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Ana Paula

Lembrete: entrega da Escrituração Contábil Fiscal (ECF) termina em 31/7

A entrega da Escrituração Contábil Fiscal (ECF) 2019 referente ao ano base de 2018 termina no dia 31 de julho.

A ECF está normatizada pela Instrução Normativa da Receita Federal nº 1.422, de 19 de dezembro de 2013; inicialmente alterada pela IN RFB nº1.489/2014, e com a última alteração pela IN RFB nº 1.633, de 03 de maio de 2016

Obrigação acessória dentro do Sistema Público de Escrituração Digital (SPED), a ECF substitui a antiga Declaração do Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (DIPJ), quanto aos tributos do Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL).

A base das informações, a ser recuperada para a ECF, vem da entrega da Escrituração Contábil Digital (ECD), conhecida como Livro Diário, onde estão todos os lançamentos contábeis da empresa.

Utilizar o chamado “de-para”, o relacionamento entre o Plano de Contas Societário e o Plano de Contas Referencial da empresa, essencial facilitador para o envio das informações.

A obrigatoriedade é para as empresas optantes pelos regimes tributários de Lucro Real, Lucro Presumido, imunes ou isentas.

Estão dispensadas as empresas optantes do Simples Nacional, órgãos públicos, autarquias, fundações públicas e as inativas.

Caso a empresa possua filiais a entrega da ECF precisa ser realizada pela matriz. As penalidades pela não entrega são multas calculadas de acordo com o regime tributário da empresa.

Observar nos casos de extinção, cisão parcial, cisão total, fusão ou incorporação, a ECF deverá ser entregue pelas pessoas jurídicas extintas, cindidas, fusionadas, incorporadas e incorporadoras, até o último dia útil do 3º (terceiro) mês subsequente ao do evento.

Fonte: Massao Hashimoto, consultor contábil do INtruir

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Para sobreviver, esteja preparado

Economista e contador com pós-graduação em Finanças, João Luis Romitelli atua na área da saúde desde 1983. Começou a carreira como auditor na Arthur Andersen, depois atuou no setor de agronegócio até ser convidado a ocupar cargo de direção no Grupo São Francisco, de Ribeirão Preto, em 1993, onde desenvolveu o sistema de custos no plano e estabelecimentos de saúde do Grupo. Romitelli também trabalhou por anos ao lado do professor Afonso Matos, na Planisa, e hoje dirige a própria empresa: a Teorema Contabilidade, Auditoria e Assessoria.

Nesta entrevista exclusiva, Romitelli assegura que as empresas que estiverem despreparadas para os desafios do mercado de saúde terão problemas de sobrevivência. Confira essa e muitas outras notícias na edição de junho da Revista FEHOESP 360

FEHOESP 360: Como foi sua entrada na área da Saúde?
João Luis Romitelli:
Fui escolhido. Estava trabalhando em Goiânia, entre 1989 e 1993, na área de agricultura e fui convidado pelo Grupo São Francisco para trabalhar em Ribeirão Preto. O André Pessoa, filho de um dos donos, que trabalhou comigo na Arthur Andersen, me convidou para ir para Ribeirão e, assim, começou minha história no setor. Fui durante 11 anos diretor Financeiro do Grupo. Montei a Teorema e começamos a prestar serviços para o mercado, principalmente quando começou o processo de criação da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Aos poucos, em comum acordo com o São Francisco, fui me desligando do Grupo e passei a atuar em assessoria e consultoria para planos de saúde e hospitais.

360: Com a sua experiência em saúde, como o sr. vê o mercado atualmente e quais os principais desafios?
JLR:
Trata-se de um mercado grande, que propicia muitas oportunidades de trabalho. Analisando o sistema público, temos o Sistema Único de Saúde (SUS) que, teoricamente, é muito bem concebido. A filosofia SUS é quase perfeita, mas o sistema carece de recursos. E temos um sistema privado que vive um grande processo de concentração, tanto na área de operadoras de planos de saúde, quanto de hospitais e serviços de diagnóstico. Recentemente, a Hapvida, operadora que atuava no Nordeste, comprou o Grupo São Francisco por R$ 5 bilhões. A Hapvida enxergou nesse negócio a oportunidade de crescer em outra região do país. Este é apenas um exemplo de como esse mercado está se movimentando.

360: Na sua opinião, quais os impactos da consolidação para os prestadores de serviços?
JLR:
Esse processo de concentração certamente vai causar impactos entre os associados da FEHOESP, como clínicas de imagem e laboratórios de análises clínicas, segmentos que estão passando por uma grande concentração. Quem for pequeno e despreparado para enfrentar essa nova realidade vai ter problemas de sobrevivência. 

"Quem for pequeno e estiver despreparado para enfrentar essa nova realidade de concentração de mercado, vai ter problemas de sobrevivência".

360: Quando o sr. fala “despreparado”, o que exatamente quer dizer?
JLR:
Poucas empresas hoje realmente conhecem seus custos. É assustador. Ainda é baixo o número, e quando operadoras compram serviços dessas empresas que não conhecem seus próprios custos, na hora de negociar uma tabela fica difícil, porque do outro lado está uma empresa grande, com executivos que sabem negociar e também sabem quanto custa cada procedimento. Para um estabelecimento de saúde que não sabe quanto custa seus exames, por exemplo, a chance de fazer um mau negócio é enorme. Nesse processo de negociar mal, associado à concentração, a chance de não sobreviver no mercado é grande. Por isso, é fundamental que essas empresas, independentemente do seu tamanho, conheçam seus custos e organizem suas informações financeiras. É um processo que não acontece do dia para a noite, mas tem que começar.

"Se um estabelecimento não sabe o preço dos exames, a chance de fazer um mau negócio é enorme. É fundamental conhecer os custos".

360: Você colaborou na fórmula e concepção do Índice de Inflação dos Serviços de Saúde FEHOESP (IISSF). Qual a relevância desse dado para a gestão das empresas?
JLR:
Contribuí na revisão do índice que já existia e era divulgado pelo SINDHOSP há alguns anos. Recentemente fizemos uma atualização. Este é um índice que parte da estrutura de custos da saúde. Serviços do setor têm como principal custo a mão de obra, depois materiais e medicamentos e, por fim, serviços gerais, como limpeza, segurança, lavanderia, manutenção, entre outros. Passamos a atualizar cada item com indicadores inflacionários conhecidos, como o IGPM para contratos; INPC para mão de obra; FIPE Saúde para materiais e medicamentos e assim sucessivamente. A divulgação acontece mensalmente pela FEHOESP, que conta com profissionais que calculam esse índice.

360: O IISSF é importante na hora de negociar com a operadora, por exemplo?
JLR:
Para quem não conhece sua estrutura de custos, o índice é uma maneira de ver como estão evoluindo os custos do mercado. No mínimo, o gestor tem que ter uma noção
de como essa estrutura de custos está evoluindo. É um apoio para que a empresa, além de usar esse índice como parâmetro, possa ter ferramentas de negociação mais eficazes.

360: Em breve, os associados e contribuintes dos sindicatos ligados à FEHOESP poderão solicitar o cálculo do seu próprio Índice de Inflação de Serviços de Saúde Personalizado. Fale um pouco sobre os benefícios desse índice.
JLR:
Sim, a FEHOESP disponibilizará esse serviço em breve e trata- -se de um serviço muito importante para as empresas. Por exemplo, se a clínica A tem 70% de custos
com mão de obra, 20% em materiais e medicamentos e 10% em outros custos; e a clínica B tem 40% de seus custos com mão de obra, o impacto da inflação para cada uma delas é diferente. Para que possamos apoiar o estabelecimento de saúde com informa&

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Abramed abre inscrições para o 4º FILIS

Discutir o impacto que a transformação digital tem sobre o setor de saúde, o futuro da saúde e o papel da medicina diagnóstica no ciclo de cuidados do paciente. Esse é o objetivo do 4º FILIS – Fórum Internacional de Lideranças de Saúde, promovido pela Associação Brasileira de Medicina Diagnóstica (Abramed). O evento acontece em 30 de agosto, no Instituto Tomie Ohtake, em São Paulo, das 8h30 às 17h30.

Com o tema "Medicina Diagnóstica: mais valor para um sistema de saúde em transformação", a quarta edição do FILIS será ainda mais inovadora com a oferta de mais conteúdo para o desenvolvimento da cadeia de saúde. O objetivo do evento, além de aproximar os principais agentes e tomadores de decisão, é promover um espaço para debater as transformações do setor de saúde com participação ativa do público.

O FILIS já faz parte da agenda de gestores, especialistas e demais profissionais da saúde. Além de CEOs, presidentes e diretores, o evento contará com a presença de gestores, especialistas e profissionais da área técnica do setor.

Programação

O evento será formado por quatro módulos com uma hora de duração cada. Na parte da manhã, a programação será dividida em dois módulos. O primeiro levantará a questão regulatória do setor a partir das discussões "Órgãos regulatórios: como lidar com as inovações setoriais" e "Quais as mudanças que a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) trará para o setor de saúde". O painel "Healthtechs: transformando o acesso à saúde", integrante do segundo módulo, refletirá sobre o impacto da inovação em saúde ao falar sobre o advento das startups que surgem no setor.

A tarde iniciará com a premiação Dr. Luiz Gastão Rosenfeld, homenagem criada pela Abramed para reconhecer profissionais que fomentam o desenvolvimento e a melhoria da saúde no Brasil. A CEO da Abramed, Priscilla Franklin Martins, fará a entrega do prêmio. Na sequência, o terceiro módulo tratará sobre medicina diagnóstica, seu papel e sua participação no ciclo de cuidados. O evento se encerra com o quarto módulo, que discutirá o futuro da saúde e as formas de preparação para o que vem por aí no setor.

SERVIÇO:

4º FILIS (Fórum Internacional de Lideranças de Saúde)
30 de agosto, das 8h30 às 17h30
Instituto Tomie Ohtake
Rua Coropé, 88 – Pinheiros
Os ingressos podem ser adquiridos no site do FILIS.

 

Fonte: Dehlicom Assessoria de Imprensa

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Atualização de procedimentos para registro no COFEN

Divulgamos a Resolução nº 609/2019, do Conselho Federal de Enfermagem, que atualiza, no âmbito do Sistema Cofen/Conselhos Regionais de Enfermagem, os procedimentos para registro de especialização técnica de nível médio em Enfermagem concedida aos Técnicos de Enfermagem e aos Auxiliares de Enfermagem.

 

CONSELHO FEDERAL DE ENFERMAGEM 

RESOLUÇÃO Nº 609, DE 1º DE JULHO DE 2019

Atualiza, no âmbito do Sistema Cofen/Conselhos Regionais de Enfermagem, os procedimentos para registro de especialização técnica de nível médio em Enfermagem concedida aos Técnicos de Enfermagem e aos Auxiliares de Enfermagem.

O Conselho Federal de Enfermagem (Cofen), no uso das atribuições que lhe são conferidas pela Lei nº 5.905, de 12 de julho de 1973, e pelo Regimento da Autarquia, aprovado pela Resolução Cofen nº 421, de 15 de fevereiro de 2012;
CONSIDERANDO o disposto no art. 22, X e XI, do Regimento Interno do Cofen, aprovado pela Resolução Cofen nº 421/2012, que autoriza o Conselho Federal de Enfermagem a baixar Resoluções, Decisões e demais instrumentos legais no âmbito da Autarquia; 
CONSIDERANDO a Lei do Exercício Profissional nº 7.498/1986 e seu Decreto regulamentador nº 94.406/1987, que explicitam as atividades dos Técnicos de Enfermagem e dos Auxiliares de Enfermagem e o desempenho de suas funções, impõe se a qualificação com bases em critérios técnicos científicos;
CONSIDERANDO a Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, em especial o capítulo III do título V que reconfigura a Educação Profissional Brasileira;
CONSIDERANDO o Decreto nº 5.154 de 23 de julho de 2004, que regulamenta o parágrafo 2º, do artigo 36 e os artigos 39 a 41 da Lei nº 9.394/96, que estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional; CONSIDERANDO a Resolução CNE/CEB nº 01, de 3 de fevereiro de 2005, que atualiza as Diretrizes Curriculares Nacionais definidas pelo Conselho Nacional de Educação para o Ensino Médio e para a Educação profissional de Nível Médio às disposições do Decreto nº 5.154/2004;
CONSIDERANDO a Resolução CNE/CEB nº 03, de 30 de setembro de 2009, que dispõe sobre a instituição do Sistema Nacional de Informações da Educação Profissional e Tecnológica (SISTEC), em substituição ao Cadastro Nacional de Cursos de Nível Médio (CNCT), definido pela Resolução CNB/CEB nº 04/1999; 
CONSIDERANDO a Resolução CNE/CEB nº 06/2012, que define as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Profissional Técnica de Nível Médio; 
CONSIDERANDO o Parecer Técnico CNE/CEB nº 02/2016, que destaca a composição da carga horária mínima para cursos de especialização de nível médio, definida nas DCN para Educação Profissional Técnica de Nível Médio;
CONSIDERANDO a Lei nº 13.415, de 16 de fevereiro de 2017, que altera as leis nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, e 11.494, de 20 de junho de 2007, que regulamenta o fundo de manutenção e desenvolvimento da educação básica e valorização dos profissionais da educação, a consolidação das Leis do Trabalho – CLT, aprovada pelo Decreto-Lei nº 5.452, de 1º de maio de 1943, e o Decreto-Lei nº 236, de 28 de fevereiro de 1967; revoga a Lei nº 11,161, de 5 de agosto de 2005; e institui a Política de Fomento à Implantação de Escolas de Ensino Médio em tempo Integral; 
CONSIDERANDO a necessidade de atualizar os procedimentos para registro de títulos de especialidades de nível médio no âmbito do Sistema Cofen/Conselhos Regionais de Enfermagem; CONSIDERANDO as manifestações e contribuições de Associações de profissionais de Enfermagem e de Enfermeiros, Auxiliares de Enfermagem e Técnicos de Enfermagem, através da consulta pública no Portal Cofen; 
CONSIDERANDO as manifestações e contribuições da CONATENF (Comissão Nacional de Auxiliares e Técnicos de Enfermagem do Cofen); e das Câmaras Técnicas de Legislação e Normas – CTLN, de Educação e Pesquisa – CTEP e de Atenção à Saúde – CTAS, do Cofen; 
CONSIDERANDO a recomendação do MEC, no Projeto do Curso de especialização Técnica de Enfermagem, em linhas do cuidado – Doenças Crônicas;
CONSIDERANDO tudo o mais que consta nos autos do PAD COFEN nº 0782/2018 e a deliberação do Plenário em sua 513ª Reunião Ordinária, resolve:
Art. 1º Atualizar, no âmbito do Sistema Cofen/Conselhos Regionais de Enfermagem, os procedimentos para Registro de Cursos de Especialização Técnica, de nível médio em Enfermagem, concedida aos Técnicos de Enfermagem e Auxiliares de Enfermagem.
Parágrafo Único. As especialidades do Técnico de Enfermagem e do Auxiliar de Enfermagem, reconhecidas pelo Cofen, encontram-se definidas nos Anexos I e II, respectivamente disponíveis no sítio da internet do Conselho Federal de Enfermagem (www.portalcofen.gov.br).
Art. 2º O Técnico de Enfermagem e o Auxiliar de Enfermagem, detentores de certificado de Especialização, devem, obrigatoriamente, registrá-lo no Conselho Regional de Enfermagem de sua jurisdição. § 1º Os títulos serão registrados de acordo com a denominação constante do certificado apresentado, em conformidade com as áreas de abrangência definidas nos anexos da presente Resolução. 
§ 2º O registro de que trata este artigo será isento das taxas de inscrição e carteiras. 
§ 3º Os cursos de especialização para Técnico de Enfermagem e Auxiliar de Enfermagem deverão ter, no mínimo, 300 (trezentas) horas, equivalente a 25% da carga mínima indicada no Catálogo Nacional de Cursos de Nível Técnico para a habilitação profissional a que se vincula, de acordo com a Resolução CNE/CEB nº 06/2012. 
§ 4º A carga horária destinada a estágio profissional supervisionado, quando previsto em plano de curso, em quaisquer das formas de oferta do curso técnico de nível médio, deverá ser adicionada à carga horária mínima indicada no Catálogo Nacional de Cursos de Nível Técnico para a habilitação profissional.
§ 5º Aos profissionais Técnicos de Enfermagem e Auxiliares de Enfermagem egressos de cursos, devidamente autorizados, com carga horária inferior à carga horária mínima proposta de 300 (trezentas) horas, que concluíram o curs

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Anulada multa aplicada a hospital que não conseguiu contratar empregados com deficiência

A Oitava Turma do Tribunal Superior do Trabalho anulou a multa aplicada pela fiscalização do trabalho ao Hospital., de Manaus (AM), por descumprimento do percentual mínimo de vagas destinadas a pessoas com deficiência exigido por lei. Na decisão, a Turma levou em conta que o hospital chegou a promover campanhas para contratar pessoas nessa condição, por meio de jornais e da internet.

Desinteresse

De acordo com o artigo 93 da Lei da Previdência Social (Lei 8.213/1991), a empresa com mais de cem empregados deve preencher de 2% a 5% de seus cargos com beneficiários reabilitados ou pessoas com deficiência habilitadas. Em junho de 2014, o auditor fiscal autuou o hospital diante do não preenchimento dessa cota.

Na ação anulatória ajuizada na Justiça do Trabalho, o estabelecimento sustentou que publicava regularmente anúncios no jornal de maior circulação no Amazonas, mas não obteve sucesso, em razão do “desinteresse nas vagas oferecidas”. Disse ainda ter oficiado as entidades representativas que possuem cadastros de pessoas com deficiência que encaminhassem candidatos cadastrados em seus bancos de dados para concorrer às vagas oferecidas.

Mais publicidade

A ação foi julgada improcedente pelo juízo da 8ª Vara do Trabalho de Manaus e pelo Tribunal Regional do Trabalho da 11ª Região. Segundo o TRT, a divulgação da oferta de vagas se restringiu a dois veículos de comunicação e ao encaminhamento de e-mail a um grupo no Facebook. O hospital deveria, no seu entendimento, ter dado mais publicidade às vagas disponíveis e adotado medidas mais efetivas para preenchê-las, como encaminhar e-mail ao Sistema Nacional de Emprego (Sine) e a instituições e organizações não governamentais que tratam de pessoas com deficiência e reabilitadas, “cujo rol é extenso”.

Mobilização

No exame do recurso de revista, a relatora, ministra Cristina Peduzzi, concluiu ter havido mobilização do hospital visando à contratação de empregados na forma exigida no artigo 93 da Lei da Previdência Social. A ministra lembrou que, em situações semelhantes, o TST havia reconhecido que é ônus do empregador cumprir a cota de pessoas com deficiência, mas tinha afastado sua responsabilidade pelo insucesso na contratação, em razão dos esforços comprovadamente empenhados.

A decisão foi unânime. Processo: RR-2249-26.2015.5.11.0014

Fonte: Diário Oficial da União Federal 
 

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Inovação nos processos de transformação do setor

Em comemoração ao Dia do Hospital, celebrado em 2 de julho, a FEHOESP promoveu o evento "Transformando a inovação em prática", com o objetivo de apresentar exemplos de sucesso em empresas inovadoras, com soluções econômicas e financeiras, oferecendo alternativas para dinamizar o setor da saúde de forma mais inteligente. Luiz Fernando Ferrari Neto, vice-presidente do SINDHOSP e diretor da FEHOESP, deu as boas-vindas aos participantes. Segundo ele, "a inovação vai promover uma diferenciação na assistência e melhorar a interação entre médicos e pacientes".

Para Carlos Ballarati, diretor executivo da I9Med Diagnósticos Laboratoriais Rápidos, a inovação já apresenta diversas mudanças no setor da saúde ao redor do mundo. “Muitas coisas estão mudando na saúde e em uma velocidade assustadora. São novas tecnologias, nanotecnologias, genética, só como exemplo. Hoje também utilizamos melhor os dados gerados e conseguimos transformá-los em informações preciosas que impactam todos os aspectos da medicina”.

Pedro Alvarez, diretor comercial da Z Life Care, afirmou que atualmente a capacidade de processamento de dados é impressionante. "O pensamento digital é mais do que urgente. A evolução tem acontecido de modo exponencial e até 2050 os computadores serão capazes de pensar como um cérebro humano", explicou. Ele mostrou como sua plataforma pode auxiliar no planejamento, acompanhamento e controle dos atendimentos remotos. A startup brasileira já conta com 16 milhões de usuários em 190 países e reduz em até 90% o tempo médio para obtenção de dados.

Jamil Ribeiro Cade, fundador e CEO da W3 Care, mostrou uma solução de suporte, comunicação e gestão para vítimas de traumas. Ele apresentou a solução Teletrauma, plataforma criada para atendimento do politrauma que pode ser acessada por hospitais, clínicas, centros de emergência, ambulâncias e todo corpo médico. “Baseados em sete tipos de traumas geramos um algoritmo para tomada de decisões nas ambulâncias, assim o paciente pode ser encaminhado para o centro hospitalar adequado. Com isso reduzimos custos hospitalares e deslocamentos desnecessários. O aplicativo permite ao corpo médico saber tudo o que acontece no processo em tempo real, como por exemplo, a quantidade de pacientes atendidos, mapa de calor do trauma e seus desfechos”.

Abordando a “Gestão do Ciclo da Receita na Saúde”, Hélio Franqui, diretor da área de Sucesso do Cliente, da Avatar Soluções, defendeu que é importante e primordial conferir as regras de negócios dentro dos estabelecimentos. “Todo hospital deveria acompanhar seus resultados e fazer integração de suas áreas, isso é fundamental. Porém, muito difícil de fazer. É necessário identificar prazos vencidos, fazer automatização dos processos de conferência de itens hospitalares e, entre outras medidas, criar padrões de cobrança para itens interdependentes relacionados aos procedimentos médicos”. 

Durante a palestra “Tecnologia aplicada aos processos – Como seu faturamento pode gerar eficiência e controles para tomada de decisões”, Fabio Monsanto, CEO da Tradimus, abordou o faturamento automatizado de processos com convênios. 

Para ele, por meio da ágil obtenção de dados é possível melhorar processos e executar planos de ação. “Com dados baseados em 127 operadoras e 15 milhões de contas foram gerados 250 mil arquivos e eles demonstraram que 45% das operadoras fazem demonstrativos de custos em PDF. Fazemos a estratificação e análise desses dados e, com um banco de informações, conseguimos ter um tempo de retorno com maior eficiência para as empresas”. A Tradimus firmou parceria com a FEHOESP para oferecer aos representados da entidade100% de automação da baixa e estratificação dos demonstrativos, até 98% do faturamento conciliado, rapidez na análise de glosas, redução de até dez vezes do tempo médio de recurso e melhoria dos indicadores financeiros das empresas. Há preços especiais para associados dos Sindicatos filiados.

 

Por Ana Paula Barbulho e Eleni Trindade
Fotos: Gerson Areias

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Chaves para o futuro: inovação e desospitalização como apostas do setor

Confira na nova edição da Revista FEHOESP 360

Está disponível a nova edição on-line da Revista FEHOESP 360. Neste número, especialistas e representantes de entidades do setor comentam sobreo paciente como foco no cuidado e o uso de novas tecnologias para a área da saúde . A reportagem de capa traz a inovação e iniciativas, como por exemplo, a desospitalização como ser soluções para equilibrar a eficiência, qualidade e sustentabilidade do setor. 

Na entrevista, o economista e contador João Romitelli aborda os principais anseios dos gestores de saúde na área econômica e como as empresas podem e devem evoluir para se manter saudáveis no mercado. 

Confira também a cobertura completa dos eventos que aconteceram durante a Hospitalar 2019. 

Clique aqui para acessar a revista na íntegra.

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CGU e Instituto Ética Saúde se unem para combater a corrupção no setor

O Instituto Ética Saúde e a Controladoria Geral da União (CGU), ligado ao Ministério da Transparência, assinaram um Acordo de Cooperação que visa o compartilhamento de experiências e boas práticas relacionadas à temática de integridade privada e o envio à CGU, por parte do IES, de dados e informações relacionados a denúncias de práticas de corrupção e fraudes em licitações e contratos administrativos, no âmbito do Poder Executivo Federal, de entidades do setor da saúde.

Participaram da cerimônia o ministro de Estado da Controladoria-Geral da União, Wagner de Campos Rosário; o presidente do Conselho de Administração do Instituto Ética Saúde, Gláucio Pegurin Libório; o assessor de Relações Institucionais do IES, Carlos Eduardo Gouvêa; o subprocurador Geral da República e integrante do Conselho de Ética do IES, Antônio Fonseca; a secretária de Transparência e Prevenção da Corrupção da CGU, Cláudia Taya; o secretário executivo da CGU, José Marcelo Castro de Carvalho; o coordenador-Geral de Integridade Privada da Controladoria, Thiago Braga Smarzaro; e o diretor executivo da Aliança Brasileira da Indústria Inovadora em Saúde (ABIIS), José Márcio Cerqueira Gomes.

“Este é mais um passo muito importante do Instituto, uma vez que a CGU é o órgão de referência brasileiro para toda a relação externa e trata desde discussões com a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) sobre ética e compliance até denúncias que envolvam empresas brasileiras e um agente estrangeiro. A CGU é o canal para levar a denúncia para outros órgãos governamentais. Este acordo de cooperação nos possibilita um alinhamento com as cadeias globais de fornecimento e demais atores globais nas ações anticorrupção”, comemora Gouvêa.

Para o ministro Wagner Rosário, o fomento da integridade privada é essencial para o bom desempenho das atividades da administração pública, e, por isso, a CGU incentiva, apoia e participa de iniciativas do setor privado relativas ao tema. “Só assim, com parcerias entre os setores público e privado, alcançaremos a verdadeira integridade e a melhora da qualidade dos serviços entregues aos cidadãos”, enfatizou.

Estão previstos projetos conjuntos na área da educação e um ‘Encontro com a CGU’, para que os associados do IES possam conhecer o trabalho da Controladoria no combate à corrupção, ao mesmo tempo em que o órgão possa entender as características do mercado de Saúde.

O presidente do Conselho de Administração do Instituto Ética Saúde, Glaúcio Pegurin Libório, destacou que a assinatura do acordo coroa o trabalho sério e contínuo desenvolvido pelo IES. “A parceria com o Ministério da Transparência fortalece ainda mais o nosso projeto. Praticamente todos os órgãos de controle do governo estão dentro do Instituto: Associação Nacional do Ministério Público de Defesa da Saúde (Ampasa), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o Tribunal de Contas da União (TCU) e o Conselho Administrativo Defesa Econômica (CADE). Isso estimula a vir para o Instituto quem ainda não participa deste propósito. Aproveito para reforçar o convite às operadoras de saúde para participarem conosco deste movimento sem volta pela sustentabilidade e integridade do setor”, finaliza.

 

Fonte: Assessoria de Imprensa

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FEHOESP apoia projeto social

O Jogando contra o Câncer é um projeto social de grande alcance, que pretende mobilizar a sociedade, promovendo um jogo de futebol com figuras públicas, jogadores de futebol famosos e celebridades, em um grande estádio de futebol, em São Paulo, no dia 9 de novembro (sábado).

Objetivo é chamar atenção para a responsabilidade social de todos, população e governos, para a prevenção e combate ao câncer no país. Entre os jogadores confirmados para a partida estão Amaral, Careca, Ronaldo, Veloso, Ademir da Guia, Muller, Zenon, Adhemar, Somália, Elivelton, Aloisio, Diney, Macedo, Denilson, Morato, Flávio Conceição e Rodrigo Costa, entre outros.

A iniciativa do evento é do Instituto de Ensino e Pesquisa São Lucas/Hemomed, entidade privada e sem fins lucrativos, que realiza importantes pesquisas celulares e de fármacos contra o câncer.

 Tem o apoio da SBC- Sociedade Brasileira de Cancerologia; da FEHOESP- Federação dos Hospitais, Clínicas e Laboratórios do Estado de São Paulo e da UNACCAM- União e Apoio no Combate ao Câncer de Mama. E é organizada pela Craques Master, empresa com expertise em eventos e futebol.

Segundo o médico hematologista, Adelson Alves, presidente do IEP São Lucas/Hemomed, o objetivo da ação é utilizar o futebol, esporte que mais agrega no Brasil, para mobilizar a sociedade e alertar sobre prevenção e combate ao câncer, que se tornou um grave problema de saúde pública.

 Além do jogo, a ação inclui campanhas em TVs, rádios, folders e outdoors a partir de seu lançamento oficial, que acontece dia 22 de agosto, na Assembleia Legislativa de São Paulo.

Autoridades de Brasília aderem ao Projeto 

Gil Santos, presidente da Craques Master, esteve em Brasília, e recebeu a adesão ao projeto de parlamentares e do próprio ministro da Cidadania, Osmar Terra, e de sua chefe de gabinete, Rita Passos, ex-prefeita de Itu. Jorge Casarão, assessor parlamentar, também apoia a iniciativa.

Entre os apoiadores estão a senadora Mara Gabrilli e a deputada federal, Kátia Sastre, que confirmou participação no jogo das mulheres, partida preliminar, que acontece antes do jogo oficial e que possivelmente contará com a jogadora Marta, da seleção feminina de futebol, além de várias celebridades.

Brasil estima 600 mil casos de câncer/ano (INCA)

No Brasil, 60% dos pacientes que chegam ao SUS para se tratar de um câncer, chegam nos estágios 3 e 4 (estágios finais da doença) causando sofrimento para o paciente. O diagnóstico tardio incide na economia de forma drástica, retirando milhares de pessoas produtivas do mercado de trabalho e gerando custos milionários para o SUS e para a Previdência Social. Em 2016, o Ministério da Saúde informou que gastou R$ 3,3 bilhões em tratamento para o câncer.

Questão de saúde pública

Para o presidente do IEP São Lucas/Hemomed, Adelson Alves, o câncer é uma questão de saúde pública e somente políticas de saúde integradas com ações da sociedade civil organizada poderão conter o avanço da doença, que se agrava com o envelhecimento da população brasileira.

“Destacaremos em nossa iniciativa a importância de hábitos saudáveis de vida e a prevenção precoce”, alerta o médico.

 

Fonte: Matsuda Press

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