Sindhosp

Ana Paula

Dia Internacional da Enfermagem, 12 de maio

12 de maio é o Dia Internacional da Enfermagem e o Dia do Enfermeiro.  A data é uma homenagem à britânica Florence Nightingale, considerada a precursora da enfermagem moderna e que nasceu em 12 de maio de 1820. “Os profissionais de enfermagem tem papel importantíssimo nos cuidados da saúde em todas as suas complexidades, da promoção e prevenção aos cuidados paliativos. Pela experiência e por estarem mais próximos dos pacientes, também são peças-chave na formulação e implementação de políticas públicas voltadas ao setor”, afirma o presidente do Conselho de Administração do SindHosp, Francisco Balestrin.

Este ano, a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) está propondo aos estados membros uma discussão sobre o uso de evidências e informações em ações estratégicas para fortalecer a enfermagem e assegurar uma força de trabalho sustentável para as Américas. Uma grande preocupação do órgão é a redução drástica de formandos de enfermagem, registrada entre 2018 e 2023 na região: o número caiu de 81 para 24 por 10 mil habitantes.

De acordo com dados da entidade, a região conta com aproximadamente 7,4 milhões de profissionais de enfermagem, que representam 63% da força de trabalho em saúde. As mulheres são 87% desse contingente profissional e continuam a enfrentar a desigualdade de gênero e a falta de reconhecimento profissional, segundo a OPAS.

Brasil

Este ano, o número de profissionais de enfermagem atingiu 3,2 milhões no Brasil, segundo o Conselho Federal de Enfermagem (Cofen). São mais de 784 mil enfermeiros, 474,5 mil auxiliares de enfermagem e 1,9 milhão de técnicos. No Estado de São Paulo estão concentrados mais de 826 mil profissionais.

Clique aqui e verifique o número de profissionais de enfermagem por Estado da Federação

“Esses profissionais são imprescindíveis para a melhoria do Sistema Único de Saúde e para a qualidade assistencial e a resolubilidade. Em nome do SindHosp e dos milhares de estabelecimentos que representa, queremos registrar nossas felicitações e nosso agradecimento”, finaliza Balestrin.

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O silêncio dos partidos sobre a saúde

Propostas contidas nos programas de governo, em sua maioria, são genéricas e, com frequência, inexequíveis

As mazelas do sistema de saúde costumam figurar entre as três maiores preocupações dos brasileiros nas pesquisas de opinião. A exemplo do que ocorre em tantas áreas de responsabilidade do poder público, a angústia da população não parece ser tratada com a urgência que o tamanho do problema sugere. No caso da saúde, pouco ou nada se sabe a respeito do que as principais Excelências e suas agremiações pensam sobre o assunto.

Os desafios se tornam cada vez mais complexos ano a ano. Como revelou O GLOBO, a fila de espera por uma cirurgia no Sistema Único de Saúde (SUS) dura em média um ano e sete meses; por uma consulta, dois meses. O Tribunal de Contas da União (TCU) aprovou, em julho passado, relatório apontando que o déficit no SUS estava em R$ 31 bilhões em 2017, com projeções de aumento para R$ 57,5 bilhões em 2030. É preciso preparo político e conhecimento técnico para solucionar demandas superlativas como essas.

A Lei 9.096/95, que regulamenta os partidos políticos, prevê a criação de fundações vinculadas às siglas destinadas ao estudo, à pesquisa, à doutrinação e educação política. É de esperar que as legendas, mais precisamente essas instituições ligadas a elas, capitaneiem permanente elaboração de políticas públicas dirigidas à área que tem por fim garantir o direito à vida, o mais basilar dos previstos na Constituição.

Não faltam ou não deveriam faltar recursos. Dados do Tribunal Superior Eleitoral ( TSE ) mostram que há 28 fundações ou institutos criados pelas legendas do país. Em 2024, o fundo partidário destinou R$ 1,1 bilhão aos partidos. Pela lei, cerca de R$ 220 milhões foram reservados a essas entidades.

A vasta quantidade de siglas, porém, não se traduz em fartura de propostas para a saúde. Quando muito, algumas legendas se dispõem a externar diretrizes a respeito do assunto, muitas vezes exclusivamente sob o viés econômico — fortalecimento do SUS 100% gratuito, ampliação de parcerias público-privadas ou, em outros casos, redução do papel do Estado na gestão da saúde pública. A apresentação de ideias e os debates mais concretos ficam restritos às curtas temporadas eleitorais, de dois em dois anos. E, mesmo assim, as propostas contidas nos programas de governo, em sua maioria, são genéricas e, com frequência, inexequíveis.

A qualificação do debate nasce na formação de gestores capazes de propor ações estruturalmente transformadoras. Não se pretende que as fundações partidárias formem especialistas prontos para atuar em questões essencialmente técnicas da saúde. Bom senso. Mas não apenas é esperado, como necessário, que essas instituições sejam capazes de desenvolver soluções, com o mínimo de embasamento, para problemas como filas para cirurgias e transplantes, judicialização da saúde, consequências do envelhecimento populacional, estimativa de explosão dos casos de câncer até 2050, entre outros. Por ora, sabe-se que sobram recursos, e faltam repertório e disposição para atacar o que a sociedade grita que considera mais urgente.

Francisco Balestrin

Presidente da FESAÚDE-SP e do SindHosp

Inaldo Leitão Filho

Gerente de Relações Institucionais e Governamentais da FESAÚDE-SP

 

Artigo publicado pelo jornal O Globo, de 08/04/2025. Clique aqui e acesse o pdf da publicação

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Saúde materna e neonatal marca Dia Mundial da Saúde

“Inícios saudáveis, futuros esperançosos”. Este é o tema da campanha do Dia Mundial da Saúde de 2025, comemorado em 7 de abril

 

Para o Dia Mundial da Saúde (7 de abril) de 2025, a Organização Mundial da Saúde (OMS) elegeu como tema central “Inícios saudáveis, futuros esperançosos”. A campanha tem como objetivos garantir acesso universal a serviços de saúde de qualidade desde o nascimento, acabar com as mortes maternas e neonatais evitáveis, priorizar a saúde e o bem-estar das mulheres a longo prazo e sensibilizar para a necessidade de garantir que todas as mulheres e bebês sobrevivam e prosperem.

Segundo a entidade, cerca de 300 mil mulheres perdem a vida a cada ano por causas relacionadas à gravidez ou ao parto; mais de dois milhões de bebês morrem no primeiro mês de vida e milhões nascem mortos. Isso equivale a, aproximadamente, uma morte evitável a cada sete segundos. Com a campanha, a OMS espera sensibilizar governos e profissionais de saúde para que intensifiquem esforços e priorizem a saúde de mães e crianças.

Para acabar com a mortalidade materna e neonatal evitável, a OMS ressalta a necessidade de intensificar esforços governamentais visando garantir acesso a cuidados de qualidade para este público, especialmente nos países mais pobres, onde ocorre a maioria das mortes, e nas situações de emergência. A entidade lembra, ainda, que as necessidades de saúde das mulheres vão além da sobrevivência ao parto e considera fundamental o acesso delas a serviços de saúde sexual e reprodutiva.

Mortalidade no mundo

Dados da OMS e da Organização Panamericana da Saúde (OPAS) mostram que, todos os dias, aproximadamente 830 mulheres morrem, no mundo, de causas evitáveis relacionadas à gravidez e ao parto. 99% dessas mortes ocorrem em países em desenvolvimento, com taxas mais elevadas entre as que vivem em áreas rurais e comunidades mais pobres. Estudos mostram, ainda, que as adolescentes enfrentam maior risco de complicações e morte em decorrência da gravidez.

Uma das metas dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) 3 é reduzir, até 2030, a taxa global de mortalidade materna para menos de 70 por 100 mil nascidos vivos, além da diminuição da mortalidade neonatal e a mortalidade prematura por doenças não transmissíveis por meio da prevenção e tratamento.

Dia Mundial da Saúde

O Dia Mundial da Saúde acontece todo dia 7 de abril desde 1950, por iniciativa da Organização Mundial da Saúde (OMS). Ele marca a criação da própria OMS e tem um objetivo claro: promover a conscientização sobre questões urgentes ligadas à saúde pública global.

 

 

 

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O sentimento dos trabalhadores brasileiros

William Shakespeare dizia que “a alegria evita mil males e prolonga a vida”. Infelizmente, os resultados da pesquisa State of the Global Workplace, realizada pela consultoria Gallup, especializada em análise comportamental no trabalho, acendem um sinal de alerta para as organizações do país, ao mostrar que grande parte dos trabalhadores não está feliz em suas ocupações. O levantamento ouviu 128 mil funcionários em 160 países, para verificar o que eles sentem em relação a suas vidas e aos seus empregos.

Perguntados se vivenciaram situações de estresse no trabalho no dia anterior, 46% dos brasileiros responderam que sim, o que coloca o Brasil na sétima posição na América Latina nesse quesito. Os seis países mais estressados do continente são: Bolívia (55%), República Dominicana (51%), Costa Rica (51%), Equador (50%), El Salvador (50%) e Peru (48%). Quando analisadas a raiva e a tristeza diárias, o Brasil sobe para a quarta posição em ambos os quesitos, com 25% dos trabalhadores afirmando estar tristes (Bolívia, El Salvador e Jamaica ocupam as três primeiras posições) e, 18%, com raiva (novamente a Bolívia ocupa o primeiro lugar, seguida da Jamaica e do Peru).

Para a saúde, que depende de mão de obra especializada e qualificada, os resultados são preocupantes. Cuidar de pessoas em situações de fragilidade, muitas vezes com risco de morte, é uma arte que exige foco e equilíbrio. Saber que quase metade dos trabalhadores do país estão estressados e boa parte encontra-se triste ou com raiva, demanda atenção redobrada por parte dos gestores do setor. Para evitar situações estressantes, algumas ações podem e devem ser adotadas, como manter os colaboradores treinados, um bom clima organizacional, estar atento às relações entre as equipes multidisciplinares, oferecer um canal aberto para diálogo, ter uma comunicação transparente, entre outras.

Mas não são apenas as empresas que devem fazer a sua parte. É sabido que fatores externos, como o contexto econômico e os altos índices de violência, têm impacto direto nas emoções. Em 2022, a pesquisa Índice de Saúde Financeira do Brasileiro, feita pela Federação Brasileira de Bancos (FEBRABAN) com apoio do Banco Central (BC), relatou que 56,1% dos respondentes percebiam as finanças como motivo de estresse na família. Paralelamente, a violência é porta de entrada para uma série de problemas mentais, como depressão, ansiedade e transtorno de estresse pós-traumático.

Além de oferecer cursos de capacitação para o setor, a FESAÚDE-SP e o SindHosp, como entidades da sociedade civil, estão sempre abertas ao diálogo com o poder público das três esferas para colaborar na discussão e formulação de políticas públicas capazes de assegurar ambientes de trabalho mais produtivos e uma melhor qualidade de vida à população. Com a união da sociedade, dos setores produtivos e do governo é possível introduzir saúde ao dia a dia dos trabalhadores, pensando nela como um estado de completo bem-estar físico, mental, emocional e espiritual, segundo definição da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Francisco Balestrin

Presidente do SindHosp e da FESAÚDE-SP

Artigo publicado na edição de dezembeo de 2024 da revista LaborNews. Clique aqui e acesse a íntegra da publicação

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Fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais têm CCT firmada

O SindHosp firmou Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) com o Sindicato dos Fisioterapeutas, Terapeutas Ocupacionais, Auxiliares em Fisioterapia e Auxiliares de Terapia Ocupacional no Estado de São Paulo (SINFITO-SP), com vigência de 1º de maio de 2024 a 30 de abril 2025.

A íntegra da CCCT encontra-se à disposição dos sócios e contribuintes neste site, ícone Jurídico/Convenções Coletivas. Acesse aqui

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Firmada CCT com técnicos de nutrição e dietética

O SindHosp firmou Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) com o Sindicato dos Técnicos em Nutrição e Dietética do Estado de São Paulo – SINTENUTRI, com vigência de 1º de outubro de 2024 a 30 de setembro de 2025.
A íntegra da CCT encontra-se à disposição dos sócios e contribuintes neste site, ícone Jurídico/Convenções Coletivas.

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Desejos para a saúde em 2025

Nações, companhias, organizações da sociedade civil e o próprio ser humano costumam renovar pactos, redefinir estratégias e realinhar objetivos a cada final ou início de ciclo. Estes momentos de reflexão e replanejamento trazem oportunidades de mudanças, principalmente para os que têm propósitos claros e desejam alcançá-los. Afinal, como já ensinou o grande filósofo Confúcio, “você não pode controlar o vento, mas pode ajustar as velas”. Para o setor saúde, especificamente, o que podemos desejar neste novo ano?

2025 chega com a esperança renovada nos 5.570 municípios brasileiros, com a posse, em janeiro, dos novos prefeitos, prefeitas e dos que foram reeleitos. Como são nas cidades que a saúde pública se concretiza, é de fundamental importância que os secretários e secretárias municipais de Saúde tenham habilidade política, disposição para o diálogo e as competências técnicas necessárias para lidar com a complexidade e as dinâmicas de um sistema tripartite, como o SUS.

A saúde aspira por bons diagnósticos municipais e regionais, baseados em informações sociodemográficas e econômicas, tendências de doenças, fatores de risco e análise da infraestrutura, equipamentos, mão de obra e protocolos assistenciais. Feito isso, é preciso traçar um plano de saúde para a cidade, lembrando que muitas ações de saúde devem ser desenvolvidas em conjunto com outras áreas da administração pública, pois é sabido que variáveis como renda, saneamento básico e nível de escolaridade podem influenciar direta e indiretamente nos indicadores de saúde, além de proporcionar melhor qualidade de vida.

Para assegurar acesso integral, rápido e de qualidade, desejos de toda a sociedade, é necessário adotar novos modelos de governança assistencial, com a coordenação dos diferentes níveis de atenção em redes regionalizadas e hierarquizadas. Para esse desafio, a participação e respaldo das secretarias estaduais de Saúde são cruciais, além da utilização de ferramentas de saúde digital. São Paulo tem avançado nessa direção.

Doenças crônicas, envelhecimento populacional, saúde mental e controle de epidemias são agendas prioritárias que devem ser enfrentadas e exigem abordagens multidisciplinares e coordenadas. Para que tudo isso possa se tornar realidade, é imprescindível uma maior integração entre público e privado, o estabelecimento de parcerias entre universidades, startups, empresas e governos dos três níveis; criação e introdução de indicadores que permitam remunerações baseadas em desfechos, entre outras ações. A FESAÚDE-SP e o SindHosp já deram sua contribuição visando a transformação das comunidades e um melhor cuidado, com o Guia de Ações Municípios Saudáveis, que está disponível para download nos sites das entidades.

Acredito piamente ser possível termos as pessoas certas nos lugares certos, diagnósticos bem elaborados, melhor planejamento em saúde, enfim, garantir acesso e uma assistência digna em um ambiente de respeito e confiança entre todos os que atuam no ecossistema da saúde. Este é o meu desejo.

Francisco Balestrin

Presidente do SindHosp

Artigo publicado na edição de novembro/2024 da revista LaborNews. Clique aqui e acesse a íntegra da publicação

Faça agora download no Guia de Ações Municípios Saúdáveis

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Anvisa: independência ou morte

 “Saber não é suficiente; devemos aplicar. Querer não é suficiente; devemos fazer. Cada momento que adiamos, arriscamos perder o fruto de todos os nossos esforços”. A frase é de um dos maiores pensadores alemães e escritor que transcendeu sua época, Johann Wolfgang von Goethe, e se encaixa perfeitamente ao atual momento da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Criada pela Lei nº 9.782/1999 e prestes a completar 26 anos em janeiro de 2025, a Anvisa tem como missão proteger a saúde da população por meio da regulação, fiscalização e controle de produtos, serviços e ambientes que possam afetar a saúde pública. Seu campo de atuação, portanto, é vasto e inclui medicamentos; alimentos; bebidas; cosméticos, produtos de higiene pessoal e perfumes; cigarros; equipamentos e materiais médico-hospitalares e odontológicos; imunobiológicos e suas substâncias ativas, sangue e hemoderivados; serviços hospitalares, ambulatoriais, de apoio diagnóstico e terapêutico e que impliquem a incorporação de novas tecnologias; órgãos, tecidos humanos e veterinários para uso em transplantes ou reconstruções; entre outros, além do controle de portos, aeroportos e fronteiras.

Calcula-se que cerca de 22% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro seja regulado pela Anvisa e suas ações e competências sustentam e apoiam o Sistema Único de Saúde (SUS). Seu trabalho, além de ser reconhecido internacionalmente, é de imensa importância para a segurança da sociedade e para o desenvolvimento do país. Uma questão, entretanto, vem prejudicando o bom funcionamento, a produtividade e a missão da Anvisa: a falta de pessoal.

De 2007 a 2024, o número de servidores efetivos da Agência despencou de 2.360 para 1.476, ou seja, uma redução de 44%. Dos atuais colaboradores, cerca de 400 estão prestes a se aposentar, agravando o problema. Soma-se a isso o fato de que dois diretores terão seus mandatos encerrados até o final deste ano, incluindo o diretor-presidente. Os nomes dos novos ocupantes são indicados pela Presidência da República e precisam ser aprovados pelos senadores. Como em fevereiro haverá eleição para a presidência do Senado Federal, certamente esse processo será mais moroso. Ainda que os postos sejam ocupados por substitutos técnicos, é evidente que há perda de produção.

O número de registros de medicamentos, por exemplo, caiu 16% (de 375 para 314), entre 2019 e 2023. Porém, mesmo com a escassez de recursos humanos e o aumento no volume de serviço, no ano passado a Anvisa atingiu 67% das metas estabelecidas. Entre outras atividades, aprovou mais de 150 registros de alimentos, autorizou cerca de oito mil dispositivos médicos, emitiu 560 mil certificados internacionais de vacinação, realizou 675 avaliações toxicológicas para fins de registro de agrotóxicos e analisou aproximadamente 3,7 mil pedidos de Certificados de Boas Práticas de Fabricação, com 500 inspeções realizadas.

As agências reguladoras são importantes para a democracia, para a garantia da prestação de serviços e agem na defesa do consumidor. Por atuarem com autonomia, buscam garantir o equilíbrio entre os interesses dos usuários, das organizações e do Poder Executivo. Para que possam cumprir suas missões, porém, é fundamental que o governo garanta a mão de obra necessária e adequada para cada uma das 11 agências reguladoras existentes no país, pois estimativas mostram que, juntas, elas têm atualmente cerca de 30% dos seus cargos desocupados.

A composição do quadro de funcionários da Anvisa é de interesse da sociedade, importante para a garantia de um processo regulatório eficiente e crucial para o desenvolvimento do Brasil. A falta de pessoal tira a independência de qualquer ente público ou privado e pode levar à asfixia uma Agência imprescindível para a economia e a segurança da população. Que o governo se conscientize e aja com rapidez para que não percamos os bons frutos colhidos até aqui.

Francisco Balestrin

Médico e presidente do SindHosp

Artigo publicado em 18 de dezembro pelo jornal Correio Braziliense. Clique aqui e veja a publicação

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Firmada CCT com os condutores de ambulância

Informe SindHosp Jurídico nº 121-A/2024

FIRMADA CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO COM SINDICATO DOS
CONDUTORES DE AMBULÂNCIA DO ESTADO DE SÃO PAULO – SINDCONAMSP, VIGÊNCIA DE 1º DE OUTUBRO DE 2024 A 30 DE SETEMBRO DE 2025

Informamos que o SindHosp firmou Convenção Coletiva de Trabalho com o
SINDICATO DOS CONDUTORES DE AMBULÂNCIA DO ESTADO DE SÃO PAULO
SINDCONAM, com vigência de 1º de outubro de 2024 a 30 de setembro de
2025.
A íntegra da Convenção Coletiva de Trabalho encontra-se à disposição dos sócios e
contribuintes neste site. Clique aqui


São Paulo, 27 de novembro de 2024.


FRANCISCO ROBERTO BALESTRIN DE ANDRADE
PRESIDENTE


Base Territorial: Todo o Estado de São Paulo

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