Informamos que o SindHosp firmou Convenção Coletiva de Trabalho com o SINDICATO DOS MÉDICOS DE SANTOS, com vigência de 1º de setembro de 2022 a 31 de agosto de 2023.
Acesse a Convenção Coletiva de Trabalho clicando aqui!
Abaixo, exemplo de aplicação do reajuste escalonado:
Salário de R$ 8.000,00 reajustado pela última Convenção Coletiva firmada (2022): 3% em setembro de 2022 – R$ 8.000,00 x 8%=R$ 240,00, que somados aos R$ 8.000,00 resulta em R$ 8.240,00, a partir de 1º de setembro de 2022;
5% em janeiro de 2023 – R$ 8.000,00 x 5%=R$ 400,00, que somados aos R$ 8.000,00 resulta em R$ 8.400,00, a partir de 1º de janeiro de 2023, sem aplicação retroativa e sem sobreposição de percentuais;
8,83% em maio de 2023 – R$ 8.000,00 x 8,83%=R$ 706.40, que somados aos R$ 8.000,00 resulta em R$ 8.706,40, a partir de 1º de maio de 2023, sem aplicação retroativa e sem sobreposição de percentuais.
Acesse a Convenção Coletiva de Trabalho clicando aqui!
Abaixo, exemplo de aplicação do reajuste escalonado:
Salário de R$ 2.000,00 em outubro de 2021: 2% em outubro de 2022 – R$ 2.000,00 x 2%=R$ 40,00, que somados aos R$ 2.000,00 resulta em R$ 2.040,00, a partir de 1º de outubro de 2022;
5% em fevereiro de 2023 – R$ 2.000,00 x 5%=R$ 100,00, que somados aos R$ 2.000,00 resulta em R$ 2.100,00, a partir de 1º de fevereiro de 2023, sem aplicação retroativa e sem sobreposição de percentuais;
7,19% em maio de 2023 – R$ 2.000,00 x 7,19%=R$ 143,80, que somados aos R$2.000,00 resulta em R$ 2.143,80, a partir de 1º de maio de 2023, sem aplicação retroativa e sem sobreposição de percentuais.
A última reunião do ano do Grupo Técnico (GT) Segurança e Saúde Ocupacional discutiu, dentre outras pautas, a emissão da Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT).
O encontro foi realizado na sede do SindHosp, na última sexta-feira, 25 de novembro, e reuniu engenheiros e técnicos de segurança em modalidade híbrida.
Os participantes do Grupo Técnico atuam nos principais hospitais e laboratórios da capital e interior de São Paulo
Essa diversidade de áreas promoveu um verdadeiro intercâmbio de experiências práticas.
A coordenadora do GT, Lucinéia Nucci, está na frente do Grupo desde 2004 e abriu a discussão sobre a emissão ou não da CAT durante o trajeto residência-trabalho.
Pela interpretação da Lei 8213/1991, acidente de trabalho deve causar perda ou redução da capacidade para o trabalho. Se ocorrer em horário de trabalho, mesmo fora do local, na execução de ordem ou na realização de serviço, em viagem, é passível de emissão da CAT, observa Lucinéia.
O que a Lei diz sobre a CAT?
Art. 19. Acidente de trabalho é o que ocorre pelo exercício do trabalho a serviço de empresa ou de empregador doméstico ou pelo exercício do trabalho dos segurados referidos no inciso VII do art. 11 desta Lei, provando lesão corporal ou perturbação funcional que cause a morte ou a perda ou a redução, permanente ou temporária, da capacidade para o trabalho.
§ 1º A empresa é responsável pela adoção e uso das medidas coletivas e individuais de proteção e segurança da saúde do trabalhador.
§ 2º Constitui contravenção penal, punível com multa, deixar a empresa de cumprir as normas de segurança e higiene do trabalho.
Ainda no parágrafo 3º do Artigo, é dever da empresa prestar informações pormenorizadas sobre os riscos da operação a executar e do produto a manipular.
Embora não seja um descumprimento da empresa de normas de segurança e higiene do trabalho, o fato de ter ocorrido durante o expediente acarreta a abertura da CAT, explica Lucinéia, coordenadora do Grupo Técnico.
Quando considerar acidente de trabalho?
De acordo com o Artigo 21, equiparam-se também ao acidente de trabalho:
Inciso IV – O acidente sofrido pelo segurado ainda que fora do local e horário de trabalho;
a) Na execução de ordem ou na realização de serviço sob a autoridade da empresa;
b) Na prestação espontânea de qualquer serviço à empresa para lhe evitar prejuízo ou proporcionar proveito;
c) Em viagem a serviço da empresa, inclusive para estudo quando financiada por esta dentro de seus planos para melhor capacitação da mão-de-obra, independentemente do meio de locomoção utilizado, inclusive veículo de propriedade do segurado;
d) No percurso da residência para o local de trabalho ou deste para aquela, qualquer que seja o meio de locomoção, inclusive veículo de propriedade do segurado.
O Grupo Técnico de Segurança e Saúde Ocupacional já planeja as próximas discussões, sempre pautado em temas e tendências.
Mas o SindHosp quer ampliar ainda mais esses diálogos. Por isso, convida você e sua equipe para participarem do Grupo.
Conteúdo sobre os benefícios da Telemedicina de autoria da Portal Telemedicina
Um dos maiores desafios enfrentados por diretores de clínicas de saúde ocupacional é obter os laudos dos exames com rapidez e sem perda de qualidade. Exames admissionais e demissionais são solicitados para entrega rápida pelas empresas.
Empregadores e empregados têm pressa, tanto para encerrar ou iniciar o contrato trabalhista e, neste aspecto, a clínica de saúde ocupacional torna-se um parceiro fundamental, que entende esse trâmite e ajuda profissionais e empresários na otimização do tempo e no fluxo trabalhista. É fundamental, dessa forma, trabalhar com rapidez e eficácia para acompanhar o ritmo do mercado e fornecer laudos ocupacionais precisos.
Em amplo crescimento por todo o mundo, a telemedicina tem sido uma importante ferramenta tecnológica para ampliar o acesso à saúde. Com ela é possível obter laudos à distância de vários tipos de exames frequentes na área de saúde ocupacional. Ela oferece ainda diversas vantagens para clínicas e sua implementação não requer um grande investimento financeiro.
Os benefícios da telemedicina para otimizar o serviço de laudos da clínica de saúde ocupacional são muitos, mas neste artigo procuramos elencar alguns aspectos fundamentais na hora de optar ou não por um fornecedor.
A telemedicina em clínicas de saúde ocupacional
Uma clínica ou empresa de saúde ocupacional e segurança do trabalho pode atender a diversos setores do mercado: Indústria, Varejo, Construção Civil. Cada um deles possui necessidades específicas quando o assunto é realização de exames.
Bancos e empresas que não apresentam grandes riscos e periculosidade para os trabalhadores, por exemplo, pedem apenas exames clínicos. Já empresas que trabalham com distribuição de produtos químicos podem necessitar até 20 exames diferentes para um único laudo demissional ou admissional.
Com tantas demandas diferentes e a constante preocupação em entregar um trabalho ágil e eficiente, as clínicas de saúde ocupacional devem buscar maneiras de otimizar a produção. Nesse contexto, a telemedicina surge como uma ferramenta importante para agilizar os laudos de exames como eletrocardiogramas, eletroencefalogramas, espirometrias, radiografias, tomografias, mamografias, acuidade visual e ressonâncias magnéticas. Otimizando esses exames, a gestão da clínica pode direcionar esforços e recursos em outros procedimentos que demandam mais atenção.
Como funciona
O exame desejado, como um eletrocardiograma, por exemplo, é realizado normalmente na sua clínica. Em seguida, os dados coletados são enviados diretamente dos equipamentos via IoT (Internet das Coisas) para a plataforma de telemedicina. As informações são convertidas em arquivos DICOM (Digital Imaging and Communications in Medicine) de padrão mundial e enviados, pelo sistema PACS homologado pela ANVISA, à unidade central do serviço de telemedicina. Todo o processo em conformidade com padrões de segurança estabelecidos pelo Conselho Federal de Medicina.
Sistemas mais modernos de telemedicina, que tem aplicação de inteligência artificial em sua plataforma, conseguem, por exemplo, realizar uma triagem automática e adiantar os casos mais urgentes para que eles sejam os primeiros na fila de análise do médico – agilizando o processo de laudos na sua clínica. Outras aplicações de inteligência artificial são especialmente benéficas para o segmento de saúde ocupacional, pois conseguem sinalizar evolução de doenças com bastante precisão.
Após a análise, os médicos disponibilizam os laudos pelo mesmo sistema. É possível entregar laudos no mesmo dia ou, em caso de urgência, apenas uma hora após a emissão do exame. O sistema é adaptado para a agilidade, fazendo com que o procedimento de envio e devolução dos laudos funcione rapidamente.
Benefícios da adoção
É possível laudar diversos tipos de exames frequentemente realizados em clínicas de saúde ocupacional com a telemedicina: radiografia, densitometria óssea, mamografia, tomografia e ressonância magnética, entre outros. Os benefícios da adoção de sistemas modernos de telemedicina nas clínicas de saúde ocupacional são diversos. Reunimos os dez mais relevantes:
Agilidade na entrega dos laudos: em casos urgentes, são entregues em menos de uma hora, para os demais casos, em até 24 horas;
Diminuição de custos com a folha de pagamento da clínica, uma vez que os especialistas são contratados pelas empresas de telemedicina;
Evita reconvocação dos pacientes: a conexão via IoT permite o envio automático das informações dos exames, ou seja, elimina a etapa de envio manual dos exames evitando erros de digitação. Outro benefício é a sinalização pelo sistema em tempo real quando algum exame não foi captado corretamente;
Modernização da clínica: o software da Portal Telemedicina permite, por exemplo, que mesmo aqueles aparelhos médicos antigos e sem conexão tornem-se aptos a transmitir informações online para a empresa de telemedicina;
Armazenamento seguro: a empresa de telemedicina faz o armazenamento seguro dos exames em nuvem seguindo as leis da ANVISA;
Padronização e personalização do laudo online: a clínica pode colocar seu logotipo no laudo ou optar por utilizar o logo da empresa de telemedicina;
Organização e segurança dos exames: clínicas e hospitais não precisam se preocupar com o armazenamento físico na clínica, os exames ficam armazenados eletronicamente, com organização e segurança;
Laudos de alta qualidade: mesmo as clínicas geograficamente distantes dos grandes centros, podem contar com alguns dos melhores especialistas de São Paulo com apenas um clique;
Escalabilidade da realização de exames: com a telemedicina, é possível aumentar as especialidades médicas atendidas e atender a sazonalidade de demandas de exames, sem prejudicar a qualidade e o tempo de entrega;
Ampliação das especialidades atendidas: caso a sua clínica não tenha alguns dos aparelhos médicos instalados, empresas como a Portal Telemedicina oferecem consultoria e assessoria na compra ou locação de equipamentos médicos.
Padronizando a entrega dos laudos
Agora que você já conhece os benefícios da qualidade dos laudos de saúde ocupacional gerados com telemedicina, vamos focar em mais uma questão importante: a padronização destes documentos.
Trabalhar com saúde ocupacional envolve diversas questões legais com as quais os gestores de clínicas desta área devem sempre estar atentos, como os exames requeridos para cada área de trabalho e os prazos para a entrega dos resultados. Além de garantir laudos precisos, é fundamental estar atento a todas as informações presentes nos documentos gerados e entregues aos pacientes.
Ao utilizar laudos digitais realizados pela telemedicina, a clínica pode contar com facilidades que permitem aperfeiçoar seu fluxo interno de entrega do documento. A tecnologia possibilita padronizar os procedimentos e criar um modelo único para cada estabelecimento.
Os laudos podem ser personalizados. Ao receber o arquivo digital do serviço de telemedicina, a clínica pode inserir sua logomarca e outras informações que achar importante no documento. Após definir o modelo desejado, todos os novos laudos gerados estarão padronizados de acordo com ele.
O laudo digital ainda traz benefícios como melhor legibilidade e organização das informações. O documento é preenchido de forma digital, diretamente nos campos fornecidos pelo software de telemedicina. Lá, todas as informações do paciente estarão em um só lugar e armazenadas de forma segura. Caso a empresa que está contratando um colaborador precise novamente dos dados do exame, por exemplo, eles estarão facilmente disponíveis, organizados e a prova de contestação.
A telemedicina pode otimizar o trabalho de sua clínica e garantir muito mais qualidade ao atendimento!
Realizada no dia 23 de novembro, via Zoom, a primeira reunião do Grupo Técnico de Suprimentos do SindHosp tratou, em palestra, sobre a importância dos suprimentos na saúde, com o conselheiro de fornecedores de saúde e também coordenador do GT, Carlos Oyama.
Além de aprofundar e promover o diálogo entre os atuantes da área, esse novo projeto visa aperfeiçoar as relações comerciais entre os estabelecimentos de saúde e os fornecedores de produtos e serviços, desenvolvendo novas soluções e promovendo treinamentos para os setores de negociação e compras dos representados.
A importância dos suprimentos na saúde
Segundo Carlos Oyama, os custos da saúde se elevaram ao longo do tempo, o que tornou o setor de suprimentos ainda mais desafiador. Com esse cenário, e se tratando de um setor essencial, a gestão da área de Suprimentos é peça-chave para a boa manutenção das engrenagens do ecossistema da saúde.
Oyama chamou a atenção para a importância de estudar os novos modelos de remuneração, tendo controle não apenas da negociação, mas também da utilização do que for adquirido, afinal, o uso consciente dos produtos impacta diretamente nos custos. “É preciso comprar bem, mas não adianta nada se o produto for utilizado de modo inadequado”.
Para ele, o primeiro passo na otimização do setor de Suprimentos é conhecer o próprio gasto, quanto você gasta em contratos de serviços e de medicamentos, por exemplo.
“Depois disso, deve-se focar na gestão da base de fornecedores, revisitando o número e avaliando se há oportunidades de redução, quanto menor o número mais assertiva será a gestão e o relacionamento entre as partes. Um bom relacionamento é fundamental, e isso deve implicar a divisão de valores, políticas e manutenção da ética. Poucas instituições que conheço fazem essa gestão”, disse o coordenador do GT.
O consultor diz ainda que negociação todo mundo faz intuitivamente, porém, para ter resultados verdadeiramente positivos com ela, é preciso focar na adoção de uma metodologia.
E isso engloba planejamento, diagnóstico, comunicação, acompanhamento de resultados e conhecimento da própria base e do mercado. “Quando falamos em negociação, ter metodologia é essencial. O negociador terá grandes pontos à frente se souber gerir conflitos e buscar conhecer a empresa com quem negocia. É isso que dá base para construir uma argumentação exitosa”.
Compras e Cotações Colaborativas
Após a palestra, Leandro Antunes, coordenador dos Grupos Técnicos do SindHosp, articulou com os participantes sobre o projeto 3Cs – Compra e Cotações Colaborativas, que está atrelado ao GT Suprimentos.
O 3Cs objetiva trabalhar a compra conjunta de itens que são comuns aos estabelecimentos de saúde, com alta probabilidade de redução de custos para as instituições participantes. Leandro quis ouvir as principais dificuldades do segmento, para enriquecer as estratégias que vêm sendo trabalhadas pelo time.
Na próxima reunião, prevista para janeiro, mais informações serão compartilhadas.
Dialogue e se informe com o SindHosp! Toda a categoria da saúde é convidada a participar dos Grupos e Câmaras Técnicas do Sindicato, clique aquipara conhecê-los, é possível se inscrever em todos os que despertarem interesse.
Pesquisa inédita e completa do SindHosp, que reuniu 90 hospitais privados do estado de São Paulo, representando cerca de 25% da amostra de hospitais associados do sindicato revelou aumento dos atendimentos de pacientes com suspeita Covid-19, mas a maioria não evoluiu para internação.
Nos últimos 15 dias, 39% dos hospitais tiveram aumento de 21% a 30% nos atendimentos de pacientes com suspeita de Covid-19 e em 31% dos serviços de saúde esse aumento ficou entre 11% e 20%.
No entanto, a maior parte dos hospitais (73%) relata que as internações de pacientes Covid cresceram pouco e o aumento é de até 5% tanto em leitos de UTI como 5% também em leitos clínicos.
Segundo o médico Francisco Balestrin, presidente do SindHosp, os resultados indicam que a maioria dos casos suspeitos não evolui para internação, demonstrando menor gravidade.
“Avaliamos que os casos evoluem sem gravidade, não necessitando de internação hospitalar. Mas ratificamos a necessidade de que a população use máscara em locais com aglomerações, mantenha o protocolo de segurança à saúde com a lavagem de mãos e cumpra o calendário de vacinação”, destaca o médico.
A pesquisa do SindHosp foi realizada no período de 11 a 21 de novembro.
90 hospitais privados do estado de São Paulo participaram do levantamento, sendo 77% do interior e 23% da capital.
“Existe realmente maior circulação do vírus nesse momento, o que demanda atenção para cuidados sanitários, no entanto, o volume de internações ainda é baixo”, avalia Balestrin.
Também a Covid, de acordo com a pesquisa, é o atendimento que tem prevalecido nos hospitais.
49% dos atendimentos referem-se ao coronavírus, sendo 13% da assistência relacionados a crianças com Influenza e 10% de Influenza em adultos.
A pesquisa perguntou ainda se houve aumento de internações de crianças com síndromes respiratórias nos últimos 15 dias.
3% dos hospitais relataram aumento de até 5% enquanto 29% informaram evolução de 6% a 10% nesse tipo de atendimento.
Siga acompanhando as próximas pesquisas sobre o coronavírus e outras análises referente ao setor da Saúde nesse site, na aba ‘Notícias‘.
Informamos que o SindHosp firmou Convenção Coletiva de Trabalho com MÉDICOS DE SOROCABA E CIDADES DA REGIÃO – SIMESUL, com vigência de 1º de setembro de 2022 a 31 de agosto de 2023.
Acesse a Convenção Coletiva de Trabalho clicando aqui!
Como a saúde é um bem que não tem preço, mas tem custo, há uma equação de difícil desfecho e inúmeros desafios. Assim, articular sobre as demandas do segmento para apontar novos horizontes, com vistas a construir um futuro em saúde mais promissor no Brasil, é uma tarefa inadiável.
Gestão em Saúde | Guia Prático para Reconstruir o Futuro é fruto desse contexto, e uma juntura de conhecimentos adquiridos por décadas de experiências no ecossistema saúde. Isso porque seu texto é de caráter colaborativo, tendo por alicerce as vivências dos experts Christiano Quinan e Francisco Balestrin, e as ricas contribuições dos mais de 30 convidados a participar das articulações sobre a saúde nacional.
Em suma, nesta obra, grandes atuantes do setor, formadores de opinião, estudiosos e disruptivos em suas áreas se uniram para proporcionar ao leitor uma experiência de impacto social e reflexões substanciais da saúde, em visão macro.
Por que um guia?
Seu nome é sugestivo, pois o livro é um verdadeiro guia, fonte de conhecimento para gestores, estudantes, agentes políticos e colaboradores de organizações que fazem parte deste “peculiar, amplo e complexo ecossistema da saúde, e buscam atuar na era da transformação da sociedade e da gestão na saúde”.
O cenário atual do setor saúde amplamente discutido
Francisco Balestrin, um dos médicos autores, conta em seus canais digitais que, nas 179 páginas, o Guia discute a saúde em ramificações diversificadas. “Está aí um livro que traz à tona discussões que vão desde a participação público-privada, a experiência do paciente, os novos modelos de atenção e os desafios da qualidade, além dos desafios econômicos e de liderança para que enfrentemos estes novos tempos na saúde,” ele diz ainda esperar que a obra seja objeto de consulta para os leitores.
Christiano Quintan, professor e também autor do livro, publicou sobre a obra em suas redes sociais, afirmando que “grandes líderes da saúde brasileira compartilham seus conhecimentos, promovendo ricos debates sobre os mais relevantes temas da Gestão em saúde, incluindo, entre outros, liderança, inovação, qualidade, financiamento e modelos de remuneração, modelos assistenciais, gestão populacional e atenção primária, experiência do paciente, economia e a longevidade. Um sonho sonhado sozinho é um sonho. Um sonho sonhado junto é realidade,” disse.
Extensão de conteúdo on-line
Uma peculiaridade do livro é que 5 capítulos novos e exclusivos estão disponíveis apenas on-line e em formato de videoaulas. Isto é, além dos capítulos escritos, o leitor poderá acessar através do site do Grupo Editorial Nacional (GEN) e, digitando o código impresso na segunda ‘orelha’, acompanhar belíssimas entrevistas sobre os temas: ESG, Futuro dos Hospitais, Gestão Populacional, PPP e Ecossistema da Saúde, com os experts José Henrique Germann Ferreira, Daniel Greca, Sidney Klajner, Claudia Cohn e Jeane Tsutsui. São eles:
Gestão de Saúde Populacional na Prática | Prof. Daniel Greca
Diversidade e ESG para o Desenvolvimento das Empresas de Saúde no Brasil | Profa. Jeane Tsutsui
Ecossistema da Saúde | Profa. Claudia Cohn
Para acessá-los, siga o passo a passo: faça seu cadastro ou realize login no site www.grupogen.com.br; clique em ambiente de aprendizagem; depois, no menu retrátil, digite o código GWhdPt, no campo ‘Cupom/PIN’, na sequência ‘enviar Cupom/PIN’.
Lançamento
O lançamento oficial do Livro de Gestão em Saúde aconteceu em outubro, durante o Congresso Nacional de Executivos da Saúde (CONEXs), evento promovido pelo CBEX’s. As versões, tanto virtual quanto física, já podem ser adquiridas aqui.
Sobre os autores
Saiba mais sobre a trajetória dos autores de Gestão em Saúde.
Christiano Quinan
Mestre em Administração, com ênfase em saúde, é sócio-fundador e CEO do Grupo The1, com destaque à The Health Experience, empresa com sede nos EUA que promove intercâmbio e imersão de executivos da saúde nos EUA; à The1 Concierge o primeiro e único Concierge em saúde independente no Brasil; e ao Observatório Saúde, uma plataforma de conhecimento, informação e educação em gestão na saúde. É professor do MBA da PUC-GO e da FASAM, membro independente do Conselho de Administração do Grupo CBCO, e ocupa ainda a Presidência do Chapter Goiás do CBEX’s – Colégio Brasileiro de Executivos da Saúde.
Francisco Balestrin
Atualmente, presidente do SINDHOSP – Sindicato dos Hospitais, Clínicas e Laboratórios do Estado de São Paulo e presidente do CBEXs – Colégio Brasileiro de Executivos da Saúde, além de atuar como vice-presidente executivo e diretor médico corporativo do Grupo VITA. É membro do Conselho de Administração Instituto Coalizão Saúde e diretor-adjunto do ComSaúde Fiesp.
Balestrin é graduado em Medicina, com residência médica em Administração em Saúde no Hospital das Clínicas, da Faculdade de Medicina da USP. São mais de 40 anos dedicados à área de saúde, tendo realizado especializações em Saúde Pública (FSP-USP) e Administração Hospitalar (PROAHSA-FGV). Possui título de especialista em Administração em Saúde pela AMB, MBA em Gestão de Planos de Saúde e certificação como Conselheiro do IBGE.
Continue acompanhando as atualidades da saúde, Convenção Coletiva de Trabalho e orientações do SindHosp na aba ‘Notícias’e em nossas redes sociais.
Conhecer o índice de maturidade digital da sua instituição é o primeiro passo para uma jornada plena de desenvolvimento tecnológico.
Ciente dessa premissa, o SindHosp em parceria com a Healthcare Alliance promovem no dia 29 de novembro um encontro híbrido entre hospitais do Estado para discutir o tema.
Oito gestores das principais instituições de saúde de São Paulo guiarão esse debate.
Em primeiro lugar, para dialogar sobre a maturidade digital dos hospitais no Estado e apresentar os resultados do novo levantamento realizado pela Folks, que mediu o estágio digital nas instituições de SP, participarão:
Francisco Balestrin, presidente do SindHosp (mediador);
Nesse sentido, a participação dos hospitais -seja na modalidade on-line ou presencial- é de extrema importância para consolidar um diálogo produtivo.
Desse modo, os participantes poderão compartilhar experiências e cases de sucesso, enquanto se atualizam sobre a realidade das instituições no Estado.
Por outro lado é importante frisar que o evento é gratuito e aberto para todos os hospitais, contribuintes ou não do SindHosp.
Para conferir a agenda dos próximos eventos, convenções coletivas firmadas pelo sindicato e estar sempre atualizado sobre o setor da Saúde, continue acompanhando as publicações na aba ‘Notícias‘ e siga o SindHosp nas redes sociais.
A saúde ocupacional tem sido tema recorrente de debate nacional. O aumento do número de trabalhadores afastados por motivo de doença — somente em 2017, uma média de 539 se afastaram por dia no Brasil por problemas acidentários, de acordo com o INSS — e os custos que esse cenário tem gerado acenderam o alerta para a importância do acompanhamento e da prevenção da saúde do colaborador. A melhora e ampliação deste atendimento também passa por mudanças e melhorias na gestão da clínica ocupacional.
Em momento de crise financeira, é natural que empresários tenham maior cautela na hora de fazer novos investimentos, mas aderir novas tecnologias é um passo importante para quem quer aumentar resultados. A contratação de serviços no setor precisa ser medida com base no retorno a curto, médio e longo prazos que pode gerar.
A implementação de medidas, como contratação de sistemas inteligentes para gestão e interoperabilidade de dados entre aparelhos, laudos à distância, prontuário online e uso de ferramentas que facilitem a comunicação com o cliente, já é capaz de fazer a clínica dar um salto na qualidade do atendimento. São ações que não exigem alto investimento e refletem em aumento no faturamento.
Neste artigo você confere porque organizações de todos os setores têm ampliado o investimento em tecnologia da informação (TI). Além disso, conheça cinco tecnologias fáceis de aplicar e que podem gerar mudanças significativas na sua clínica ocupacional.
Adoção de novas tecnologias: além de diferencial, mas uma necessidade
Segundo dados da 30ª Pesquisa Anual do Uso de TI nas Empresas, elaborado pelo Centro de Tecnologia de Informação Aplicada, da FGV/EAESP, em 2019 o investimento das empresas em TI aumentou para uma média de 7,9%. O mesmo estudo mostra que os bancos foram os que mais investiram em tecnologia (15,4%), seguidos do setor de serviços (11,2%).
O acompanhamento anual do setor mostra que, mesmo em momento de crise financeira e contenção de gastos, a média de investimento nesta área cresceu.
Esse aumento do interesse em investir em tecnologia não está ligado somente à necessidade de se modernizar e se adaptar ao mercado. Está comprovado que o investimento em tecnologia reflete também no aumento da produtividade, qualidade do atendimento e melhora na gestão.
Sistemas inteligentes não só permitem maior controle de processos e departamentos, como trazem dados relevantes para uma distribuição de recursos mais assertiva, evitando desperdícios.
O levantamento da FGV mostra que em 2019 as empresas de porte médio apostaram principalmente em projetos de TI como foco em:
Atualização;
Inteligência analítica/business intelligence;
ERP/Sistema Integrado de Gestão Empresarial;
Implementação;
Integração.
As empresas de grande porte também se preocuparam em investir em:
Governança de TI;
Inteligência artificial;
IoT (internet das coisas);
Transformacão Digital.
Por que implementar mudanças na clínica ocupacional?
O investimento em novas tecnologias deixou de ser um diferencial e já é uma necessidade no mercado. Na área da saúde, clínicas, não só do setor ocupacional, têm conseguido reduzir custos ao terceirizar a emissão de laudos para empresas de telemedicina e, assim, passar a contar com especialistas para aumentar a assertividade dos exames.
As medidas iniciais para modernizar a sua empresa podem ser simples e de baixo custo. A seguir, apresentaremos cinco tecnologias que você pode implementar rápido na sua clínica ocupacional e começar a mudar a cara da sua empresa, a curto prazo de tempo.
5 tecnologias para modernizar a clínica ocupacional
Se você está buscando formas simples de modernizar a sua clínica ocupacional, apresentamos a seguir cinco tecnologias eficientes e capazes de agilizar o seu atendimento. Confira:
1. Prontuário eletrônico
A estrutura de um prontuário médico é padronizada e definida pela resolução número 1638/2002, do Conselho Federal de Medicina (CFM). Ele pode ser tanto em papel, quanto eletrônico, neste formato, o armazenamento e acompanhamento dos dados é mais seguro e eficaz.
Isso porque as dezenas de gavetas com acúmulo de papéis arquivados no consultório passam a ser armazenados em nuvem e podem ser acessados de qualquer lugar e por outros profissionais que o gestor permitir acesso. Isso facilita, e muito, um atendimento integrado ao paciente entre mais de um especialista, por exemplo.
Além disso, no prontuário eletrônico não há risco das informações se apagarem com o tempo e é possível anexar exames de imagens e laudos para revisão quando necessário, como por exemplo no acompanhamento da evolução ou retração de alguma doença.
Existem diversas opções de softwares no Brasil que fazem este tipo de serviço, na hora de procurar qual pode melhor lhe atender verifique:
Confiabilidade: verifique se o serviço de segurança de dados do software é de confiança;
Fidelização: conheça o período de fidelização e teste grátis. Antes de adotar um sistema é importante que você faça testes e veja se a ferramenta atende a necessidade da sua clínica ocupacional. É importante averiguar também se não há exigência de tempo mínimo de permanência, assim você não fica refém de um sistema por tempo determinado mesmo se não se adaptar com ele.
Acessibilidade: verifique como funciona o acesso ao prontuário (se o sistema for salvo em nuvem e de forma segura, isso permitirá que o médico acesse os dados do paciente de qualquer dispositivo com internet e de qualquer lugar);
Recursos disponíveis: analise os features disponíveis, como a opção de anexar arquivos como exames de imagens, por exemplo, que fiquem facilmente disponíveis.
2. Telediagnóstico
Outra tecnologia que tem revolucionado o mercado da saúde ocupacional ao ampliar e qualificar os exames é o telediagnóstico.
O telediagnóstico é uma das áreas da telemedicina – termo este que se refere a tudo o que envolve o exercício da medicina por meio das tecnologias, tanto em ações de promoção de saúde e assistência, como em atividades que envolvem educação, pesquisa e prevenção de doenças e lesões.
Por meio do telediagnóstico, a empresa de saúde ocupacional pode terceirizar a realização dos laudos dos exames. Além da vantagem de contar com profissionais altamente especializados para a sua clínica, a utilização deste serviço permite agilidade no atendimento.
Os dados coletados nos exames são transmitidos diretamente à plataforma de telemedicina. Em alguns serviços, como o da Portal Telemedicina, o resultado pode ser emitido pelos médicos especialistas em poucas horas em casos mais urgentes.
A outra vantagem da clínica ocupacional contratar este tipo de serviço é que com a terceirização da emissão dos laudos, a sua clínica pode ampliar o atendimento, uma vez que os profissionais antes dedicados a isso podem ser direcionados para outras atividades.
No caso específico da clínica ocupacional, ao contratar um serviço de telediagnóstico o estabelecimento passa a contar com especialistas de determinadas áreas que podem ter custo muito alto para contratação e serem difíceis de ser encontrados, principalmente em áreas afastadas de grandes centros.
É o caso, por exemplo, de poder passar a contar com um médico pneumologista para laudar o exame de espirometria, fundamental para monitorar a saúde pulmonar de trabalhadores que exercem funções em ambientes onde são expostos a poeira ou produtos químicos, por exemplo.
3. Sistemas de gestão da saúde ocupacional
Outra tecnologia fundamental para melhorar e organizar o atendimento é uma ferramenta de gestão de saúde ocupacional. Com ela, fica mais fácil o controle de toda a empresa e seus colaboradores. Um bom software de gestão integra informações dos departamentos e automatiza processos, gerando economia de tempo e uma gestão mais inteligente.
O maior software integrado de gestão ocupacional no Brasil é o SOC, que atende empresas com SESMT e prestadores de serviço na área de saúde e segurança do trabalho. Este sistema permite a integração com outros, como o eSocial e PPRA. Além disso, ajuda com a organização de exames e automatização da sala de atendimento pois gerencia a ordem de chegada dos pacientes e faz o direcionamento para as especialidades médicas procuradas.
Esse software também permite o monitoramento de atestados de saúde e licenças médicas, integração de exames e emissão de fichas clínicas personalizadas.
Para otimizar mais ainda os recursos e tempo na sua clínica, na hora de pesquisar sobre um software de gestão, é importante ver se ele já tem integração com o sistema do serviço de telediagnóstico que você utiliza ou pretende contratar.
A integração dos sistemas do SOC e da Portal Telemedicina, por exemplo, permite que os clientes contratantes do SOC recebam os laudos diretamente na ficha clínica do colaborador, podendo acessar os arquivos de imagem com os laudos no SOCGED.
4. WhatsApp Empresarial
Uma das redes sociais mais utilizadas no Brasil, o Whatsapp possui um serviço exclusivo para facilitar a comunicação da empresa com os clientes. O WhatsApp Business, conhecido em português como Whatsapp Empresarial, possui uma versão gratuita para pequenas e médias empresas e uma versão paga para organizações maiores.
A ferramenta permite que a sua empresa envie informações automatizadas para os clientes, como por exemplo informando o horário de funcionamento e outros canais para atendimento. Outra função disponível é ter respostas rápidas automatizadas para as perguntas mais frequentes dos clientes.
A versão paga possibilita que o usuário inicie uma conversa com a empresa por ali por meio de um anúncio no Facebook, um botão do Whatsapp ou até mesmo por meio do site, ajudando o cliente a saber mais sobre serviços ou a agendar uma consulta, por exemplo.
Diferente do aplicativo para uso convencional, a versão empresarial pode estar vinculada a um número fixo. A utilização do Whatsapp Business é uma forma barata de inserir uma nova tecnologia na sua clínica de saúde ocupacional e muito eficaz, pois trata-se de uma rede com mais de 120 milhões de usuários no Brasil.
5. Internet das coisas
Você já ouviu falar em internet das coisas? O termo vem do inglês Internet of Things (IoT) e consiste na instalação de sistemas para troca e coleta de informações em máquinas e objetos de forma que eles possam se “comunicar” com o usuário ou fazer comandos com base em determinados comportamentos.
Na clínica de saúde ocupacional, uma forma de usar esta tecnologia é implementar este tipo de sistema nos aparelhos de exames, de forma que eles possam enviar dados a uma central de telemedicina em tempo real.
A Portal Telemedicina oferece esse tipo de serviço. Ao contratar um serviço de telediagnóstico pela Portal você não precisa renovar todos os aparelhos da sua clínica, a Portal Telemedicina conecta-se remotamente aos aparelhos da sua clínica via IoT. Assim, não há necessidade do envio manual dos exames.
Além da agilidade e segurança na transmissão de dados entre os sistemas, a IoT nos equipamentos da clínica ocupacional avisa em tempo real quando há algum problema na coleta de dados que possa comprometer o exame. Isso faz com que o mesmo possa ser repetido na sequência, não sendo mais necessário que o paciente tenha de ser reconvocado.
Conclusão
Como foi possível acompanhar neste artigo, a modernização das clínicas de saúde ocupacional já não é mais apenas um diferencial de mercado, mas uma necessidade. E a implementação das mudanças pode ser feita aos poucos e com ferramentas e softwares de custo baixo diante do ganho de tempo e otimização de recursos obtidos por meio delas.
Além de permitir a integração de sistemas e departamentos da sua empresa, permitindo uma gestão mais inteligente, a aquisição de ferramentas tecnológicas permite ampliação do número de especialistas que atendem na clínica ocupacional, profissionais estes que às vezes têm um custo muito alto ou são difíceis de encontrar no mercado, principalmente em cidades afastadas dos grandes centros.