Sindhosp

Ana Paula

Convenção Coletiva de Trabalho Saúde Ourinhos e Região

Convenção Coletiva de Trabalho Saúde Ourinhos e Região – 30/06/2022 – Informe SindHosp Jurídico nº  67-A/2022

Informamos que o SindHosp firmou Convenção Coletiva de Trabalho com o SINDICATO DOS EMPREGADOS EM ESTABELECIMENTOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE DE OURINHOS E REGIÃO, com vigência de 1º de maio de 2022 a 30 de abril de 2023.

Abaixo, exemplo de aplicação do reajuste escalonado: 

Salário de R$ 1.500,00 em 2021 (corrigido pela CCT de 2021): 4% em maio de 2022 – R$ 1.500,00 x 4% = R$ 60,00, que somados aos R$ 1.500,00 resulta em R$ 1.560,00, a partir de 1º de maio de 2022; 

7% em outubro de 2022 – R$ 1.500,00 x 7% = R$ 105,00, que somados aos R$ 1.500,00 resulta em R$ 1.605,00, pagamento a partir de 1º de outubro de 2022;

10,80% em janeiro de 2023 – R$ 1.500,00 x 10,80%= R$ 162,00, que somados aos R$ 1.500,00 resulta em R$ 1.662,00, pagamento a partir de 1º de janeiro de 2023. 

O referido percentual será aplicado aos salários até R$ 7.087,22 e, acima desse valor, o critério será de livre negociação entre empregado e empregador.

Acesse a Convenção Coletiva de Trabalho clicando aqui!

São Paulo, 30 de junho de 2022.

FRANCISCO ROBERTO BALESTRIN DE ANDRADE

PRESIDENTE 

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Convenção Coletiva de Trabalho Saúde ABC

Convenção Coletiva de Trabalho Saúde ABC – 05/07/2022 – Informe SindHosp Jurídico nº 68-A/2022

Informamos que o SINDHOSP firmou Convenção Coletiva de Trabalho com SINDICATO DOS AUXILIARES DE ENFERMAGEM, TÉCNICOS DE ENFERMAGEM E DEMAIS EMPREGADOS EM ESTABELECIMENTOS PRIVADOS E FILANTRÓPICOS DE SAÚDE E EMPRESAS QUE PRESTAM SERVIÇOS DE SAÚDE, OSCIPS (ORGANIZAÇÃO DA SOCIEDADE CIVIL DE INTERESSE PÚBLICO) DA ÁREA DA SAÚDE, OSS (ORGANIZAÇÕES SOCIAIS DA ÁREA DA SAÚDE), FUNDAÇÕES PRIVADAS DA ÁREA DA SAÚDE E ATIVIDADES AFINS DE SÃO BERNARDO DO CAMPO, SANTO ANDRÉ, SÃO CAETANO DO SUL, DIADEMA, MAUÁ, RIBEIRÃO PIRES E RIO GRANDE DA SERRA, com vigência de 1º de maio de 2022 a 30 de abril de 2023. 

Abaixo, exemplo de aplicação do reajuste escalonado: 

Salário de R$ 1.500,00 em 2021 (corrigido pela CCT de 2021): 5% em maio de 2022 – R$ 1.500,00 x 5% = R$ 75,00, que somados aos R$ 1.500,00 resulta em R$ 1.575,00, a partir de 1º de maio de 2022;

9% em novembro de 2022 – R$ 1.500,00 x 9% = R$ 135,00, que somados aos R$ 1.500,00 resulta em R$ 1.635,00, pagamento a partir de 1º de novembro de 2022;

12,47% em janeiro de 2023 – R$ 1.500,00 x 12,47% = R$ 187,05, que somados aos R$ 1.500,00 resulta em R$ 1.687,05, pagamento a partir de 1º de janeiro de 2023.

O referido percentual será aplicado aos salários até R$ 7.087,22 e, acima desse valor, o critério será de livre negociação entre empregado e empregador. 

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São Paulo, 05 de julho de 2022.

FRANCISCO ROBERTO BALESTRIN DE ANDRADE

PRESIDENTE 

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Francisco Balestrin está entre os cem mais influentes da saúde

Francisco Balestrin está entre os 100 + Influentes da Saúde

O presidente do SindHosp, Francisco Balestrin, está entre os 100 mais influentes da Saúde de 2022. O prêmio é uma iniciativa do Grupo Mídia e Healthcare Management para homenagear indústrias, empresas, consultorias e personalidades da saúde de todo país que impactaram o setor com suas ações nos últimos 12 meses.

A cerimônia aconteceu em 28 de julho, no Centro de Convenções Rebouças. Os eleitos foram selecionados por votação aberta e pesquisa de mercado, realizada pelo Conselho Editorial do Grupo Mídia.

Francisco Balestrin com o troféu da premiação 100 + influentes da Saúde/2022

Para além da direção do SindHosp, contar com a expertise e a projeção de Francisco Balestrin abre portas para o diálogo com agentes políticos, favorecendo a integração público-privada e o ambiente de negócios.

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ABCVAC recebe suporte do SindHosp na busca de soluções para os problemas das clínicas privadas de vacinação

Ciente das preocupações da Associação Brasileira de Clínicas de Vacinas (ABCVAC) frente a situação regulatória do setor, o SindHosp apresentou durante o primeiro dia do V Congresso Nacional das Clínicas de Vacinas, uma consolidada proposta para solucionar os gargalos da categoria.

Comunicação aberta entre o segmento versus agentes reguladores e a criação de um Grupo Técnico na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para discussão do setor foram as principais propostas do SindHosp.

As direções defendidas pelo sindicato orientam para a conquista de um espaço de diálogo entre o setor. “Também propomos a elaboração do regulamento uniforme nas exigências das fiscalizações municipais para corrigir distorções regulatórias nos diferentes serviços de vacinação. Eventualmente, pode surgir uma audiência pública para ampliar esta discussão e entendimento da sociedade”, argumentou Tacyra Valois, diretora de Relações Institucionais do SindHosp.

Tacyra explicou que estas ações visam garantir a segurança do paciente e das notificações de vacinação; a qualidade nos transportes, armazenamento e guarda dos imunizantes; o acompanhamento dos eventos adversos e a sustentabilidade dos serviços privados de vacinação.

Revisão da RDC 197/2017 foi apontada pelo SindHosp durante evento da ABCVAC

 Após examinar a regulação sobre os requisitos para o funcionamento dos serviços de vacinação humana, o SindHosp apontou gargalos na RDC 197/2017, justificou sua compreensão para as mudanças e apontou o órgão responsável a ser endereçado. Assim, a ABCVAC tem agora em mãos, concretas orientações para sanar as dificuldades do setor.

“Trabalhar em conjunto para a Saúde, no final é estar trabalhando para o paciente. Essa interlocução é muito bem-vinda e necessária, ainda mais em um assunto tão estruturante para o segmento. Os problemas estão definidos e ter essa abertura será um dos caminhos para sanar as dificuldades do setor e que refletem, consequentemente, na segurança do paciente, na sustentabilidade do sistema e na notificação correta para que se possa acompanhar possíveis eventos adversos”, explicou Carlos Goulart, diretor institucional da FEHOESP.

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3 novas vacinas já são planejadas pela indústria para o próximo ano

Os principais players do mercado de vacinas estão reunidos nesta quinta-feira (23/06) no V Congresso Nacional de Clínicas de Vacinas, evento que o SindHosp é apoiador institucional. Dentre as pautas do encontro, a indústria detalhou que pelo menos três novas vacinas já estão sendo testadas em laboratórios brasileiros e internacionais.

A informação foi confirmada pela diretora de vacinas da Pfizer, Lucila Moro, durante participação na mesa-redonda sobre as perspectivas do mercado de vacina no Brasil e no mundo.

 Lucila detalhou que entre o atual portfólio vacinal em fase de testes, estão o vírus sincicial (direcionado para casos de infecções respiratórias em bebês), pentavalente (contra doença meningocócica) e ainda um novo lançamento da própria vacina Covid-19.

“Nosso programa é contínuo, por isso nesse momento temos modelos adaptados sendo testados. Estamos avaliando uma série de fatores como vacinas bivalentes que protegem contra o vírus selvagem e contra a Ômicron e ainda, doses maiores, representando assim novas extensões da linha”, explicou Lucila.

Clínicas de vacinas e o novo perfil na pandemia

Outra pauta da mesa-redonda foi a nova configuração das clínicas de vacina, resultado da pandemia do Coronavírus. “Saímos de um perfil comercial para um modelo consultivo, mais especializado, que atende às novas necessidades dos clientes desse segmento”, avaliou Lucila.

A diretora de vacinas da Pfizer afirmou que o setor substituiu o padrão em que os profissionais estavam em campo fazendo promoção para focar em canais específicos de atendimento, que aliado às últimas tecnologias, fortaleceram as comunicações digitais das instituições e possibilitaram o diálogo 24h por dia, em 7 dias da semana com os consumidores.

Para o vice-presidente em Ciência, Tecnologia e Inovação em vacinas da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Marco Krieger, uma outra vertente pode alterar ainda mais a maneira como as clínicas se comunicam com o público: a tecnologia.

“Estamos assistindo uma revolução no campo de vacinas, por isso é importante que o Brasil esteja pronto para incorporar esse movimento. Temos que nos preocupar em dominar as plataformas tecnológicas, tanto para sanar os novos problemas de saúde pública como os antigos; e a parceria público-privada é o caminho para conseguir isso”, complementou Krieger.

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Dados da pesquisa do SindHosp sobre a Covid-19 mobilizam opinião pública no Estado

​Em levantamento com 95 hospitais privados da Capital e interior paulista, o SindHosp apurou uma nova tendência no atendimento do Estado: em cerca de 40% dos hospitais, a taxa de ocupação de leitos clínicos para atendimento à Covid-19 era de 81% a 100%.

Os dados são da última fase da pesquisa do SindHosp, realizada entre 3 e 14 de junho, que investigou o panorama da Covid-19 em 8.907 leitos clínicos, 2.790 leitos de UTI adulto e 479 de UTI pediátrica de São Paulo.

Segundo o médico e presidente do SindHosp, Francisco Balestrin, os dados desse levantamento, que teve adesão de 25% dos hospitais privados paulistas, indicam que os pacientes infectados pela Covid-19 estão retornando aos hospitais.

“Apesar das medidas de flexibilização, conclui-se que a pandemia não acabou e que torna-se imprescindível que a população tome o reforço da vacina e continue mantendo os protocolos de segurança”, destaca Balestrin.

A pesquisa também apontou aumento na ocupação de leitos clínicos e de UTI e o novo perfil do paciente internado com Covid-19. 88% dos respondentes afirmam que a faixa etária mais frequente nos serviços de urgência está entre 19 e 29 anos e 42% entre 30 e 50 anos.

Acesse os principais resultados do levantamento clicando aqui.

Imprensa destaca resultados da pesquisa do SindHosp

Lançados no dia 16 de junho, os dados da pesquisa estão sendo amplamente divulgados pela grande imprensa, somando mais de 150 veiculações na mídia e sendo fonte para reportagens sobre a Covid-19 no Estado.

Confira a repercussão nos 10 principais veículos de comunicação do país:
Folha de São Paulo
CNN
SBT
O Estado de São Paulo
G1
Valor Econômico
Veja
R7
Band
Terra

O SindHosp segue acompanhando o panorama da Covid-19 junto aos seus representados.

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Prazo para adesão ao mutirão das cirurgias, do Governo de SP, vai até 20 de junho

Em 14 de junho, o secretário adjunto da Secretaria de Estado da Saúde, Eduardo Ribeiro, participou de um plantão de dúvidas on-line sobre o mutirão das cirurgias, iniciativa do Governo de SP que objetiva zerar a fila de cerca de 540 mil pacientes que aguardam por procedimentos.

Dezenas de hospitais privados representados pelo SindHosp, localizados em todos os 17 Departamentos Regionais de Saúde (DRS), participaram do encontro. 

Na ocasião, Ribeiro anunciou que o prazo para adesão dos estabelecimentos interessados em aderir ao projeto foi prorrogado para 20 de junho (até então a data limite era 16/06).

 “O SindHosp apoia a iniciativa da Secretaria de Estado da Saúde por entender a importância disso para a população e por acreditar que é mais um passo no sentido de aproximar os serviços privados das ações e políticas públicas de saúde”, enfatizou na abertura o CEO do SindHosp, Ricardo Bachert.

Ribeiro agradeceu a mobilização do SindHosp e lembrou que a meta do Governo do Estado é proporcionar, justamente com o apoio dos hospitais privados, o fim da espera por cirurgias eletivas até o próximo mês de outubro.

Os que aderirem ao Mutirão das Cirurgias receberão o dobro pago pela Tabela SUS, além de recursos para avaliações e exames pré-operatórios. 

O mutirão está direcionado para 54 tipos de cirurgias eletivas em sete grandes especialidades. O início dos atendimentos está previsto para o mês de julho.

A fila das cirurgias eletivas teve seu agravamento principalmente nos períodos mais críticos da pandemia, quando centenas de procedimentos foram represados na rede estadual em decorrência da Emergência de Saúde Pública de Interesse Nacional declarada pelo Ministério da Saúde.

O secretário ajunto afirmou, durante o plantão de dúvidas, que o conjunto de documentos exigidos pelos hospitais para adesão ao mutirão, bem como a lista de procedimentos e seus respectivos valores, podem ser obtidos na Resolução SS 69. Acesse a íntegra aqui.

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Varíola dos macacos - Comunicado SindHosp

SindHosp alerta sobre a varíola dos macacos

O SindHosp enviou, em 9 de junho, comunicado a toda sua base representativa sobre os cuidados que devem ser adotados pelos estabelecimentos de saúde no enfrentamento de possíveis casos de Monkeypox, conhecida como varíola dos macacos.

O primeiro caso da doença, em território nacional, foi confirmado em 8 de junho, na cidade de São Paulo. Outros 8 casos suspeitos estão sendo monitorados pelo Ministério da Saúde no país. 

O comunicado do SindHop traz os cuidados que devem ser adotados por TODOS os estabelecimentos de saúde:

▪ É importante que os gestores mantenham a equipe informada sobre a doença, sintomas e adotem medidas protetivas, bem como um Plano de Contingência contendo ações estratégicas para o enfrentamento de possíveis casos.

▪ Todos os profissionais de saúde que atuam em qualquer tipo de serviço e nível assistencial devem estar atentos aos pacientes que apresentam erupção cutânea aguda que progride em estágios sequenciais de máculas, pápulas, vesículas, pústulas e crostas que são frequentemente associadas a febre, adenopatia e mialgia.

▪ Deve ser estabelecido manejo dos casos para evitar a transmissão nosocomial, com fluxo adequado da triagem para as salas de isolamento (em qualquer nível de atenção), evitando contato com outros pacientes em salas de espera ou quartos com pacientes internados por outros motivos.

▪ Durante a assistência aos pacientes com suspeita ou confirmação da doença, deve-se implementar as precauções padrão, com as precauções para contato, gotículas e aerossóis.

▪ A acomodação dos casos suspeitos ou confirmados deve ser realizada, preferencialmente, em quarto privativo com porta fechada e bem ventilado (ar-condicionado que garanta a exaustão adequada ou janelas abertas). 

Deve-se reduzir a circulação de pacientes e profissionais ao mínimo possível. Recomenda-se a suspensão de visitas.

▪ Os casos suspeitos, incluindo trabalhadores da saúde, devem ser imediatamente notificados ao Ministério da Saúde. Clique e saiba como fazer a notificação;

▪ Caso seja identificado um caso suspeito, é importante iniciar imediatamente o rastreamento e a identificação de contatos, a fim de estabelecer medidas necessárias para prevenção da disseminação do vírus.

Outras informações importantes

O Ministério da Saúde montou uma sala de situação para monitorar o cenário da varíola dos macacos (Monkeypox) no Brasil. 

A medida visa elaborar um plano de ação para o rastreamento de casos suspeitos e definição do diagnóstico clínico e laboratorial para a doença.

Conheça um pouco sobre a transmissão, sintomas e diagnóstico da doença, segundo a Nota Técnica da Anvisa.

Transmissão

Ocorre por meio de contato direto ou indireto com sangue, fluidos corporais, lesões de pele ou mucosa de animais infectados.

A transmissão secundária, ou seja, de pessoa a pessoa, pode ocorrer por contato próximo com secreções respiratórias infectadas, lesões de pele de uma pessoa infectada ou com objetos e superfícies contaminados. 

A transmissão por gotículas respiratórias geralmente requer contato pessoal prolongado, o que exige mais cuidados e medidas protetivas por parte dos profissionais de saúde e membros da família.

Sinais e sintomas da varíola dos macacos

O período de incubação (intervalo desde a infecção até o início dos sintomas) é geralmente de 6 a 13 dias, podendo variar de 5 a 21 dias. Clinicamente, a infecção pode ser dividida em dois períodos:

1) Febril (entre os dias 0 e 5): caracterizado por febre, cefaleia intensa, adenopatia (inchaço dos gânglios linfáticos), dor nas costas, mialgia (dores musculares) e astenia intensa (falta de energia). 

A adenopatia é um sinal importante para o diagnóstico diferencial da Monkeypox com outras doenças que podem apresentar sintomatologia semelhante, como a varicela e o sarampo.

2) Erupção cutânea (entre 1 e 3 dias após o início da febre):

Geralmente afeta primeiro o rosto e depois se espalha para o resto do corpo. As áreas mais afetadas são a face (em 95% dos casos), as palmas das mãos e as plantas dos pés (em 75% dos casos). 

Também são afetadas as mucosas orais (70% dos casos), genitália (30%) e conjuntiva (20%), bem como a córnea. 

A erupção evolui sequencialmente de máculas (lesões com base plana) para pápulas (lesões firmes levemente elevadas), vesículas (lesões cheias de líquido claro), pústulas (lesões cheias de líquido amarelado) e crostas. Esse processo ocorre em cerca de 10 dias e, após esse período, as crostas secam e caem. 

Diagnóstico

Segundo orientação da Anvisa, a confirmação laboratorial será feita por teste molecular (q-PCR), seguido da técnica de sequenciamento. 

O diagnóstico clínico é importante e inclui outras doenças que devem ser consideradas, como varicela, sarampo, infecções bacterianas da pele, escabiose (sarna), sífilis, reações alérgicas, vaccinia bovina e herpes (labial, genital ou zoster).

Tratamento

Não existem tratamentos específicos. Os sintomas geralmente desaparecem naturalmente.

É importante cuidar da erupção deixando-a secar ou cobrindo-a com um curativo úmido para proteger a área afetada, se necessário. Deve-se orientar o paciente a evitar tocar em feridas na boca ou nos olhos. 

Além disso, os cuidados clínicos para pacientes hospitalizados devem ser totalmente otimizados para aliviar os sintomas, gerenciar complicações e prevenir sequelas a longo prazo, além das medidas de prevenção de infecções secundárias.

Complicações da varíola dos macacos

Podem incluir infecções secundárias, broncopneumonia, sepse, encefalite e infecção da córnea com consequente perda de visão. Clique e acesse a Nota Técnica da Anvisa na íntegra.

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SindHosp lança nova pesquisa sobre Covid-19 para acompanhar aumento de casos

Informamos que uma nova pesquisa foi enviada aos hospitais privados do Estado de São Paulo, nesta sexta-feira, 03 de junho, para acompanhar o aumento dos casos de Covid-19, que recentemente têm ganhado destaque na imprensa nacional e preocupado as instituições de saúde.

O Boletim InfoGripe, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) revelou que o coronavírus é a causa da maioria das internações por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em hospitais brasileiros, nas últimas semanas.

Mais especificamente, 59,6% das hospitalizações.

A nossa pesquisa é restrita para hospitais e tem o intuito de compreender a demanda dos serviços de internações, UTI e emergência nas dependências das entidades.

Nesse momento, contamos mais uma vez com a colaboração dos nossos representados para exercerem seu papel social respondendo à fase 5 do levantamento.

Vamos traçar e expor o novo panorama sobre o avanço do vírus no estado, para nortear o setor e possibilitar o desenvolvimento de estratégias que retenham qualquer progresso da Covid-19.

Continue acompanhando a aba ‘Notícias’ do nosso site, breve divulgaremos os resultados da apuração.

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Depois de ser aprovada pelo Senado, saiba quais são os próximos passos da PEC 11

O plenário do Senado Federal aprovou nesta quinta-feira (2/6) a PEC 11, que determina na Constituição o piso salarial nacional para enfermeiros, parteiras, auxiliares e técnicos de enfermagem. A PEC 11 segue agora para aprovação na Câmara dos Deputados.

Em paralelo à tramitação da Proposta, estão sendo levantadas discussões sobre as fontes de custeio no Orçamento para pagamento do piso, que tem impacto estimado em R$ 16 bilhões por ano para o setor público e privado.

Embora a PEC 11 corrija a questão da inconstitucionalidade e permita um prazo para que os entes federados adequem seus orçamentos, o SindHosp analisa que para os serviços privados o problema da compensação financeira permanece: há projeto de lei (PL 1272/22) com proposição da desoneração da folha de pagamento, mas que ainda enfrenta resistência por parte do governo.

O PL 1272/22 já está em tramitação na Câmara em regime de urgência e se configura como a saída para aliviar os custos das entidades privadas com o piso da enfermagem.

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), espera pacificar o debate sobre o custeio e a definição da fonte de recursos que subdiará o piso, para enviar o PL à sanção do presidente Jair Bolsonaro.

O SindHosp em parceria a outras instituições representativas trabalha pela aprovação da desoneração da folha.

Acompanhe as próximas atualizações da PEC 11 e mais conteúdos sobre o ecossistema da saúde na aba ‘Notícias.

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