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Ana Paula

OS cursos do SINDHOSP de agosto estão imperdíveis

O SINDHOSP durante o mês de agosto tem agenda de cursos para três cidades: Ourinhos, Sorocaba e Santo André. Os cursos são voltados para capacitação e aprimoramento de profissionais da área de saúde.

Em Ourinhos, no Hotel Pousada Ourinhos, o curso “Básico de finanças” será realizado no dia 26 de agosto e é voltado para profissionais que atuam em clínicas, laboratórios e hospitais e que precisam se capacitar na gestão financeira para a tomada de decisões. Clique e saiba mais sobre o curso.

Já Sorocaba e Santo André, recebem nos dias 22 e 28 de agosto o curso “Excelência no Atendimento – Modelo Disney de Encantamento”, com o objetivo de capacitar profissionais a desenvolver e implantar a “Qualidade Disney” em suas atitudes diárias, tornando o atendimento um grande diferencial junto aos clientes internos e externos. Se tiver interesse pelo curso em Santo André clique aqui.

Para o mesmo curso em Sorocaba, acesse mais informações.

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AGE discute contraproposta do Sindicato dos Empregados da Saúde de São José dos Campos

O SINDHOSP convoca representantes dos estabelecimentos de serviços de saúde de São José dos Campos e região para Assembleia Geral Extraordinária (AGE) que irá discutir a contraproposta apresentada pelo Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos de Serviços de Saúde de São José dos Campos e Região. A data-base da categoria é 1º de maio e até o momento não se chegou a um acordo entre patrões e empregados.

A AGE acontece no dia 31 de julho, no escritório regional do SINDHOSP em São José dos Campos, às 10h30 em primeira convocação, e ás 11h, em segunda. O escritório regional do SINDHOSP em São José dos Campos está localizado na Av. Dr. João Guilhermino, Nº 261 – 12º andar – sala 122.

 

Acesse a íntegra da convocação

 

Tenha acesso à credencial de voto

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André Medici debate Plano Real e a viabilidade do SUS

O economista André Medici publicou, em seu blog Monitor da Saúde, um artigo onde aborda os impactos do Plano Real, criado pelo então ministro da Fazenda, Fernando Henrique Cardoso (PSDB), na gerência do Sistema Único de Saúde (SUS).

Confira:

"O Plano Real e a Viabilidade do SUS"

Ano 13, No. 95, Julho de 2019

O SUS antes do Plano Real[i]

Com o jubileu de prata do Plano Real, comemorado no dia 1º de julho de 2019, muitas matérias tem sido publicadas pela imprensa sobre seus efeitos positivos de longo prazo na economia brasileira. Mas poucos se dão conta de que várias políticas públicas, incluindo a de saúde, só conseguiram ter viabilidade após a estabilização econômica trazida pelo Plano Real.

Para quem não se lembra, embora o Sistema Único de Saúde (SUS) tenha sido criado com a Constituição de 1988, poucas medidas avançaram em sua implantação entre 1988 e 1994 devido à hiperinflação. Por causa dela, faltaram condições que permitissem realizar gastos correntes crescentes e investimentos de médio e longo prazo necessários ao SUS, bem como para que o novo sistema de saúde pudesse funcionar e implementar políticas que brindassem aos brasileiros maior cobertura e qualidade dos serviços de saúde, como proclamava a nova Carta Constitucional.

Desde o Plano Cruzado, em 1986, o governo brasileiro vinha tentando um plano de estabilização econômica que pudesse acabar com as elevadas taxas de inflação vigentes no país. Mas ,somente a partir de 1994, no final do Governo Itamar Franco, tendo Fernando Henrique Cardoso como Ministro da Fazenda e uma equipe técnica de elevada competência, foi possível, através do Plano Real, alcançar uma estabilidade econômica durável que permitisse que orçamentos públicos tivessem seus valores reais preservados.

Entre 1988 e 1994 as elevadas taxas de inflação impediram a criação de um ambiente institucional para a implementação do SUS. Por exemplo, uma medida fundamental – a unificação do antigo Instituto Nacional de Assistência Médica da Previdência Social (INAMPS) com o Ministério da Saúde, prevista pela Constituição logo após sua promulgação, ocorreu de fato em 1993, quando o INAMPS foi extinto e suas funções incorporadas a Secretaria de Ações de Saúde (SAS) do Ministério da Saúde, com reais implicações orçamentárias somente a partir de 1995. Fontes de financiamento adicionais para a saúde, estabelecidas no chamado orçamento da seguridade social (OSS), onde se incluiam além das contribuições previdenciárias, as contribuições sobre o lucro e o faturamento, ficaram muito aquém do dos 30% do OSS prometidos pelo Governo.

As Leis 8080 e 8142 de 1990, e as Normais Operacionais do SUS números 01, 02 e 03, entre 1991 e 1993, que detalharam a implementação do SUS e definiram critérios operacionais para o investimento e custeio em saúde e para a partilha de recursos entre União, Estados e Municípios, através de incentivos que permitissem melhor alocação de gastos, não foram implementadas em função da falta de visibilidade dos recursos orçamentários e da autofagia fiscal decorrente da elevada inflação. 

O valor dos serviços pagos aos hospitais públicos e contratados (através da autorização de internação hospitalar – AIH) despencaram. Com as unidades de saúde desfinanciadas e sem condições de prestar os serviços prometidos, engrossavam as reclamações da população insatisfeita[ii].

Com todos estes problemas, os gastos públicos totais em saúde entre 1989 e 1993, incluindo o dos estados e municípios, tiveram uma queda real de 35,2% e os gastos federais com saúde cairam 46,3% no mesmo período.  

A tabela 1 mostra a redução dos gastos públicos em saúde no período pré-Plano Real e as altas taxas de inflação vigentes.

 
Tabela 1 – Gastos Públicos em Saúde e Taxas de Inflação no Brasil: 1989-1993
Anos
Gastos Públicos com Saúde (Em R$ milhões de 2018) (1)
Taxas Anuais de Inflação em Porcentagem (IPCA) (2)
Totais (Federais+Estaduais+Municipais)
Federais

FEHOESP apoia novo modelo de financiamento da atenção primária

O presidente da FEHOESP, Yussif Ali Mere Jr, ocupou espaço no Painel do Leitor da Folha de S., Paulo, no dia 20 de julho, manifestando apoio à iniciativa do Ministério da Saúde de mudar a forma de financiamento da atenção primária à saúde, a assistência prestada pelas equipes de saúde da família e unidades básicas de saúde. O jornal divulgou com exclusividade, no último dia 19 de julho, matéria relatando essas mudanças.

A ideia do Ministério é que os serviços sejam pagos pelo número de cidadãos cadastrados e pelo desempenho das equipes que cuidam da atenção primária. “Essa performance será medida através de indicadores como controle de algumas doenças crônicas, como diabetes e hipertensão, e qualidade do pré-natal. A ideia é ótima, pois exige dos gestores municipais maior controle e planejamento”, adianta o presidente da FEHOESP, Yussif Ali Mere Jr.

Dois tipos de pisos de atenção básica existem atualmente. O primeiro é fixo e pago de acordo com a população de cada cidade, medida pelo IBGE, e varia entre R$ 23 e R$ 28. O outro leva em consideração o número de equipes de saúde da família de cada município, e oscila entre R$ 7.100 e R$ 10.600 por equipe. “Hoje não sabemos quantas pessoas são atendidas por essas equipes e qual o resultado desse atendimento, por isso a FEHOESP apoia a nova medida e vamos acompanhar a sua implementação”, afirma Yussif Ali Mere Jr.

 

          Clique aqui e leia a íntegra da manifestação do presidente da FEHOESP na Folha

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SINDHOSP reestrutura serviços no Interior

Para atender à nova realidade do mercado, o SINDHOSP está reestruturando suas instalações do Interior do Estado. “Tivemos que nos adaptar ao momento do país. Nossa principal preocupação foi a de manter no Interior o atendimento in loco, personalizado, a realização de cursos, eventos, enfim, todos os serviços que oferecemos”, adianta o presidente do SINDHOSP, Yussif Ali Mere Jr.

A partir de 1° de agosto, os serviços nas regiões de Campinas, Bauru, Santos e Santo André serão remodelados. Outras regionais passarão a dar sustentação ao trabalho dos representantes regionais e alguns telefones serão desativados. Veja como ficará a nova reestruturação dos serviços do SINDHOSP no Interior:

BAURU

Os telefones (14) 3223-4747, (14) 3223-4718 e o escritório físico da regional de Bauru serão desativados. Associados e contribuintes da região de Bauru que necessitem alguma informação ou serviço do Sindicato devem entrar em contato com a regional de São José do Rio Preto pelos telefones (17) 3232-3030 ou (17) 3231-6048, assistente Susi. Gabriel Valentim continua como representante regional e atende pelo celular (14) 99875-5246.

CAMPINAS

Os telefones (19) 3233-2655, (19) 3233-2676 e o escritório físico da regional de Campinas serão desativados. Para contato, associados e contribuintes devem utilizar os números da regional de Sorocaba: (15) 3233-0822 ou (15) 3233.6660, assistente Érica. Se preferirem, podem entrar em contato direto com o representante regional José Benedito Filho, celular (19) 99796-3312.

SANTO ANDRÉ

O escritório físico e o telefone (11) 4427-7047 serão desativados. A sede do SINDHOSP, em São Paulo, dará suporte a essa região. Para contato basta utilizar o número da matriz (11) 3224-7171, assistente Cintia. O representante regional Reinaldo José Tocci continua atendendo pelo celular (11) 99991-0713.

SANTOS

O telefone (13) 3233-3218 e o escritório físico da regional Santos também serão desativados. Para contato, associados e contribuintes da Baixada Santista podem utilizar o número da matriz do SINDHOSP (11) 3224-7171, assistente Cintia. Alex Tavares continua prestando serviços na região e está à disposição do setor pelo celular (13) 99712-6098.

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FEHOESP e SINDHOSP apoiam Congresso Nacional de Diabetes

A FEHOESP e o SINDHOSP estão apoiando institucionalmente o 24º Congresso Brasileiro Multidisciplinar em Diabetes, que acontece de 25 a 28 de julho, em São Paulo.

O evento contará com 32 Simpósios na grade e 200 palestras e debates, com ampla abordagem e discussão sobre os temas atualizados, além de Simpósios Satélite com grande foco na prática diária. 

Voltado para todos os profissionais de saúde, as inscrições para o Congresso estão abertas e podem ser feitas pelo site da Associação Nacional de Atenção ao Diabetes (ANAD) clicando aqui.

Serviço
24º Congresso Brasileiro Multidisciplinar em Diabetes
De 25 a 28 de julho
Rua Vergueiro, 1211 – Paraíso, São Paulo – SP

 

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FEHOESP lança alerta pelo atendimento certo no lugar certo

No dia em que o Brasil comemora o Dia do Hospital, 2 de julho, a FEHOESP- Federação dos Hospitais, Clínicas e Laboratórios do Estado de São Paulo divulgou para a imprensa nacional um release denfendendo um modelo assistencial que priorize a prevenção, a atenção básica e o atendimento “no lugar certo”. O presidente da Federação, Yussif Ali Mere Jr, explica que o modelo assistencial que predomina atualmente no país é hospitalocêntrico, ou seja, centrado no hospital.  “Muitos pacientes acabam procurando os prontos-socorros de hospitais por oferecerem atendimentos mais rápidos e eficientes, quando na verdade deveriam procurar um consultório, uma UBS, um posto de saúde”, alerta.
Ele explica que o hospital é um elo importante da cadeia de saúde, mas pela complexidade, estrutura e tecnologias que dispõe, deveria tratar prioritariamente casos mais complexos. “Hoje, pelas deficiências do sistema de saúde brasileiro, tanto público quanto privado, o hospital acaba suprindo as falhas do sistema e vira, muitas vezes, porta de entrada”.
A Federação, que hoje representa cerca de 55 mil serviços privados de saúde, defende um sistema de saúde hierarquizado e integrado, onde ações de assistência se complementem. Nesse contexto, é preciso valorizar as ações de promoção e prevenção e toda rede assistencial, que começa com o programa médico de família, os serviços primários de saúde, os consultórios, as UBS, os ambulatórios de especialidades, os serviços de diagnósticos, as clínicas até chegar ao hospital.
Nessa cadeia – explica o presidente da Federação – o hospital fica como uma das últimas opções por se tratar de um equipamento de alto custo. “É importante esclarecer que quem precisa de hospital deve ter acesso a ele. Defendemos apenas uma hierarquização da assistência em benefício do cidadão e da sustentabilidade do sistema de saúde, que precisa ser mais resolutivo e eficiente”, afirma.
 
Como mudar isso?
 
A FEHOESP defende a informatização total do sistema, com integração de dados de saúde públicos e privados; a melhoria do atendimento primário e secundário, especialmente no SUS; o enfoque em ações preventivas que destaquem hábitos saudáveis e o esclarecimento da população.
“O hospital sempre foi – desde sua origem histórica – um local de acolhimento. Sofrer, padecer de algum mal ou simplesmente suspeitar que está doente leva o paciente a pensar no hospital como um lugar adequado para resolver seus problemas. Mas, na verdade, precisamos conscientizar a população que nem sempre isso é verdadeiro. As autoridades de saúde também precisam agir para tornar o sistema de saúde mais eficiente”, destaca Yussif.
 Para conscientizar a população sobre como procurar o atendimento certo no lugar certo, a FEHOESP fará posts em suas redes sociais durante o mês de julho e comunicados online aos seus associados.

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Hospital de transição promove ganho em todas as pontas da cadeia

Por Eduardo Ferreira Santana*

Sabemos que toda mudança gera desconforto. E tudo o que é novidade, certa desconfiança. Então quando começamos a instituir o conceito dos hospitais de transição e retaguarda no país, estávamos preparados para enfrentar o receio tanto do sistema quanto dos pacientes. Hoje nossa luta está em provar a imensa quantidade de benefícios que essas instituições são capazes de gerar.

Por aqui, os hospitais de transição estão ganhando espaço no cenário de saúde brasileiro, assim como vêm acontecendo nos EUA nas últimas décadas. E já é possível apresentar de forma mais transparente e contundente todas as vantagens do investimento em um formato de cuidado que coloca o paciente no centro de atenção ao mesmo tempo em que contribui com a redução de custos.

O Brasil tem um sistema de saúde inchado e praticamente insustentável. A inflação do setor é uma das mais altas da nossa economia e, na atualidade, a saúde já consome praticamente 10% do PIB. É preciso investir em mudanças imediatas se quisermos continuar ofertando um sistema de saúde para todos.
 
Dentre tantas mudanças que precisam ser iniciadas, que vão desde os modelos de remuneração até mesmo o enfoque na atenção básica, está o acesso dos pacientes a hospitais de transição que tratarão as pessoas com toda a qualidade e com todos os recursos necessários, evitando que ela se mantenha internada em um hospital de alta complexidade sem real necessidade.

Apostar nessa linha é garantir um melhor atendimento à população e, também, um maior respiro ao sistema. Pacientes com internações de longa permanência vêm ocupando leitos em hospitais de alta complexidade gerando um duplo problema: em primeiro lugar, o ambiente hospitalar ao mesmo tempo em que trata o paciente o expõe à diversas possibilidades de infecções hospitalares e é sempre benéfico garantir que ele tenha alta o mais rápido possível. Na outra ponta, o hospital está direcionando seus recursos a um paciente que não demanda tanta infraestrutura, mas ainda não está apto a voltar para casa e retomar suas atividades.

Trabalhando a desospitalização de forma extremamente segura, um hospital de transição é capaz de receber o paciente oferecendo todo o atendimento necessário para que ele complete sua reabilitação e retorne o mais rápido possível às suas atividades rotineiras. O foco não está em antecipar a alta hospitalar, mas sim em garantir que ele siga seu tratamento no melhor ambiente possível, em um espaço equipado e com uma equipe multidisciplinar provendo atenção 24 horas por dia.

Na Nobre Saúde, por exemplo, que é o primeiro hospital de transição e retaguarda do Grande ABC, em São Paulo, temos um time de médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, psicólogos, nutricionistas, farmacêuticos, terapeutas ocupacionais, dentistas e assistentes sociais. Além disso, nossas instalações estão adaptadas para receber inclusive pacientes saídos diretamente da UTI (Unidade de Terapia Intensiva), oferecendo todo o cuidado necessário para a continuação do tratamento hospitalar por uma curta, média ou longa permanência.

Além de todos os benefícios clínicos – e financeiros – há o foco em humanização. Em um hospital de transição, ao contrário do padrão instituído nas entidades hospitalares tradicionais, há uma hospitalidade muito mais calorosa. Os quartos não são quartos frios, típicos do ambiente hospitalar. O paciente pode personalizar o espaço, trazer fotos e detalhes que o farão sentir-se em casa.

Além disso, a família do paciente é acolhida juntamente com ele. Esses familiares também receberão a atenção devida pois reconhecemos que manter a família por perto é sinônimo de motivação e melhorias na saúde do paciente. E tendo os familiares acompanhando a recuperação, auxiliamos na criação de um núcleo familiar que amparará o paciente quando ele retornar para casa, contribuindo enormemente com a recuperação completa dele com passar do tempo. Assim, dentro da Nobre Saúde, os familiares têm acesso irrestrito.

Temos diversos casos de pacientes ainda jovens que, aos 30 ou 40 anos de idade, sofreram um AVC, passaram por um intensivo trabalho de reabilitação dentro da nossa instituição e, em menos de três meses, tinham retornado para suas casas realizando as atividades do dia a dia sem qualquer necessidade de utilização de equipamentos hospitalares.

E dentre os mitos que estamos trabalhando para derrubar, podemos explicar que hospitais de transição não são casas de repouso. Essas casas também têm seu importante papel dentro do sistema de saúde, mas não oferecem toda a infraestrutura para um paciente recém desospitalizado. Hospitais de transição, além da equipe multidisciplinar que garante a segurança do paciente, são espaços de saúde habilitados a promover a assistência especializada em cuidados paliativos e reabilitação e contam, também, com a realização de exames como hemogramas, raio X e ultrassonografia, além de outros procedimentos diversos.

Enfim, os hospitais de transição chegam não para concorrer com outros serviços que já estão adaptados ao nosso sistema. Não são concorrentes de hospitais de alta complexidade, nem de casas de repouso e não concorrem com atendimentos no formato homecare. São instituições que chegam para somar e para garantir que o paciente esteja sempre no centro da atenção e do cuidado.

*Eduardo Ferreira Santana é fundador e diretor executivo da Nobre Saúde. É o responsável pela fundação do Comitê de Jovens Empreendedores em Saúde da Fiesp e representante dos Jovens Empreendedores no Comsaúde (Comitê da Cadeia Produtiva da Saúde e Biotecnologia) da Fiesp.

Fonte: Blog do Fausto Macedo/ Estadão

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