Sindhosp

Josiane Mota

Obrigatoriedade de exame cardiotocografia no Estado de SP

Divulgamos a lei estadual nº 15.517/2014, que dispõe sobre a obrigatoriedade da realização de exame cardiotocografia no Estado de São Paulo, como exame de rotina, no fim da gestação e durante o trabalho de parto, para avaliar o bem-estar materno-fetal, nas unidades de saúde públicas e privadas.
 
A íntegra para ciência:
 
LEI ESTADUAL Nº 15.517, DE 16 DE JULHO DE 2014
(Projeto de lei nº 692/13, da deputada Maria Lúcia Amary – PSDB)
 
Dispõe sobre a obrigatoriedade da realização de exame de cardiotocografia no Estado de São Paulo.
 
O GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO:
 
Faço saber que a Assembleia Legislativa decreta e eu promulgo a seguinte lei:
 
Artigo 1º – As unidades de saúde públicas e privadas do Estado de São Paulo ficam autorizadas a realizar a cardiotocografia, como exame de rotina, no final da gestação e durante o trabalho de parto, para avaliar o bem-estar materno-fetal.
 
Artigo 2º – As despesas decorrentes da aplicação desta lei correrão à conta de dotações orçamentárias próprias.
 
Artigo 3º – Esta lei entra em vigor na data de sua publicação.
 
Palácio dos Bandeirantes, 16 de julho de 2014.
 
GERALDO ALCKMIN
David Everson Uip
Secretário da Saúde
Edson Aparecido dos Santos
Secretário-Chefe da Casa Civil
 
Publicada na Assessoria Técnico-Legislativa, aos 16 de julho de 2014.
 
 
 
 

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SINDHOSP marca presença no 19º Congresso da Anad

Para levar os avanços para a prática diária no tratamento do diabetes e discutir com os gestores do Ministério da Saúde e das secretarias estaduais e municipais de Saúde a política sobre a doença no Brasil, a Associação Nacional de Assistência aos Diabéticos (Anad) realizou, de 24 a 27 de julho, o 19º Congresso Brasileiro Multidisciplinar em Diabetes. O diretor do SINDHOSP e da FEHOESP, Luiz Fernando Ferrari Neto, participou, na manhã da última sexta-feira (25), da solenidade oficial de abertura do evento, em que estiveram presentes representantes de várias entidades do setor e o presidente da Internacional Diabetes Federation (IDF), Michael Hirst.
 
O congresso foi realizado na Universidade Paulista (Unip), na capital paulista, e contou com 44 simpósios, mais de 200 palestras ministradas por 300 especialistas para mais de 2 mil congressistas, que tiveram a oportunidade de discutir vários temas voltados para a educação, atualização e reciclagem sobre a doença. Paralelamente ao evento, foi realizada a 19ª Exposição Nacional de Produtos e Alimentos para Portadores de Diabetes, com a participação dos laboratórios farmacêuticos, que apresentaram lançamentos, insumos, produtos correlatos e indústria de alimentos diet.
 
O diabetes é uma das epidemias destas últimas décadas e como tal reconhecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS), Organização das Nações Unidas (ONU) e IDF como uma doença com grande incidência e prevalência populacional, que tem despertado muito interesse da comunidade científica. É a segunda maior doença em pesquisas que produz novos conhecimentos e revolucionários medicamentos e está em constante estudo pela melhoria de seu tratamento. 
 
Para o presidente da Anad, Fadlo Fraige Filho, que presidiu a cerimônia de abertura do congresso, a importância da atualização e reciclagem dos profissionais é fundamental, pois 75% dos pacientes com diabetes são tratados por não especialistas e dependem unicamente do Sistema Público de Saúde (SUS), onde o tratamento inadequado leva a uma maior incidência das graves complicações da doença, além do desconhecimento dos que não sabem ter a doença e falta de conscientização dos que sabem. “Engajar-se nesta luta pela melhoria da assistência aos portadores do diabetes no Brasil, ressaltando a importância do seu tratamento, é a única maneira rápida e eficiente de alertar sobre o grande perigo que a doença representa para todas as nações e, principalmente, em países em desenvolvimento como o Brasil”, afirmou.
 

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Simpósio discute evolução do tratamento do câncer de mama

O Núcleo de Mastologia e o Centro de Oncologia do Hospital Sírio-Libanês (HSL) reunirão alguns dos maiores especialistas mundiais durante o Simpósio Internacional de Câncer de Mama, que será realizado em São Paulo, entre os dias 8 e 9 de agosto. 
 
Entre as presenças confirmadas está o geneticista Mark Robson, do Memorial Sloan-Kettering Cancer Center, que discutirá os avanços e perspectivas do aconselhamento genético. O especialista é responsável por um importante estudo de mapeamento do genoma para identificação de genes defeituosos que podem levar ao câncer. O evento também contará com a participação do oncologista Eric P. Winer, do Dana-Farber Cancer Institute, que abordará as novidades do tratamento com terapia-alvo (com drogas mais potentes com ação apenas nas células cancerosas , sem atingir células sadias).
 
Outro tema de destaque será apresentado pelo cirurgião Michael D. Alvarado, do UCSF Breast Care Center. O especialista irá discutir os resultados de um estudo que compara as metodologias da radioterapia convencional e a intra-operatória de dose única (ainda disponível em poucos locais no Brasil, um deles é o HSL).
 
“O que todos buscamos é aumentar as possibilidades de cura para pacientes com câncer de mama e as ferramentas que garantam uma melhor qualidade de vida para essas pessoas. Esse é o nosso desafio e objetivo nesse encontro, que possibilita uma excelente troca de experiência”, afirma o mastologista Alfredo Barros, um dos coordenadores do Simpósio, ao lado do oncologista Artur Katz, ambos do Hospital Sírio-Libanês.
 
Prêmio Antonio Franco Montoro
O Simpósio Internacional de Câncer de Mama também fará a entrega do Prêmio Antonio Franco Montoro, que visa estimular a apresentação de pesquisas recentes dos serviços de mastologia e oncologia no Brasil. Ao ganhador será concedido um prêmio em dinheiro no valor de US$ 2 mil. Poderão concorrer trabalhos relacionados aos seguintes aspectos do câncer de mama: epidemiologia, história natural, prevenção, diagnóstico, tratamento e reabilitação. Os trabalhos serão analisados por uma comissão julgadora formada por renomados especialistas da área.
 
Serviço
Simpósio Internacional de Câncer de Mama 2014 – Avanços e Perspectivas
Quando: Dias 8 e 9 de agosto, das 8h às 19h
Onde: Hotel Unique- Av. Brigadeiro Luis Antonio, 4.700- Jardim Paulista- São Paulo
Informações: (11) 3253-5704 / (11) 3284-6680 ou www.simposiocancerdemama.com.br
 

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Hospitais fecham maternidades no país

Hospitais estão fechando unidades consideradas não rentáveis como maternidades, pediatrias e outras áreas de baixa complexidade médica. O Hospital Santa Catarina vai encerrar as atividades de sua maternidade, fundada há mais de três décadas, no fim de outubro, conforme publicou o Valor. A Santa Casa de Belo Horizonte informou que também pode fechar, em setembro, sua maternidade, que gera prejuízo de cerca de R$ 800 mil por mês.
 
Os dois casos não são isolados. Nos últimos anos, outros grandes grupos hospitalares de várias regiões do país seguiram o mesmo caminho. Entre eles, estão o São Camilo, Nossa Senhora de Lourdes e Santa Marina, localizados em São Paulo, o carioca Barra D'Or e o Vita , de Curitiba. Todos eles voltaram as atenções para áreas com maior retorno financeiro como oncologia, neurologia, cardiologia e ortopedia.
 
"A maternidade tem um custo elevado e os pacientes dessa área usam pouco a estrutura de um hospital geral, que tem despesas altas com manutenção de equipamentos sofisticados e estrutura. Com a profissionalização na gestão do setor, isso ficou mais evidente", explicou Francisco Balestrin, presidente da Associação Nacional dos Hospitais Privados (Anahp) e que também é dos sócios do Grupo Vita.
 
"Fechamos a maternidade em Curitiba há seis anos. Na unidade de Volta Redonda (RJ) continuamos porque temos um acordo com a CSN, que vendeu o hospital, de manter a maternidade", disse Balestrin.
 
O presidente da Anahp destaca ainda que o custo de um parto em um hospital geral é superior ao de uma maternidade especializada. Sua justificativa é reforçada pelo diretor geral das maternidades Santa Joana e Pró-Matre, Marco Antônio Zaccarelli.
 
"Acredito que para ter um ponto de equilíbrio financeiro é preciso realizar cerca de 400 partos por mês", afirmou Zacarelli. A Pró-Matre e a Santa Joana realizam um total de 2,5 mil partos mensalmente. Para efeitos de comparação, no Santa Catarina são feitos 240 partos por mês e na maternidade da Santa Casa de BH, 330.
 
Mas não é apenas a escala que faz uma maternidade fechar as contas no azul. Segundo Zaccarelli, ao mesmo tempo em que a taxa de natalidade vem caindo nos últimos anos, as mulheres estão engravidando mais tarde e com isso aumentando o número de partos de alta complexidade. "Como somos focados em obstetrícia e ginecologia, temos toda uma estrutura para atender essas pacientes. Há dois anos, tínhamos 20 leitos de semi-UTI para atender casos complexos. Hoje, são 40", disse o diretor-geral do Grupo Santa Joana.
 
A decisão de encerrar as atividades de uma maternidade ou pediatria também ocorre porque nem todos os hospitais ainda têm fôlego para mais uma rodada de investimentos vultosos como a que ocorreu nos últimos anos. "O nosso custo cresce, há dois anos, em ritmo maior do que a receita. Com isso, a velocidade da expansão tende a diminuir. A ocupação e a instalação de equipamentos será gradual", disse Balestrin. Por outro lado, os hospitais continuam investindo em pronto-socorro, onde boa parte dos casos é de complexidade simples e baixa remuneração, porque cada vez mais as pessoas vão ao hospital para atendimentos e consultas simples.
 
A maternidade não é a única a perder espaço. A área da pediatria também encolhe, seja nos hospitais ou por falta de médicos, que preferem seguir outras especialidades devido à baixa remuneração. "Hoje não há mais tantos casos de patologias infantis. As crianças não ficam doentes como antes e quando há um problema são casos graves, como oncológico ou cirúrgico, em que o paciente usa o mesmo leito ou centro cirúrgico", disse Balestrin.

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Projeto Bússola realiza novo módulo de capacitação

A capacitação e o desenvolvimento de propostas que buscam a excelência do atendimento e dos procedimentos médicos realizados pelas clínicas de saúde são os principais objetivos do Projeto Bússola, uma parceria inédita entre o SINDHOSP, a FEHOESP e a Organização Nacional de Acreditação (ONA), com realização do Instituto de Ensino e Pesquisa na Área da Saúde (IEPAS), que tem como objetivo auxiliar as clínicas médicas no processo de certificação de qualidade. Em 25 de julho, o projeto deu início ao seu terceiro módulo, que abrange as políticas de gestão de qualidade a notificação de eventos adversos.
 
Com a participação de dez clínicas, as avaliadoras da ONA, Audrey Ripple e Thaiana Santiago, apresentam um programa interativo e participativo, buscando a divisão de problemas e possíveis soluções entre os presentes. “Neste momento começamos a trabalhar a parte prática com as clínicas através de exercícios e relatórios embasados nas teorias apresentadas”, explicou Thaiana. “É importante ressaltar a assiduidade e a conscientização dos presentes em mudar a situação de suas clínicas. Hoje já vemos todos compartilhando erros e acertos e explorando as experiências positivas”, completou Audrey.
 
A satisfação dos representantes é o principal ponto lembrado pelo diretor suplente do SINDHOSP e conselheiro fiscal suplente da FEHOESP, Marcelo Luís Gratão. “A possibilidade que o Bússola oferece para as clínicas junto à ONA é uma oportunidade ímpar. O que percebemos é que este primeiro grupo se prontificou a aplicar as atividades propostas em seu dia a dia, mudando procedimentos, buscando se adaptar às normas técnicas e às políticas de qualidade da certificação. A partir desse ponto vemos como fomos assertivos na criação desse Projeto, sem dúvida iremos continua-lo”.
 
A terceira etapa do Projeto Bússola conta com sete módulos que serão realizados até o final de 2014. Ainda serão apresentados temas como gestão administrativa, cadeia de suprimentos e assistência farmacêutica, gestão da qualidade, atenção ao paciente, apoio técnico, diagnóstico e terapêutico e apoio logístico.
 
 

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Instituto Sírio-Libanês realiza o Lasra 2014

As técnicas de anestesia regional avançam a cada dia e, com isso, a necessidade de saber utilizá-las corretamente. Estas são as propostas do 20º Congresso de Anestesia Regional e Controle da Dor – Lasra 2014, que será realizado entre os dias 21 e 23 de agosto no de Ensino e Pesquisa (IEP/HSL).
 
“Chegar à 20ª edição é extremamente significativo. Revela que estamos conseguindo oferecer informações relevantes aos profissionais de saúde”, explica a diretora científica da Lasra, Lígia A. S. T. Mathias.
 
Voltado para profissionais que desejam adquirir e gerar conhecimentos e rever sua prática profissional, esta edição do Lasra irá abordar entre outros temas: atualização de protocolo de atendimento de pré-eclâmpsia, diagnóstico e tratamento de dor crônica – ultrassom x radioscopia, bloqueios regionais em pediatria, responsabilidade civil em anestesia regional, protocolos em anestesia ortopédica e complicações em anestesia para cirurgia plástica.
 
“A anestesia regional dispõe de uma técnica para cada procedimento cirúrgico. Por isso, durante o congresso, destacamos muito a prática da atividade, o que atrai os profissionais que buscam atualizações”, completa o presidente da Lasra, Adilson Hamaji.
 
Com três dias de duração o Lasra 2014 terá conferências, workshops, discussões práticas e sessões paralelas de debates de casos clínicos. Além disso, um diferencial é a divisão de público. O primeiro dia é exclusivo para residentes e veterinários. Nos dois dias seguintes, a programação é destinada a médicos anestesiologistas, residentes e veterinários.
 
“Os residentes precisam de uma atenção específica e, por isso, estruturamos o evento desta forma, para abordarmos questões que estão sendo discutidas na residência”, explica o secretário e tesoureiro da Lasra, Pedro Paulo Kimachi.
 
Serviço
20º Congresso de Anestesia Regional e Controle da Dor – Lasra 2014
Data: 21 a 23 de agosto de 2014
Local: Instituto Sírio-Libanês de Ensino e Pesquisa
Endereço: Rua Coronel Nicolau dos Santos, 69 – São Paulo-SP
Informações e inscrições: http://goo.gl/36e8Ob
 

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Palestrantes respondem a dúvidas geradas durante Congresso de Clínicas

Realizado em 21 de maio, o Congresso Brasileiro de Gestão de Clínicas em Serviços de Saúde contou com a presença de diversos palestrantes, e abordou assuntos como gestão da qualidade, visão empreendedora, meritocracia e formas de remuneração. Na ocasião, como a programação das atividades foram intensas, muitas perguntas da plateia ficaram sem resposta. Mas os palestrante se comprometeram a responde-las e disponibilizá-las via site.
 
Confira, a seguir, as perguntas e respostas: 
 
1. Existe algum projeto da Sul América para a implantação de um programa de avaliação para laboratórios (SADT)?
 
A Sulamérica possui um programa implementado para avaliação dos serviços de home care denominado IQAD – Indicadores de Qualidade em Atendimento Domiciliar. Segundo seu representante estão em desenvolvimento outros programas voltados para avaliação de laboratórios e clínicas de especialidades.
 
2. Na sua opinião, quem tem melhores perspectivas do mercado? Clinicas voltadas para classes A e B ou C e D?
 
A escolha correta do público a ser atendido é que levará a clínica a ter melhores perspectivas no mercado. Na realidade tudo vai depender do perfil da população da região da clínica e os serviços disponíveis em formato adequado ao público escolhido. Sabemos que hoje existe uma mudança considerável na economia favorecendo a migração entre as classes sociais.  Quem souber atender cada uma delas de forma melhor terá mais chance de ser bem sucedido. O grande desafio é encontrar o segmento mais interessante, ou seja, aquele em que poucas empresas estejam inseridas. Com certeza o planejamento de marketing poderá direcionar de forma organizada essa escolha.
 
3. A visão empreendedora envolve decisões e atividades ousadas e complexas. Qual conselho para que se tenha êxito e sucesso em clínicas de pequeno porte? 
 
– Apesar de pequena, é preciso tratar a instituição como uma empresa, com relatórios adequados de resultados, clara separação da clinica e do sócio. 
– Manter os registros atualizados e confiáveis, tratar a empresa como empresa e não como um condomínio.
A maioria dos empreendedores dirigem seu negócio tentando criar algo novo de valor e/ou melhorar algo que já existe trazendo uma diferenciação no mercado. Acho que esse tipo de visão pode ser aplicável em qualquer tipo ou tamanho de negócio, analisando cada processo dentro da clínica como algo que pode ser melhorado ou recriado. Além disso, o empreendedor entende que o erro faz parte do processo de melhoria, portanto, organizam o negócio de forma que sejam capaz de testar e “errar rápido” para então ajustar e acertar seu negócio tendo em vista o que o cliente procura.
– Ter sim ousadia, mas avaliar (fazer  cálculos) se os investimentos apesar dos riscos trarão retorno, pelo menos no projeto de investimento. Desenvolver planejamentos e coloca-los em ação, ter uma grande capacidade de execução, tanto em qualidade quanto em velocidade.
 
4. Voce acredita que a área da estética (dermatologia e cirurgia plástica) necessita de uma atenção especial dos profissionais, já que geram uma receita alta?
 
Quanto mais alto, mais machuca se o tombo acontecer. Além disso, alta receita nem sempre é sinônimo de alta lucratividade. Portanto, dentro do posicionamento de cada clínica, é interessante analisar outros fatores além da receita / faturamento que esse procedimento trás. Não existe empresa que não precisa de gerenciamento, controle, planejamento e informações confiáveis e dinâmicas.
 
5. Como faço para saber quanto vale a minha empresa? Existe alguma fórmula?
 
Existem cálculos financeiros (fórmulas) que demonstram de forma objetiva o valor patrimonial da empresa, desde o balanço, até a analise do EVA (valor agregado), Good Will,  múltiplos do faturamento, múltiplos da receita, mas a negociação é a melhor forma, afinal o vendedor tende a valorizar e o comprador a depreciar. O meio termo e o consenso é a melhor negociação
 
6. A consolidação em grandes empresas é boa ou ruim para o mercado da saúde?
 
Acredito que muito poder nas mãos de poucos , nunca será e não é bom para ninguém além do proprietário. Mas, também podemos analisar essa tendência de consolidação como um movimento que fará com que os melhores do mercado sobrevivam. Dessa forma, podemos aferir que a consolidação beneficiará aqueles que tem uma maior eficiência operacional e melhor organização estrutural, ou seja, catalisará mudanças e associações que usualmente já ocorreriam.
 
7. Quanto aos desafios citados, a dificuldade de negociação com as operadoras e descompasso entre recebimento e pagamentos são os piores problemas, na prática como agir, como reverter? – 
 
Não há formula mágica, só muita negociação, transparência e informações confiáveis para tomada de decisão e gestão , levando a empresa a excelência e alta produtividade. Para isso a análise e bom gerenciamento do ciclo de caixa de cada clínica é fundamental, que seria o equilíbrio entre prazos e valores de pagamento de fornecedores e recebimento das fontes pagadoras.
 
8. Qual sua opinião sobre policlinicas?É viável economicamente? 
 
Eu não vejo outra alternativa, para as instituições que quiserem crescer e prosperar, a não ser compartilhar custos, reduzir custos fixos, utilizar os recursos disponíveis da melhor forma possível, evitando ao máximo a ociosidade. E, para evitar a ociosidade qualquer alternativa é bem vinda, dependendo do seu modelo de negócios, inclusive a criação de policlínicas.
 
9. Quando o projeto Bússola contemplará clinicas sem médicos como sócios?
 
O projeto Bússola está enquadrado nas diretrizes da ONA, e, em especial, deverá haver o enquadramento da empresa a ser avaliada em um dos manuais publicados. Levamos ao conhecimento da ONA o pleito, haja vista que clínicas de fisioterapia, nutrição,

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SP terá novo curso de gestão em faturamento em TISS 3.02

Com o objetivo de capacitar os profissionais no que tange ao faturamento, auditoria e suas implicações, será realizado em São Paulo o "Curso de Gestão em Faturamento e Auditoria de Convênios Médicos Hospitalares" que acontecerá no dia 20 de agosto. Com instrução do professor José Alberto Costa Muricy, o curso tem como público-alvo diretores, administradores, médicos, faturistas e gestores da saúde.
 
Para informações sobre inscrição, valores e programação, entre em contato pelo telefone  (11) 4890 2376 e (11) 97168-1232 ou através do email promotereventos8@uol.com.br 
 
SERVIÇO
Curso de Gestão em Faturamento e Auditoria de Convênios Médicos Hospitalares
20 de agosto de 2014
 
 

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Total de usuários de planos cresce 4,7% em um ano

O número de pessoas usuárias de planos de saúde médico-hospitalares no Brasil cresceu 4,7% até março deste ano na comparação com o mesmo mês do ano anterior, informou o Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS), na terça-feira (22), com dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Até março, o total de beneficiários de planos chegou a 50,7 milhões.
 
Apesar do crescimento na comparação anual, o IESS destacou que houve desaceleração no ritmo de crescimento dos beneficiários de planos de saúde. No quarto trimestre de 2013, o número de pessoas que contratavam planos vinha crescendo a um ritmo de 1,1%. Já nos três primeiros meses de 2014, esse crescimento foi de 0,3%. O superintendente-executivo do IESS, Luiz Augusto Carneiro, considerou em nota, porém, que ainda é cedo para determinar se essa desaceleração deve ser a tendência para 2014.
 
De março de 2013 a março de 2014, o maior crescimento se deu mais uma vez nos planos coletivos empresariais, cujo total de beneficiários aumentou 6,3% no período. Já o total de beneficiários de planos coletivos por adesão cresceu 3,6% e o de planos individuais, 1,4%.
 
Entre os fatores que estão sustentando esse crescimento dos planos empresariais, o IESS destaca a maior oferta para pequenas e médias empresas. Além disso, o cenário do mercado de trabalho, ainda considerado estável, é determinante para o setor.
 
Os planos exclusivamente odontológicos alcançaram a marca de 20,9 milhões de beneficiários no País, um avanço de 8,4% no período de doze meses considerado. Da mesma forma que nos planos médicos, houve desaceleração no primeiro trimestre se comparado com o trimestre imediatamente anterior. O crescimento foi de 0,9% no primeiro trimestre deste ano enquanto nos três últimos meses de 2013 o porcentual foi de 3,3%.
 

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Genéricos puxam vendas da indústria farmacêutica

Os medicamentos genéricos não apenas puxaram o crescimento das vendas na indústria farmacêutica brasileira no primeiro semestre como impediram a retração do mercado de medicamentos no país. 
 
Levantamento da Associação Brasileira das Indústrias de Medicamentos Genéricos, a PróGenéricos, aponta que as vendas do segmento cresceram 11,5% em unidades nos seis primeiros meses 2014, em relação ao mesmo período de 2013. Foram comercializadas 416,1 mil unidades da categoria de medicamentos contra 373,1 no primeiro semestre do ano passado. 
 
Em receita bruta, as vendas de medicamentos genéricos somaram R$7,5 bilhões de reais no primeiro semestre deste ano contra R$6,2 3 bilhões mesmo período do ano anterior, apresentando evolução de 18,31% 
 
As vendas do setor como um todo, incluindo todas as demais categorias de medicamentos somadas aos genéricos, apresentaram crescimento de 7,8%, ou seja, saíram de 1,381 bilhão entre janeiro e junho de 2013 e atingiram a marca de 1,489 bilhão de unidades no mesmo período deste ano. Em valores, o total das vendas no varejo farmacêutico brasileiro no primeiro semestre somaram R$  30,9 bilhões de reais contra R$ 27,3 bilhões no mesmo período de 2013, crescimento de 13,26%. 
 
O levantamento mostra, ainda, que ao excluirmos os genéricos dos resultados do mercado farmacêutico nacional, o desempenho das vendas em unidades foi de 6,8%. Em valores, sem os genéricos a receita com as vendas da indústria farmacêutica teriam apresentado leve retração de 0,1%. 
 
“A estagnação da economia brasileira, que prejudica o crescimento da renda da população, tem afetado as vendas da indústria farmacêutica, inclusive os genéricos. Estamos crescendo menos do que deveríamos crescer, pois os genéricos dependem de políticas e ações governamentais ainda mais intensas focadas na ampliação do acesso. Nosso desempenho foi 47% superior ao restante do varejo farmacêutico”, analisa Telma Salles, presidente executiva da PróGenéricos. 
 
Na visão da executiva, o cenário atual mostra o quanto os genéricos são imprescindíveis do ponto de vista de saúde pública e também do ponto de vista do mercado. “Os genéricos oferecem a possibilidade de a população continuar tendo acesso a medicamentos com qualidade e preço baixo. Por outro lado, é o segmento que vem possibilitando às empresas minimizarem as eventuais perdas que porventura possam ocorrer com esse cenário de retração nas vendas”, explica. 
 
Cenário e perspectivas 
A PróGenéricos revisou sua expectativa de crescimento para 2014. “Imaginávamos crescer 20% em unidades, porém, ficaríamos satisfeitos se conquistássemos um crescimento de 15% nas vendas”, afirma Salles. 
 
A entidade afirma que uma revisão no sistema tributário de medicamentos poderia reverter o cenário de estagnação vivido por toda indústria no momento atual. “Os genéricos ficariam ainda mais baratos”, diz. 
 
Salles ressalta também que o principal atributo dos genéricos, a intercambialidade, é fundamental para manutenção das conquistas trazidas pelos genéricos e também para continuar garantindo crescimento para as indústrias. “É bom para todos os lados, população, indústria e governo, assegurar aos genéricos a prerrogativa da intercambialidade. Mudanças precipitadas podem confundir consumidores, fragilizar grandes empresas, mudar políticas de descontos que garante preços mais acessíveis aos genéricos, travando o objetivo do governo que é garantir a ampliação doa cesso a medicamentos”, conclui. 
 

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