Sindhosp

Ana Paula

Anvisa recua e remédio equivalente não será mais barato

Diante das críticas do setor, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) voltou atrás e modificou a proposta de regras para equivalentes, remédios que, a exemplo do que já ocorre hoje com genéricos, poderão ser comprados no lugar de medicamentos de referência, mesmo quando isso não está indicado na receita.
 
Em vez de uma embalagem própria, exibindo letras EQ e preços mais baixos, como havia sido proposto na versão original, os remédios que passarão a ser classificados nessa categoria — hoje similares — devem manter a embalagem original. A indicação da nova classificação, com o símbolo, virá apenas na bula. E não haverá alteração de preços. Quando a proposta foi lançada, em janeiro, a ideia era que equivalentes custassem 35% a menos do que os remédios de referência.
 
Pela proposta, a regra passa a valer um ano depois da publicação da resolução. O tempo é considerado importante para que as empresas possam adequar as bulas, acrescentando o símbolo EQ. Essa alteração será obrigatória.Todos os medicamentos considerados similares têm de apresentar testes que demonstrem que eles são equivalentes aos de referência, chamados de bioequivalência e biodisponibilidade. Esses testes já são cobrados para medicamentos genéricos. A maior parte dos similares já cumpriu essa etapa.
 
Atualmente, somente genéricos podem substituir receitas de remédios de marca, a chamada intercambialidade. A lei que criou genéricos, no entanto, exigiu que até o fim deste ano, todos similares deveriam cumprir o mesmo processo.O novo formato da proposta agradou os que estavam no encontro. A voz discordante foi de Nelson Mussolinido, presidento do Sindusfarma (Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos de São Paulo).
 
— A exigência era a de que similares fizessem os testes tinha como intuito garantir a qualidade do produto, não a intercambialidade.
 
O presidente do Sindusfarma avaliou que a possibilidade de troca de medicamento de marca por outro deveria ficar restrita aos genéricos.
 
— Uma das preocupações é a segurança do consumidor: quem vai fazer a troca?. Para isso seria indispensável que todas as farmácias contassem com um farmacêutico. Mas já há propostas para afrouxar essa regra também.O texto apresentado indica que a Anvisa vai publicar uma lista no seu sítio da internet com a lista de produtos e suas trocas.
 
De acordo com Mussolini, são cera de 10 mil produtos sujeitos a essas alterações. Medicamentos isentos de prescrição não estão sujeitos as novas regras.

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Planos ganham 1,83 milhão de beneficiários em um ano

O número de beneficiários de planos de saúde médico-hospitalares no Brasil cresceu 1,83 milhão entre junho de 2013 e o mesmo mês deste ano. O setor encerrou o primeiro semestre de 2014 com 50,9 milhões de mutuários, 3,7% mais que no mesmo período do ano passado. No segundo trimestre ante o trimestre anterior, a alta foi de 0,5%, representando a geração de 255,87 mil novos vínculos. 
 
Os dados constam do boletim “Saúde Suplementar em Números”, produzido pelo Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS) com base nas informações que acabam de ser atualizadas pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). 
 
O crescimento foi impulsionado pela contratação de planos coletivos empresariais, que subiu 4,5% em 12 meses, correspondendo a 1,45 milhão de beneficiários. No total, os planos coletivos empresariais atendem a 33,46 milhões de beneficiários. 
 
Luiz Augusto Carneiro, superintendente executivo do IESS, diz que o resultado das contratações dos planos empresariais apresenta “descolamento” em relação à geração de empregos segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). No mesmo período, o Caged registrou um saldo positivo de criação de postos de trabalho formais da ordem de 38 mil ocupações, enquanto em junho de 2013 esse saldo era de 158 mil postos. Ou seja, apesar do baixo crescimento de registros em carteira, a empresas intensificaram a contratação de planos de saúde. 
 
Carneiro aponta como hipótese para explicar o movimento de mercado o fato de as empresas utilizarem o benefício do plano de saúde como um fator para atrair e reter talentos. 
 
O boletim Saúde Suplementar em Números revela, ainda, que enquanto os planos individuais passaram a atender 265,3 mil beneficiários a mais entre junho de 2013 e o mesmo mês deste ano, uma alta de 2,7%, totalizando 10,2 milhões de beneficiários, os planos coletivos por adesão somaram 201,2 mil vínculos à base de usuários, uma alta de 3,1%, chegando a 6,7 milhões de vínculos. 
 
Planos odontológicos 
O total de beneficiários de planos exclusivamente odontológicos cresceu 1,63 milhão entre junho de 2013 e o mesmo mês de 2014, um crescimento de 8,4%. O saldo de novos beneficiários dos planos exclusivamente odontológicos corresponde a população de Recife (1,61 milhão). Com o resultado, o segmento alcançou a marca de 21,1 milhões de beneficiários.  
 
 
 

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Regional de Sorocaba realiza curso

Gestores, administradores e profissionais responsáveis pelas contas médicas de clínicas e hospitais de Sorocaba estiveram no curso “Dez passos para um faturamento eficaz”, realizado na regional de Sorocaba, em 4 de setembro. 
 
A palestrante foi a médica Giuseppina Pellegrini, que possui MBA em Gestão em Planos de Saúde, atua como consultora em serviços de saúde e é professora universitária. Como auditora médica, ela possui a expertise necessária para orientar os prestadores em como realizar os procedimentos de maneira mais segura, evitando glosas e garantindo o recebimento mais rápido dos valores das faturas médicas.  
 
Segundo ela, “a interação entre os departamentos leva ao faturamento correto”. Giuseppina abordou a atribuição de cada área envolvida com as contas médicas, desde a recepção até a equipe que efetivamente enviará as faturas para os planos de saúde, passando pela enfermagem e também pelo setor comercial. Conforme sua orientação, quanto mais ajustados estiverem os acordos comerciais, menor chance de glosas terá a instituição. 
 
Insuficiência de pessoal, de recursos econômicos e de materiais, locais e equipamentos inadequados e administração antiquada são fatores que, certamente, contribuem para o mau resultado dos faturamentos. A palestrante ainda abordou o passo a passo das guias TISS, falou sobre como elaborar o faturamento sobre os honorários médicos e sobre como elaborar o melhor organograma.
 

Para verificar a agenda de cursos do SINDHOSP, acesse o site do IEPAS, www.iepas.org.br

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Segurança do paciente foi tema de curso em Santos

Já é obrigatório, no país, que os serviços de saúde possuam Núcleos de Segurança do Paciente, que estabeleçam Programas de Segurança do Paciente e que notifiquem os eventos adversos, segundo determina a RDC 36 de 2014, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária. 
 
Daí a importância do tema abordado em palestra realizada na regional de Santos do SINDHOSP, sob a tutela de professora doutora Maria de Jesus Castro S. Harada, enfermeira pela Unifesp, membro do Grupo Técnico de Segurança do Paciente e Qualidade nos Serviços de Saúde da Anvisa e autora dos livros “O erro Humano e a segurança do paciente” e “Dia a dia segurança do paciente”, entre outros.
 
Segundo a palestrante, os enfermeiros são os verdadeiros guardiões da segurança do paciente nos hospitais, uma vez que são eles os responsáveis pelo contato direto com o paciente. A complexidade e a multiplicidade da atividade, no entanto, pode induzir ao erro, se combinada ao estresse, a jornadas extensivas ou à falta de preparo técnico dos profissionais.
 
Adotar as práticas baseadas em evidências garante a diminuição dos erros, segundo inúmeras pesquisas. A prescrição informatizada, por exemplo, reduz em 81% os erros de medicação. A adoção de protocolos para cateter venoso central reduz em 92% as infecções. Estes e outros dados foram apresentados por Maria de Jesus Castro, evidenciando o que já se sabe em teoria: a qualidade do atendimento hospitalar depende da prática da segurança do paciente. Tem sido um desafio, no entanto, reduzir os números de eventos adversos, segundo ela.
 
Dicas como evitar a dependência da memória no desempenho das atividades, reduzir o número de interrupções durante determinadas tarefas, rever e simplificar processos e seguir protocolos ajuda bastante no bom desempenho das atividades.
 
Para consultar a programação dos próximos cursos promovidos nas regionais do SINDHOSP, acesse o site do IPEAS, www.iepas.org.br
 

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SINDHOSP orienta sobre a NR 32

Representantes das casas de saúde e de hospitais estiveram no último dia 10/9 na sede do SINDHOSP para discutir detalhes da Norma Regulamentadora nº 32, emitida pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), que versa sobre “Segurança e saúde no trabalho em serviços de saúde”.

A advogada Lucinéia Nucci, do departamento Jurídico do SINDHOSP, chamou a atenção para a importância de capacitar os diversos profissionais a utilizar corretamente os equipamentos de proteção individual (EPI), bem como cumprir normas estabelecidas pelos hospitais.

“Para ser considerado equipamento de proteção individual, o equipamento deve estar previsto no anexo I da NR 6 e possuir o certificado de aprovação (CA), emitido pelo MTE”, explicou a advogada.

Já o coordenador do departamento de Saúde Suplementar do SINDHOSP, Danilo Bernik, deu orientações sobre a utilização da Terminologia Unificada da Saúde Suplementar (TUSS), que vem sendo implantada para estabelecer um padrão terminológico a fim de facilitar a interoperabilidade entre operadoras e prestadores de serviços de saúde, inclusive com a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).

Bernik discorreu sobre os impactos e as alterações no relacionamento operacional e comercial entre as operadoras de planos de saúde e os prestadores de serviços.

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Despesas com internações sobem 23,1% em 2013

As internações hospitalares dos beneficiários de plano de saúde coletivo (empresarial ou por adesão) custaram, em média, R$ 6,7 mil em 2013, considerando despesas assistenciais para as operadoras. O valor é 23,1% maior que o registrado um ano antes, quando o gasto médio com cada internação foi de R$ 5,5 mil.
 
Os números fazem parte da Nota de Acompanhamento do Caderno de Informações da Saúde Suplementar (Naciss), produzida pelo Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS), entidade ligada às empresas do setor de saúde privado, mas com base nas informações atualizadas pela ANS. A íntegra da Naciss pode ser lido no site do instituto.
 
Nos planos individuais, o gasto médio com internação hospitalar de beneficiários foi ainda maior, de R$ 7 mil, um incremento de 30,8% na comparação entre 2013 e o ano anterior. Em valores monetários, a despesa das operadoras era, em média, de R$ 5,4 mil por internação de beneficiário nos planos individuais, em 2012. Em média, considerando tanto beneficiários de planos coletivos quanto individuais, a despesa com cada internação foi de R$ 6,8 mil, em 2013, uma alta de 23,8% em comparação a 2012.
 
Segundo o superintendente executivo do IESS, Luiz Augusto Carneiro, destaca que o aumento das despesas com internação é um ponto a ser acompanhado de perto pelo mercado por conta do elevado peso desse item nas despesas médico-hospitalares das operadoras. Em 2012, diz, o gasto com internação correspondeu a 40,8% das despesas assistenciais do setor.
 
De acordo com a série histórica da Naciss, desde o primeiro trimestre de 2003 a despesa assistencial per capita das operadoras com cada beneficiário de planos de saúde cresceu 230,5%, saltando de R$ 46,30 para R$ 153 no primeiro trimestre deste ano. Já o gasto médio do beneficiário com mensalidade de planos de saúde avançou 214,3% no mesmo período, saindo de R$ 60 para os atuais R$ 188,60. Uma diferença de 16,1 pontos porcentuais entre o aumento da despesa assistencial per capita das operadoras e da mensalidade média dos beneficiários. A comparação considera os valores nominais, sem descontar a inflação do período, que foi de 65% de acordo com o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).
 
No total, as operadoras receberam R$ 28,6 bilhões no primeiro trimestre de 2014, 13,4% a mais do que no primeiro trimestre do ano anterior, e gastaram R$ 23,2 bilhões com as despesas assistenciais, 14,5% a mais do que no mesmo período de 2013. Os números, entretanto tratam apenas das despesas assistenciais, ou seja, os gastos das operadoras com serviços de saúde utilizados por seus beneficiários. 
 

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Congresso de Oncologia debate abordagem multidisciplinar

O Instituto do Câncer do Hospital Mãe de Deus (ICMD) realizará entre os dias 10 e 11 de outubro o 2º Congresso Multidisciplinar em Oncologia. O evento, que ocorrerá na FIERGS, terá a participação de especialistas de vários Estados para atualização em importantes áreas de assistência do paciente com câncer e mostrando a relevância da integração de todos os profissionais envolvidos no tratamento, o que é uma tendência mundial.
 
Durante os dois dias do Congresso serão abordadas questões como avanços em pesquisas clínicas em oncologia, tratamento nutricional do câncer, odontologia oncológica, radioterapia e fisioterapia, entre outros temas.
 
As inscrições são limitadas. Mais informações em http://www.icmd2014.com.br ou pelo telefone (51) 2108-3130.
 

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Especialistas debatem saúde do coração na melhor idade

Médicos de diferentes especialidades e  das mais renomadas instituições de saúde do país estarão reunidos dia 17 de outubro, no Maksoud Plaza, durante a XIV edição do Simpósio do Hospital Bandeirantes. O evento terá como tema central a cardiologia na terceira idade. O Título do Simpósio:  “O melhor coração na melhor idade”  dará  o tom ao evento que abordará diferentes temas relacionados ao envelhecimento da população. Durante o encontro temas como  prevenção, atendimento e tratamentos específicos para este público serão discutidos. Coordenado pelos cardiologistas  Hélio Castello, Heron Rached, Marcelo Cantarelli e pelo diretor clínico Mário Lúcio Baptista, o evento é destinado a médicos  e especialistas da área da saúde  como enfermeiros, fisioterapeutas, psicólogos, nutricionistas e educadores físicos. 
 
A abertura do XIV Simpósio acontece às 8h e o primeiro painel será sobre atenção integrada ao idoso e terá como moderador Mário Lúcio Baptista. A Denise Achout, da Anaph falará sobre o envelhecimento da população e questionará se estamos ou não preparados para enfrentá-la. O Rubens José Covello, do IQG, apresentará um trabalho sobre a linha de cuidados do idoso cardiopata. Representando o InCor- FMUSP, Carlos Eduardo Negrão, mencionará como devemos nos preparar para a melhor idade. Após abertura para discussão e coffee break, às 10h30, tem início o segundo painel sobre  Terapêutica cardiovascular intervencionista no idoso. Serão apresentados 4 temas:  Doença arterial periférica e carotídea (cirurgião vascular João Gualberto Diniz Júnior -HB), Estenose valvar aórtica (cardiologista Hélio Castello-HB) e Doença arterial coronariana (cardiologista Marcelo Cantarelli- HB).  
 
Das 14h30 às 15h30, o terceiro painel será sobre Manuseio Clínico do cardiopata idoso. O Dr. Roberto Dischinger Miranda da EPM/Unifesp apresenta o tema: Abordagem dos fatores de risco é diferente em idosos?  Na sequência, o Dr. Miguel Moretti, do InCor-FMUSP, falará sobre como interpretar sinais e sintomas. O palestrante  Dr. Antonio Carlos Carvalho da EPM/FMUSP encerrá o painel com o tema sobre polifarmácia.
 
O quarto e último painel, evidenciará os cuidados com o idoso no pronto socorro. A neurologista Márcia Maiumi Fukujima  da EPM/ Unifesp,  apresentará o tema sobre acidente vascular encefálico (AVE) . Após sua apresentação, o cardiologista João Vicente da Silveira (HB) ministrará palestra sobre Insuficiência Cardíaca (IC). Heron Rached, coordenador da área de cardiologia do Hospital Bandeirantes, encerrará o evento com o tema Dor Torácica.
 
Serviço:
 
Investimento:
 
Médicos: R$180
Residentes: R$150
Outros profissionais de saúde: R$120
 
Inscrições pelo site: www.hospitalbandeirantes.com.br
Email: iep@hospitalbandeirantes.com.br
Telefones: 3345-2219/ 3345-2265

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Beneficência Portuguesa tem grupo especializado em coluna

Os procedimentos cirúrgicos para tratamento de coluna estão cada vez mais modernos e confortáveis para os pacientes e isso se deve, em parte, ao trabalho incansável de médicos que veem nas inovações tecnológicas importantes aliadas na melhoria da qualidade de vida dos pacientes. Fruto da determinação do Dr. Pil Sun Choi, um dos pioneiros na introdução e promoção de técnicas modernas de cirurgias de coluna, o Grupo de Cirurgia de Coluna Minimamente Invasiva do Hospital S. José da Beneficência Portuguesa de S. Paulo (GCCMI do HSJ/BP/SP) foi recém-criado para atender desde os casos mais simples até os mais complexos.
 
“O principal objetivo do Grupo é tornar-se um verdadeiro centro de referência em Cirurgia de Coluna Minimamente Invasiva e beneficiar os pacientes não somente do Brasil, mas de toda a América Latina”, explica Pil Sun Choi. A equipe cirúrgica atende no Hospital S. José, um dos poucos hospitais do Brasil a ter acreditação internacional (JCI). Multidisciplinar, o Grupo conta com ortopedistas, neurocirurgiões, especialistas em dor, anestesistas, fisioterapeutas e especialidades afins. “Os procedimentos realizados envolvem técnicas percutâneas com ou sem assistência de vídeo-cirurgia que são realizadas com anestesia local, o que propicia menos dor no pós-operatório e rápido retorno às atividades”, detalha o médico. 
 
Entre as técnicas inovadoras realizadas – que possuem a conveniência de que o paciente receba alta no mesmo dia – estão o bloqueio seletivo de raízes nervosas para alívio da dor radicular (ex.: nervo ciático); descompressão percutânea do canal vertebral para o tratamento da estenose de canal vertebral lombar, vertebroplastia e cifoplastia para o tratamento de fraturas vertebrais, entre outras. “O Grupo realiza não somente técnicas minimamente invasivas, mas também as tradicionais ‘cirurgias convencionais’, quando estas são indicadas”, lembra o especialista. 
 
O GCCMI conta uma equipe altamente especializada, com treinamento em principais Centros de Formação em coluna vertebral (nacional e internacional). Entre os atuais membros, estão:
Dr. Pil Sun Choi – ortopedista, fundador e atual presidente da Federação Mundial de Cirurgia Minimamente Invasiva de Coluna (www.wfmiss.com). É pioneiro na introdução e propagação das técnicas de Cirurgia de Coluna Minimamente Invasiva (CCMI) e foi homenageado durante o IV COMINCO como “líder global” em CCMI. 
 
A equipe atua com excelência em todas as áreas da coluna vertebral: Degenerativa, Fratura, Tumor, Deformidade e Infecção/Inflamação. 
 

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Prêmios e gratificações habituais não são livres de recolhimento para o FGTS

A Segunda Turma do Tribunal Regional Federal da 3ª Região negou provimento a uma Apelação que pretendia eximir uma empresa do pagamento de Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) sobre verbas supostamente pagas a título de “prêmios e gratificações”.

A empresa havia sido notificada a recolher o débito sobre valores pagos aos empregados, entre 1997 e 2006, mediante a utilização de cartões eletrônicos, com as denominações “Flexcard” e “Top Premium Card”.

Porém, alegou a inexigibilidade de contribuição sobre essas verbas, que seriam pagas aos empregados sem habitualidade e por liberalidade, visando incentivar a elaboração de projetos e premiar os funcionários por tempo dedicado à empresa.

Contudo, de acordo com auditoria realizada, os valores passaram a transitar pela folha de pagamento da empresa, sob a rubrica “prêmio de vendas”, a partir de 2006, com o devido recolhimento de contribuições sociais e do FGTS.

Segundo o desembargador federal Peixoto Júnior, relator do acórdão, caberia à empresa, portanto, produzir prova de que os pagamentos realizados por ela decorriam realmente de prêmios, o que não ocorreu: “A única prova produzida pela autora foi a instrução da petição inicial com cópia do seu regulamento, que prevê, teoricamente, prêmios por desenvolvimento de projetos com retorno financeiro, projetos de segurança, ergonomia e meio ambiente ou por tempo de empresa”, afirmou.

O desembargador declarou ainda que, mesmo que ficasse demonstrada a relação entre os pagamentos e as gratificações mencionadas, deveria também ficar provada a não habitualidade, de acordo com o artigo 15, da Lei nº 8.036/90, e com os artigos 457 e 458 da Consolidação das Leis do Trabalho.

Assim, como não houve qualquer prova nesse sentido, reafirmou-se o parecer fiscal, segundo o qual consta a análise de que os pagamentos foram realizados por meios de cartões eletrônicos por quase uma década, “caracterizando-se sim como uma sistemática de premiação definida, ajustada, integrada e habitual no que diz respeito à política remuneratória da empresa ora notificada”.

Com isso, o desembargador negou provimento ao recurso, afirmando que “prêmios e gratificações somente não sofrerão incidência de contribuição quando demonstrada a não habitualidade, situação que também não restou demonstrada nos autos”.

Apelação Cível nº 0017903-13.2010.4.03.6100/SP

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