pela triagem da enfermagem. Ela se resume a definir em que momento quem decide o quê”, comparou o advogado.   

Rafael Lins explicou que a governança corporativa tem relação direta com estruturação de papeis, competências e sustentabilidade financeira. Segundo o Instituto Brasileiro de Governança Corporativa, a governança corporativa é um “sistema formado por princípios, regras, estruturas e processos pelo qual as organizações são dirigidas e monitoradas, com vista à geração de valor sustentável para organização, para seus sócios e a sociedade em geral”.

Ele diz que existem alguns pilares, incluindo integridade, transparência, equidade, responsabilização e sustentabilidade. “São regras para tomada de decisões e gestão ordinária. Ou seja, de que forma as decisões são tomadas e implementadas pelos gestores, uma previsibilidade que gera valor. Tudo isso para que as metas de curto prazo não prejudiquem a sustentabilidade do negócio, ou seja, buscar o melhor resultado sem comprometer o resultado futuro”.  

Existem diferentes tipos societários. A mesma governança corporativa não cabe em qualquer empresa, mas toda empresa precisa ter um mínimo de governança corporativa de acordo com seu tamanho. Daí a importância de um “acordo de sócios”. “Assim como demais contratos, ele existe para regrar a relação entre sócios, como entrada e saída de sócios e resolução de conflitos. Seu diferencial é que é um documento privado, não registrado”, explicou Felipe Assis.

O olhar do investidor

Na segunda metade do WorkCafé, o público acompanhou o case “O olhar do investidor nas aquisições do mercado de Saúde”. Fernando Zot, da Huntington Brasil, falou sobre o trabalho que desenvolvem adquirindo clínicas de reprodução humana. “Adquirimos clínicas que nasceram da reputação de um médico e tirarmos os profissionais de saúde da gestão e assumimos esse papel. Separarmos administração da clínica”, contou Zot.

Em seguida aconteceu o debate “Desafios da Governança Corporativa no Contexto Atual – Rumo à Sustentabilidade e Transparência”. Participaram dele Rafael Lins e Silva Nascimento e Ricardo Hiroshi Akamine, sócios da PK, e Rafael Gonzales, diretor comercial e administrativo da Huntington Brasil, e Fernando Dal Zot, CFO da Huntington Brasil. A moderação foi de Larissa Eloi, diretora Executiva SindHosp, que propôs uma discussão: “Como é trabalhar a construção de cultura na busca pela governança, como combinar o jogo para ter boas relações?”.

Fernando Zot diz que o administrador não tem competência jurídica. “Para isso é preciso suporte. Trabalhar com um escritório parceiro que tenha competência para elaborar um contrato de sócios, de acionistas, contrato social, porque não é bom usar um padrão, de internet. Afinal, cada caso é um caso”, afirmou Zot. Rafael Gonzale reforçou a mensagem. “Como não entendo de medicina, não entro no centro cirúrgico. Claro que o risco administrativo é menor do que o da saúde de um paciente, mas nós lidamos também com pessoas, pessoas jurídicas. E é preciso se responsabilizar por ela, com profissionais qualificados para estruturar essa parte”, salientou Gonzale.

Ricardo Hiroshi Akamine, sócios da PK, destacou a importância de uma matriz de responsabilidade, com diferentes níveis de auditoria. “O processo de construção de governança é um processo de transmissão de conhecimentos para que os envolvidos façam as escolhas necessárias”, pontuou Hiroshi. “É preciso educação para construção de um modelo de governança”. Rafael Lins, da PK, alertou para a importância do nível de cultura em torno da governança. “Quando uma empresa quer adquirir uma empresa, ela vai comprar o controle e já estabelece determinadas características que se adequam a essa necessidade, fazendo um controle sobre sinergias que vai capturar. Nesse caso, o nível de cultura pode dificultar ou inviabilizar o negócio”.

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Firmada CCT com sindicato dos biomédicos profissionais do Estado de São Paulo

Informe SindHosp Jurídico nº 108-A/2024

FIRMADA CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO COM O SINDICATO DOS
BIOMÉDICOS PROFISSIONAIS DO ESTADO DE SÃO PAULO – SINBIESP,
VIGÊNCIA DE 1º DE SETEMBRO DE 2024 A 31 DE AGOSTO DE 2025.

Informamos que o SindHosp firmou Convenção Coletiva de Trabalho com o
SINDICATO DOS BIOMÉDICOS PROFISSIONAIS DO ESTADO DE SÃO PAULO –
SINBIESP, com vigência de 1º de setembro de 2024 a 31 de agosto de 2025.

A íntegra da Convenção Coletiva de Trabalho encontra-se à disposição dos sócios e
contribuintes no site do SINDHOSP, www.sindhosp.org.br ícone Jurídico/Convenções
Coletivas.

São Paulo, 30 de outubro de 2024.

FRANCISCO ROBERTO BALESTRIN DE ANDRADE
PRESIDENTE

Base Territorial: Todo o Estado de São Paulo

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Firmada CCT com sindicato das secretárias de Campinas e Região

Informe SindHosp Jurídico nº 107-A/2024

FIRMADA CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO COM O SINDICATO DAS
SECRETÁRIAS DO MUNICÍPIO DE CAMPINAS E REGIÃO – SINSECAMP,
VIGÊNCIA DE 1º DE JUNHO DE 2024 A 31 DE MAIO DE 2025.

Informamos que o SindHosp firmou Convenção Coletiva de Trabalho com o
SINDICATO DAS SECRETÁRIAS DO MUNICÍPIO DE CAMPINAS E REGIÃO –
SINSECAMP, com vigência de 1º de junho de 2024 a 31 de maio de 2025.

A íntegra da Convenção Coletiva de Trabalho encontra-se à disposição dos sócios e
contribuintes no site do SINDHOSP, www.sindhosp.org.br ícone Jurídico/Convenções
Coletivas.

São Paulo, 29 de outubro de 2024.

FRANCISCO ROBERTO BALESTRIN DE ANDRADE
PRESIDENTE

Base Territorial: Águas De Prata, Águas De Lindóia, Águas De São Pedro, Aguaí,
Americana, Amparo, Analândia, Araras, Artur Nogueira, Atibaia, Bom Jesus Dos
Perdões, Bragança Paulista, Brotas, Cabreúva, Caconde, Campinas, Campo Lindo
Paulista, Capivari, Casa Branca, Charcheada, Conchal, Cordeirópolis, Corumbataí,
Cosmópolis, Divinolândia, Elias Fausto, Engenheiro Coelho, Espírito Santo Do Pinhal,
Estiva Gerbi. Holambra, Hortolândia, Indaiatuba, Ipeúna, Iracemápolis, Itapira,
Itatiba, Itarapina, Itobi, Mocóca, Itú, Itupeva, Jaguariuna, Jarinu, Joanópolis, Jundiaí,
Leme, Limeira, Lindóia, Louveira, Mogi-Guaçu, Mogi-Mirim, Mambuca, Monte Alegre
Do Sul, Monte Mor, Morungaba, Nazaré Paulista, Nova Odessa, Paulínia, Pedra Bela,
Pedreira, Pinhalzinho, Piracaia, Piracicaba, Piraçununga, Rafard, Rio Claro, Rio Das
Pedras, Saltinho, Salto Santa Bárbara Do Oeste, Santa Cruz Da Conceição, Santa Cruz
Das Palmeiras, Santa Gertrudes, Santa Maria Da Serra, Santo Antonio Da Posse,
Santo Antonio Do Jardim, São João Da Boa Vista, São José Do Rio Pardo, São Pedro,
São Sebastião Da Gama, Serra Negra, Socorro, Sumaré, Tambaú, Tapiratiba,
Torrinha, Tuiutí, Valinhos, Vargem, Vargem Grande Do Sul, Várzea Paulista, Vinhedo.

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Firmada CCT com empregados da saúde de Araçatuba e Região

Informe SindHosp Jurídico nº 105-A/2024

FIRMADA CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO COM O SINDICATO DOS
EMPREGADOS EM ESTABELECIMENTOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE DE
ARAÇATUBA E REGIÃO – SEESSATA, VIGÊNCIA DE 1º DE JUNHO DE 2024 A
31 DE MAIO DE 2025.

Informamos que o SindHosp firmou Convenção Coletiva de Trabalho com o
SINDICATO DOS EMPREGADOS EM ESTABELECIMENTOS DE SERVIÇOS DE
SAÚDE DE ARAÇATUBA E REGIÃO – SEESSATA, com vigência de 1º de junho de
2024 a 31 de maio de 2025.

A íntegra da Convenção Coletiva de Trabalho encontra-se à disposição dos sócios e
contribuintes no site do SINDHOSP, www.sindhosp.org.br ícone Jurídico/Convenções
Coletivas.

São Paulo, 22 de outubro de 2024.

FRANCISCO ROBERTO BALESTRIN DE ANDRADE
PRESIDENTE

Base Territorial: Andradina, Araçatuba, Auriflama, Avanhandava, Barbosa, Bento
de Abreu, Bilac, Birigui, Braúna, Castilho, Clementina, Coroados, Gabriel Monteiro,
Gastão Vidigal, General Salgado, Glicério, Guaiçara, Guaraçaí, Guararapes, Ilha
Solteira, Lavínia, Lins, Mirandópolis, Monções, Murutinga do Sul, Nova Independência,
Palmeira d’Oeste, Penápolis, Pereira Barreto, Piacatu, Promissão, Queiroz, Rubiácea,
Santo Antônio do Aracanguá, Santópolis do Aguapeí e Valparaíso.

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Fórum discute futuro da saúde no CONAHP 2024

A FESAÚDE-SP e o SindHosp promoveram durante o Congresso Nacional de Hospitais Privados de 2024 o Fórum Saúde & Gestão. Foram palestras e debates que abordaram alguns dos temas mais relevantes em discussão dentro da comunidade da saúde, no Brasil e no mundo. Das soluções digitais, passando pelo uso de dados e a inteligência artificial, até a complexidade e os desafios que estão postos ao sistema brasileiro de saúde, incluindo a rede privada de hospitais, clínicas e laboratórios. “Temos mudanças importantes em curso na nossa área da saúde e precisamos discuti-las”, destacou na abertura do evento Francisco Balestrin, presidente da FESAÚDE-SP e do SindHosp.

Soluções digitais

Na palestra de abertura, Jennifer Schulze, líder do Programa Global de Saúde Digital da KPMG Internacional, e Leonardo A. Giusti, sócio, líder de C&Ops e IGH da KPMG no Brasil, trataram do tema “Transformação da Saúde com Soluções Digitais” na esteira do lançamento do e-book “Uso de Dados e a Inteligência Artificial (IA) na Saude”. Clique aqui e baixe a publicação eletrônica.

Para Jenifer Schulze, a transformação é uma jornada e o que precisamos fazer é uma transição do cuidado. “A tecnologia não é a solução para tudo, apenas parte do processo, e os robôs não vão assumir tudo”, enfatizou a palestrante. “Entre as principais mudanças na saúde estão o foco não mais na doença, mas no bem-estar e na promoção e na prevenção da saúde, a tomada de decisão por múltiplos médicos, a transição de uma medicina genérica para uma personalizada e o uso das soluções digitais, num primeiro momento para evitar prejuízos com altas tardias, por exemplo. Por isso, para mergulharmos mais fundo na IA, temos de resolver questões como prontuário eletrônico e plataforma na nuvem”.

Leonardo Giusti concorda que a tecnologia digital não chega para substituir a mão de obra humana. “O que estamos assistindo é ao uso da tecnologia para a realização de tarefas ordinárias, administrativas, repetitivas, para liberar o corpo clínico para cuidar da jornada do paciente, reduzindo custos e aumentando a eficiência”, chamou a atenção Giusti. “Na KPMG, forneci meus dados para serem rodados numa IA, que sugeriu exames e fez recomendações. Ao serem submetidos a uma revisão humana, descobrimos resultados bastante assertivos. O médico me disse que recomendaria 90% do que a máquina falou”. Segundo ele, o desafio talvez esteja mais na transformação cultural de adaptação das pessoas do que no desafio técnico propriamente dito.

IA em debate

Diante do lançamento do e-book “Uso de dados e IA na Saúde”, o Fórum Saúde & Gestão propôs um debate e reuniu especialistas para fornecer uma compreensão mais abrangente de como a IA pode ser integrada nas rotinas de trabalho, destacando os impactos positivos na gestão hospitalar, no atendimento ao paciente e na pesquisa médica.

Participaram do debate Vivian Jonke, cardiologista e docente de MBA Gestão Executiva, Negócios e Health Tech, com o ponto de vista operacional; Giovanni Guido Cerri, presidente do ICOS, com a perspectiva da regulamentação; Rodrigo Gosling, Sales Consulting Senior Director da Oracle, da área de TI, e João Carlos de Campos Guerra, vice-presidente do Conselho SindHosp, com o olhar da assistência. Moderou o debate Bianca Simon, gerente Healthcare&Life Sciences na KPMG Brasil.

Para Rodrigo Gosling, da Oracle, a pandemia acelerou a transformação digital, mas a jornada ainda requer coleta e uso de dados, com curadoria de dados, de forma responsável e inteligente. “Precisa haver coordenação entre os atores, incluindo o paciente, o hospital, os prestadores de serviço, a fonte pagadora e assim por diante. Tudo isso passa por transformação cultural, custo, coordenação e comprovação de benefícios”, apontou o convidado.

A médica Vivian Jonke falou sobre a IA nas operações hospitalares. Segundo ela, há inúmeras oportunidades, ainda que a resistência cultural das pessoas seja uma barreira importante. “Estamos falando de eficiência e excelência operacional, e segurança paciente. De tomada de decisão baseada em dados, suporte ao atendimento, manutenção preditiva, redução de custo em energia, entre outras transformações”, elencou a cardiologista.

O hematologista João Guerra abordou o tema do ponto de vista do paciente, da jornada assistencial. “Fizemos experimentos na alta complexidade, com software monitorando os pacientes, e tivemos resultados promissores, com queda de mortalidade de 85% e redução média de internação de 25 dias, além de diminuição de transfusões. No fim, há uma economia sistêmica ao se evitar complicações”, detalhou Guerra.

O radiologista Giovanni Guido Cerri elogiou os avanços tecnológicos, mas lembrou que o aspecto mais preocupante neste momento é a questão regulatória. “A tecnologia digital e a IA ‘se venderam’ mal até aqui, pois são vistas como algo ameaçador. Quantas vezes ouvi que meu trabalho ia desaparecer por causa da IA. E não é isso! A IA é e será cada vez mais uma ferramenta fundamental para o profissional da saúde. Acho que não temos de ter pressa para regular a IA, é difícil regular algo em evolução, e isso pode inibir a inovação”, sustentou Cerri.

Saúde, complexidade e glosa

Com mais uma convidada internacional, a segunda palestra do dia tratou do tema “Navegando na Complexidade – Implicações no contexto da Saúde”. A consultora sul-africana Sonja Blignaut, co-founder and managing director Complexity Fit, e Marcelo Cardoso, fundador da Chie, falaram sobre o assunto.

Trabalhando com a Teoria da Complexidade há anos, Sonja Blignaut diz que os humanos não gostam de complexidade ou ambiguidade. “Queremos vilões e heróis claros, amamos ter certeza. Queremos um contexto previsível, com clareza, certeza, controle e conforto. Mas não podemos ignorar a complexidade, levando em conta que tudo está conectado a tudo. A complexidade não é um problema, é a vida, e temos de aprender como lidar com ela”.

Segundo ela, em um ecossistema de saúde, por exemplo, para poder inovar, enfrentar os desafios do futuro, é preciso que haja um espaço adaptativo, onde se possa fracassar sem grandes riscos. “Temos de criar condições na busca por novos caminhos, como é o caso da relação com as máquinas inteligentes. Precisamos saber honestamente onde estamos e também de um horizonte para onde vamos. Entender o que é inegociável e sermos coerentes com o que não queremos. Feito isso, precisamos de um ambiente seguro para fracassar, além de dimensionar os recursos financeiros de que precisamos, sempre trabalhando com feedbacks, porque as coisas mudam”, detalhou Sonja Blignaut. “Precisamos entender que não estamos presos no trânsito, mas que somos o trânsito, ou seja, somos parte do problema que queremos enfrentar”.  

Marcelo Cardoso chamou a atenção para o impasse em torno das glosas para exemplificar a questão da complexidade. “Temos de um lado um exército trabalhando para que haja a glosa e, do outro, um exército para que não haja. No fim, todos se comportam para maximizar resultados, pagar por processos, e temos menos saúde, o que quebra o sistema. A solução é buscarmos mecanismo de incentivo, para equilibrar o sistema. Quando uma baleia e uma árvore valerem mais vivos, ganhamos. Na saúde, não podemos valorizar aumento de custo porque isso aumenta o PIB. Tem de ser o contrário, temos de ter mais saúde com menor custo”.

O sistema brasileiro

No último debate de dia, três convidados especiais discutiram “A Complexidade do Sistema de Saúde Brasileiro”. Participaram da roda o médico Luiz Henrique Mandetta, ex-ministro da Saúde do Brasil, Jean Gorinchteyn, diretor técnico-científico da FESAÚDE-SP e ex-secretário da Saúde de São Paulo, e Adriano Massuda, secretário de Atenção Especializada à Saúde do Ministério da Saúde, moderados por Francisco Balestrin, presidente do Conselho da FESAÚDE-SP e do SindHosp.

O ex-ministro Henrique Mandetta abriu o debate. Ele lembrou que nenhum país tem um sistema como o SUS. “São 340 mil agentes de saúde, 100 mil a mais do que as Forças Armadas, com comando único. A solução tem de ser pelo SUS, mas existem desafios. Tem o desafio político, uma vez que a política se sobrepõe à lógica, é sempre pragmática. Tem a questão dos planos de saúde, cujos preços sobem enquanto a renda da população cai. A digitalização continua sendo um desafio. Em compensação, temos o recorde mundial de pessoas vacinadas em um dia, ninguém vacina como a gente. A situação é complexa, mas há caminhos”.

O sanitarista Adriano Massuda reitera que o Brasil tem o melhor Programa Nacional de Imunização (PNI) do mundo. Também chama a atenção para a universalidade e a integralidade do SUS. “Além das vacinas, veja a eficiência em questões como transplantes e medicamento gratuito para portadores de HIV, assim como nossos conselhos, bastante sofisticados. Mas fizemos uma reforma parcial, incompleta, do sistema. Há uma contradição no financiamento do sistema. O investimento no SUS tem de ser de pelo menos 6% do PIB e os recursos precisam ser alocados no local certo, já que as emendas parlamentares e os recursos judiciais drenam a verba”. Segundo o secretário, o primeiro passo para começar a resolver a questão da saúde é reduzir as filas. “Uma discussão da equipe de atenção com especialista já resolve dois terços dos casos, eis uma ótima aplicação da telessaúde”.

O também médico Jean Gorinchteyn concorda que o “cobertor é curto”. “Mas temos de entender que as pessoas vivem no município, daí a importância de as prefeituras atuarem nas agendas prioritárias que apontamos em nosso ‘Guia de Ações Municípios Saudáveis’, destacando doenças crônicas, saúde mental, envelhecimento saudável, controle de epidemias e transformação digital. Para isso, precisamos de recursos, valorizando esforços como o SUS Paulista, para dar assistência à saúde”, pontuou o ex-secretário. Para baixar o Guia de Ações Municípios Saudáveis, clique aqui.

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Firmada Convenção Coletiva de Trabalho com sindicato dos médicos de Santos

Informe SindHosp Jurídico nº 103-A/2024

FIRMADA CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO COM O SINDICATO DOS
MÉDICOS DE SANTOS, VIGÊNCIA DE 1º DE SETEMBRO DE 2024 A 31 DE
AGOSTO DE 2025.

Informamos que o SindHosp firmou Convenção Coletiva de Trabalho com o
SINDICATO DOS MÉDICOS DE SANTOS, com vigência de 1º de setembro de 2024
a 31 de agosto de 2025.

A íntegra da Convenção Coletiva de Trabalho encontra-se à disposição dos sócios e
contribuintes no site do SINDHOSP, www.sindhosp.org.br ícone Jurídico/Convenções
Coletivas.

São Paulo, 18 de outubro de 2024.

FRANCISCO ROBERTO BALESTRIN DE ANDRADE
PRESIDENTE

Base Territorial: Cubatão, Guarujá, Santos, São Vicente, Praia Grande

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SindHosp, FESAÚDE-SP e KPMG lançam e-book sobre uso de dados e IA na saúde

O SindHosp e a Fesaúde-SP se uniram a uma das mais conceituadas empresas de auditoria e consultoria do mundo, a KPMG, para a elaborar o e-book “Uso de Dados e a Inteligência Artificial (IA) na Saúde”. Lançado no Fórum Saúde & Gestão durante o Congresso Nacional de Hospitais Privados, o Conahp 2024, que aconteceu no Transamérica Expo Center, em São Paulo, o trabalho traz uma visão ampla sobre o uso atual da inteligência artificial no setor da saúde no Brasil, após uma pesquisa inédita, e mostra como ela vem auxiliando nos processos administrativos e também na jornada do paciente. Para baixar o e-book, clique aqui.

Transformação digital

“Estamos falando de uma ferramenta que tem o poder de transformar a maneira como os serviços são prestados em todos os níveis assistenciais, o jeito de promover saúde e prevenir doenças, de melhorar as operações das organizações e de engajar o paciente como responsável principal pela sua saúde”, enfatizou Francisco Balestrin, presidente da FESAÚDE-SP e do SindHosp.

Larissa Eloi, diretora executiva da FESAÚDE-SP e do SindHosp, lembrou no lançamento do e-book que a IA já faz parte do nosso dia a dia. “Ela não é o futuro… é o presente. Está, por exemplo, no reconhecimento facial dos nossos smartphones e na interação com assistentes virtuais, como a Alexa. Muitas instituições de saúde já utilizam a IA com benefícios diretos para a gestão e os pacientes. Essa publicação irá proporcionar às empresas que ainda não introduziram a IA maior conhecimento sobre o tema e, para aquelas que já estão fazendo uso dela, um aprofundamento dos seus benefícios para a assistência e demais operações na saúde”, pontuo Eloi. “A ideia é que possamos fazer juntos essa transformação acontece”.

Parceria sólida

Leonardo Giusti, sócio-líder do segmento de Saúde da KPMG no Brasil, ressaltou que este é o primeiro estudo qualitativo e quantitativo sobre o tema no país. “Este e-book mapeia oportunidades e desafios da IA dentro de uma visão integrada do ecossistema da saúde. Identificar necessidades de uso, como fazer com que a jornada assistencial fique mais fluida, assim como aumentar a eficácia e a eficiência, são alguns dos objetivos”, afirmou Giusti. Segundo ele, o mundo todo está discutindo o assunto simultaneamente. “Esse e-book vem para contribuir com essa discussão. A IA é uma tecnologia real, tangível e acessível que irá transformar vários modelos, inclusive na saúde. Haverá um redesenho de papéis e forças”, acredita.

Para a elaboração do conteúdo, a KPMG realizou abordagens qualitativas com profissionais cuidadosamente escolhidos, pertencentes a todo o ecossistema do setor e que atuam tanto no setor público quanto no privado. Além disso, aplicou pesquisas quantitativas junto a empresas e/ou profissionais filiadas a diversas entidades, incluindo a FESAÚDE-SP, o SindHosp, a Associação Brasileira de Planos de Saúde (Abramge), a Instituto Coalizão Saúde (Icos), o Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos (Sindusfarma), a Associação Brasileira de Medicina Diagnóstica (Abramed), a Associação Brasileira CIO Saúde (ABCIS) e a União Nacional das Instituições de Autogestão em Saúde (Unidas).

Os capítulos

O e-book tem um capítulo específico sobre transformação digital, que oferece uma visão abrangente sobre o assunto, abordando conceitos fundamentais, a cronologia de sua evolução e os elementos essenciais para sua implementação. Também explora como os dados e a arquitetura tecnológica são cruciais para uma transformação digital bem-sucedida. Outro capítulo, sobre regulamentação, apresenta o panorama regulatório atual e os desafios enfrentados pelas instituições de saúde para cumprir com essas regulamentações. São exploradas, também, iniciativas de regulamentação em diferentes países e regiões, destacando as implicações para o desenvolvimento e implementação de soluções tecnológicas na saúde.

O uso da IA na jornada assistencial também tem destaque no e-book. São analisados os benefícios da IA para a precisão diagnóstica, personalização do tratamento e monitoramento contínuo. Exemplos práticos e relatos de experiências de instituições que já utilizam IA em suas práticas assistenciais serão incluídos para ilustrar esses benefícios. Por fim, a publicação aborda as vantagens do uso da IA para as operações na saúde. O material propõe uma discussão sobre as melhorias na eficiência operacional, otimização de processos administrativos e clínicos, além de casos de usos específicos, como a automação de tarefas repetitivas e a análise preditiva para a gestão de recursos.

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Firmada CCT com sindicato dos empregados de saúde de São José dos Campos e Região

Informe SindHosp Jurídico nº 100-A/2024

FIRMADA CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO COM O SINDICATO DOS
EMPREGADOS EM ESTABELECIMENTOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE DE SÃO
JOSÉ DOS CAMPOS E REGIÃO, VIGÊNCIA DE 1º DE MAIO DE 2024 A 30 DE
ABRIL DE 2025.

Informamos que o SindHosp firmou Convenção Coletiva de Trabalho com o
SINDICATO DOS EMPREGADOS EM ESTABELECIMENTOS DE SERVIÇOS DE
SAÚDE DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS E REGIÃO, com vigência de 1º de maio de
2024 a 30 de abril de 2025.

A íntegra da Convenção Coletiva de Trabalho encontra-se à disposição dos sócios e
contribuintes no site do SINDHOSP, www.sindhosp.org.br ícone Jurídico/Convenções
Coletivas.

São Paulo, 15 de outubro de 2024.

FRANCISCO ROBERTO BALESTRIN DE ANDRADE
PRESIDENTE

Base Territorial: Aparecida do Norte, Areias, Arujá, Bananal, Buritiba-Mirim,
Caçapava, Cachoeira Paulista, Campos do Jordão, Caraguatatuba, Cruzeiro, Cunha,
Guararema, Guaratinguetá, Igaratá, Jacareí, Jambeiro, Lagoinha, Lavrinhas, Lorena,
Monteiro Lobato, Natividade da Serra, Paraíbuna, Pindamonhangaba, Piquete,
Queluz, Redenção da Serra, Roseira, Salesópolis, Santa Branca, Santa Isabel, Santo
Antonio do Pinhal, São Bento do Sapucaí, São José do Barreiro, São José dos Campos,
São Luis do Paraitinga, Silveiras, Tremembé, Ubatuba

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