Sindhosp

Ana Paula

Papo da Saúde apresenta ferramenta de IA que auxilia na tomada de decisão clínica

O novo episódio do videocast Papo da Saúde recebeu o neurologista e CEO da Telepatia IA, Gabriel Batistella. Conduzido pelo vice-presidente do SindHosp, João Guerra, o bate-papo mostrou, na prática, como uma ferramenta de Inteligência Artificial (IA) pode auxiliar o médico na tomada de decisão clínica. “Hoje, o profissional da saúde lida com uma demanda cada vez mais crescente, como, por exemplo, a necessidade de se manter atualizado através de uma educação continuada e o preenchimento de uma série de documentos. A Telepatia IA veio para auxiliar e impactar os médicos no dia a dia”, contou Gabriel Batistella.

Surgida em Stanford, nos EUA, a empresa nasceu com um olhar voltado para a América Latina e já está consolidada na Colômbia. No Brasil, a operação da Telepatia IA teve início em 2025. Entre as facilidades que oferece, a ferramenta utiliza tecnologias de reconhecimento de voz, ou seja, que ouvem o que o médico e o paciente falam e transformam automaticamente esse diálogo em texto escrito. “Ela funciona como um copiloto do médico. Além de trazer todos os registros escritos, liberando o médico para a escuta, ela faz a checagem da conduta médica adotada com guidelines das maiores e mais renomadas sociedades científicas do mundo”, explica o CEO da Telepatia IA.

Durante o Papo da Saúde, Gabriel Batistella e João Guerra simularam uma consulta médica, mostrando o funcionamento da ferramenta na prática. “É importante salientar que não há interferência na conduta e na autonomia médica. A ferramenta está apta a responder a questões feitas pelo profissional de saúde com a certeza de que ele obterá respostas referenciadas por profissionais e entidades científicas referenciadas, dentro do que propõe a medicina baseada em evidências. O médico, porém, pode acatá-las ou não”.

Além de auxiliar na tomada de decisão clínica, a ferramenta contribui para a segurança do paciente e para a qualidade assistencial, ao colaborar para a melhoria da relação médico-paciente. “Outro aspecto importante é que toda a consulta e conduta clínica ficam documentadas, portanto, a ferramenta também atua na defesa profissional”, finaliza Batistella.

Acompanhe o Papo da Saúde com o CEO da Telepatia IA na íntegra:

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Firmada CCT com empregados da saúde de Osasco e Região

Informe SindHosp Jurídico nº 120-A/2025

FIRMADA CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO COM O SINDICATO ÚNICO
DOS EMPREGADOS EM ESTABELECIMENTOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE DE
OSASCO E REGIÃO – SUEESSOR, VIGÊNCIA DE 1º DE MAIO DE 2024 A 30 DE
ABRIL DE 2026 – VIGÊNCIA DE 2 ANOS.

Informamos que o SindHosp firmou Convenção Coletiva de Trabalho com o
SINDICATO ÚNICO DOS EMPREGADOS EM ESTABELECIMENTOS DE
SERVIÇOS DE SAÚDE DE OSASCO E REGIÃO – SUEESSOR, com vigência de 1º
de maio de 2024 a 30 de abril de 2026 (vigência de 2 anos).

A íntegra da Convenção Coletiva de Trabalho encontra-se à disposição dos sócios e
contribuintes no site do SINDHOSP, www.sindhosp.org.br ícone Jurídico/Convenções
Coletivas.

São Paulo, 10 de dezembro de 2025.

Francisco Roberto Balestrin de Andrade
Presidente

Base Territorial: Embu das Artes, Embu-Guaçu, Ibiúna, Itapecerica Da Serra,
Santana Do Parnaíba, Taboão Da Serra e Vargem Grande Paulista.

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Faturamento inteligente reduz glosas e acelera repasses

As tecnologias aplicadas ao faturamento e o uso estratégico de dados e indicadores inteligentes têm potencial para transformar perdas em receita garantida, fortalecer o relacionamento com as operadoras e melhorar os resultados financeiros das instituições. Com o objetivo de aprofundar esse debate, o SindHosp realizou, no dia 4 de dezembro, o Workshop da Saúde “Maximizando Receita: Como a inteligência no faturamento reduz glosas e acelera repasses”. Para Larissa Eloi, CEO do SindHosp e mediadora do encontro, “é sempre muito bom trazer marcas confiáveis para o dia a dia das organizações. Quando olhamos para a nossa operação, é fundamental buscar eficiência – e é isso o que este workshop propõe”.

O gerente de Soluções da Moderna Sistemas, Gustavo Reis, mostrou aos participantes como um sistema robusto de Tecnologia da Informação (TI) pode ampliar a eficiência, incentivar a inovação e fortalecer a sustentabilidade na gestão de clínicas, policlínicas, hospitais, centros de diagnóstico e operadoras de saúde. A Moderna, adquirida em 2024 pela Benner – uma das líderes nacionais em desenvolvimento de TI – oferece um portfólio de soluções em nuvem desenhadas para atender às necessidades reais das instituições de saúde, com excelente relação custo-benefício. Com 25 anos de atuação, a Benner conta com 1.500 colaboradores, já implantou mais de cinco mil sistemas e atende 400 clientes em todo o território nacional.

O ModernaNet, sistema oferecido pela Moderna, é um dos mais completos do mercado e abrange desde o agendamento até faturamento, repasses e controladoria. “Um bom agendamento aumenta o faturamento da empresa com a mesma capacidade de atendimento. Em alguns clientes, o número de consultas subiu entre 15% e 20%”, afirmou Gustavo Reis.

No atendimento e no faturamento, o sistema realiza lançamentos automáticos dos itens de cobrança conforme as regras definidas com cada convênio, solicita autorizações online diretamente às operadoras e identifica inconsistências no preenchimento dos formulários. Com isso, garante um faturamento mais ágil, automático e transparente de consultas, exames e outros procedimentos, além da geração dos repasses. Segundo o gerente da Moderna, “se o gestor quiser saber diariamente quanto a empresa gerou de repasse, ou seja, quanto tem a receber, o sistema levanta toda a produção do dia”. Para o controle de glosas e repasses, o ModernaNet oferece ferramentas automáticas e rápidas, permitindo acompanhar glosas por fatura, convênio, paciente ou outras variáveis. O sistema também integra os recebimentos ao contas a receber e disponibiliza relatórios operacionais e gerenciais.

Gustavo Reis ressalta que o sistema é modular e atende a clientes de diversos portes. “Desenvolvemos um projeto personalizado para a empresa, de acordo com o objetivo e as necessidades do cliente. Além disso, cada prestador possui um acordo próprio com as operadoras, e todas essas informações são lançadas no sistema para que ele possa emitir alertas que evitam erros”, afirma o gerente da Moderna.

Associados do SindHosp têm condições especiais na aquisição dos produtos da Moderna Sistema. Clique aqui, acesse o site da empresa e saiba mais.

 

Assista ao workshop na íntegra:

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Firmada CCT com sindicato dos nutricionistas de São Paulo

Informe SindHosp Jurídico nº 119-A/2025

FIRMADA CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO COM O SINDICATO DOS
NUTRICIONISTAS NO ESTADO DE SÃO PAULO, VIGÊNCIA DE 1º DE JULHO
DE 2025 A 30 DE JUNHO DE 2026.

Informamos que o SindHosp firmou Convenção Coletiva de Trabalho com o
SINDICATO DOS NUTRICIONISTAS NO ESTADO DE SÃO PAULO, com vigência
de 1º de julho de 2025 a 30 de junho de 2026.

A íntegra da Convenção Coletiva de Trabalho encontra-se à disposição dos sócios e
contribuintes no site do SINDHOSP, www.sindhosp.org.br ícone Jurídico/Convenções
Coletivas.

São Paulo, 27 de novembro de 2025.

FRANCISCO ROBERTO BALESTRIN DE ANDRADE
PRESIDENTE

Base Territorial: Todo o Estado de São Paulo

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Papo da Saúde recebe a CEO da ABRALE

O Papo da Saúde, transmitido ao vivo em 25 de novembro, recebeu a CEO da Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia (Abrale), Catherine Moura. Conduzido pela diretora Executiva da FESAÚDE e do SindHosp, Larissa Eloi, o bate-papo abordou o trabalho da entidade, as novas terapias e os desafios para garantir que todos os pacientes com câncer tenham acesso equitativo aos tratamentos e às oportunidades disponíveis.

Com 23 anos de atividades, a Abrale é uma organização sem fins lucrativos (ONG) que atua em 15 capitais com a missão de oferecer ajuda e mobilizar parceiros para que todas as pessoas com câncer e doenças do sangue tenham acesso ao melhor tratamento. “Em um país tão desigual, com barreiras de acesso ao sistema e muitos vazios assistenciais, mobilizamos parcerias e trabalhamos em várias frentes para garantir diagnóstico precoce e o melhor tratamento aos pacientes com câncer e outras doenças do sangue”, afirma Catherine Moura.

O primeiro campo de atuação da ONG é no apoio direto ao paciente, através de atendimento psicológico e nutricional, orientação jurídica e teleconsultas para uma segunda opinião médica. Em outra frente, a entidade realiza pesquisas com o objetivo de entender a jornada do paciente antes, durante e após o tratamento, verificando as necessidades e dificuldades de acesso. Também disponibiliza o Observatório de Oncologia, uma plataforma online e dinâmica de monitoramento de dados abertos e de compartilhamento de informações sobre a área no país. Clique aqui e acesse o portal.

Outro pilar de atuação está voltado para a área de educação e informação, com cursos de capacitação a distância e canais de comunicação. Por fim, a Abrale possui o pilar de políticas públicas e advocacy, focado em relacionamentos e ações que tragam melhorias e transparência nas leis e nos processos do governo, para beneficiar os pacientes com câncer e doenças do sangue. “As grandes transformações sociais são sempre feitas através de boas políticas públicas”, ensina a CEO da Abrale.

Desafios

De acordo com Catherine Moura, cerca de 30 mil novos casos de câncer do sangue são diagnosticados por ano no Brasil. “A Abrale, com seus 70 colaboradores e voluntários, atende, em média, entre seis e sete mil novos pacientes todos os anos”, afirma a CEO. Além do acesso e dos vazios assistenciais, Moura destaca como grande desafio a disparidade existente no país entre as estruturas e recursos de atendimento. “O Sistema Único de Saúde (SUS) não funciona de forma igualitária em todas as regiões do país. Muitas crianças com câncer do sangue sequer conseguem ser diagnosticadas e tratadas”, enfatiza.

Larissa Eloi questionou a CEO da Abrale como uma liderança pode manter vivo o espírito de empatia e acolhimento na equipe. “Na Abrale, o recrutamento, seleção e desenvolvimento humano trabalham sempre a empatia e o senso de propósito. Por atuar no terceiro setor, na saúde e na assistência a pacientes com câncer, procuramos desenvolver sempre uma escuta e uma linguagem de esperança. Temos relatos de casos que nos deparam constantemente com a finitude da vida, e isso nos faz dar valor ao que temos”, ensina Catherine Moura.

O Papo da Saúde ainda abordou o desenvolvimento acelerado e as expectativas com as inovações terapêuticas, sobretudo as terapias-alvo e gênicas; custo-efetividade desses avanços para os sistemas de saúde; o futuro do tratamento do câncer e muito mais. Para obter informações sobre a Abrale, se tornar um voluntário, patrocinador ou doador acesse aqui o site da entidade.

A íntegra do Papo da Saúde com a CEO da Abrale estará à disposição no canal do YouTube do SindHosp (@SindHospOficial) a partir do dia 2 de desembro.

 

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SindHosp inaugura comitê técnico para produzir manual de boas práticas em ILPI

O SindHosp realizou a reunião inaugural do recém-criado Comitê Técnico de Boas Práticas em Instituições de Longa Permanência de Idosos, as ILPI. Coordenado por seu diretor técnico-científico, o médico José Antônio Maluf de Carvalho, o grupo tem como objetivo produzir um documento que norteie o trabalho de donos e gestores das ILPI. “Queremos produzir um manual de boas práticas. É uma oportunidade de extrapolar as nossas fronteiras, gerando recomendações que visem garantir um melhor funcionamento de ILPI, tanto para aqueles idosos que já estão alocados como para aqueles que necessitam deste serviço de saúde”, definiu Maluf.

O presidente do SindHosp/FESAÚDE, Francisco Balestrin, abriu a reunião chamando a atenção para o papel do comitê. “Queremos fomentar aqui discussões técnicas no sentido de estabelecer parâmetros de governança clínica, princípios operacionais e arquitetura de qualidade assistencial no âmbito das ILPI”, destacou Balestrin.

Lançamento em 2027

O objetivo do grupo é realizar reuniões bimestrais durante o ano de 2026 para lançar o manual em 2027, oferecendo-o para autoridades, sociedades e frentes de trabalho e criando a partir dele webinares e aulas educativas para diferentes públicos. “Do ponto de vista da saúde, o cuidado integral nas ILPI deve reafirmar o compromisso com a dignidade humana e com a excelência, sempre identificando os riscos para a segurança do idoso”, ponderou Maluf.

Durante a reunião, a enfermeira sanitarista e educadora Miriam Ikeda apresentou a palestra “Visão Assistencial das Estruturas para Idosos”.  Diretora da Ânima-Ânimus Consultoria em Saúde, com projetos de implantação de unidades de saúde e Instituição de Longa Permanência para Idosos (ILPI), plano diretor assistencial, revisão de processos, eficiência operacional, ela diz que qualquer pessoa que pretenda ou trabalhe com idosos precisa se fazer esta pergunta: “O que você vai ser quando envelhecer?”.

Segundo Ikeda, para se trabalhar com idoso é preciso pensar que também vai envelhecer. “E saber que envelhecer não é doença. O problema é quando a gente envelhece muito e mal, o que leva a doenças crônicas. Mas nem todo crônico é idoso e nem todo idoso é crônico”. Para ela, o objetivo não deve ser tratar doenças, mas, sim, manter o idoso saudável.

Processo não patolótico

Segundo a OPAS, o envelhecimento é “um processo sequencial, individual, acumulativo, irreversível, universal, não patológico, de deterioração de um organismo maduro, próprio a todos os membros de uma espécie, de maneira que o tempo o torne menos capaz de fazer frente ao estresse do meio-ambiente e, portanto, aumente sua possibilidade de morte”. Ou seja, é um processo natural, “não patológico”, reforçou a palestrante. “Os dois grandes erros são tratar alterações em um idoso como decorrente do envelhecimento e tratar o envelhecimento natural como doença”, sustentou Miriam Ikeda.

De acordo com a Anvisa, as ILPI são instituições de caráter residencial destinadas ao domicílio coletivo de pessoas acima dos 60 anos em condições de liberdade, dignidade e cidadania. “É uma residência assistida, que engloba diversos aspectos da vida, da saúde ao social. Existe uma complexidade, por conta do manejo dos cuidados prolongados. E o cuidado tem de ser centrado na pessoa, não no paciente, em sua história e sua jornada”, salientou Ikeda.

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Homenagem: SindHosp batiza estúdio do Papo da Saúde como ‘Sala Dr. Luiz Fernando Ferrari Neto’

O SindHosp prestou uma homenagem especial ao Dr. Luiz Fernando Ferrari Neto por sua dedicação de mais de 30 anos ao sindicato patronal de hospitais, laboratórios e clínicas do Estado de São Paulo.

A recém-inaugurada sala de gravação do videocast “Papo da Saúde” recebeu seu nome, um gesto simples para uma trajetória sólida de alguém que sempre acreditou na força do diálogo e da construção coletiva, alguém que sempre inspirou confiança por sua lealdade.

Um dos mais longevos conselheiros da entidade, ex-presidente e atual presidente do Conselho Fiscal, o Dr. Ferrari sempre se guiou pelos valores que ajudou a construir no SindHosp.

“Foram mais de três décadas de dedicação, seriedade e compromisso. Uma trajetória que ajudou a construir o SindHosp como ele é hoje”, disse Francisco Balestrin, presidente do SindHosp. “Quem conviveu com o Luiz sabe o quanto sua presença marcou este sindicato e o quanto seu trabalho se transformou em legado”.

A cerimônia de descerramento da placa “Sala Dr. Luiz Fernando Ferrari Neto” contou com as presenças de sua esposa Jandira, seu filho Paulo e seu grande amigo Dr. José Carlos Barbério, que empresta o nome para o auditório ao lado do estúdio de gravação do “Papo da Saúde”.

Durante a solenidade, o homenageado ouviu de amigos e colegas palavras de reconhecimento e admiração, além de justas salvas de palmas, celebrando a dedicação de uma vida ao SindHosp.

Dr. Ferrari perfez uma trajetória plena de mais de três décadas dentro do Sindicato, começando como uma representante da área de patologia que queria contribuir até chegar ao posto de hoje.

Foi decisivo em assembleias e negociações de convenções coletivas de trabalho com diferentes sindicatos de trabalhadores, um legado que contribuiu para o SindHosp continuar sendo o maior sindicato patronal de saúde da América Latina.

 

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É preciso saúde financeira para cuidar da saúde dos pacientes

A ARCA sediou o workshop “O Futuro da Saúde Financeira: capital de giro, investimentos e crédito acessível”, realizado em parceria por FESAÚDE e SindHosp com a cooperativa de crédito Sicred. O evento reuniu especialistas e gestores para debater soluções financeiras voltadas ao setor de saúde. Com foco em sustentabilidade financeira e fortalecimento das empresas de saúde, o encontro se dividiu em três momentos, foram duas palestras e uma roda de conversa que destacaram a importância do crédito estruturado e das parcerias para enfrentar os desafios do setor.

 

Educação financeira 

O presidente do Sicredi, Jaime Basso, abriu o evento. Ele explicou como funciona uma cooperativa de crédito, onde todos os que movimentam recursos são cooperados, e a diferenciou de bancos convencionais. “Os dividendos vão para todos de acordo com sua movimentação financeira”, explicou Basso.  Segundo ele, a Sicredi conta com 100 cooperativas, com 2.700 agências, que movimentam quase meio trilhão de reais, crescendo 20% ao ano. “O diferencial está na humanização tanto no atendimento como no relacionamento. Quando as pessoas querem investir ou buscar uma linha de crédito, preferem conversar com alguém e não com um robô, que não terá todo o entendimento necessário para dar as orientações”, resumiu Basso. “Além disso, como cooperativa, reinvestimos os recursos onde captamos, fomentando os negócios para a própria pessoa que está movimentando recursos. No caso da saúde, a educação financeira às vezes é mais importante do que o próprio crédito”.


Sustentabilidade

A segunda palestra do dia foi ministrada por Eliane Santos Viana, especialista de Crédito do Sicredi, com o tema “A importância do crédito como alavanca de sustentabilidade no setor de saúde”. Ela destacou que o crédito pode ser ferramenta de alavancagem na saúde, amparando a expansão e a sustentação do setor, que representa 10% do PIB. “Crédito não é dívida, é um instrumento de desenvolvimento num setor com custos crescentes e necessidade de cumprir metas ESG, com investimento em inovação e eficiência. Assim como a diferença do remédio para o veneno está na dose, o mesmo acontece com o crédito, é preciso dosar. Por isso os gestores tem de entender da melhor forma suas necessidades para não comprometer a sustentabilidade financeira”, disse Viana.


Matemática inexata 

Em seguida, a CEO da FESAÚDE/SindHosp, Larissa Eloi, moderou a roda de conversa “Construindo soluções financeiras para os desafios do setor de saúde”, que teve como convidados Helen Almeida, gestora hospitalar do Centro Oftalmológico F. Thomaz, Leandro Neco, gerente financeiro do Hospital Edmundo Vasconcelos, e Marcelo Meuci, gerente geral de Parcerias e Convênios da Sicredi. “Temos uma saúde privada com margens complexa e apertadas, num cenário de desperdícios e custos cada vez mais desafiadores e dificuldade de acesso a crédito de forma competitiva. Tudo isso com a necessidade ainda de gerir o negócio com foco nas pessoas”, abriu a roda Larissa Eloi.

Prazos e glosas  

Durante a conversa, Leandro Neco, do Edmundo Vasconcelos, informou que o percentual das glosas no Brasil já superou os 15%, o que é maior do que a margem para alguns procedimentos. “Além da glosa, os hospitais têm o desfio de obter uma margem significativa com um fluxo de caixa apertado e operadoras faturando com prazo de 60 a 90 dias. O problema é que a matemática não é exata, como acontece em uma cirurgia de urgência, exigindo uma ginástica financeira”, explicou Neco.


Fluxo de caixa e margens 

Helen Almeida, do Centro Oftalmológico F. Thomaz, falou sobre os desafios dos estabelecimentos pequenos de saúde. Segundo ela, as dores são as mesmas: fluxo de caixa, margens apertadas e glosas. “Mas a falta de formação dos médicos em gestão costuma agravar o problema. Existe uma questão importante que é separar o CNPJ do CPF, mas existe também uma particularidade, porque as clínicas entregam o serviço sem saber se vão receber, é a incerteza do pagamento”, destacou.


Reajustes e inflação

Fechando a roda, Marcelo Meuci, da Sicredi, chamou a atenção para a desigualdade dos reajustes para os serviços médico-hospitalares em relação a outros índices, como o próprio IPCA, que mede a inflação de produtos ao consumidor. Ele também lembrou que até 2070, cerca de 40% da população brasileira terá mais de 60 anos, encarecendo os serviços prestados. “Hospitais pequenos, médios e grandes têm questões financeiras próprias, seja a dependência excessiva de fluxo de caixa ou o desafio de oferecer uma garantia real para obter crédito, passando pela dificuldade de negociar com fornecedores e convênios e lidar com glosas, até reduzir gastos fixos e investir em infraestrutura própria. O problema é que o crédito está caro. Na Sicredi, trabalhamos com spreds menores, mas também investimos em educação financeira para que nossos cooperados possam pegar crédito de maneira estruturada, de maneira proativa, não reativa”.

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Firmada CCT com técnicos em nutrição e dietética de São Paulo

Informe SindHosp Jurídico nº 115-A/2025

FIRMADA CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO COM O SINTENUTRI –
SINDICATO DOS TÉCNICOS EM NUTRIÇÃO E DIETÉTICA DO ESTADO DE SÃO
PAULO, VIGÊNCIA DE 1º DE OUTUBRO DE 2025 A 30 DE SETEMBRO DE
2026.

Informamos que o SindHosp firmou Convenção Coletiva de Trabalho com o
SINTENUTRI – SINDICATO DOS TÉCNICOS EM NUTRIÇÃO E DIETÉTICA DO
ESTADO DE SÃO PAULO, com vigência de 1º de outubro de 2025 a 30 de setembro
de 2026.

A íntegra da Convenção Coletiva de Trabalho encontra-se à disposição dos sócios e
contribuintes no site do SINDHOSP, www.sindhosp.org.br ícone Jurídico/Convenções
Coletivas.

São Paulo, 11 de novembro de 2025.

FRANCISCO ROBERTO BALESTRIN DE ANDRADE
PRESIDENTE

Base Territorial: Todo o Estado de São Paulo

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Firmada CCT com sindicato dos condutores de ambulância

Informe SindHosp Jurídico nº 116-A/2025

FIRMADA CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO COM O SINDICATO DOS
CONDUTORES DE AMBULÂNCIA DO ESTADO DE SÃO PAULO – SINDCONAM
SP, VIGÊNCIA DE 1º DE OUTUBRO DE 2025 A 30 DE SETEMBRO DE 2026.

Informamos que o SindHosp firmou Convenção Coletiva de Trabalho com o
SINDICATO DOS CONDUTORES DE AMBULÂNCIA DO ESTADO DE SÃO PAULO
– SINDCONAM-SP, com vigência de 1º de outubro de 2025 a 30 de setembro de 2026.
A íntegra da Convenção Coletiva de Trabalho encontra-se à disposição dos sócios e
contribuintes no site do SINDHOSP, www.sindhosp.org.br ícone Jurídico/Convenções
Coletivas.

São Paulo, 11 de novembro de 2025.

FRANCISCO ROBERTO BALESTRIN DE ANDRADE
PRESIDENTE

Base Territorial: Todo o Estado de São Paulo

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