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Giuliano Agmont

SindHosp entrega ‘Guia de Ações São Paulo Saudável’ ao prefeito Ricardo Nunes

O SindHosp deu início à série “Diálogos da Saúde” com os pré-candidatos à Prefeitura de São Paulo. O primeiro a participar foi o atual prefeito, Ricardo Nunes, que é filiado ao partido Movimento Democrático Brasileiro (MDB). Na oportunidade, o presidente da Fehoesp e do SindHosp, Francisco Balestrin, entregou a Ricardo Nunes o “Guia de Ações São Paulo Saudável”, uma publicação idealizada com intuito de contribuir para a construção de uma agenda inovadora e positiva, que leve a uma melhor organização e gestão do sistema de saúde municipal de São Paulo e que atenda às necessidades da população paulistana. A íntegra do evento pode ser assistida aqui, no canal oficial do SindHosp no YouTube.

O “Guia de Ações São Paulo Saudável” tem realização da Fehoesp e do SindHosp, correalização do Colégio Brasileiro de Executivos em Saúde (CBEXS) e apoio institucional da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). No documento, as equipes dos candidatos a prefeito vão encontrar informações valiosas para a montagem de planos de governo, incluindo agendas prioritárias, estrutura de ação e principais desafios com respectivas soluções. Para saber mais sobre essa iniciativa, clique aqui.  

Saúde financeira

Vereador por dois mandatos consecutivos, Ricardo Nunes foi eleito vice-prefeito em 2020 pela coalizão PSDB-MDB-DEM. Com a morte de Bruno Covas menos de seis meses depois de tomar posse, assumiu a Prefeitura de São Paulo. Na Câmara Municipal se notabilizou pela atuação na Comissão de Finanças e o acompanhamento das contas da cidade, como se viu ao falar de suas prioridades no “Diálogos da Saúde”.

“Não existe cuidar da saúde sem cuidar da saúde financeira da Prefeitura”, enfatizou Ricardo Nunes. “Tínhamos um orçamento de 10 bilhões de reais em 2016 e subimos para 24 bilhões de reais neste ano de 2024. Ainda falta muito, porque a saúde custa caro. Mas, insisto, o gestor tem de trabalhar com a perspectiva de que precisa de recursos para cuidar da saúde, senão não cuida”.  

Acompanhado do seu secretário de Saúde, Luís Carlos Zamarco, o prefeito e pré-candidato Ricardo Nunes destacou alguns dos feitos e desafios de sua gestão. “Temos cerca de 10 mil agentes de saúde da família, que cobrem cerca de 48% do território municipal. Nossa meta é chegar a 75%. Na cidade, temos 30 unidades de pronto atendimento, as UPA, e vamos inaugurar mais cinco”, informou o convidado do “Diálogos da Saúde”. “Reduzimos o número de óbitos por hipertensão e a gravidez de mulheres com menos de 14 anos de idade. Criamos centros importantes na cidade, de exames da mulher, de atendimento para trans (transgêneros), de tratamento em oncologia, batizado Bruno Covas… Temos também 70 contratos firmados com a iniciativa privada para garantir leitos e exames à população, como a hemodiálise”.

Reforma Tributária

O anfitrião do Diálogos da Saúde, Francisco Balestrin, abriu o evento para perguntas e os convidados puderam saber mais do pré-candidato Ricardo Nunes. Questionado sobre a Reforma Tributária, ele foi enfático: “A situação é preocupante, e digo isso também como empresário. Não há mais o que fazer, vieram com um rolo compressor. Cidades como São Paulo vão perder arrecadação e seus gestores terão de trabalhar muito nos próximos 10 anos para lidar com isso. Como vice-presidente da Frente Nacional de Prefeitos, lutei contra a proposta”.

Durante a rodada de perguntas, Ricardo Nunes ainda falou das parcerias público-privadas para a instalação de minilaboratórios nas UPA, agilizando o atendimento, e do programa de segurança alimentar com cerca de 2,6 milhões de refeições, cozinha-escola e cardápio planejado, além das creches em tempo integral, como parte fundamental do programa Mais Mulheres. “Faz bem para a saúde das mães terem onde deixar os filhos para poder trabalhar”, destacou Nunes. Por fim, o prefeito disse que acredita na digitalização do sistema de saúde. “Temos de investir cada vez mais no prontuário eletrônico”.

Cracolândia

Ricardo Nunes faz questão de mencionar sua origem. “Vim da periferia e tenho orgulho de ser simples… Estou aqui para fazer uma transformação social”, disse. Perguntado sobre a Cracolândia, reconheceu a complexidade do desafio diante do tempo em que o problema existe. “Reduzimos a população de dependentes na rua, prendemos centenas de traficantes e estamos tratando muita gente, mas há um número muito grande de pessoas que estão nessa vida há mais de cinco, dez anos, e isso dificulta muito o nosso trabalho. Por isso temos de persistir, só assim os resultados virão, e isso ainda vai demorar, não se resolve em seis meses”, ponderou.

Os próximos convidados do “Diálogos da Saúde” do SindHosp serão os pré-candidatos José Luiz Datena e Pablo Marçal, que também vão receber um exemplar do “Guia de Ações São Paulo Saudável”. Não perca.

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Oportuniza discute futuro do RH e uso da leitura corporal no recrutamento de profissionais da saúde   

Dando continuidade à série “WorkCafé”, a CEO do SindHosp, Larissa Eloi, recebeu na sede do Sindicato líderes e parceiros da startup Oportuniza para tratar do tema “Inovação e Oportunidades – Transformando o Futuro do RH na Saúde”. O enfermeiro e empreendedor Lincoln Oliveira Santana, CEO e Founder da Oportuniza, apresentou a plataforma que desenvolveu para auxiliar os diversos agentes do ecossistema da saúde no processo de recrutamento e seleção de profissionais. Já o empresário e também enfermeiro Márcio Conceição falou sobre a aplicação da análise corporal na contratação de colaboradores e montagem de times. Por fim, João Sirqueira, CEO e Founder da LonVI, abordou os desafios tecnológicos na área de Recursos Humanos.

Lincoln Santana explicou que a plataforma Oportuniza.Digital molda o processo de recrutamento para entregar o que o que hospitais, laboratórios, clínicas e ambulatórios precisam. “Existe ali uma trilha que nos permite estabelecer uma pontuação até que o perfil do profissional dê ‘match’ com a vaga. O diferencial é que fornecemos as ferramentas que estão faltando para o candidato para atender a 90% do exigido”, explicou Santana. “Também desenvolvemos um aplicativo em que reunimos o ecossistema completo da saúde, oferecendo cursos, mentoria, compra e venda, vagas, tudo interativo. O objetivo é integrar soluções”.

Leitura do corpo

Márcio Conceição disse que a análise corporal se revelou uma ferramenta poderosa para “formar um time de alta performance”. “Lidar com o emocional do outro, com sentimentos e sensações, faz parte da liderança do futuro. E o formato do corpo diz muito sobre o perfil da pessoa, sobre o potencial que ela tem para cumprir com excelência uma determinada tarefa”, revelou Conceição.

Segundo ele, uma análise bem-feita, na contratação, reduz muito o risco de erro, chegando a 1%. “Realizamos uma leitura de partes do corpo, incluindo cabeça, olhos, tronco e pernas, e definimos cinco traços de caráter. Com essa informação, é possível organizar o processo de trabalho de acordo com a eficiência de cada um da equipe em diferentes tarefas: braçal, cerebral, de liderança, de articulação e assim por diante”, explicou o empresário. “Hoje, podemos fazer a leitura corporal de uma pessoa por fotos de redes sociais. No futuro, certamente, teremos a inteligência artificial nos auxiliando nesse trabalho”.

Formado em engenharia mecatrônica, João Siqueira não veio da área da saúde e acabou entrando no projeto para viabilizar as questões tecnológicas. “Um dos diferenciais da plataforma da Oportuniza é que ela foi pensada considerando a jornada das duas partes, de quem contrata e de quem é contratado. Ou seja, queremos saber por que a pessoa está procurando emprego. Por que está desempregada? Por que quer um rendimento extra? Por que quer evoluir profissionalmente? Enfim, vemos a contratação como parte de um processo. Empresas e candidatos precisam se preparar”, conta Siqueira.

O convidado o WorkCafé lembrou que tecnologia é ferramenta, não objetivo, mesmo com inteligência artificial. “A tecnologia facilita, mas alguém tem de fazer a análise, tem de haver uma pessoa olhando para outra. Tirar o humano do RH não é possível. A questão é que a IA vai coletar informações de modo cada vez mais automático e poderá processar dados em escalas impossíveis para o humano, fazendo análises prescritivas, preditivas e por aí vai”.

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Hospitais com cara de hotel: humanização passa por mudanças dos espaços

Hospital com cara de hospital é coisa do passado. Esse o tema do quinto episódio da série “Papo da Saúde – Especial Hospitalar 2024”, que foi apresentado pela consultora técnica Nathália Nunes no estúdio montado dentro do estande do SindHosp durante a feira. Ela recebeu o diretor executivo Kleber Santana e a diretora de Atendimento Cássia Montanini do Grupo G9, para conversar sobre tecnologias e estratégias para melhorar a experiência no hospital, tanto do paciente como do profissional de saúde. Clique aqui para assistir à íntegra da entrevista.

O Grupo G9 desenvolve soluções de acabamento para instalações hospitalares, fornecendo itens como bate-macas, cortinas divisórias de leitos, placas vinílicas, corrimãos e cantoneiras, que podem ser personalizados. “Arquitetos e engenheiros de hospitais estão procurando humanizar os espaços, fugindo daquele aspecto todo branco, marrom e azul. Hoje em dia, eles querem entregar espaços com mais cara de hotel, para acolher os pacientes e suas famílias em um momento de fragilidade”, explicou Kleber Santana.

O executivo sabe que o foco do gestor hospitalar está no negócio. “O hospital obtém receita basicamente com consultas, exames, internações e cirurgias. Ou seja, não quer se preocupar com detalhes como os equipamentos de acabamento. É aí que entram nossas soluções. Conseguimos instalar alguns itens com uma fita dupla fase especial, no concreto ou drywall. Ou seja, realizamos uma instalação sem barulho nem cheiro de cola ou poeira e o hospital não precisa inutilizar o espaço e perder rentabilidade”, ponderou Santana.

Projetos personalizados

Cássia Montanini contou que um dos diferenciais do Grupo G9 são os projetos personalizados. “Nessa hora, unimos a força de criação dos marceneiros com nossa capacidade criativa”, explicou a diretora de Atendimento. “A experiência tem nos mostrado que, se um empresário não achou a solução para seus espaços, é porque ele não é o criador”.

Um case do Grupo G9 está em andamento no Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto, no interior de São Paulo. “Vamos ter um cinco mil metros de placa vinílica personalizada. Criamos personagens exclusivos e temáticos e demos 100 anos de uso sem custo para o HC. É uma ala para crianças com câncer, então parece haver um propósito maior em realizar esse trabalho, para além do negócio em si”.

Para o futuro, o Grupo G9 trabalha com a perspectiva de que muitas doenças serão tratadas em casa. Os gestores esperam levar a estrutura dos hospitais para a casa das pessoas, que vão precisar de equipamentos também. “Teremos internações em casa, onde também haverá necessidade de se criar um ambiente de hotel”.

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Inteligência Solidária transforma ações sociais em relatórios com resultados

Proprietária da plataforma de gestão de resultados Inteligência Solidária (IS), a assistente social e socióloga Erika Mota Santana participou do “Papo de Saúde – Especial Hospitalar” no estúdio montado no estande do SindHosp. Entrevistada por Larissa Eloi, diretora executiva do SindHosp, a ex-secretária de Direitos Humanos e de Política das Mulheres na ONU falou sobre o uso de tecnologias de Inteligência em prol de ações sociais, em como aumentar o engajamento solidário e na importância das boas iniciativas na saúde dos indivíduos. A íntegra do programa pode ser vista via YouTube, no canal oficial do SindHosp. Clique aqui e acompanhe o bate-papo completo.

Erika contou que nasceu em uma família de “ativistas sociais” e, desde a infância, já se sentia incomodada com a forma como as pessoas enxergam a solidariedade: “Não são todos, mas a maioria ainda vê como uma coisa amadora”. Estudiosa de Inteligência Artificial, se interessou pela tecnologia que existe na solidariedade. Surgiu, então, a ideia de criar uma plataforma voltada a isso.

O “S” do ESG

A IS consegue transformar todas as campanhas sociais em relatório, com mensuração dos resultados. “Dimensionamos de fato o impacto das ações, para que financiadores vejam a importância de continuarem investindo em campanhas humanas”, disse a CEO da IS, que estudou por dois anos em como chegar nessa Inteligência de Solidariedade. Criou então a plataforma de tecnologia IS, que “mensura o S, o Social, do ESG (Environmental, Social and Governance)”.

“Medimos os impactos do que cada um faz pelo social, o investimento em horas, o resultado para a comunidade beneficiada, os objetivos alcançados em desenvolvimento sustentável e assim por diante”, detalhou a entrevistada do videocast do SindHosp. “A plataforma evidencia os resultados por meio de recibos, depoimentos e fotografias das ações. Transformamos o social em material, algo que era imensurável passou a ser dimensionado”.

Essa demonstração de resultados é importante, segundo Erika Santana, na medida em que aumenta a adesão à solidariedade. “O exemplo arrasta, inspira. Quanto mais o evidencio, maior é o engajamento. É uma corrente do bem”, explicou a socióloga. “A plataforma mostra que existe uma inteligência atrás da solidariedade”.

O exemplo inspira

Para Erika Santana, o engajamento não precisa começar por grandes ações. Ela acredita que, se todos ensinarmos desde cedo os filhos a participar de pequenas ações, como não jogar chiclete na rua, o impacto acaba sendo mundial e na saúde de cada um. “Saúde está em tudo, é uma das áreas nevrálgicas da solidariedade. Abrange desde em como você mora, como vive sua vida, até em como trabalha e se locomove. Não se restringe a só estar ou não doente”, acrescentou a socióloga.

De acordo com a entrevistada, pesquisas mostram como atos de ajuda ao próximo aumentam os níveis de hormônios que causam bem-estar. “Praticar solidariedade é ter maior qualidade de vida”, afirmou Erika Santana. “Nossa plataforma demonstra com resultados que fazer o bem faz bem. É fato, e contra fatos não há argumentos”. Para quem tem interesse em se envolver com a Inteligência Solidária, o caminho mais simples e acessível, segundo Erika, é pelo Instagram. Basta acessar @inteligenciasolidariaoficial para ter informações sobre o setor. “O maior poder que temos nas mãos é gerar informações para o próximo”, sentenciou a socióloga.

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Deputado Rafa Zimbaldi analisa saúde do ponto de vista da política

Com quatro mandados de vereador na cidade de Campinas e atual deputado estadual reeleito por São Paulo, Rafael Zimbaldi participou do videocast “Papo da Saúde” do SindHosp. Ele foi entrevistado pelos médicos Francisco Balestrin, presidente do SindHosp e da Fehoesp, e Jean Gorinchteyn, ex-secretário da Saúde de São Paulo e diretor técnico-científico da Fehoesp, e falou sobre saúde e política. A íntegra do programa pode ser vista via YouTube, no canal oficial do SindHosp. Clique aqui para assistir.

Filho de político, Rafa Zimbaldi, como é mais conhecido, cresceu na região de Ouro Verde, hoje o distrito mais populoso de Campinas. “Nasci na periferia, sei o que é morar em uma região carente. Sempre estudei em escola pública, utilizando serviços públicos. Cheguei até a política realizando um trabalho social importante, incentivado por minha mãe, o ‘Projeto Jovens do Futuro’, voltado para a qualificação profissional, que formou mais de 40 mil pessoas”, lembrou o deputado.  

Carência e referência

Desde 2004, Zimbaldi atua como legislador e conhece particularmente bem os bastidores da política paulista. Para ele, a saúde de Campinas reflete um pouco da realidade de outros polos econômicos de São Paulo. “Somos uma cidade rica, com o nono orçamento do país e o segundo do estado: são 9,3 bilhões de reais para o município, sendo 2,1 bilhões somente para a saúde. Ainda assim, as pessoas esperam 800 dias para uma cirurgia ortopédica e mais de 1.200 dias para uma neurocirurgia em Campinas”, criticou o convidado do “Papo da Saúde”.

Segundo ele, além da oferta de recursos públicos, Campinas se tornou referência na área da saúde, com universidades e hospitais de ponta. “Temos o Hospital das Clínicas, o Caism (Hospital da Mulher), o Hemocentro e o IOU (Cirurgia de Cabeça e Pescoço) da Unicamp, o Centro Infantil Boldrini (Câncer Infantil), o Hospital Sobrapar, um dos únicos do mundo a realizar cirurgias de crânio e face, a Faculdade de Medicina e Odontologia São Leopoldo Mandic, com excelência em pesquisas odontológicas, e o próprio Hospital Regional de Sumaré, considerado o melhor hospital público do país”, elencou Rafa Zimbaldi. “Ou seja, existem recursos públicos e conhecimento técnico para evitar que uma pessoa fique 18 horas esperando para ser atendida em um Pronto Socorro”.

Parcerias público-privadas

Rafa Zimbaldi atribui os principais problemas dos grandes centros urbanos ao crescimento desordenado das cidades, com crônica falta de regularização fundiária. Para ele, as filas representam a grande queixa na área da saúde, o que poderia ser solucionado com parcerias entre os setores público e privado. “Temos de levar referências acadêmicas e hospitalares para o setor público. As parecerias público-privadas são necessárias e urgentes. Sim, é caro, mas é possível oferecer benefícios fiscais em troca de atendimento e exames de pacientes do SUS, por exemplo”, opinou o deputado.  

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Firmada CCT com sindicato dos trabalhadores da saúde de Campinas e Região

Informe SindHosp Jurídico nº 062-A/2024

FIRMADA CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO COM O SINDICATO DOS
EMPREGADOS EM ESTABELECIMENTOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE DE CAMPINAS E
REGIÃO, COM VIGÊNCIA DE 1º DE JUNHO DE 2024 A 31 DE MAIO DE 2025,
PARA ESTABELECIMENTOS DE SAÚDE.

Informamos que o SindHosp firmou Convenção Coletiva de Trabalho com o SINDICATO
DOS EMPREGADOS EM ESTABELECIMENTOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE DE
CAMPINAS E REGIÃO, com vigência de 1º de junho de 2024 a 31 de maio de 2025.

A íntegra da Convenção Coletiva de Trabalho encontra-se à disposição dos sócios e
contribuintes no site do SINDHOSP, www.sindhosp.org.br ícone Jurídico/Convenções
Coletivas.


São Paulo, 5 de julho de 2024.

FRANCISCO ROBERTO BALESTRIN DE ANDRADE
PRESIDENTE

Base Territorial: : Adolfo, Adamantina, Aguaí, Águas De Lindóia,
Águas Da Prata, Águas De São Pedro, Agudos, Alto Alegre, Álvaro De Carvalho,
Analândia, Andradina, Anhembi, Aparecida D’oeste, Araçatuba, Arco Íris,
Arealva, Areiópolis, Auriflama, Avaí, Americana, Amparo, Araraquara,
Araras, Artur Nogueira, Atibaia, Atlântida, Baby Bassit, Balbinos, Barbosa,
Bariri, Barra Bonita, Boa Esperança Do Sul, Bocaina, Bofete, Boituva,
Borborema, Borebi, Botucatu, Bastos, Braúna, Brejo Alegre, Buritama,
Caieiras, Cajamar, Cafelândia, Campinas, Capivari, Castilho, Cerqueira
César, Cerquilho, Cesário Lange, Charqueada, Conchal, Conchas,
Coroados, Corumbataí, Cosmópolis, Cravinhos, Dourado, Dracena, Elias
Fausto, Elisiário, Engenheiro Coelho, Estiva Gerbi, Espírito Santo Do Pinhal,
Fernão, Floreal, Flórida Paulista, Francisco Morato, Gastão Vidigal, Gavião
Peixoto, General Salgado, Gália, Garça, Getulina, Guaimbê, Guaracaí,
Guarantã, Guzolândia, Herculândia, Holambra, Hortolândia, Iacre, Iabaté,
Ibirá, Ibitinga, Indaiatuba, Ipeúna, Iracemápolis, Itajobi, Itápolis, Itapura,
Inúbia Paulista, Irapuã, Irapuru, Itapevi, Itapira, Itatiba, Itú, Jafá,
Jaguariuna, Jamaica, Joanópolis, José Bonifácio, Júlio Mesquita, Jumirim,
Junqueiropólis, Lácio, Leme, Limeira, Lourdes, Luiziânia, Lúcelia, Marília,
Macaubal, Magda, Marapoama, Mariápolis, Mendonça, Mirandópolis,
Mombuca, Mogi-Guaçu, Mogi Mirim, Monte Castelo, Monte Mor,
,Morungaba, Murutinga Do Sul, Nhandeara, Nipoã, Nova Aliança, Nova
Canaã Paulista, Novo Castilho, Nova Europa, Nova Guataporanga, Nova
Independência, Nova Luzitânia, Novo Horizonte, Nova Odessa, Oswaldo
Cruz, Pacaembú, Padre Nóbrega, Panorama, Pantana, Parapuã, Parnaso,
Paulicéia, Paulínea, Paulópolis, Pedreira, Piracaia, Piraju, Planalto, Poloni,
Pongaí, Presidente Alves, Promissão, Pirassununga, Pompéia, Porto Feliz,
Pardinho, Rafard, Reginópolis, Ribeirão Bonito, Rinópolis, Rio Das Pedras,
Rubiácea, Sabino, Salmorão, Saltinho, Salto, Santa Cruz Da Conceição,
Santa Maria Da Serra, Santa Mercedes, Santana Da Ponte Pensa, Santo
Antônio Do Aracanguá, Santo Antonio Do Jardim, São Francisco, São
Manuel, São Pedro, Sebastianópolis Do Sul, Santo Antonio Da Posse, São
João Da Boa Vista, São João Do Pau D’alho, São Roque Da Fartura, São
Sebastião Da Grama, Serra Negra, Sud Mennucci, Suzanápolis, Sumaré,
Tabatinga, Trabiju, Três Fronteiras Tapiratinga, Torre De Pedra, Tuiuti,
Tupã, Tupi Paulista, Universo, Ubarana, União Paulista, Uru, Urupês,
Vargem, Vera Cruz, Virgínia, Zacarias.

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Firmada CCT com sindicato dos empregados de Casas de Repouso e ILPI’s de Campinas e Região

Informe SindHosp Jurídico nº 063-A/2024

FIRMADA CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO COM O SINDICATO DOS
EMPREGADOS EM ESTABELECIMENTOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE DE CAMPINAS E
REGIÃO, COM VIGÊNCIA DE 1º DE JUNHO DE 2024 A 31 DE MAIO DE 2025,
PARA CASAS DE REPOUSO E ILPI’s.

Informamos que o SindHosp firmou Convenção Coletiva de Trabalho com o SINDICATO
DOS EMPREGADOS EM ESTABELECIMENTOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE DE
CAMPINAS E REGIÃO, com vigência de 1º de junho de 2024 a 31 de maio de 2025.
A íntegra da Convenção Coletiva de Trabalho encontra-se à disposição dos sócios e
contribuintes no site do SINDHOSP, www.sindhosp.org.br ícone Jurídico/Convenções
Coletivas.


São Paulo, 5 de julho de 2024.

FRANCISCO ROBERTO BALESTRIN DE ANDRADE
PRESIDENTE

Base Territorial: Adolfo, Adamantina, Aguaí, Águas De Lindóia, Águas Da Prata,
Águas De São Pedro, Agudos, Alto Alegre, Álvaro De Carvalho, Analândia,
Andradina, Anhembi, Aparecida D’oeste, Araçatuba, Arco Íris,
Arealva, Areiópolis, Auriflama, Avaí, Americana, Amparo, Araraquara,
Araras, Artur Nogueira, Atibaia, Atlântida, Baby Bassit, Balbinos, Barbosa,
Bariri, Barra Bonita, Boa Esperança Do Sul, Bocaina, Bofete, Boituva,
Borborema, Borebi, Botucatu, Bastos, Braúna, Brejo Alegre, Buritama,
Caieiras, Cajamar, Cafelândia, Campinas, Capivari, Castilho, Cerqueira
César, Cerquilho, Cesário Lange, Charqueada, Conchal, Conchas,
Coroados, Corumbataí, Cosmópolis, Cravinhos, Dourado, Dracena, Elias
Fausto, Elisiário, Engenheiro Coelho, Estiva Gerbi, Espírito Santo Do Pinhal,
Fernão, Floreal, Flórida Paulista, Francisco Morato, Gastão Vidigal, Gavião
Peixoto, General Salgado, Gália, Garça, Getulina, Guaimbê, Guaracaí,
Guarantã, Guzolândia, Herculândia, Holambra, Hortolândia, Iacre, Iabaté,
Ibirá, Ibitinga, Indaiatuba, Ipeúna, Iracemápolis, Itajobi, Itápolis, Itapura,
Inúbia Paulista, Irapuã, Irapuru, Itapevi, Itapira, Itatiba, Itú, Jafá,
Jaguariuna, Jamaica, Joanópolis, José Bonifácio, Júlio Mesquita, Jumirim,
Junqueiropólis, Lácio, Leme, Limeira, Lourdes, Luiziânia, Lúcelia, Marília,
Macaubal, Magda, Marapoama, Mariápolis, Mendonça, Mirandópolis,
Mombuca, Mogi-Guaçu, Mogi Mirim, Monte Castelo, Monte Mor,
,Morungaba, Murutinga Do Sul, Nhandeara, Nipoã, Nova Aliança, Nova
Canaã Paulista, Novo Castilho, Nova Europa, Nova Guataporanga, Nova
Independência, Nova Luzitânia, Novo Horizonte, Nova Odessa, Oswaldo
Cruz, Pacaembú, Padre Nóbrega, Panorama, Pantana, Parapuã, Parnaso,
Paulicéia, Paulínea, Paulópolis, Pedreira, Piracaia, Piraju, Planalto, Poloni,
Pongaí, Presidente Alves, Promissão, Pirassununga, Pompéia, Porto Feliz,
Pardinho, Rafard, Reginópolis, Ribeirão Bonito, Rinópolis, Rio Das Pedras,
Rubiácea, Sabino, Salmorão, Saltinho, Salto, Santa Cruz Da Conceição,
Santa Maria Da Serra, Santa Mercedes, Santana Da Ponte Pensa, Santo
Antônio Do Aracanguá, Santo Antonio Do Jardim, São Francisco, São
Manuel, São Pedro, Sebastianópolis Do Sul, Santo Antonio Da Posse, São
João Da Boa Vista, São João Do Pau D’alho, São Roque Da Fartura, São
Sebastião Da Grama, Serra Negra, Sud Mennucci, Suzanápolis, Sumaré,
Tabatinga, Trabiju, Três Fronteiras Tapiratinga, Torre De Pedra, Tuiuti,
Tupã, Tupi Paulista, Universo, Ubarana, União Paulista, Uru, Urupês,
Vargem, Vera Cruz, Virgínia, Zacarias.

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Rede Mater Dei de Saúde expande os negócios com foco na integração cultural

No terceiro episódio da série “Papo da Saúde Especial Hospitalar 2024”, Thiago Constancio, CEO do MedPortal e coordenador do GT de Gestão de Pessoas do SindHosp, e Laura Schiesari, coordenadora CEAHS na Escola de Administração de Empresas de São Paulo da FGV, receberam Jose Henrique Dias Salvador, CEO da Rede Mater Dei de Saúde. Em pauta, tendências e inovações na gestão de pessoas no setor da saúde. A íntegra do videocast está disponível no canal oficial do SindHosp no YouTube. Clique aqui para assistir.

Com origem em Minas Gerais no início dos anos 1980, a Rede Mater Dei se tornou referência nacional na expansão de negócios na área da saúde. Depois da abertura de capital (IPO) em 2021, que levantou R$ 1,4 bilhão em investimentos, o grupo adquiriu cinco hospitais, sendo dois em Uberlândia (MG), um em Goiânia (GO), um em Belém do Pará (PA) e um em Feira de Santana (BA). Além disso, inaugurou mais um hospital próprio em Salvador e está construindo novas unidades, uma em Minas Gerais (a ser entregue em agosto) e outra em São Paulo, a primeira na capital paulista, que será erguida no bairro de Santana, na Zona Norte.

“Desde sempre, nossa ideia nunca foi ter um amontoado de hospitais, por isso identificamos ativos já alinhados a nossos valores, ou seja, que fossem referência no mercado, com corpo clínico de referência, que colocassem o paciente como foco, que tivessem bom relacionamento com parceiros e assim por diante”, destacou Salvador. “Investimos em integração cultural, adotando formalidades que respeitam as etapas do processo de integração. A cultura é catalisadora de resultados. Princípios e valores fazem a diferença, sempre respeitando as características regionais”.

“Precisarmos nos perguntar que elementos nos definem. Precisamos ter claro quem somos e como a gente faz para, então, buscarmos as sinergias”

Jose Henrique Dias Salvador, CEO da Rede Mater Dei de Saúde
Inovação tecnológica

Além da gestão do processo de expansão e integração cultural de novas unidades, a Rede Mater Dei também avança na área de inovação tecnológica, adquirindo uma healthtech. “Aquirimos uma empresa de processamento de dados e estamos investindo tanto em soluções para nossas necessidades específicas como também em produtos que podem servir ao mercado de saúde em geral, explorando conceitos como Big Data, Analytics e Inteligência Artificial”, pontuou José Henrique Salvador. “Nosso objetivo é preparar o negócio para o futuro, investindo em eficiência, mas com visão de futuro”.

De acordo com o convidado do Papo da Saúde Especial Hospitalar, as novas tecnologias e a inteligência artificial vão ajudar hospitais em duas frentes. “De um lado, teremos maior conectividade, desburocratizando as relações entre os diversos entes da cadeia, com instituições conversando mais e disponibilizando dados mais claros. Não haverá espaço para empresas fechadas, que trabalham sozinhas, sem colaboração”, explicou o CEO da Rede Mater Dei. “De outro lado, a interação com as pessoas vai ultrapassar o limite das paredes do hospital, estaremos mais próximos das pessoas, com foco em desfechos, transparência na forma como entregamos valor e qualidade assistencial”.

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Breno Monteiro fala dos 30 anos da CNSaúde e dos desafios do setor

Dando sequência à série “Papo da Saúde – Especial Hospitalar”, o presidente da Fehoesp e do SindHosp, Francisco Balestrin, conversou com o presidente da CNSaúde, Breno Monteiro, que falou sobre o papel de sindicatos patronais, federações e, no topo da cadeia, uma confederação para um setor tão vital para o país como o da saúde. Assista à integra da entrevista clicando aqui.

Entidade de terceiro grau do setor da saúde, a CNSaúde acaba de completar 30 anos de existência. Assim como outros segmentos têm seus entes representativos, como a Indústria (CNI), o Comércio (CNC), o Transporte (CNT) e o Agronegócio (CNA), a Saúde também constituiu o seu, nos anos 1990. “Temos um papel fundamental na geração de emprego, somos o terceiro maior empregador do país, e uma importante participação no PIB do Brasil”, destacou Monteiro. “Embaixo da CNSaúde temos oito federações, incluindo a Fehoesp, de São Paulo, que reponde por pelo menos 40% de leitos e empregos da saúde no país”.   

Representação constitucional

Segundo Breno Monteiro, a CNSaúde representa 430 mil empresas privadas de saúde. Ele explica que sindicatos patronais, federações e confederações têm um poder constitucional mais amplo do que associações. “Em assembleias, convenções coletivas e ações judiciais, representamos o conjunto de empresas que compõem o setor da saúde, indiscriminadamente, enquanto uma associação representa tão somente organizações a ela vinculadas. Por exemplo, quando entramos com um Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) no Supremo Tribunal Federal, estamos advogando em nome de cada um dos estabelecimentos privados de saúde do país”, explica o presidente da CNSaúde.

Para o presidente da CNSaúde, o principal argumento para justificar contribuições para os sindicatos, tanto patronais como laborais, está no benefício em torno de acordos coletivos. “Cerca de 50% dos custos das empresas de saúde estão associados à folha de pagamento, ou seja, as negociações que antecedem convenções coletivas e dissídios fazem diferença para quem paga e para quem recebe”, enfatizou Monteiro.

“Nos últimos quatro anos, o setor privado de saúde gerou, em média, por ano, mais de 100 mil postos de trabalho no Brasil, sendo 70% de mulheres, com ampla inserção de jovens de 18 a 24 anos no mercado, e mais de 50% de pessoas com nível universitário”

Breno Monteiro, presidente da CNSaúde
Prioridades

Entre as prioridades de sua gestão à frente da CNSaúde, Breno Monteiro destacou a atuação em Brasília, mais especificamente no Congresso Nacional. “Temos uma Frente Nacional de Serviços de Saúde, que tem um papel importante na defesa dos interesses dos diversos agentes da saúde. Lutamos pela desoneração do setor da saúde pela sua importância, criticando algumas distorções da lei”, disse Monteiro.

Outra prioridade é a criação de um Sistema S para a Saúde. “As empresas de saúde já recolhem via INSS um percentual do que arrecadam para o Sistema S do Comércio. Mas Saúde não é Comércio. Pleiteamos um direcionamento desses recursos para uma estrutura de ensino que já existe na área da saúde”, acrescentou Breno Monteiro.

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Firmada CCT com empregados da saúde de Sorocaba e Região

Informe SindHosp Jurídico nº 51-A/2024

FIRMADA CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO COM O SINDICATO ÚNICO DOS
EMPREGADOS EM ESTABELECIMENTOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE DE SOROCABA
E REGIÃO, VIGÊNCIA DE 1º DE MAIO DE 2024 A 30 DE ABRIL DE 2025.

Informamos que o SindHosp firmou Convenção Coletiva de Trabalho com o SINDICATO
ÚNICO DOS EMPREGADOS EM ESTABELECIMENTOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE DE
SOROCABA E REGIÃO, com vigência de 1º de maio de 2024 a 30 de abril de 2025.
A íntegra da Convenção Coletiva de Trabalho encontra-se à disposição dos sócios e
contribuintes no site do SINDHOSP, www.sindhosp.org.br ícone Jurídico/Convenções
Coletivas.

São Paulo, 25 de junho de 2024.

FRANCISCO ROBERTO BALESTRIN DE ANDRADE
PRESIDENTE

Base Territorial: Alambari, Alumínio, Angatuba, Assis, Avaré, Bernardino De Campos,
Buri, Cândido Mota, Capela Do Alto, Cerqueira César, Eldorado, Guareí, Ibirarema, Ibiúna,
Ipaussu, Itaí, Itapetininga, Itatinga, Jacupiranga, Juquiá, Juquitiba, Mairinque, Manduri,
Óleo, Palmital, Paraguaçu Paulista, Paranapanema, Piedade, Pilar Do Sul, Piraju, Quatá,
Registro, Salto De Pirapora, Santa Cruz Do Rio Pardo, São Miguel Arcanjo, São Roque,
Sarapuí, Sarutaiá, Sete Barras, Sorocaba, Tapiraí, Tatuí, Tejupá E Votorantim

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