Sindhosp

Josiane Mota

Na gravidez, até dose baixa de álcool prejudica o bebê

A ingestão de bebida alcoólica no início da gravidez, mesmo em doses baixas, pode aumentar o risco de o bebê nascer prematuro ou com peso inferior ao esperado. Essa é a conclusão de um estudo divulgado anteontem pela publicação científica Journal of Epidemiology and Comunity Health.
 
Os autores do trabalho, pesquisadores da Universidade de Leeds, na Grã-Bretanha, ressaltaram que os resultados podem ajudar os médicos a rever as indicações dadas às pacientes. Hoje, não há consenso sobre a ingestão de pequenas quantidades de álcool na gestação.
 
Em alguns países, há profissionais que toleram até duas doses por semana de bebida alcoólica (cada dose equivale a uma latinha de cerveja ou a uma taça de vinho, por exemplo). Esse é o caso de algumas entidades médicas do Reino Unido. Em outros locais, a orientação é de que a gestante se mantenha abstêmia – posicionamento defendido pela Organização Mundial de Saúde (OMS), pela Academia Americana de Pediatria, pelo Colégio Americano dos Ginecologistas e Obstetras e pela Sociedade de Pediatria de São Paulo.
 
Participaram do estudo 1.264 mulheres que apresentavam baixo risco de complicações no parto. Elas responderam a um questionário sobre hábitos alimentares e emitiram relatos sobre a ingestão de álcool em quatro momentos: um mês antes de engravidarem e em cada um dos três trimestres da gestação. A maioria das mulheres (53%) declarou que havia ingerido duas doses ou mais de álcool no primeiro trimestre.
 
Risco
 
Com base nesses dados, os pesquisadores descobriram que as voluntárias que bebiam mais do que duas unidades de álcool por semana tinham duas vezes mais probabilidade de dar à luz um bebê prematuro ou menor do que o esperado, na comparação com mulheres que se mantiveram abstêmias. Mas, mesmo aquelas que não excederam as duas doses, tinham um risco aumentado de parto prematuro – já descontados os outros possíveis fatores de interferência.
 
Nasceram com um tamanho menor do que o esperado 4,4% dos filhos das participantes. Além disso, 4,3% foram prematuros. “Nossos resultados destacam a necessidade de endossar a recomendação de que as mulheres se mantenham abstêmias durante a gravidez. Além disso, o estudo ajuda a compreender os efeitos do álcool em grávidas e quais são os períodos mais vulneráveis — que é o caso do primeiro trimestre”, conclui o artigo.
 
Efeitos
 
O álcool é capaz de ultrapassar a barreira placentária, se acumulando no líquido amniótico. Além disso, chega ao feto pelo sangue do cordão umbilical, atrapalhando a transferência de nutrientes e oxigênio. Esse mecanismo pode provocar um quadro chamado sofrimento fetal, daí a relação com os nascimentos prematuros.
 
* Os pesquisadores declararam que não há conflito de interesses envolvidos no estudo

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SRTE-SP promove júri simulado sobre assédio moral e discriminação

A Comissão de  Igualdades da Superintendência Regional do Trabalho  e Emprego de São  Paulo (SRTE-SP) convida a sociedade a participar do “Júri Simulado  Assédio Moral e  Discriminação”, que será realizado no dia 21 de março próximo, às 9 horas, no 2° Auditório da SRTE-SP, localizado à Rua  Martins Fontes, 109, Centro, na capital paulista.
 
O   evento  será tem o objetivo de promover o combate à discriminação racial  e  ao assédio moral   no ambiente  de  trabalho. A escolha da data deve-se fato que dia  21  de março  é o Dia  Internacional  de Luta   para  Eliminação  da Discriminação  Racial. 
 
O júri é composto por membros voluntários da  sociedade  Civil, da Ordem dos Advogados do Brasil de SP (OAB-SP) e Sindicato dos Comerciários-SP. 
 
Os interessados em participar do júri simulado par devem se inscrever pelos e-mails: jaudenir.costa@mte.gov.br , liandra.cerqueira@mte.gov.br  e  walter.sousa@mte.gov.br ou pelos telefones (11) 3150-8069 e 3150-8054.
 
 
 
 
 

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AMB lança site que recebe denúncias sobre saúde

A Associação Médica Brasileira (AMB) lançou nesta quarta-feira (12) o projeto Caixa-Preta da Saúde. A ideia é reunir em um site (www.caixapretadasaude.org.br) denúncias relacionadas a problemas encontrados pela população brasileira na saúde pública e particular.
 
“Nosso interesse maior é mostrar a realidade do que está acontecendo no país. Em postos de saúde, hospitais, Unidades de Pronto-Atendimento (UPAs)”, disse o presidente da AMB, Florentino Cardoso. “Queremos possibilitar que a população inteira do país inteiro se manifeste”, completou.
 
Ao acessar o site, as pessoas vão poder indicar o Estado, a cidade e o local onde o problema foi encontrado. Basta clicar no mapa e relatar o ocorrido. É possível enviar ainda fotos e vídeos. Não é preciso se identificar – a denúncia pode ser feita de forma anônima. Uma equipe da AMB ficará responsável por analisar o material e disponibilizá-lo na página.
 
O presidente da AMB lembrou que o objetivo do projeto não é resolver todos os problemas relacionados à saúde brasileira, mas dar voz à população e, em seguida, pressionar o governo para tomar as providências necessárias. “Quando a denúncia se torna pública, os líderes tendem a se manifestar”, destacou Cardoso.
 
Dados da associação indicam que o Sistema Único de Saúde (SUS) desativou quase 42 mil leitos nos últimos sete anos. O órgão cita ainda pacientes que ficam anos na fila de espera para cirurgias e exames e a falta de infraestrutura, medicamentos e material básico para atendimento à população.
 
 
 

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Falta de atividade física pode matar

Embora nunca tenha se falado tanto sobre vida saudável como hoje, é contraditório o aumento do número de pessoas sedentárias, que não gastam as calorias que consomem. Em 2004, o sedentarismo era o quarto fator de risco e hoje é o segundo, perdendo apenas para a hipertensão arterial. "Isso acontece porque não há uma percepção de que o sedentarismo mata. Para as pessoas, o que mata é a hipertensão, o diabetes e o câncer", afirma a médica Sandra Matsudo, do Centro de Estudos do Laboratório de Aptidão Física de São Caetano do Sul (Celafiscs).
 
​Nos tempos atuais, gasta-se uma caloria a cada sete consumidas. Na Era Paleolítica, essa relação era de uma gasta a cada três consumidas. "Acredito no equilíbrio. As pessoas têm que buscar o seu balanço energético, ou seja, gastar o que consomem. Não tem mágica para isso, é uma simples soma", resume ela. Segundo a especialista, o estilo de vida é responsável por 50% das causas das principais doenças que mais matam, como infarto, AVC e câncer.
 
"Temos 50% de chance de evitar essas doenças. Basta optar por mudanças de hábitos que incluam atividades físicas", avalia. A recomendação é de pelo menos 30 minutos de atividade física moderada, de forma contínua ou acumulada – duas sessões de 15 minutos ou três sessões de 10 – pelo menos cinco vezes por semana.
 
"Essa rotina diminui em 84% os riscos de infarto e em 36% os casos de câncer, além de reduzir os riscos cardiovasculares e de hipertensão, mesmo no caso de fumantes", ressalta. A má notícia é que mesmo quem faz atividade física regularmente deve se preocupar com o tempo que permanece sentado ao longo do dia. Dados recentes mostram que esses casos apresentam um aumento de 40% nos fatores de risco de doenças cardiovasculares.
 
Segundo uma pesquisa, uma média de seis horas todos os dias sentado em frente ao computador ou à TV corresponde a cinco anos a menos de expectativa de vida. "A orientação é se movimentar por 10 minutos a cada uma hora sentado. Atender ao telefone andando ou colocar o notebook numa mesa mais alta para digitar em pé são boas dicas para quem trabalha em escritório", sugere.

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Anad realiza 19º Congresso Brasileiro Multidisciplinar em Diabetes

A Associação Nacional de Assistência ao Diabético (Anad) realizará entre os dias 24 e 27 de julho o 19º Congresso Brasileiro Multidisciplinar em Diabetes e 19ª Exposição Nacional de Produtos e Alimentos Diet, um circuito com 44 simpósios e mais de 200 palestras voltadas para a educação, atualização e reciclagem do assunto a todos os profissionais de saúde.

O Diabetes é uma das epidemias destas últimas décadas e como tal reconhecida pela OMS, ONU e IDF como uma doença com grande incidência e prevalência populacional, que tem despertado muito interesse da comunidade científica, é a segunda maior doença em pesquisas que produzem novos conhecimentos e revolucionários medicamentos estando em constante estudo pela melhoria de seu tratamento.

O evento, que é pago, será realizado na Universidade Paulista (Unip), localizada na Rua Vergueiro nº 1.211, Paraíso. As inscrições podem ser realizadas através do site e as dúvidas quanto a valores e cronograma podem ser tiradas através do telefone (11) 5572-6559.

Serviço:

19º Congresso Brasileiro Multidisciplinar em Diabetes

19ª Exposição Nacional de Produtos e Alimentos Diet

Data: 24, 25, 26 e 27 de Julho de 2014

Horário: 8:00 às 18:00 horas

Local: UNIP – Universidade Paulista – Rua Vergueiro, 1.211- Paraíso – São Paulo-SP

 

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APM e Ultrafarma lançam cartilha informativa sobre o SUS

A Associação Paulista de Medicina, com apoio da varejista Ultrafarma, lançou recentemente uma iniciativa que busca informar a população a respeito do Sistema de Saúde brasileiro (SUS): a cartilha Guia Saúde Popular. Parte dos cidadãos, acreditam as empresas, muitas vezes não usufrui de seu direito à saúde por falta de informação.
 
A publicação de 84 páginas objetiva tornar-se uma fonte de pesquisa e informações para a população, com tópicos que vão desde o Sistema Único de Saúde (SUS), seu funcionamento e serviços oferecidos por ele, até detalhes sobre os principais programas do Ministério da Saúde, tais como o Farmácia Popular ou os programas de informação e atendimento relacionado ao tabagismo, DST e aids, saúde da mulher etc.
 
Para Florisval Meinão, presidente da APM, garantir saúde de qualidade é obrigação do Estado, mas poucas pessoas que utilizam o SUS sabem de seus direitos. Assim, o guia também traz orientações sobre os caminhos para se ter acesso aos serviços oferecidos pelo sistema único, desde a obtenção do Cartão SUS até o recebimento de medicamentos que integram ações de saúde e também os de alto custo.
 
A cartilha e outras informações sobre saúde podem ser acessadas no site guiasaudepopular.com.br.

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HCor adota serviço sustentável de entrega de exames

Para reduzir o impacto ambiental o Hospital do Coração (HCor) de São Paulo está distribuindo exames – não retirados pelos pacientes até dezembro de 2013 – utilizando bicicletas. As entregas estão sendo realizadas pela Ecobike Courier, empresa especialista em entrega de encomendas sob duas rodas.
 
Segundo cálculos do HCor, com a entrega sustentável será possível evitar a emissão de 9849 Kg de dióxido de carbono (CO2). Os exames são entregues pelos ciclistas uniformizados sem custo para os pacientes. Além de ser mais cômodo, o serviço também busca reduzir as filas de atendimento no HCor.
 
Segundo Daniel Jones, representante da franquia em São Paulo, além de 30% mais barata, a entrega feita por bicicleta ocorre em tempo hábil e com qualidade. Os trajetos alternativos feitos pelos ciclistas fogem do trânsito carregado da cidade. Treinados na Escola de Bicicleta Arturo Alcorta, cada ciclista percorre entre 40 e 70 Km por dia.
 
As entregas alcançam 29 bairros da cidade. O tempo de entrega depende da urgência do cliente. São atendidas pessoas físicas e empresas de pequeno, médio e grande portes.

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Justiça Federal anula obrigação de fidelidade contratual em planos de saúde

As operadoras de planos de saúde não podem mais exigir fidelidade contratual mínima de um ano das pessoas jurídicas que contratarem planos coletivos. Também estão proibidas de cobrar taxa correspondente a duas mensalidades caso a outra parte queira rescindir o contrato. Instituída em 2009 pela Agência Nacional de Saúde (ANS), a norma que impunha essas condições foi considerada nula pela Justiça Federal, em decisão de primeira instância. A ANS ainda pode recorrer.
 
A ação coletiva que pediu a anulação dessa regra foi proposta pela Autarquia de Proteção e Defesa do Consumidor do Estado do Rio (Procon-RJ). Para o órgão, a regra contraria o Código de Defesa do Consumidor. O juiz Flavio Oliveira Lucas, da 18.ª Vara Federal do Rio, concordou com as alegações do Procon-RJ e atendeu seu pedido, anulando o parágrafo único do artigo 17 da Resolução Normativa 195, que previa: "Os contratos de planos privados de assistência à saúde coletivos por adesão ou empresarial somente poderão ser rescindidos imotivadamente após a vigência do período de 12 meses e mediante prévia notificação da outra parte com antecedência mínima de 60 dias".
 
A ANS também foi condenada a divulgar a decisão judicial, publicando seu conteúdo em jornais de grande circulação por quatro dias, além de pagar custas processuais e honorários advocatícios. Na decisão, o juiz critica a norma da ANS. "A medida acaba por impor ao consumidor um dever de fidelidade irrestrita, restringindo, irregularmente, o direito de livre escolha estatuído no Código de Defesa do Consumidor. A situação coloca o consumidor em desvantagem exagerada, viabilizando (…) cláusulas que propiciem às operadoras um ganho ilícito, no caso de multas no valor de dois meses", escreveu o magistrado.
 
Posição. A ANS, porém, afirma que a regra que proíbe a rescisão do contrato de plano coletivo após menos de um ano de vigência só vale para as duas partes diretamente contratantes (a operadora do plano de saúde e a empresa que o contratou), e não para os beneficiários (os funcionários da empresa contratante). Segundo a Agência, “o beneficiário de plano de saúde tem todo o direito de sair do plano de saúde a qualquer momento”, porque não está incluído na proibição imposta pela regra.
 
“O referido artigo tem o objetivo de proteger o consumidor, tendo em vista que, ao identificar o aumento da demanda por procedimentos e internações, o que elevaria os custos, a operadora poderia, a qualquer momento, rescindir o contrato no momento de maior necessidade do beneficiário”, afirma a ANS.
 
A agência informou que ainda não foi notificada oficialmente sobre a sentença, mas vai recorrer “em razão do entendimento equivocado a respeito da norma”.

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3 de cada 4 usuários têm plano de saúde coletivo

Para os trabalhadores autônomos ou empregados que não possuem convênio médico e desejam contratar o serviço, está cada vez menor a oferta de planos de saúde individuais no País. Em 12 anos, o número de beneficiários de planos coletivos dobrou e hoje já representa 78,7% do total, conforme dados mais recentes da Agência Nacional de Saúde (ANS). Em 2001, quando o número começou a ser monitorado, apenas 43,4% dos clientes estavam em planos coletivos.
 
O Brasil tem hoje 38,5 milhões de beneficiários de planos de saúde. Nos últimos anos, grandes operadoras abandonaram o mercado de planos individuais. O caso mais recente foi o da Golden Cross, que no ano passado decidiu concentrar negócios no ramo empresarial e vendeu a carteira de clientes de planos individuais e familiares para a Unimed-Rio. Cerca de 160 mil beneficiários tiveram de migrar de operadora.
 
Segundo a Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), que reúne as maiores operadoras do País e detém um terço do mercado, das 31 empresas associadas, só 11 vendem planos individuais.
 
Do total de operadoras de planos médicos e odontológicos, 80% comercializam plano individual, de acordo com a ANS.
 
João Barroca, diretor adjunto de produtos da ANS, considera que o crescimento dos planos coletivos se deve, sobretudo, à ampliação do mercado de trabalho formal no País nos últimos anos. "Se aumenta o número de empregos formais, cresce também o número de planos coletivos empresariais. Os planos passaram a ser pauta de reivindicação dos trabalhadores", diz.
 
Teto. Para entidades de defesa do consumidor, porém, a tendência tem beneficiado as operadoras e prejudicado o poder de escolha dos usuários. Isso porque os planos coletivos não estão sujeitos à regulação dos individuais por parte da ANS. Somente os últimos têm índice máximo de reajuste.
 
"Definir teto do reajuste apenas para os individuais acaba fazendo com que as operadoras prefiram trabalhar com os coletivos, que dão menos garantias e proteção para o consumidor. É preciso que a ANS também passe a regular os reajustes dos planos coletivos", diz Joana Indjaian Cruz, advogada e pesquisadora do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec).
 
A ANS diz que não seria benéfico para os clientes a interferência. "Quando o empregador, que tem centenas ou milhares de funcionários, negocia um plano empresarial com uma operadora, ele tem um poder de barganha muito maior", diz Barroca.
 
Ele explica que, para planos coletivos menores, com até 30 beneficiários, a agência definiu algumas regras. "Percebemos que eram os mais desprotegidos, então editamos uma resolução que obriga as operadoras a aplicar somente um reajuste por ano e com índice único."
 
Para a advogada do Idec, a determinação não basta. "Fizemos uma pesquisa em que analisamos 70 valores de reajuste e alguns chegaram a 40%. Não adianta fazer a operadora estipular um valor de reajuste único, se não há um teto."
 
Embora a maioria de suas associadas não venda planos individuais, a FenaSaúde afirma que não há restrição na comercialização desse tipo de produto, que, segundo a entidade, teve expansão de 1,6% nós últimos 12 meses. "A atual prevalência dos planos coletivos vem refletindo a maior demanda, de empresas de todos os portes." 

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Saúde realiza capacitação para Copa do Mundo

Para promover a construção dos planos hospitalares de contingência das cidades-sede, terá início uma série de Workshops para capacitação dos profissionais dos hospitais da Rede de Urgência. A iniciativa do Ministério da Saúde, por meio da Força Nacional do SUS (FN-SUS), é realizada em parceria com o governo alemão e a Filantropia do Hospital Sírio-Libanês (HSL) e deve capacitar 600 pessoas entre os meses de março e abril.
 
A realização dos workshops faz parte da estratégia do Ministério da Saúde em preparar o Brasil para desafios relacionados a realização de grandes eventos como o enfrentamento de ameaças, vulnerabilidades e organização da Rede de Atenção à Saúde no Brasil, por ocasião da realização da Copa do Mundo FIFA 2014 no Brasil e Olimpíadas 2016.
 
Os Workshops são realizados por meio do Host City Programm (HCP), programa alemão de cooperação do BMZ (Ministério Federal de Cooperação Econômica e Desenvolvimento da Alemanha) e da Engagement Global que visa promover intercâmbio de experiências entre os municípios que sediaram a Copa da Alemanha em 2006 e as cidades-sede brasileiras.
 
Essas empresas enviarão equipes compostas por médicos especialistas em resgate e situações de emergência, bombeiros e paramédicos – funcionários das cidades-sede da Copa do Mundo da Alemanha. Participarão dos cursos as cidades de São Paulo, Cuiabá, Porto Alegre, Salvador, Natal e Fortaleza. A capital paulista será a primeira a receber o workshop que terá início nesta segunda-feira (10) e será encerrado no dia 14. No Brasil, a execução do programa ficará a cargo da Agência de Cooperação para Desenvolvimento Sustentável do Governo Alemão (GIZ)
 
O Hospital Sírio-Libanês é o responsável pela viabilização dos workshops, sendo responsável pela logística para a realização do evento como a aquisição das passagens aéreas domésticas para as equipes alemãs, o material que será utilizado nos cursos, equipamentos para as apresentações, equipe e aparelhos de tradução simultânea em cada cidade e hospedagem das equipes.
 
FN-SUS – Criada em novembro de 2011 para agir no atendimento a vítimas de desastres naturais, calamidades públicas ou situações de risco epidemiológico, a Força Nacional do SUS (FN-SUS) já atuou em 21 missões, sendo oito de desastres naturais, sete de apoio à gestão local nas diversas situações, quatro de desassistência e duas relacionadas à tragédias.
 
A Força Nacional do SUS (FN-SUS) conta com 12.869 voluntários, sendo que 1.470 já foram capacitados para atuar em situações de desastres, desassistência, surtos epidêmicos, tragédias e apoio à gestão. Atualmente, fazem parte da Força, 42 equipes assistenciais por semana epidemiológica para resposta às emergências em Saúde pública e apoio à gestão em eventos de massa.

 

CRONOGRAMA DE WORKSHOPS

CIDADE

DATA

São Paulo

10/03 a 14/03/2014

Cuiabá

17/03 a 21/03/2014

Porto Alegre

24/03 a 28/03/2014

Salvador

17/03 a 21/03/2014

Natal

24/03 a 28/03/2014

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