Sindhosp

Ana Paula

Curso do SindHosp desvenda novo manual da ONA

O SindHosp realizou, nos dias 30 de outubro e 6 de novembro, o curso “Desvendando o Novo Manual da Organização Nacional de Acreditação (ONA)”. Cerca de 20 participantes, entre gestores, profissionais da qualidade e equipes multiprofissionais, tiveram acesso às mudanças e exigências da nova versão do manual. Foram explorados temas como liderança e governança, sustentabilidade, jornada do paciente e integração dos serviços hospitalares, a fim de fortalecer a gestão da qualidade, a segurança do paciente e a sustentabilidade das instituições de saúde.

A gerente Operacional da ONA e docente do curso, Gilvane Lolato, ressaltou a necessidade de a organização conhecer o perfil da população que atende, levando em conta características demográficas, sociais, epidemiológicas e culturais. “Esse conhecimento deve ser utilizado para planejar, adaptar ou direcionar os serviços e ações assistenciais, de forma equitativa, oportuna e coerente com as reais necessidades locais”, defendeu.

Um plano de gerenciamento de riscos – organizacionais e assistenciais – deve ser estruturado e implementado pelas empresas. “Esse processo de gestão de riscos gera resultados concretos e sustentáveis por meio de ciclos de melhoria contínua”, ensinou Gilvane Lolato. A implementação de protocolos clínicos, assistenciais, gerenciados e de segurança também foi abordada e é parte, entre outros tópicos, das estratégias de segurança do paciente.

A responsabilidade socioambiental da organização também ganha relevância. A sustentabilidade precisa ser incorporada à estratégia institucional e de governança. Para isso, os estabelecimentos de saúde podem avaliar e planejar a redução das emissões de gases do efeito estufa, focar na diminuição de desperdícios e priorizar compras sustentáveis, fortalecer a resiliência contra emergências climáticas e comunicar de forma transparente a estratégia ambiental da organização para a sociedade e partes interessadas.

Jornada do paciente

As organizações devem compreender e estruturar os seus processos assistenciais sob a perspectiva de quem recebe o cuidado. De acordo com o novo manual da ONA, a jornada do paciente abrange desde a percepção de sintomas até o término do acompanhamento, passando pelas fases de busca por atendimento ou agendamento, acolhimento, atendimento, diagnóstico, tratamento e continuidade do cuidado. Essa abordagem visa fortalecer a visão sistêmica, o cuidado integrado, continuado e a segurança em cada ponto de contato, contribuindo para a melhoria da experiência do paciente e a redução de riscos. A jornada deve ser conhecida, respeitada e monitorada por todas as equipes, incluindo corpo clínico e multidisciplinar, considerando a diversidade dos públicos atendidos.

O manual ainda detalha os requisitos transversais da jornada do paciente (Subseção 2.27), que se vinculam diretamente ao nível de maturidade institucional, incluindo segurança do paciente, tomada de decisão compartilhada, inclusão, melhoria contínua e cuidado centrado na pessoa. O manual ainda traz diversas outras subseções, que tratam especificamente de cada processo, como serviço ambulatorial (2.7), serviços de internação (2.13), serviços de cuidados intensivos (2.14), serviços de atendimento cirúrgico (2.15), serviços de atendimento neonatal (2.17), serviços de assistência oncológica e terapia (2,19), entre outros. Estes são apenas alguns tópicos abordados durante o curso “Desvendando o Novo Manual da ONA”, visto que o material é extenso e detalhado.

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Caravana da Saúde realiza fórum de gestão e entrega passaportes do programa SIGA em Campinas

A FESAÚDE e o SindHosp, em parceria com a Anahp, realizaram em Campinas, no interior de São Paulo, a primeira escala da “Caravana da Saúde” para divulgação do programa SIGA, que é um Sistema de Indicadores para Gestão de Alto Desempenho, com a realização do Fórum Saúde & Gestão.

Durante o evento, realizado no hotel Meliá, o presidente Francisco Balestrin e a diretora-executiva Larissa Eloi da FESAÚDE/SindHosp entregaram para os embaixadores Flávio Leite Aranha Júnior, diretor da Unimed Campinas, e Henri Boteon, diretor executivo da Fundação Centro Médico de Campinas, os passaportes de excelência do programa SIGA.

Passaportes de excelência

Com objetivo de impulsionar uma cultura institucional baseada no uso estratégico de indicadores, benchmarking e aprendizado colaborativo, a jornada SIGA é guiada por quatro pilares: medir, evoluir, transformar e sustentar. Cada hospital participante ganha um passaporte da excelência, que é entregue a um embaixador institucional para ser carimbado a cada fase vencida, num modelo de “gameficação”, fomentando decisões baseadas em evidências. As etapas incluem indicadores operacionais, assistenciais (cuidado baseado em dados), governança (pessoas e resultados financeiros) e excelência e alto desempenho (apresentações executivas).

“Trata-se de uma parceria com Anaph. Incluímos nossos representados dentro do Sinha para imputar indicadores e poder estabelecer comparações também com instituições do Estado de São Paulo pela FESAÚDE/SindHosp”, explicou Larissa Eloi. “Começamos com hospitais, vamos estender para laboratórios e clínicas. A proposta é transformar dados em reconhecimento, esforço técnico em prestígio institucional”. Segundo ela, mais que um programar técnico, o SIGA é um movimento pela valorização dos hospitais que cuidam com excelência e demonstram esse impacto com evidências.

O poder dos indicadores

Com o tema “Gestão de alto desempenho em saúde – o poder dos indicadores”, o Fórum Saúde & Gestão foi dividido em dois painéis e reuniu lideranças do setor em Campinas para discutir a importância dos indicadores como ferramenta estratégica para a gestão eficiente da saúde pública e privada. Francisco Balestrin abriu o evento ressaltando que a FESAÚDE e o SindHosp operam como um “hub de saúde” e enfatizou: “Fazemos parte do SUS, que comporta o público e o privado”.

Marcelo Neto, representante do SindJundiaí, e Yussif Ali Mere Junior, do SindRibeirão, destacaram as transformações dos sindicatos de saúde após a Reforma Trabalhista de 2018. “Tivemos de nos reinventar”, lembrou Yussif. Ele ressaltou a importância do financiamento público para o que chamou de “saúde pública não estatal”, que funciona muito bem em áreas, por exemplo, como oncologia.

No painel de gestão “Transformando gestão em resultados – indicadores como motor de performance e sustentabilidade”, mediado por Larissa Eloi, da FESAÚDE/SindHosp, Flávio Leite Aranha Júnior, diretor da Unimed Campinas, reforçou a necessidade de indicadores para medir e transformar os serviços: “Sem indicadores, o gestor não transforma nem conhece o que faz”. Ele destacou a importância de dados integrados e governança para avançar em modelos de gestão dinâmicos.

Henri Boteon, diretor executivo da Fundação Centro Médico de Campinas, complementou: “Bons indicadores não nos conformam, temos de avançar”, apontando a complexidade da análise de dados em saúde e a necessidade de melhoria contínua.

O sócio-líder da KPMG Brasil, Leonardo Giusti, trouxe a perspectiva da sustentabilidade e gestão estratégica, afirmando que “saúde tem preço”. Ele também reforçou o papel da cultura organizacional: “Mais que ter dados no painel, as pessoas precisam saber o que estão medindo e por quê”.

Saúde pública

No painel político “Indicadores como aliados da gestão pública em saúde – decisões com impacto real” Jean Gorinchteyn, ex-secretário da Saúde de São Paulo e atual secretário em São Bernardo do Campo, falou da importância do financiamento do SUS, para lidar com as filas e a falta de atendimento de especialistas: “Durante a pandemia, o SUS nunca foi tão lembrado e financiado, o que nos permitiu acolher as pessoas. Agora, passada a crise, voltamos ao passado”.

Sérgio Bisogni, presidente da Rede Mário Gatti, representando o prefeito de Campinas, o médico urologista Dário Saadi, apontou os desafios de gestão em grandes sistemas e destacou as vantagens de uma autarquia: “Quebramos paradigmas com contratação de empresas terceirizadas para melhorar o atendimento, fazendo tudo mais rápido e com mais eficiência”.

A próxima escala da Caravana da Saúde será em Ribeirão Preto, no dia 28 de novembro. Depois, em São José dos Campos, em dezembro.

Clique aqui e participe do SIGA.

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Firmada CCT com sindicato dos médicos de Rio Preto e Região

Informe SindHosp Jurídico nº 112-A/2025

FIRMADA CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO COM O SINDICATO DOS
MÉDICOS DE SÃO JOSÉ DO RIO PRETO E REGIÃO, VIGÊNCIA DE 1º DE
SETEMBRO DE 2025 A 31 DE AGOSTO DE 2026.

Informamos que o SindHosp firmou Convenção Coletiva de Trabalho com o
SINDICATO DOS MÉDICOS DE SÃO JOSÉ DO RIO PRETO E REGIÃO, com
vigência de 1º de setembro de 2025 a 31 de agosto de 2026.

A íntegra da Convenção Coletiva de Trabalho encontra-se à disposição dos sócios e
contribuintes no site do SINDHOSP, www.sindhosp.org.br ícone Jurídico/Convenções
Coletivas.

São Paulo, 28 de outubro de 2025.

FRANCISCO ROBERTO BALESTRIN DE ANDRADE
PRESIDENTE

Base Territorial: Bady Bassit, Bálsamo, Cedral, Icém, José Bonifácio,
Mirassol, Monte Aprazível, Neves Paulista, Nova Granada, Palestina,
Poloni, Potirendaba, São José do Rio Preto, Tanabi, Uchoa

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Firmada CCT com sindicato dos técnicos de segurança do trabalho

Informe SindHosp Jurídico nº 106-A/2025

FIRMADA CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO COM O SINDICATO DOS
TÉCNICOS DE SEGURANÇA DO TRABALHO DO ESTADO DE SÃO PAULO –
SINTESP, VIGÊNCIA DE 1º DE MAIO DE 2025 A 30 DE ABRIL DE 2026.

Informamos que o SindHosp firmou Convenção Coletiva de Trabalho com o
SINDICATO DOS TÉCNICOS DE SEGURANÇA DO TRABALHO DO ESTADO DE
SÃO PAULO – SINTESP, com vigência de 1º de maio de 2025 a 30 de abril de 2026.
A íntegra da Convenção Coletiva de Trabalho encontra-se à disposição dos sócios e
contribuintes no site do SINDHOSP, www.sindhosp.org.br ícone Jurídico/Convenções
Coletivas.

São Paulo, 28 de outubro de 2025.

FRANCISCO ROBERTO BALESTRIN DE ANDRADE
PRESIDENTE

Base Territorial: Todo o Estado de São Paulo

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ARCA sedia lançamento do portal ‘Saúde Sem Engano’ e debate saúde digital

Reforçando seu posicionamento como marca anfitriã, a ARCA sediou o lançamento do portal “Saúde Sem Engano”, uma iniciativa da Saúde Digital Brasil (SDB), que reforça a importância de fortalecer a segurança, a confiabilidade e a validação dos documentos digitais em saúde.

Moderado por Francisco Balestrin, presidente do Conselho Estratégico da ARCA, o encontro contou com a presença da deputada federal Adriana Ventura (NOVO) e de Carlos Pedrotti, presidente da SDB, que apresentou os avanços e desafios dessa mobilização. O movimento já reúne mais de 14 entidades do setor em torno da digitalização segura e responsável.

 

“Precisamos de uma articulação sólida entre instituições públicas e privadas para promover uma transformação digital ética, validada e centrada no paciente”, destacou Balestrin. “Ao sediar o lançamento e fomentar esse diálogo, a ARCA reafirma seu papel como espaço de articulação e produção de conhecimento, um think tank que conecta ideias, lideranças e propósitos em prol de um sistema de saúde mais integrado, confiável e orientado por evidências”.

“Saúde digital faz parte da saúde. O projeto ‘Saúde Digital Brasil’ é jovem, temos cinco anos. Queremos ser a voz da saúde digital no Brasil. Trabalhamos pela promoção da digitalização de forma sustentável para todos os agentes”, disse Pedrotii. “As pessoas ainda têm sensação de insegurança sem papel físico. Queremos reverter essa percepção, mostrar que a assinatura eletrônica é mais segura do que um carimbo com rabisco, o que vale para atestados, laudos e orientações”.

A deputada Adriana Ventura, que faz parte da Comissão da Saúde na Câmara, também participou do debate. Segundo ela, a saúde digital é uma prioridade do Parlamento. “A interoperabilidade e o prontuário eletrônico são o nosso desafio, a nossa batalha”, pontuou a parlamentar. “Estamos elaborando um relatório que pretendemos aprovar ainda este ano, saindo da comissão para ir para o plenário”.

Clique aqui para saber mais do portal Saúde Sem Engano.

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Workshop sobre reforma tributária indica caminhos para as empresas a partir de 2026

O SindHosp realizou, no dia 21 de outubro, o workshop “Reforma Tributária: A sua empresa está preparada para 2026? Afinal, quanto vou pagar?”. Para esclarecer aos associados e contribuintes do Sindicato o que muda a partir do próximo ano, já que o período de transição para o novo sistema tributário se estenderá de 2026 a 2033, foram convidados os sócios da KR Law, escritório de advocacia com larga experiência na área de tributos, Andre Kalonki e Bruno Cescato.

“Na saúde falamos com frequência em prevenção e a reforma tributária vai exigir com que as empresas ajam preventivamente, para evitar eventuais penalizações”, afirmou a coordenadora de Relações Trabalhistas e Sindicais do SindHosp, a advogada Daniela Bernardo, que mediou o evento.

O novo sistema tributário extingue o Imposto sobre Serviços (ISS); o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI); Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS); o Programa de Integração Social (PIS); e a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (COFINS), substituindo tais tributos pela Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e pelo Imposto sobre Bens e Serviços (IBS). “As empresas devem se preparar para a fase de testes, a partir de 2026, com a inclusão da CBS e IBS nas notas fiscais para que o governo possa avaliar qual a alíquota necessária para que a arrecadação não caia e, paralelamente, não haja majoração da carga tributária”, explicou Andre Kalonki.

Graças ao trabalho incessante das entidades representativas do setor, como o SindHosp, a saúde recebeu tratamento diferenciado, com redução de 60% da alíquota base. Entre as oportunidades trazidas pela reforma, Kalonki elenca a simplificação do sistema, com diminuição das obrigações acessórias; unificação de regras e maior segurança jurídica; creditamento amplo e irrestrito, com direito a crédito em todas as operações de aquisição de bens e serviços; eliminação do efeito cascata e melhoria no fluxo de caixa das empresas.

Pontos de atenção

Os sócios da KR Law ressaltaram que durante a fase de transição (2026 a 2033) as empresas enfrentarão maior complexidade contábil e exposição a riscos. “Folha de salários e bens fornecidos a sócios, administradores e parentes não geram direito a crédito. É fundamental que a empresa mapeie e controle os créditos dos bens e serviços adquiridos, compare seus custos tributários antes e depois da reforma, avalie impactos no fluxo de caixa e faça uma revisão dos preços dos produtos e serviços comercializados”, adianta Andre Kalonki.

Andre Kalonki, Daniela Bernardo e Bruno Cescato

Bruno Cescato reiterou, ainda, que é imprescindível proteger sócios e administradores de eventuais penalizações. Entre as medidas para mitigar riscos ele cita a revisão do estatuto ou contrato social para adequação das cláusulas de responsabilidade, implementação de programas de compliance e governança corporativa para assegurar conformidade e boas práticas, planejamento sucessório, ajuste da política de distribuição de lucros e dividendos, entre outras. “Para que as novas regras sejam bem aplicadas pelas empresas, sugerimos o apoio de uma consultoria jurídica e contábil especializada. A KR Law está à disposição para auxiliar os estabelecimentos de saúde representados pelo SindHosp nesse processo”, finaliza Cescato.

Mais informações podem ser obtidas diretamente com a KR Law pelo telefone (11) 3042-7703. Clique aqui e acesse o site da empresa.

 

Assista ao workshop na íntegra:

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Firmada CCT com sindicato dos biomédicos de São Paulo

Informe SindHosp Jurídico nº 104-A/2025

FIRMADA CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO COM O SINDICATO DOS
BIOMÉDICOS PROFISSIONAIS DO ESTADO DE SÃO PAULO – SINBIESP,
VIGÊNCIA DE 1º DE SETEMBRO DE 2025 A 31 DE AGOSTO DE 2026.

Informamos que o SindHosp firmou Convenção Coletiva de Trabalho com o
SINDICATO DOS BIOMÉDICOS PROFISSIONAIS DO ESTADO DE SÃO PAULO –
SINBIESP, com vigência de 1º de setembro de 2025 a 31 de agosto de 2026.

A íntegra da Convenção Coletiva de Trabalho encontra-se à disposição dos sócios e
contribuintes no site do SINDHOSP, www.sindhosp.org.br ícone Jurídico/Convenções
Coletivas.

São Paulo, 21 de outubro de 2025.

FRANCISCO ROBERTO BALESTRIN DE ANDRADE
PRESIDENTE

Base Territorial: Todo o Estado de São Paulo

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Painel no Conaph discute regulação da saúde e o papel do Estado

O presidente do Conselho de Administração da FESAÚDE e do SindHosp, Francisco Balestrin, compôs a mesa de debatedores do painel “Regulação da saúde e o papel do Estado: inovação, demandas sociais e política públicas em transformação” durante o Congresso Nacional de Hospitais Privados, organizado pela ANAHP, e reforçou a ideia de “não deve haver fronteira para o paciente entre o público e o privado quando o assunto é saúde”.

Ele dividiu o palco com o médico Gonzalo Vecina, professor da FSP-USP e da FGV, coordenador do painel; o representante da Opas/OMS no Brasil, Cristian Morales; e outros dois debatedores, Arthur Aguillar, diretor de Políticas Públicas no instituto de Estudos para as Políticas de Saúde (IEPS), e Nelson Teich, ex-ministro de Saúde e diretor da Teich Gestão em Saúde.

Coube ao representante da Organização Pan-Americana da Saúde abrir o evento com a apresentação sobre o cenário da saúde pública na América Latina. Cristian Morales destacou que haverá mais adultos do que adolescentes e crianças no Brasil em 2030. “Existe um problema grave de subfinanciamento, com gasto público abaixo do recomendado, que seria 6% do PIB”, pontuou Morales. “Mas também não adianta só ter o recurso, é preciso saber onde e como ele será aplicado. O gasto precisa eficiente e equitativo, focado num sistema resiliente e multissetorial de Atenção Primária à Saúde integral, integrada e territorial para evitar que os recursos sejam drenados pelas etapas mais tardias dos tratamentos”.

Justiça tributária

Médico sanitarista e fundador da Anvisa, Gonzalo Vecina acredita que a melhoria do SUS depende de “justiça tributária”. “Precisamos ter um sistema de saúde pensando em um país melhor, construído sem tanta desigualdade social. Temos de pensar no que não estamos fazendo e no que não estamos fazendo direito para conseguir isso”, destacou Vecina. “Precisamos também vencer a burocracia para construir regiões de saúde, tendo a indução do Estado por meio da governança regional”.

Arthur Aguillar, do IEPS, concorda. Para ele o status de saúde não deveria depender do CEP onde a pessoa mora. “Temos de melhorar a governança regional, com o Estado induz com financiamentos a qualidade e a coordenação interfederativa. Pensar em soluções remotas, enviar médicos para essas regiões, inovar com UBS fluviais e telessaúde, investir em capilaridade para o caso de crises sanitárias”.

Gestão com dados

Além da fronteira do atendimento entre o público e o privado, Francisco Balestrin destacou que o Estado precisa regular pensando no futuro, não no presente nem no passado. “Em São Paulo, 48% das pessoas têm planos de saúde. No Estado, 31% usam apenas SUS, 5% somente privado e 55% ambos. País sustentável é o que produz dados, não o que consome tecnologia. Mas é preciso ter claro quem vai liderar o processo de inovação: a academia, o estado, a indústria… quem?”, questionou Balestrin.

O ex-ministro Nelson Teich também chamou a atenção para a falta de orientação do Estado, que “deveria ser condutor, mas é passageiro”. Segundo ele, há uma distorção no Brasil: “O que vale é o que acontece com as pessoas, o que o Estado entrega para as pessoas, mas o que se discute são processos e, o que pior, promessas são tratadas como verdades. Precisamos de dados para conseguir entender o que fazer, se não mudar isso, fica difícil”. Ele também é um crítico da ideia de que a atenção primária é uma “bala de prata”, uma vez que doenças complexas demandam mais cuidado e financiamento e a APS não pode ser um gargalo nem ser quem coordena tudo. “É preciso uma linda de cuidado não fragmentada, inserindo o especialista no processo”.

 

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Firmada CCT com sindicato dos empregados da saúde de Catanduva

Informe SindHosp Jurídico nº 103-A/2025

FIRMADA CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO COM O SINDICATO DOS
EMPREGADOS EM ESTABELECIMENTOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE DE
CATANDUVA, VIGÊNCIA DE 1º DE MAIO DE 2025 A 30 DE ABRIL DE 2026.

Informamos que o SindHosp firmou Convenção Coletiva de Trabalho com o
SINDICATO DOS EMPREGADOS EM ESTABELECIMENTOS DE SERVIÇOS DE
SAÚDE DE CATANDUVA, com vigência de 1º de maio de 2025 a 30 de abril de 2026.

A íntegra da Convenção Coletiva de Trabalho encontra-se à disposição dos sócios e
contribuintes no site do SINDHOSP, www.sindhosp.org.br ícone Jurídico/Convenções
Coletivas.

São Paulo, 20 de outubro de 2025.

FRANCISCO ROBERTO BALESTRIN DE ANDRADE
PRESIDENTE

Base Territorial: Catanduva

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Firmada CCT com sindicato dos psicólogos de São Paulo

Informe SindHosp Jurídico nº 101-A/2025

FIRMADA CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO COM O SINDICATO DOS PSICÓLOGOS NO ESTADO DE SÃO PAULO – SINPSI-SP, VIGÊNCIA DE 1º DE SETEMBRO DE 2025 A 31 DE AGOSTO DE 2026.

Informamos que o SindHosp firmou Convenção Coletiva de Trabalho com o SINDICATO DOS PSICÓLOGOS NO ESTADO DE SÃO PAULO – SINPSI-SP, com vigência de 1º de setembro de 2025 a 31 de agosto de 2026.

A íntegra da Convenção Coletiva de Trabalho encontra-se à disposição dos sócios e contribuintes no site do SINDHOSP, www.sindhosp.org.br ícone Jurídico/Convenções Coletivas.

São Paulo, 17 de outubro de 2025.

FRANCISCO ROBERTO BALESTRIN DE ANDRADE
PRESIDENTE

Base Territorial: Todo o Estado de São Paulo

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