Sindhosp

Giuliano Agmont

CCT saúde

Firmada CCT com Sindicato dos Médicos de São Paulo

Informe SindHosp Jurídico nº 125-A/2024


FIRMADA CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO COM O SINDICATO DOS
MÉDICOS DE SÃO PAULO – SIMESP, VIGÊNCIA DE 1º DE SETEMBRO DE 2024
A 31 DE AGOSTO DE 2025.

Informamos que o SindHosp firmou Convenção Coletiva de Trabalho com o
SINDICATO DOS MÉDICOS DE SÃO PAULO – SIMESP, com vigência de 1º de
setembro de 2024 a 31 de agosto de 2025.

A íntegra da Convenção Coletiva de Trabalho encontra-se à disposição dos sócios e
contribuintes no site do SINDHOSP, www.sindhosp.org.br ícone Jurídico/Convenções
Coletivas.

São Paulo, 17 de dezembro de 2024.
FRANCISCO ROBERTO BALESTRIN DE ANDRADE
PRESIDENTE

Base Territorial: Adamantina; Adolfo; Águas de Santa Bárbara; Agudos; Altair; Alto
Alegre; Alumínio; Álvares Florence; Álvaro de Carvalho; Alvinlândia; Américo de
Campos; Andradina; Angatuba; Anhembi; Aparecida do Norte; Aparecida D’oeste;
Apiaí; Araçatuba; Aramina; Arandu; Araraquara; Arealva; Areias; Areiópolis;
Ariranha; Arujá; Assis; Atibaia; Auriflama; Avaí; Avanhandava; Avaré; Balbinos;
Bananal; Barão de Antonina; Barbosa; Bariri; Barra Bonita; Barra do Turvo; Barrinha;
Barueri; Bastos; Bauru; Bento de Abreu; Bernardino de Campos; Bertioga; Bilac;
Biriguí; Biritiba-Mirim; Boa Esperança do Sul; Bocaina; Bofete; Bom Jesus dos
Perdões; Bonfim Paulista; Borá; Borborema; Botucatu; Bragança Paulista; Braúna;
Brotas; Buri; Buritama; Buritizal; Cabrália Paulista; Cachoeira Paulista; Cafelândia;
Caieiras; Cajamar; Cajati; Cajobi; Campos Novos Paulista; Cananéia; Cândido Mota;
Cândido Rodrigues; Capão Bonito; Caraguatatuba; Carapicuíba; Cardoso; Castilho;
Catanduva; Catiguá; Cerqueira César; Cerquilho; Chavantes; Clementina; Coroados;
Av. Brigadeiro Faria Lima, 1912 – 18º andar – Cjs. J e L – Jd. Paulistano – São Paulo – SP
Coronel Macedo; Cosmorama; Cotia; Cristais Paulista; Cruzália; Cunha; Dois
Córregos; Dolcinópolis; Dourado; Dracena; Duartina; Echaporã; Eldorado; Embu;
Embu-Guaçu; Estrela D’Oeste; Fartura; Fernando Prestes; Fernandópolis; Ferraz de
Vasconcelos; Flora Rica; Floreal; Flórida Paulista; Florínea; Franca; Francisco Morato;
Franco da Rocha; Gabriel Monteiro; Gália; Garça; Gastão Vidigal; General Salgado;
Getulina; Glicério; Glaciará; Guaimbé; Guapiaçu; Guapiara; Guará; Guaraçaí;
Guaraci; Guarani D’Oeste; Guarantã; Guararapes; Guararema; Guareí; Guarulhos;
Guzolândia; Herculândia; Iacanga; Iacri; Ibaté; Ibirá; Ibirarema; Ibitinga; Ibitiúva;
Ibiúna; Igaraçu do Tietê; Igaraí; Igarapava; Igaratá; Iguape; Ilha Solteira; Ilhabela;
Indiaporã; Inúbia Paulista; Ipaussu; Iporanga; Ipuã; Irapuã; Irapuru; Itaberá; Itaí;
Itajobi; Itaju; Itanhaém; Itapecerica da Serra; Itapetininga; Itapeva; Itapevi;
Itápolis; Itaporanga; Itapuí; Itapura; Itaquaquecetuba; Itararé; Itariri; Itatinga;
Itirapuã; Ituverava; Jaci; Jacupiranga; Jales; Jambeiro; Jandira; Jaú; Jeriquara;
Joanópolis; Júlio Mesquita; Junqueirópolis; Juquiá; Juquitiba; Lagoinha; Laranjal
Paulista; Lavínia; Lavrinhas; Lindóia; Lins; Lucélia; Lucianópolis; Lupércio; Lutécia;
Macatuba; Macaubal; Macedônia; Magda; Mairinque; Mairiporã; Manduri; Maracaí;
Mariápolis; Marília; Marinópolis; Mauá; Meridiano; Miguelópolis; Mineiros do Tietê;
Mira Estrela; Miracatu; Mirandópolis; Monções; Mongaguá; Monte Castelo; Monteiro
Lobato; Muritinga do Sul; Natividade da Serra; Nazaré Paulista; Nhandeara; Nipoã;
Nova Aliança; Nova Europa; Nova Guataporanga; Nova Independência; Oriente;
Orindiuva; Osasco; Oscar Bressane; Osvaldo Cruz; Ourinhos; Ouro Verde; Ouroeste;
Pacaembu; Palmares Paulista; Paraibuna; Paraíso; Paranapanema; Paranapuã;
Parapuã; Pariquera-açu; Patrocínio Paulista; Paulicéia; Paulo de Faria; Pederneiras;
Pedra Bela; Pedranópolis; Pedregulho; Pedro de Toledo; Penápolis; Pereira Barreto;
Peruíbe; Pindorama; Piquete; Piracaia; Piraju; Pirajuí; Pirangi; Pirapora do Bom
Jesus; Piratininga; Planalto; Platina; Poá; Pompéia; Pongaí; Pontes Gestal; Populina;
Presidente Alves; Promissão; Queiroz; Queluz; Quintana; Redenção da Serra;
Reginópolis; Registro; Restinga; Ribeira; Ribeirão Bonito; Ribeirão Branco; Ribeirão
Corrente; Ribeirão do Sul; Rifaina; Rinópolis; Rio Grande da Serra; Riolândia;
Riversul; Rosana; Roseira; Rubiácea; Rubinéia; Sabino; Sagres; Sales; Salesópolis;
Salmourão; Salto Grande; Santa Adélia; Santa Albertina; Santa Branca; Santa Clara
D’Oeste; Santa Cruz da Conceição; Santa Cruz da Esperança; Santa Cruz do Rio
Pardo; Santa Fé do Sul; Santa Isabel; Santa Maria Da Serra; Santa Mercedes; Santa
Rita D’Oeste; Santa Rosa de Viterbo; Santana da Ponte Pensa; Santana de Parnaíba;
Santo Antônio do Pinhal; Santópolis do Aguapeí; São Bento do Sapucaí; São Carlos;
São Francisco; São João das Duas Pontes; São João do Pau D’Alho; São José da Bela
Vista; São José do Barreiro; São Manuel; São Paulo; São Pedro do Turvo; São Roque;
São Sebastião; Sarutaiá; Sebastianópolis do Sul; Sete Barras; Silveiras; Sud
Menucci; Tabapuã; Tabatinga; Taboão da Serra; Taguaí; Tapiraí; Taquarituba; Tatuí;
Tejupá; Timburi; Torrinha; Três Fronteiras; Tupã; Tupi Paulista; Turiúba; Turmalina;
Ubatuba; Ubirajara; União Paulista; Urânia; Uru; Urupês; Valentim Gentil;
Valparaíso; Vargem Grande Paulista; Vera Cruz; Vista Alegre do Alto; e Votuporanga.

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Encontro anual de GTs anuncia três novos Grupos Técnicos no SindHosp

O SindHosp encerrou oficialmente o calendário de eventos de 2024 com o lançamento de três novos Grupos Técnicos (GT). O anúncio aconteceu durante o Primeiro Encontro Anual de GTs, organizado pelo SindInfo. O evento ainda contou com homenagens aos coordenadores de GTs e três mesas de debate. Os três novos grupos são o GT Facilities, coordenado por Bia Gadia, o GT Qualidade Assistencial, coordenado por Priscila Rosseto, e o GT Saúde Suplementar, coordenado por Anderson Mendes.  

Na primeira mesa, Leandro Neco, gerente financeiro do Hospital Edmundo Vasconcelos, Mendel Sanger, diretor de Tecnologia do Grupo Vivhas, e a moderadora Tatiana Ferraz Teles, gerente financeira do Hospital Infantil Sabará, discutiram o tema “O Futuro da Eficiência Operacional nas Empresas”.

Na segunda mesa, Daniela Bernardo, coordenadora de Relações Trabalhistas e Sindicais da FESAÚDE-SP, Fernando Zucki, diretor de Mercado da WFO, Nelson Koiffman, sócio-fundador da PK Advogados, e o moderador Thiago Constâncio, coordenador do GT de Gestão de Pessoas e CEO da Medportal, falaram sobre “Gestão das Escalas de Trabalho, Produtividade e seus Aspectos Legais”.  

Por fim, na terceira mesa, Gisela Del Nero Cruz Rosa, advogada previdenciária do Escritório Andrade Mariano, Laureen Panadés, coordenadora deSegurança e Medicina do Trabalho Rede D’Or São Luiz, e a moderadora Lucinéia Nucci, coordenadora do GT Segurança e Saúde Ocupacional e Advogada da Andrade e Mariano, debateram o tema “Aposentadoria Especial – efeitos no contrato de trabalho e responsabilidade do empregador”.

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Firmada CCT com auxiliares e técnicos de enfermagem de Santos e Região

Informe SindHosp Jurídico nº 122-A/2024

FIRMADA CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO COM SINDICATO DOS
AUXILIARES E TÉCNICOS DE ENFERMAGEM E DOS TRABALHADORES EM
ESTABELECIMENTOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE DE SANTOS, SÃO VICENTE,
GUARUJÁ, CUBATÃO, PRAIA GRANDE, MONGAGUÁ, ITANHAÉM, PERUÍBE,
ITARIRI, PEDRO DE TOLEDO, MIRACATU, IGUAPE, CANANÉIA, PARIQUERAAÇU,
BERTIOGA, SÃO SEBASTIÃO E ILHABELA – SINTRASAÚDE, VIGÊNCIA
DE 1º DE OUTUBRO DE 2024 A 30 DE SETEMBRO DE 2025.

Informamos que o SindHosp firmou Convenção Coletiva de Trabalho com o
SINDICATO DOS AUXILIARES E TÉCNICOS DE ENFERMAGEM E DOS
TRABALHADORES EM ESTABELECIMENTOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE DE
SANTOS, SÃO VICENTE, GUARUJÁ, CUBATÃO, PRAIA GRANDE, MONGAGUÁ,
ITANHAÉM, PERUÍBE, ITARIRI, PEDRO DE TOLEDO, MIRACATU, IGUAPE,
CANANÉIA, PARIQUERA-AÇU, BERTIOGA, SÃO SEBASTIÃO E ILHABELA –
SINTRASAÚDE, com vigência de 1º de setembro de 2024 a 31 de agosto de 2025.

A íntegra da Convenção Coletiva de Trabalho encontra-se à disposição dos sócios e
contribuintes no site do SINDHOSP, www.sindhosp.org.br ícone Jurídico/Convenções
Coletivas.

São Paulo, 5 de dezembro de 2024.

FRANCISCO ROBERTO BALESTRIN DE ANDRADE
PRESIDENTE

Base Territorial: Bertioga, Cananéia, Cubatão, Guarujá, Iguape, Ilhabela,
Itanhaém, Itariri, Miracatu, Mongaguá, Pariquera-Açu, Pedro De Toledo, Peruíbe,
Praia Grande, Santos, São Sebastião, São Vicente, Sete Barras, Vicente de Carvalho.

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Firmada CCT com Sindicato dos Médicos de Santo André e Região

Informe SindHosp Jurídico nº 122-A/2024

FIRMADA CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO COM SINDICATO DOS
MÉDICOS DE SANTO ANDRÉ E REGIÃO – SINDMED-GABC, VIGÊNCIA DE 1º
DE SETEMBRO DE 2024 A 31 DE AGOSTO DE 2025.

Informamos que o SindHosp firmou Convenção Coletiva de Trabalho com o
SINDICATO DOS MÉDICOS DE SANTO ANDRÉ E REGIÃO – SINDMED-GABC,
com vigência de 1º de setembro de 2024 a 31 de agosto de 2025.

A íntegra da Convenção Coletiva de Trabalho encontra-se à disposição dos sócios e
contribuintes no site do SINDHOSP, www.sindhosp.org.br ícone Jurídico/Convenções
Coletivas.

São Paulo, 4 de dezembro de 2024.

FRANCISCO ROBERTO BALESTRIN DE ANDRADE
PRESIDENTE

Base Territorial: Diadema, Mauá, Ribeirão Pires, Rio Grande da Serra, Santo André,
São Bernardo do Campo e São Caetano do Sul.

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Firmada CCT com sindicato dos empregados da saúde de São José do Rio Preto e Região

Informe SindHosp Jurídico nº 117-A/2024

FIRMADA CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO COM O SINDICATO DOS
EMPREGADOS EM ESTABELECIMENTOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE DE SÃO
JOSÉ DO RIO PRETO E REGIÃO, VIGÊNCIA DE 1º DE MAIO DE 2024 A 30 DE
ABRIL DE 2025.

Informamos que o SindHosp firmou Convenção Coletiva de Trabalho com o
SINDICATO DOS EMPREGADOS EM ESTABELECIMENTOS DE SERVIÇOS DE
SAÚDE DE SÃO JOSÉ DO RIO PRETO E REGIÃO, com vigência de 1º de maio de
2024 a 30 de abril de 2025.

A íntegra da Convenção Coletiva de Trabalho encontra-se à disposição dos sócios e
contribuintes no site do SINDHOSP, www.sindhosp.org.br ícone Jurídico/Convenções
Coletivas.

São Paulo, 13 de novembro de 2024.

FRANCISCO ROBERTO BALESTRIN DE ANDRADE
PRESIDENTE

Base Territorial: Adolfo, Altair, Aparecida d’Oeste, Ariranha, Bady Bassitt, Bálsamo,
Buritama, Cajobi, Cardoso, Catanduva, Catiguá, Cedraz, Cosmorama, Dobrada,
Dolcinópolis, Estrela d’Oeste, Fernandópolis, Guarani d’Oeste, Ibirá, Icém, Indiaporã,
Itajobi, Jaci, Jales, José Bonifácio, Macaubal, Macedônia, Mendonça, Mira Estrela,
Mirassol, Mirassolândia, Monte Aprazível, Neves Paulista, Nhandeara, Nova Aliança,
Nova Granada, Onda Verde, Orindiúva, Palestina, Paraíso, Paranapuã, Paulo de Faria,
Pedranópolis, Pindorama, Pirangi, Poloni, Pontes Gestal, Populina, Potirendaba,
Riolândia, Rubinéia, Sales, Santa Adélia, Santa Albertina, Santa Clara d’Oeste, Santa
Fé do Sul, Santa Rita d’Oeste, São João das Duas Pontes, São José do Rio Preto,
Tabapuã, Tanabi, Turmalina, Uchoa, Urânia, Urupês e Votuporanga

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Os desafios da governança sustentável na reestruturação empresarial

O SindHosp realizou mais uma edição de seu WorkCafé tratando de um assunto capital para os prestadores de serviço de saúde. Realizado em parceria com a PK Advogados, o evento se propôs a abordar o tema “Saúde em Transição: Desafios da Governança Sustentável na Reestruturação Empresarial”. Durante quase duas horas, os convidados debateram os desafios de gestão de forma proativa, mostrando a importância de as empresas não apenas se alinharem às expectativas sociais, mas também se posicionarem como líderes em um mercado cada vez mais consciente e responsável. Clique aqui e assiste ao evento na íntegra.

A diretor executiva do SindHosp, Larissa Eloi, abriu o evento, chamando a atenção para o impacto da governança sustentável na redução de riscos e no aumento da eficiência. “Diante de um momento de incertezas, temos de olhar para a gestão entendendo todo o contexto. Existem diferentes atores e cenários que mudam. Os líderes têm de se redesenhar conforme a identidade que devem desempenhar”, reforçou a executiva. Segundo ela, a governança sustentável oferece benefícios claros: melhora a imagem e reputação da empresa, reduz riscos, atrai investimentos, aumenta a eficiência operacional, estimula a inovação e competitividade e engaja stakeholders.

Nelson Koiffman, sócio-fundador da PK Advogados, foi o segundo a falar. Ele destacou o fato de que o trabalho de prestação de serviço de saúde só tem sentido se houver condições para que possa acontecer de forma estruturada. “Estou falando de segurança jurídica, desenvolvimento de negócios, apoio à família empresarial e utilização das ferramentas de inovação jurídica”, pontuaou Koiffman.

Papeis, competências e Sustentabilidade

Na primeira metade do evento, a equipe da PK fez a apresentação “Governança Corporativa: Estruturação de Papéis, Competências e Sustentabilidade Financeira”, mostrando que a governança corporativa é fundamental para garantir a transparência, a eficiência e a responsabilidade nas decisões empresariais. Os sócios Rafael Lins e Silva Nascimento (M&A), Ricardo Hiroshi Akamine (Tributário) e Felipe Assis trataram de divisão de papéis e funções, definição de competências, instâncias de decisão e os parâmetros financeiros que garantem a saúde e a sustentabilidade da organização.

Ricardo Hiroshi comparou o trabalho de governança com o de assepsia. “Governança é assepsia, garante que as coisas não vão dar errado. Todo mundo faz governança corporativa, a começar pela triagem da enfermagem. Ela se resume a definir em que momento quem decide o quê”, comparou o advogado.   

Rafael Lins explicou que a governança corporativa tem relação direta com estruturação de papeis, competências e sustentabilidade financeira. Segundo o Instituto Brasileiro de Governança Corporativa, a governança corporativa é um “sistema formado por princípios, regras, estruturas e processos pelo qual as organizações são dirigidas e monitoradas, com vista à geração de valor sustentável para organização, para seus sócios e a sociedade em geral”.

Ele diz que existem alguns pilares, incluindo integridade, transparência, equidade, responsabilização e sustentabilidade. “São regras para tomada de decisões e gestão ordinária. Ou seja, de que forma as decisões são tomadas e implementadas pelos gestores, uma previsibilidade que gera valor. Tudo isso para que as metas de curto prazo não prejudiquem a sustentabilidade do negócio, ou seja, buscar o melhor resultado sem comprometer o resultado futuro”.  

Existem diferentes tipos societários. A mesma governança corporativa não cabe em qualquer empresa, mas toda empresa precisa ter um mínimo de governança corporativa de acordo com seu tamanho. Daí a importância de um “acordo de sócios”. “Assim como demais contratos, ele existe para regrar a relação entre sócios, como entrada e saída de sócios e resolução de conflitos. Seu diferencial é que é um documento privado, não registrado”, explicou Felipe Assis.

O olhar do investidor

Na segunda metade do WorkCafé, o público acompanhou o case “O olhar do investidor nas aquisições do mercado de Saúde”. Fernando Zot, da Huntington Brasil, falou sobre o trabalho que desenvolvem adquirindo clínicas de reprodução humana. “Adquirimos clínicas que nasceram da reputação de um médico e tirarmos os profissionais de saúde da gestão e assumimos esse papel. Separarmos administração da clínica”, contou Zot.

Em seguida aconteceu o debate “Desafios da Governança Corporativa no Contexto Atual – Rumo à Sustentabilidade e Transparência”. Participaram dele Rafael Lins e Silva Nascimento e Ricardo Hiroshi Akamine, sócios da PK, e Rafael Gonzales, diretor comercial e administrativo da Huntington Brasil, e Fernando Dal Zot, CFO da Huntington Brasil. A moderação foi de Larissa Eloi, diretora Executiva SindHosp, que propôs uma discussão: “Como é trabalhar a construção de cultura na busca pela governança, como combinar o jogo para ter boas relações?”.

Fernando Zot diz que o administrador não tem competência jurídica. “Para isso é preciso suporte. Trabalhar com um escritório parceiro que tenha competência para elaborar um contrato de sócios, de acionistas, contrato social, porque não é bom usar um padrão, de internet. Afinal, cada caso é um caso”, afirmou Zot. Rafael Gonzale reforçou a mensagem. “Como não entendo de medicina, não entro no centro cirúrgico. Claro que o risco administrativo é menor do que o da saúde de um paciente, mas nós lidamos também com pessoas, pessoas jurídicas. E é preciso se responsabilizar por ela, com profissionais qualificados para estruturar essa parte”, salientou Gonzale.

Ricardo Hiroshi Akamine, sócios da PK, destacou a importância de uma matriz de responsabilidade, com diferentes níveis de auditoria. “O processo de construção de governança é um processo de transmissão de conhecimentos para que os envolvidos façam as escolhas necessárias”, pontuou Hiroshi. “É preciso educação para construção de um modelo de governança”. Rafael Lins, da PK, alertou para a importância do nível de cultura em torno da governança. “Quando uma empresa quer adquirir uma empresa, ela vai comprar o controle e já estabelece determinadas características que se adequam a essa necessidade, fazendo um controle sobre sinergias que vai capturar. Nesse caso, o nível de cultura pode dificultar ou inviabilizar o negócio”.

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Firmada CCT com sindicato dos biomédicos profissionais do Estado de São Paulo

Informe SindHosp Jurídico nº 108-A/2024

FIRMADA CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO COM O SINDICATO DOS
BIOMÉDICOS PROFISSIONAIS DO ESTADO DE SÃO PAULO – SINBIESP,
VIGÊNCIA DE 1º DE SETEMBRO DE 2024 A 31 DE AGOSTO DE 2025.

Informamos que o SindHosp firmou Convenção Coletiva de Trabalho com o
SINDICATO DOS BIOMÉDICOS PROFISSIONAIS DO ESTADO DE SÃO PAULO –
SINBIESP, com vigência de 1º de setembro de 2024 a 31 de agosto de 2025.

A íntegra da Convenção Coletiva de Trabalho encontra-se à disposição dos sócios e
contribuintes no site do SINDHOSP, www.sindhosp.org.br ícone Jurídico/Convenções
Coletivas.

São Paulo, 30 de outubro de 2024.

FRANCISCO ROBERTO BALESTRIN DE ANDRADE
PRESIDENTE

Base Territorial: Todo o Estado de São Paulo

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Firmada CCT com sindicato das secretárias de Campinas e Região

Informe SindHosp Jurídico nº 107-A/2024

FIRMADA CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO COM O SINDICATO DAS
SECRETÁRIAS DO MUNICÍPIO DE CAMPINAS E REGIÃO – SINSECAMP,
VIGÊNCIA DE 1º DE JUNHO DE 2024 A 31 DE MAIO DE 2025.

Informamos que o SindHosp firmou Convenção Coletiva de Trabalho com o
SINDICATO DAS SECRETÁRIAS DO MUNICÍPIO DE CAMPINAS E REGIÃO –
SINSECAMP, com vigência de 1º de junho de 2024 a 31 de maio de 2025.

A íntegra da Convenção Coletiva de Trabalho encontra-se à disposição dos sócios e
contribuintes no site do SINDHOSP, www.sindhosp.org.br ícone Jurídico/Convenções
Coletivas.

São Paulo, 29 de outubro de 2024.

FRANCISCO ROBERTO BALESTRIN DE ANDRADE
PRESIDENTE

Base Territorial: Águas De Prata, Águas De Lindóia, Águas De São Pedro, Aguaí,
Americana, Amparo, Analândia, Araras, Artur Nogueira, Atibaia, Bom Jesus Dos
Perdões, Bragança Paulista, Brotas, Cabreúva, Caconde, Campinas, Campo Lindo
Paulista, Capivari, Casa Branca, Charcheada, Conchal, Cordeirópolis, Corumbataí,
Cosmópolis, Divinolândia, Elias Fausto, Engenheiro Coelho, Espírito Santo Do Pinhal,
Estiva Gerbi. Holambra, Hortolândia, Indaiatuba, Ipeúna, Iracemápolis, Itapira,
Itatiba, Itarapina, Itobi, Mocóca, Itú, Itupeva, Jaguariuna, Jarinu, Joanópolis, Jundiaí,
Leme, Limeira, Lindóia, Louveira, Mogi-Guaçu, Mogi-Mirim, Mambuca, Monte Alegre
Do Sul, Monte Mor, Morungaba, Nazaré Paulista, Nova Odessa, Paulínia, Pedra Bela,
Pedreira, Pinhalzinho, Piracaia, Piracicaba, Piraçununga, Rafard, Rio Claro, Rio Das
Pedras, Saltinho, Salto Santa Bárbara Do Oeste, Santa Cruz Da Conceição, Santa Cruz
Das Palmeiras, Santa Gertrudes, Santa Maria Da Serra, Santo Antonio Da Posse,
Santo Antonio Do Jardim, São João Da Boa Vista, São José Do Rio Pardo, São Pedro,
São Sebastião Da Gama, Serra Negra, Socorro, Sumaré, Tambaú, Tapiratiba,
Torrinha, Tuiutí, Valinhos, Vargem, Vargem Grande Do Sul, Várzea Paulista, Vinhedo.

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Firmada CCT com empregados da saúde de Araçatuba e Região

Informe SindHosp Jurídico nº 105-A/2024

FIRMADA CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO COM O SINDICATO DOS
EMPREGADOS EM ESTABELECIMENTOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE DE
ARAÇATUBA E REGIÃO – SEESSATA, VIGÊNCIA DE 1º DE JUNHO DE 2024 A
31 DE MAIO DE 2025.

Informamos que o SindHosp firmou Convenção Coletiva de Trabalho com o
SINDICATO DOS EMPREGADOS EM ESTABELECIMENTOS DE SERVIÇOS DE
SAÚDE DE ARAÇATUBA E REGIÃO – SEESSATA, com vigência de 1º de junho de
2024 a 31 de maio de 2025.

A íntegra da Convenção Coletiva de Trabalho encontra-se à disposição dos sócios e
contribuintes no site do SINDHOSP, www.sindhosp.org.br ícone Jurídico/Convenções
Coletivas.

São Paulo, 22 de outubro de 2024.

FRANCISCO ROBERTO BALESTRIN DE ANDRADE
PRESIDENTE

Base Territorial: Andradina, Araçatuba, Auriflama, Avanhandava, Barbosa, Bento
de Abreu, Bilac, Birigui, Braúna, Castilho, Clementina, Coroados, Gabriel Monteiro,
Gastão Vidigal, General Salgado, Glicério, Guaiçara, Guaraçaí, Guararapes, Ilha
Solteira, Lavínia, Lins, Mirandópolis, Monções, Murutinga do Sul, Nova Independência,
Palmeira d’Oeste, Penápolis, Pereira Barreto, Piacatu, Promissão, Queiroz, Rubiácea,
Santo Antônio do Aracanguá, Santópolis do Aguapeí e Valparaíso.

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Fórum discute futuro da saúde no CONAHP 2024

A FESAÚDE-SP e o SindHosp promoveram durante o Congresso Nacional de Hospitais Privados de 2024 o Fórum Saúde & Gestão. Foram palestras e debates que abordaram alguns dos temas mais relevantes em discussão dentro da comunidade da saúde, no Brasil e no mundo. Das soluções digitais, passando pelo uso de dados e a inteligência artificial, até a complexidade e os desafios que estão postos ao sistema brasileiro de saúde, incluindo a rede privada de hospitais, clínicas e laboratórios. “Temos mudanças importantes em curso na nossa área da saúde e precisamos discuti-las”, destacou na abertura do evento Francisco Balestrin, presidente da FESAÚDE-SP e do SindHosp.

Soluções digitais

Na palestra de abertura, Jennifer Schulze, líder do Programa Global de Saúde Digital da KPMG Internacional, e Leonardo A. Giusti, sócio, líder de C&Ops e IGH da KPMG no Brasil, trataram do tema “Transformação da Saúde com Soluções Digitais” na esteira do lançamento do e-book “Uso de Dados e a Inteligência Artificial (IA) na Saude”. Clique aqui e baixe a publicação eletrônica.

Para Jenifer Schulze, a transformação é uma jornada e o que precisamos fazer é uma transição do cuidado. “A tecnologia não é a solução para tudo, apenas parte do processo, e os robôs não vão assumir tudo”, enfatizou a palestrante. “Entre as principais mudanças na saúde estão o foco não mais na doença, mas no bem-estar e na promoção e na prevenção da saúde, a tomada de decisão por múltiplos médicos, a transição de uma medicina genérica para uma personalizada e o uso das soluções digitais, num primeiro momento para evitar prejuízos com altas tardias, por exemplo. Por isso, para mergulharmos mais fundo na IA, temos de resolver questões como prontuário eletrônico e plataforma na nuvem”.

Leonardo Giusti concorda que a tecnologia digital não chega para substituir a mão de obra humana. “O que estamos assistindo é ao uso da tecnologia para a realização de tarefas ordinárias, administrativas, repetitivas, para liberar o corpo clínico para cuidar da jornada do paciente, reduzindo custos e aumentando a eficiência”, chamou a atenção Giusti. “Na KPMG, forneci meus dados para serem rodados numa IA, que sugeriu exames e fez recomendações. Ao serem submetidos a uma revisão humana, descobrimos resultados bastante assertivos. O médico me disse que recomendaria 90% do que a máquina falou”. Segundo ele, o desafio talvez esteja mais na transformação cultural de adaptação das pessoas do que no desafio técnico propriamente dito.

IA em debate

Diante do lançamento do e-book “Uso de dados e IA na Saúde”, o Fórum Saúde & Gestão propôs um debate e reuniu especialistas para fornecer uma compreensão mais abrangente de como a IA pode ser integrada nas rotinas de trabalho, destacando os impactos positivos na gestão hospitalar, no atendimento ao paciente e na pesquisa médica.

Participaram do debate Vivian Jonke, cardiologista e docente de MBA Gestão Executiva, Negócios e Health Tech, com o ponto de vista operacional; Giovanni Guido Cerri, presidente do ICOS, com a perspectiva da regulamentação; Rodrigo Gosling, Sales Consulting Senior Director da Oracle, da área de TI, e João Carlos de Campos Guerra, vice-presidente do Conselho SindHosp, com o olhar da assistência. Moderou o debate Bianca Simon, gerente Healthcare&Life Sciences na KPMG Brasil.

Para Rodrigo Gosling, da Oracle, a pandemia acelerou a transformação digital, mas a jornada ainda requer coleta e uso de dados, com curadoria de dados, de forma responsável e inteligente. “Precisa haver coordenação entre os atores, incluindo o paciente, o hospital, os prestadores de serviço, a fonte pagadora e assim por diante. Tudo isso passa por transformação cultural, custo, coordenação e comprovação de benefícios”, apontou o convidado.

A médica Vivian Jonke falou sobre a IA nas operações hospitalares. Segundo ela, há inúmeras oportunidades, ainda que a resistência cultural das pessoas seja uma barreira importante. “Estamos falando de eficiência e excelência operacional, e segurança paciente. De tomada de decisão baseada em dados, suporte ao atendimento, manutenção preditiva, redução de custo em energia, entre outras transformações”, elencou a cardiologista.

O hematologista João Guerra abordou o tema do ponto de vista do paciente, da jornada assistencial. “Fizemos experimentos na alta complexidade, com software monitorando os pacientes, e tivemos resultados promissores, com queda de mortalidade de 85% e redução média de internação de 25 dias, além de diminuição de transfusões. No fim, há uma economia sistêmica ao se evitar complicações”, detalhou Guerra.

O radiologista Giovanni Guido Cerri elogiou os avanços tecnológicos, mas lembrou que o aspecto mais preocupante neste momento é a questão regulatória. “A tecnologia digital e a IA ‘se venderam’ mal até aqui, pois são vistas como algo ameaçador. Quantas vezes ouvi que meu trabalho ia desaparecer por causa da IA. E não é isso! A IA é e será cada vez mais uma ferramenta fundamental para o profissional da saúde. Acho que não temos de ter pressa para regular a IA, é difícil regular algo em evolução, e isso pode inibir a inovação”, sustentou Cerri.

Saúde, complexidade e glosa

Com mais uma convidada internacional, a segunda palestra do dia tratou do tema “Navegando na Complexidade – Implicações no contexto da Saúde”. A consultora sul-africana Sonja Blignaut, co-founder and managing director Complexity Fit, e Marcelo Cardoso, fundador da Chie, falaram sobre o assunto.

Trabalhando com a Teoria da Complexidade há anos, Sonja Blignaut diz que os humanos não gostam de complexidade ou ambiguidade. “Queremos vilões e heróis claros, amamos ter certeza. Queremos um contexto previsível, com clareza, certeza, controle e conforto. Mas não podemos ignorar a complexidade, levando em conta que tudo está conectado a tudo. A complexidade não é um problema, é a vida, e temos de aprender como lidar com ela”.

Segundo ela, em um ecossistema de saúde, por exemplo, para poder inovar, enfrentar os desafios do futuro, é preciso que haja um espaço adaptativo, onde se possa fracassar sem grandes riscos. “Temos de criar condições na busca por novos caminhos, como é o caso da relação com as máquinas inteligentes. Precisamos saber honestamente onde estamos e também de um horizonte para onde vamos. Entender o que é inegociável e sermos coerentes com o que não queremos. Feito isso, precisamos de um ambiente seguro para fracassar, além de dimensionar os recursos financeiros de que precisamos, sempre trabalhando com feedbacks, porque as coisas mudam”, detalhou Sonja Blignaut. “Precisamos entender que não estamos presos no trânsito, mas que somos o trânsito, ou seja, somos parte do problema que queremos enfrentar”.  

Marcelo Cardoso chamou a atenção para o impasse em torno das glosas para exemplificar a questão da complexidade. “Temos de um lado um exército trabalhando para que haja a glosa e, do outro, um exército para que não haja. No fim, todos se comportam para maximizar resultados, pagar por processos, e temos menos saúde, o que quebra o sistema. A solução é buscarmos mecanismo de incentivo, para equilibrar o sistema. Quando uma baleia e uma árvore valerem mais vivos, ganhamos. Na saúde, não podemos valorizar aumento de custo porque isso aumenta o PIB. Tem de ser o contrário, temos de ter mais saúde com menor custo”.

O sistema brasileiro

No último debate de dia, três convidados especiais discutiram “A Complexidade do Sistema de Saúde Brasileiro”. Participaram da roda o médico Luiz Henrique Mandetta, ex-ministro da Saúde do Brasil, Jean Gorinchteyn, diretor técnico-científico da FESAÚDE-SP e ex-secretário da Saúde de São Paulo, e Adriano Massuda, secretário de Atenção Especializada à Saúde do Ministério da Saúde, moderados por Francisco Balestrin, presidente do Conselho da FESAÚDE-SP e do SindHosp.

O ex-ministro Henrique Mandetta abriu o debate. Ele lembrou que nenhum país tem um sistema como o SUS. “São 340 mil agentes de saúde, 100 mil a mais do que as Forças Armadas, com comando único. A solução tem de ser pelo SUS, mas existem desafios. Tem o desafio político, uma vez que a política se sobrepõe à lógica, é sempre pragmática. Tem a questão dos planos de saúde, cujos preços sobem enquanto a renda da população cai. A digitalização continua sendo um desafio. Em compensação, temos o recorde mundial de pessoas vacinadas em um dia, ninguém vacina como a gente. A situação é complexa, mas há caminhos”.

O sanitarista Adriano Massuda reitera que o Brasil tem o melhor Programa Nacional de Imunização (PNI) do mundo. Também chama a atenção para a universalidade e a integralidade do SUS. “Além das vacinas, veja a eficiência em questões como transplantes e medicamento gratuito para portadores de HIV, assim como nossos conselhos, bastante sofisticados. Mas fizemos uma reforma parcial, incompleta, do sistema. Há uma contradição no financiamento do sistema. O investimento no SUS tem de ser de pelo menos 6% do PIB e os recursos precisam ser alocados no local certo, já que as emendas parlamentares e os recursos judiciais drenam a verba”. Segundo o secretário, o primeiro passo para começar a resolver a questão da saúde é reduzir as filas. “Uma discussão da equipe de atenção com especialista já resolve dois terços dos casos, eis uma ótima aplicação da telessaúde”.

O também médico Jean Gorinchteyn concorda que o “cobertor é curto”. “Mas temos de entender que as pessoas vivem no município, daí a importância de as prefeituras atuarem nas agendas prioritárias que apontamos em nosso ‘Guia de Ações Municípios Saudáveis’, destacando doenças crônicas, saúde mental, envelhecimento saudável, controle de epidemias e transformação digital. Para isso, precisamos de recursos, valorizando esforços como o SUS Paulista, para dar assistência à saúde”, pontuou o ex-secretário. Para baixar o Guia de Ações Municípios Saudáveis, clique aqui.

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