Sindhosp

Giuliano Agmont

ARCA, o think tank da saúde

A pré-inauguração do mais novo think tank brasileiro da saúde reuniu as equipes de colaboradores da SindHosp e da FESAÚDE. Com um projeto arquitetônico desenvolvido para acomodar múltiplos atores, a ARCA já navega em busca de soluções reais para o setor a partir do encontro de multivisões. “Trata-se de um novo espaço para transformar a saúde, com foco bem definido”, resumiu Larissa Eloi, diretora-geral da ARCA. “Conectamos ideias, instituições e experiências para gerar mudanças concretas”.

Francisco Balestrin, presidente do SindHosp e da FESAÚDE, dirige o Conselho Estratégico de Implantação da ARCA. Ele abriu o evento. “A ARCA atua como um think tank, ou seja, um tanque de ideias, a partir de uma tríade estratégica: Políticas Públicas, Inovação e Acesso”, destacou Balestrin. “O sistema da saúde precisa de uma articulação multissetorial para enfrentar desafios complexos, como deterioração da saúde mental da população, a escalada das doenças crônicas e o risco de novas epidemias. E a solução não está em agir sozinho”, acrescentou Larissa Eloi.

A inauguração oficial do espaço ARCA acontecerá em agosto, com participação da secretária Ana Estela Haddad. Entre os principais diferenciais da ARCA estão a inteligência setorial e a curadoria de tendências. No evento de pré-lançamento, os responsáveis por cada uma das áreas estratégicas também apresentaram suas propostas.

Áreas estratégicas

Inaldo Leitão, head de Políticas Públicas, detalhou a amplitude do termo e a missão da Arca nesse campo. “Política pública seria tudo aquilo que um governo escolhe fazer ou deixar de fazer, influenciando no coletivo por ação ou omissão”, explicou Leitão. Ele destacou que o SUS é a maior política pública do Brasil e disse que a Arca buscará “influenciar algumas políticas públicas ou até criar políticas públicas por meio de projetos de lei”.

Eduardo Giacomazzi, head de Inovação, explicou que inovação é vista como um motor de mudança, transcendendo a mera tecnologia. “Inovação envolve transformar o tecido social”, lembrou Giacomazzi. “Gosto da analogia do ‘efeito tipping point’, quando uma pequena energia pode gerar uma transformação significativa. E não podemos perder de vista que somos pessoas transformando vidas, ou seja, temos de considerar o poder da colaboração humana na geração de impacto”.

Carla Behr, head de Acesso, emprestou uma definição da Organização Mundial da Saúde para falar de sua área, enfatizando a importância tanto dos desfechos como da equidade. “Não é o caso de prover a mesma coisa para todos, mas, sim, prover o que cada indivíduo necessita”, reconheceu Beher, que está à frente de um projeto disruptivo da ARCA, o Sinais, desenvolvido em parceria com a AstraZeneca. “O projeto utiliza inteligência artificial para a detecção precoce do câncer de pulmão, analisando exames de imagem, como radiografias e tomografias”.

FAÇA PARTE DA ARCA

A ARCA é um núcleo de projetos do Instituto de Ensino e Pesquisa na Saúde (IESPAS), criado por SindHosp e FESAÚDE. Para participar e saber mais, clique aqui.

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Saiba como participar do programa ‘Agora Tem Especialistas’

O Ministério da Saúde participou de um evento da série Diálogos da Saúde promovido por SindHosp e FESAÚDE e deu detalhes sobre o programa “Agora Tem Especialistas”. Clique aqui e leia mais sobre o evento. O bate-papo on-line teve participação de Mozart Sales, secretário de Atenção Especializado à Saúde, Dárcio Guedes Junior, diretor do Fundo Nacional de Saúde, e Rodrigo Oliveira, diretor do Departamento de Estratégias para Expansão da Atenção Especializada. Durante os painéis, o Ministério da Saúde se comprometeu a  compartilhar o passo a passo para cadastro no programa, além de detalhar os valores envolvidos. Nos arquivos a seguir, estão todas as informações atualizadas. O bate-papo completo está disponível aqui, no canal oficial do SindHosp no Youtube.

 

Passo a passo de como se cadastrar

 

 

Informações gerais sobre o programa

 

 

Lista de procedimentos, OCIs e R$

 

 

Grupos e especialidades previstos no programa

 

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Advogado do SindHosp tira dúvidas sobre jornada de trabalho, faltas e banco de horas

A mais recente edição do Workshop da Saúde Técnico discutiu o tema “Gestão trabalhista na saúde: jornadas de trabalho, ausências e banco de horas sem erros”. Com base nas dúvidas do dia a dia, o advogado do SindHosp Rodrigo Marin explicou para gestores de empresas privadas de saúde como estruturar jornadas, controlar ausências e gerir bancos de horas em um sistema de 24 horas por sete dias de funcionamento. Transmitido virtualmente pela plataforma Zoom, o Workshop da Saúde Técnico é um evento exclusivo para associados e contribuintes do SindHosp. Para ter acesso a novos eventos, faça seu cadastro aqui.

Moderado por Larissa Eloi, CEO do SindHosp e da FESAÚDE, o Workshop da Saúde Técnico foi divido em dois momentos: primeiro uma palestra sobre o tema e depois uma sessão de perguntas e respostas com os internautas, que participaram via chat ou WhatsApp. “A gestão das relações trabalhistas é o coração do setor da saúde”, destacou Larissa Eloi na abertura do evento, que tratou de jornada de trabalho (escalas, turnos, redução e controle), ausências e banco de horas.

Jornada de trabalho 

Segundo Rodrigo Marin, os turnos de 12 horas de trabalho por 36 horas de descanso são uma situação característica do setor da saúde. “Mas é preciso controle. Não é raro de os estabelecimentos perderem a mão e deixarem colaboradores trabalharem oito horas ou mais”, enfatizou o advogado do SindHops. “No caso de jornadas normais de oito horas diárias com quarenta e quatro horas semanais, o empregador não pode, de forma alguma, deixar de conceder um intervalo mínimo de 24 horas de descanso entre jornadas, no interregno máximo de sete dias. Ninguém pode trabalhar mais de seis dias subsequentes”.

O palestrante também falou sobre jornada reduzida e controle de jornada. “É lícito que as empresas paguem o proporcional às horas trabalhadas diante da jornada reduzida, mas tem de manter a proporção”, esclareceu Rodrigo Marin. “Por isso é importante ter um bom controle da jornada de trabalho, com formas de registros devidamente acordadas em negociações coletivas. O papel ficou obsoleto, mas existem alternativas informatizadas eficientes. Assim como o contrato de trabalho, o controle da jornada é útil no caso de uma ação trabalhista”.

Ausências e banco de horas 

O advogado do SindHosp falou ainda sobre ausências. “O empregador deve ter claro e esclarecer ao empregado o que é uma falta justificada e o que é uma falta não justificada, ou seja, o que tem de abonar e o que não tem de abonar. Sim, é sempre bom analisar caso a caso, como no caso de pais que se ausentam para cuidar de filhos doentes, mas existem regrar para tudo. Nesse caso, pela lei, o empregado tem direito a um dia de abono por ano para acompanhar um filho em emergências médicas”.

Fechando a palestra, Rodrigo Marin discorreu sobre banco de horas, horas extras e compensações. “Não se pode descontrolar do banco de horas. Se possível, zerar de tempos em tempos, sabendo que é prerrogativa do empregador definir os dias para compensar. Se der para conciliar melhor, senão o empregador pode definir o período à revelia do empregado”, revelou o advogado.

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SindHosp retifica CCT com sindicato dos empregados da saúde em São José dos Campos e Região

Informe SindHosp Jurídico nº 62-A/2025


COMUNICA-SE RETIFICAÇÃO CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO COM o
SINDICATO DOS EMPREGADOS EM ESTABELECIMENTOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS E REGIÃO, VIGÊNCIA DE 1º DE MAIO DE 2025 A 30 DE ABRIL DE 2026.

Comunica-se a retificação da Cláusula 2ª, da Convenção Coletiva de Trabalho com o SINDICATO DOS EMPREGADOS EM ESTABELECIMENTOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS E REGIÃO, com vigência de 1º de maio de 2025 a 30 de abril de 2026, para correção de erro material. Na coluna de pisos salariais, relativa ao mês de julho de 2025, foi retificado o valor dos pisos de Apoio, Administração e Auxiliar de Enfermagem, para R$ 1.804,00

 

Mantidas as demais cláusulas previamente divulgadas.

 

A íntegra da Convenção Coletiva de Trabalho encontra-se à disposição dos sócios e contribuintes no site do SINDHOSP, www.sindhosp.org.br ícone Jurídico/Convenções Coletivas.

 

 

São Paulo, 21 de julho de 2025.

 

FRANCISCO ROBERTO BALESTRIN DE ANDRADE

PRESIDENTE

 

Base Territorial: Aparecida do Norte, Areias, Arujá, Bananal, Buritiba-Mirim, Caçapava, Cachoeira Paulista, Campos do Jordão, Caraguatatuba, Cruzeiro, Cunha, Guararema, Guaratinguetá, Igaratá, Jacareí, Jambeiro, Lagoinha, Lavrinhas, Lorena, Monteiro Lobato, Natividade da Serra, Paraíbuna, Pindamonhangaba, Piquete, Queluz, Redenção da Serra, Roseira, Salesópolis, Santa Branca, Santa Isabel, Santo Antonio do Pinhal, São Bento do Sapucaí, São José do Barreiro, São José dos Campos, São Luis do Paraitinga, Silveiras, Tremembé, Ubatuba

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A importância do Accountability na saúde: corresponsabilização e sentimento de dono

A gestão de Recursos Humanos é estratégica em hospitais, clínicas e laboratórios. Motivar e engajar colaboradores, clientes e parceiros significa mais qualidade, segurança e produtividade na prestação de serviço de saúde. Em mais um Papo da Saúde Especial Hospitalar, o SindHosp e a FESAÚDE receberam em seu estande os médicos Hamilton Rocha, superintendente médico do Grupo DOC, e Tatiana Fiscina, diretora médica dos Hospitais da Rede Américas, para falar sobre o tema “A Gestão Especializada de Escalas gera Accountability?”. A íntegra deste bate-papo está disponível no canal oficial do SindHosp no YouTube.

Moderado por Daniel Machado, diretor de Operações do SindHosp, o videcast teve duração de cerca de meia hora e permitiu que os convidados falassem mais sobre o Accountability. “É uma palavra inglesa sem tradução para outros idiomas. O que esperamos de uma pessoa ao cumprir uma determinada função é corresponsabilização e sentimento de dono”, explicou Hamilton Rocha, do Grupo DOC.

Para Tatiana Fiscina, é preciso que as pessoas se importem com tudo o que está girando em torno daquele universo. “Cada pessoa e cada processo importam para o resultado final”, resumiu. “E isso vale para todo mundo, não apenas o médico. A enfermeira, o assistente de enfermagem, o técnico, a equipe de limpeza, o porteiro, os seguranças, o pessoal do administrativo, a recepção, enfim, a orquestra tem de funcionar como se deve. Daí a necessidade de ter todo mundo treinado”.

Em relação às escalas, Hamilton Rocha diz que o accountabillity pode fazer a diferença. “Em um time com accountability, todos se ajudam e o resultado é melhor. Isso muda o desfecho e melhora a produtividade”, disse o executivo do Grupo DOC. “E são importantes indicadores que demonstrem engajamento e eficiência capazes de bonificar os melhores profissionais”.

A diretora médica dos Hospitais da Rede Américas defende o investimento em modelos de remuneração e benefícios para obter a lealdade das pessoas. “Para além de salário e remuneração, há outras iniciativas capazes de engajar um cirurgião, por exemplo: oferta de sala cirúrgica, horário conveniente, bom atendimento, boa vaga de garagem, upgrade de acomodação em relação ao plano dos pacientes e assim por diante”, elencou Tatiana Fiscina. “É importante que o profissional se sinta acolhido e desperte seu sentimento de engajamento, justamente por se sentir mais bem tratado”.

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Firmada CCT com empregados da saúde de Araçatuba e Região

Informe SindHosp Jurídico nº 60-A/2025

FIRMADA CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO COM O SINDICATO DOS
EMPREGADOS EM ESTABELECIMENTOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE DE
ARAÇATUBA E REGIÃO – SEESSATA, VIGÊNCIA DE 1º DE JUNHO DE 2025 A
31 DE MAIO DE 2026.

Informamos que o SindHosp firmou Convenção Coletiva de Trabalho com o
SINDICATO DOS EMPREGADOS EM ESTABELECIMENTOS DE SERVIÇOS DE
SAÚDE DE ARAÇATUBA E REGIÃO – SEESSATA, com vigência de 1º de junho de
2025 a 31 de maio de 2026.

A íntegra da Convenção Coletiva de Trabalho encontra-se à disposição dos sócios e
contribuintes no site do SINDHOSP, www.sindhosp.org.br ícone Jurídico/Convenções
Coletivas.

São Paulo, 21 de julho de 2025.

FRANCISCO ROBERTO BALESTRIN DE ANDRADE
PRESIDENTE

Base Territorial: Andradina, Araçatuba, Auriflama, Avanhandava, Barbosa, Bento
de Abreu, Bilac, Birigui, Braúna, Castilho, Clementina, Coroados, Gabriel Monteiro,
Gastão Vidigal, General Salgado, Glicério, Guaiçara, Guaraçaí, Guararapes, Ilha
Solteira, Lavínia, Lins, Mirandópolis, Monções, Murutinga do Sul, Nova
Independência, Palmeira d’Oeste, Penápolis, Pereira Barreto, Piacatu, Promissão,
Queiroz, Rubiácea, Santo Antônio do Aracanguá, Santópolis do Aguapeí e Valparaíso.

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Ministério da Saúde detalha programa ‘Agora Tem Especialistas’

O SindHosp e a FESAÚDE, em parceria com a Hospitalar, organizaram em conjunto um Diálogos da Saúde especial para esclarecer dúvidas sobre o programa “Agora Tem Especialistas” do Ministério da Saúde. Participaram do evento on-line, transmitido ao vivo, Mozart Sales, secretário de Atenção Especializado à Saúde, Dárcio Guedes Junior, diretor do Fundo Nacional de Saúde, e Rodrigo Oliveira, diretor do Departamento de Estratégias para Expansão da Atenção Especializada. Em painéis moderados por Francisco Balestrin, presidente do SindHosp/FESAÚDE, os convidados explicaram  a forma de adesão ao programa, que permite o uso de dívidas tributárias constituídas ou a vencer como crédito financeiro. O bate-papo completo está disponível no canal oficial do SindHosp no Youtube.

O secretário Mozart Sales abriu o evento com um explicação detalhada sobre o programa. “Os procedimentos cirúrgicos eletivos se acumularam durante a pandemia diante do cerceamento do parque cirúrgico hospitalar do Brasil. O programa busca promover um aumento virtuoso das Ofertas de Cuidados Integrais, as chamadas OCI, via Programa Nacional de Redução de Filas”, explicou Sales. “Os Hospitais privados, incluindo os filantrópicos e Santas Casas, respondem por 65% das cirurgias no âmbito do SUS e 53% dos leitos”.

O programa “Agora Tem Especialistas” engloba 1.265 procedimentos cirúrgicos de baixa, média e alta complexidade, divididos em seis grupos prioritários: oncologia, ginecologia, cardiologia, ortopedia, oftalmologia, otorrinolaringologia. “Esse é um instrumento engenhoso articulado para reduzirmos as filas no Brasil”.

Dácio Guedes Júnior, diretor do Fundo Nacional de Saúde, foi o segundo a falar. Ele explicou, na prática, como hospitais e clínicas privadas podem se cadastrar no InvestSUS, uma plataforma do Ministério da Saúde que integra informações, sistemas e ferramentas relacionadas ao financiamento, planejamento, monitoramento e avaliação do Sistema Único de Saúde. “As empresas têm de fazer uma manifestação de interesse e dizer quais serviços oferecem para obter o crédito financeiro”, demonstrou Dárcio Guedes. Os detalhes podem ser conferidos no vídeo abaixo.

Finalizando o Diálogos da Saúde, Rodrigo Oliveira, respondeu a dúvidas dos espectadores do evento. Segundo ele, qualquer estabelecimento privado que tenha capacidade de oferecer o pacote de procedimentos das OCI pode fazer a adesão. “O componente ambulatorial pode ser realizado por qualquer estabelecimento privado, incluindo clínicas”, explicou. “Neste momento, ou seja, neste ano, nosso objetivo é trabalhar com o rol de procedimentos de seis áreas médicas prioritárias, incluindo procedimentos ambulatoriais diagnósticos e cirurgias, de modo a ampliar o acesso e reduzir tempo de espera”.

 

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Firmada CCT com sindicato dos empregados da saúde de São José dos Campos e Região

Informe SindHosp Jurídico nº 61-A/2025

FIRMADA CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO COM O SINDICATO DOS
EMPREGADOS EM ESTABELECIMENTOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE DE SÃO
JOSÉ DOS CAMPOS E REGIÃO, VIGÊNCIA DE 1º DE MAIO DE 2025 A 30 DE
ABRIL DE 2026.

Informamos que o SindHosp firmou Convenção Coletiva de Trabalho com o
SINDICATO DOS EMPREGADOS EM ESTABELECIMENTOS DE SERVIÇOS DE
SAÚDE DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS E REGIÃO, com vigência de 1º de maio de
2025 a 30 de abril de 2026.

A íntegra da Convenção Coletiva de Trabalho encontra-se à disposição dos sócios e
contribuintes no site do SINDHOSP, www.sindhosp.org.br ícone Jurídico/Convenções
Coletivas.

São Paulo, 17 de julho de 2025.

FRANCISCO ROBERTO BALESTRIN DE ANDRADE
PRESIDENTE

 

Base Territorial: Aparecida do Norte, Areias, Arujá, Bananal, Buritiba-Mirim,
Caçapava, Cachoeira Paulista, Campos do Jordão, Caraguatatuba, Cruzeiro, Cunha,
Guararema, Guaratinguetá, Igaratá, Jacareí, Jambeiro, Lagoinha, Lavrinhas, Lorena,
Monteiro Lobato, Natividade da Serra, Paraíbuna, Pindamonhangaba, Piquete,
Queluz, Redenção da Serra, Roseira, Salesópolis, Santa Branca, Santa Isabel, Santo
Antonio do Pinhal, São Bento do Sapucaí, São José do Barreiro, São José dos Campos,
São Luis do Paraitinga, Silveiras, Tremembé, Ubatuba

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Firmada CCT com empregados da saúde de Ourinhos e Região

Informe SindHosp Jurídico nº 59-A/2025

FIRMADA CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO COM O SINDICATO DOS
EMPREGADOS EM ESTABELECIMENTOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE DE
OURINHOS E REGIÃO, VIGÊNCIA DE 1º DE MAIO DE 2025 A 30 DE ABRIL DE
2026.

Informamos que o SindHosp firmou Convenção Coletiva de Trabalho com o
SINDICATO DOS EMPREGADOS EM ESTABELECIMENTOS DE SERVIÇOS DE
SAÚDE DE OURINHOS E REGIÃO, com vigência de 1º de maio de 2025 a 30 de
abril de 2026.

A íntegra da Convenção Coletiva de Trabalho encontra-se à disposição dos sócios e
contribuintes no site do SINDHOSP, www.sindhosp.org.br ícone Jurídico/Convenções
Coletivas.

São Paulo, 14 de julho de 2025.

FRANCISCO ROBERTO BALESTRIN DE ANDRADE
PRESIDENTE

Base Territorial: Chavantes, Ourinhos, Ribeirão do Sul e Salto Grande

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Inteligência artificial: o que muda no ciclo de receita dos hospitais

A inteligência artificial se tornou mais acessível e promete ampliar o leque de soluções para quem precisa administrar um hospital, um laboratório e uma clínica médica. Durante o Papo da Saúde Especial Hospitalar, o diretor de Operações do SindHosp, Daniel Machado, conversou com o engenheiro mecatrônico Marcelo Otoni, sócio-fundador e CEO da Invisual Tecnologia, e o médico obstetra Francisco Neri, CMIO do Grupo Santa Joana, maior grupo de maternidades do país, e falou sobre este tema: “Não é Sobre o Futuro. É Agora: IA que Gera Receita, Reduz Glosas e Cuida de Gente”.

Para o médico Francisco Neri, a IA é um instrumento de sumarização e entendimento dos dados, o que permite uma exploração rápida e precisa dos seus dados. “Dentro do ciclo de receita existe um volume de dados muito grande”, atestou o CMIO do Grupo Santa Joana.

Já o sócio fundador da Invisual acredita que a IA vem se revelando uma solução sem precedentes. “A ideia é que a IA seja um facilitador, apoiando o profissional de saúde na melhor tomada de decisão. É como se fosse uma pré-auditoria, cruzando os dados médicos, de enfermagem, com materiais, medicamentos e todo o resto”, disse Marcelo Otoni.  “É como um funcionário 24/7 olhando item a item de todas as contas, olhando as evoluções, olhando o processo todo para ver se está correto… e te dando informação pronta. Um ganho enorme. Além de reduzir o trabalho, ameniza os erros”.

O médico Francisco Neria destacou que a atividade clínica, muitas vezes, é tratada de forma dissociada da atividade financeira. “Nós estamos em um momento em que conseguimos mais facilmente ligar as contas, como tudo começou e como tudo terminou, no grau de detalhe que a gente precisa para fazer a diferença. Então esse poder de sumarização da IA é sensacional, vai mudar tudo mesmo”.

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