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Ana Paula

Varíola dos macacos - Comunicado SindHosp

SindHosp alerta sobre a varíola dos macacos

O SindHosp enviou, em 9 de junho, comunicado a toda sua base representativa sobre os cuidados que devem ser adotados pelos estabelecimentos de saúde no enfrentamento de possíveis casos de Monkeypox, conhecida como varíola dos macacos.

O primeiro caso da doença, em território nacional, foi confirmado em 8 de junho, na cidade de São Paulo. Outros 8 casos suspeitos estão sendo monitorados pelo Ministério da Saúde no país. 

O comunicado do SindHop traz os cuidados que devem ser adotados por TODOS os estabelecimentos de saúde:

▪ É importante que os gestores mantenham a equipe informada sobre a doença, sintomas e adotem medidas protetivas, bem como um Plano de Contingência contendo ações estratégicas para o enfrentamento de possíveis casos.

▪ Todos os profissionais de saúde que atuam em qualquer tipo de serviço e nível assistencial devem estar atentos aos pacientes que apresentam erupção cutânea aguda que progride em estágios sequenciais de máculas, pápulas, vesículas, pústulas e crostas que são frequentemente associadas a febre, adenopatia e mialgia.

▪ Deve ser estabelecido manejo dos casos para evitar a transmissão nosocomial, com fluxo adequado da triagem para as salas de isolamento (em qualquer nível de atenção), evitando contato com outros pacientes em salas de espera ou quartos com pacientes internados por outros motivos.

▪ Durante a assistência aos pacientes com suspeita ou confirmação da doença, deve-se implementar as precauções padrão, com as precauções para contato, gotículas e aerossóis.

▪ A acomodação dos casos suspeitos ou confirmados deve ser realizada, preferencialmente, em quarto privativo com porta fechada e bem ventilado (ar-condicionado que garanta a exaustão adequada ou janelas abertas). 

Deve-se reduzir a circulação de pacientes e profissionais ao mínimo possível. Recomenda-se a suspensão de visitas.

▪ Os casos suspeitos, incluindo trabalhadores da saúde, devem ser imediatamente notificados ao Ministério da Saúde. Clique e saiba como fazer a notificação;

▪ Caso seja identificado um caso suspeito, é importante iniciar imediatamente o rastreamento e a identificação de contatos, a fim de estabelecer medidas necessárias para prevenção da disseminação do vírus.

Outras informações importantes

O Ministério da Saúde montou uma sala de situação para monitorar o cenário da varíola dos macacos (Monkeypox) no Brasil. 

A medida visa elaborar um plano de ação para o rastreamento de casos suspeitos e definição do diagnóstico clínico e laboratorial para a doença.

Conheça um pouco sobre a transmissão, sintomas e diagnóstico da doença, segundo a Nota Técnica da Anvisa.

Transmissão

Ocorre por meio de contato direto ou indireto com sangue, fluidos corporais, lesões de pele ou mucosa de animais infectados.

A transmissão secundária, ou seja, de pessoa a pessoa, pode ocorrer por contato próximo com secreções respiratórias infectadas, lesões de pele de uma pessoa infectada ou com objetos e superfícies contaminados. 

A transmissão por gotículas respiratórias geralmente requer contato pessoal prolongado, o que exige mais cuidados e medidas protetivas por parte dos profissionais de saúde e membros da família.

Sinais e sintomas da varíola dos macacos

O período de incubação (intervalo desde a infecção até o início dos sintomas) é geralmente de 6 a 13 dias, podendo variar de 5 a 21 dias. Clinicamente, a infecção pode ser dividida em dois períodos:

1) Febril (entre os dias 0 e 5): caracterizado por febre, cefaleia intensa, adenopatia (inchaço dos gânglios linfáticos), dor nas costas, mialgia (dores musculares) e astenia intensa (falta de energia). 

A adenopatia é um sinal importante para o diagnóstico diferencial da Monkeypox com outras doenças que podem apresentar sintomatologia semelhante, como a varicela e o sarampo.

2) Erupção cutânea (entre 1 e 3 dias após o início da febre):

Geralmente afeta primeiro o rosto e depois se espalha para o resto do corpo. As áreas mais afetadas são a face (em 95% dos casos), as palmas das mãos e as plantas dos pés (em 75% dos casos). 

Também são afetadas as mucosas orais (70% dos casos), genitália (30%) e conjuntiva (20%), bem como a córnea. 

A erupção evolui sequencialmente de máculas (lesões com base plana) para pápulas (lesões firmes levemente elevadas), vesículas (lesões cheias de líquido claro), pústulas (lesões cheias de líquido amarelado) e crostas. Esse processo ocorre em cerca de 10 dias e, após esse período, as crostas secam e caem. 

Diagnóstico

Segundo orientação da Anvisa, a confirmação laboratorial será feita por teste molecular (q-PCR), seguido da técnica de sequenciamento. 

O diagnóstico clínico é importante e inclui outras doenças que devem ser consideradas, como varicela, sarampo, infecções bacterianas da pele, escabiose (sarna), sífilis, reações alérgicas, vaccinia bovina e herpes (labial, genital ou zoster).

Tratamento

Não existem tratamentos específicos. Os sintomas geralmente desaparecem naturalmente.

É importante cuidar da erupção deixando-a secar ou cobrindo-a com um curativo úmido para proteger a área afetada, se necessário. Deve-se orientar o paciente a evitar tocar em feridas na boca ou nos olhos. 

Além disso, os cuidados clínicos para pacientes hospitalizados devem ser totalmente otimizados para aliviar os sintomas, gerenciar complicações e prevenir sequelas a longo prazo, além das medidas de prevenção de infecções secundárias.

Complicações da varíola dos macacos

Podem incluir infecções secundárias, broncopneumonia, sepse, encefalite e infecção da córnea com consequente perda de visão. Clique e acesse a Nota Técnica da Anvisa na íntegra.

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SindHosp lança nova pesquisa sobre Covid-19 para acompanhar aumento de casos

Informamos que uma nova pesquisa foi enviada aos hospitais privados do Estado de São Paulo, nesta sexta-feira, 03 de junho, para acompanhar o aumento dos casos de Covid-19, que recentemente têm ganhado destaque na imprensa nacional e preocupado as instituições de saúde.

O Boletim InfoGripe, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) revelou que o coronavírus é a causa da maioria das internações por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em hospitais brasileiros, nas últimas semanas.

Mais especificamente, 59,6% das hospitalizações.

A nossa pesquisa é restrita para hospitais e tem o intuito de compreender a demanda dos serviços de internações, UTI e emergência nas dependências das entidades.

Nesse momento, contamos mais uma vez com a colaboração dos nossos representados para exercerem seu papel social respondendo à fase 5 do levantamento.

Vamos traçar e expor o novo panorama sobre o avanço do vírus no estado, para nortear o setor e possibilitar o desenvolvimento de estratégias que retenham qualquer progresso da Covid-19.

Continue acompanhando a aba ‘Notícias’ do nosso site, breve divulgaremos os resultados da apuração.

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Depois de ser aprovada pelo Senado, saiba quais são os próximos passos da PEC 11

O plenário do Senado Federal aprovou nesta quinta-feira (2/6) a PEC 11, que determina na Constituição o piso salarial nacional para enfermeiros, parteiras, auxiliares e técnicos de enfermagem. A PEC 11 segue agora para aprovação na Câmara dos Deputados.

Em paralelo à tramitação da Proposta, estão sendo levantadas discussões sobre as fontes de custeio no Orçamento para pagamento do piso, que tem impacto estimado em R$ 16 bilhões por ano para o setor público e privado.

Embora a PEC 11 corrija a questão da inconstitucionalidade e permita um prazo para que os entes federados adequem seus orçamentos, o SindHosp analisa que para os serviços privados o problema da compensação financeira permanece: há projeto de lei (PL 1272/22) com proposição da desoneração da folha de pagamento, mas que ainda enfrenta resistência por parte do governo.

O PL 1272/22 já está em tramitação na Câmara em regime de urgência e se configura como a saída para aliviar os custos das entidades privadas com o piso da enfermagem.

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), espera pacificar o debate sobre o custeio e a definição da fonte de recursos que subdiará o piso, para enviar o PL à sanção do presidente Jair Bolsonaro.

O SindHosp em parceria a outras instituições representativas trabalha pela aprovação da desoneração da folha.

Acompanhe as próximas atualizações da PEC 11 e mais conteúdos sobre o ecossistema da saúde na aba ‘Notícias.

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Mutirão das Cirurgias Eletivas em São Paulo

SP paga o dobro para serviço privado apoiar cirurgias eletivas no Estado: Cadastre sua empresa

Está aberto até 16 de junho o chamamento público que tem o objetivo de zerar a fila de 540 mil pessoas que aguardam por cirurgias eletivas. A meta do Governo do Estado é proporcionar, com o apoio do serviço privado, o fim da espera por procedimentos para quase meio milhão de cidadãos até o mês de outubro deste ano.  Os serviços privados que aderirem ao Mutirão das Cirurgias receberão o dobro pago pela Tabela SUS, além de recursos para avaliações e exames pré-operatórios.

No total, serão realizados 54 tipos de cirurgias eletivas em sete grandes especialidades, que iniciarão as suas atividades a partir do mês de julho.

Para se cadastrar no chamamento, os interessados devem entregar as propostas nos DRSs (Departamentos Regionais de Saúde). Já os documentos para a habilitação e informações podem ser acessados pelo site www.saude.sp.gov.br.

Plantão de dúvidas

Em 14 de junho, a partir das 14h, haverá um plantão de dúvidas online sobre o Mutirão das Cirurgias, com o secretário adjunto da Secretaria de Estado da Saúde, Eduardo Ribeiro.

Na data, o secretário esclarecerá as dúvidas enviadas ao vivo pelas instituições que desejam aderir ao chamamento.

Participe via zoom:

ID da reunião: 828 0102 8337

Senha de acesso: 683297

A fila das cirurgias eletivas teve seu agravamento principalmente nos períodos mais críticos da pandemia, quando centenas de procedimentos foram represados na rede estadual em decorrência da Emergência de Saúde Pública de Interesse Nacional declarada pelo Ministério da Saúde.

O SindHosp apoia esta iniciativa do Governo. A adesão dos representados neste movimento é mais uma oportunidade para a iniciativa privada mostrar ao poder público sua importância dentro do sistema de saúde e como pode colaborar na resolução das deficiências do SUS, ainda mais nesse momento pré-eleitoral, no qual se discute com mais frequência as parcerias entre público e privado.

Acesse a íntegra da Resolução SS-52, que dispõe sobre o Mutirão de cirurgias eletivas e, para conhecer os valores e todos os procedimentos que integram o Mutirão, leia a Resolução SS-55.

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Nova Lei 14.364/22 altera as regras do atendimento prioritário nos estabelecimentos de Saúde

Informativo SindHosp 004/2022

Informamos que em 2 de junho de 2022 foi publicada a Lei 14.364/22, alterando a Lei 10.048/00, que define as regras de atendimento prioritário.

De acordo com a alteração promovida, os pacientes, bem como seus acompanhantes, deverão ser incluídos no sistema de atendimento prioritário, conforme artigo 1º da lei:

Art. 1º

As pessoas com deficiência, os idosos com idade igual ou superior a 60 (sessenta) anos, as gestantes, as lactantes, as pessoas com crianças de colo e os obesos terão atendimento prioritário, nos termos desta Lei.

Parágrafo único. Os acompanhantes ou atendentes pessoais das pessoas referidas no caput serão atendidos junta e acessoriamente aos titulares da prioridade de que trata esta Lei.

Dessa forma, orienta-se que a categoria promova a adequação dos procedimentos, de maneira a observar os ditames legais.

Recomenda-se que sejam apresentadas de maneira clara e visível a todos os pacientes que as regras de atendimento podem priorizar os pacientes considerados mais críticos e com urgência de atendimento, conforme critérios de avaliação da equipe médica e de enfermagem.

Att,
Diretoria SindHosp
03.06.2022

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Convenção Coletiva de Trabalho COM O SINDICATO DOS AUXILIARES E TÉCNICOS DE ENFERMAGEM E EMPREGADOS EM ESTABELECIMENTOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE DE BAURU E REGIÃO – 30/05/2022 – Informe SindHosp Jurídico nº 43 – A/2022

Informamos que o SindHosp firmou Convenção Coletiva de Trabalho com o SINDICATO DOS AUXILIARES E TÉCNICOS DE ENFERMAGEM E EMPREGADOS EM ESTABELECIMENTOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE DE BAURU E REGIÃO, com vigência de 1º de abril de 2022 a 31 de março de 2023. 

Abaixo, exemplo de aplicação do reajuste escalonado:

Salário de R$ 2.000,00 em abril de 2021:

5% em abril de 2022 R$ 2.000,00 x 5%=R$ 100,00, que somados aos R$ 2.000,00 resulta em R$ 2.100,00, a partir de 1º de abril de 2022;

10% em janeiro de 2023 R$ 2.000,00 x 10%=

R$ 200,00, que somados aos R$ 2.000,00 resulta em R$ 2.200,00, a partir de 1º de janeiro de 2023, sem aplicação retroativa.

Acesse a Convenção Coletiva de Trabalho clicando aqui.

São Paulo, 30 de maio de 2022.

FRANCISCO ROBERTO BALESTRIN DE ANDRADE

PRESIDENTE 

Convenção Coletiva de Trabalho COM O SINDICATO DOS AUXILIARES E TÉCNICOS DE ENFERMAGEM E EMPREGADOS EM ESTABELECIMENTOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE DE BAURU E REGIÃO – 30/05/2022 – Informe SindHosp Jurídico nº 43 – A/2022 Read More »

telemedicina é regulamentada

Conselho Federal de Medicina (CFM) regulamenta telemedicina no Brasil: saiba o que mudou

O debate sobre a modalidade médica Telemedicina, iniciado em 2018, teve seu desfecho traçado na última quinta-feira (05/05/2022), data em que o Conselho Federal de Medicina (CFM) divulgou a Resolução nº 2.314/2022, definindo e regulamentando a telemedicina no Brasil como forma de serviços médicos mediados por tecnologias de comunicação.

A norma entrou em vigor a partir do dia de sua publicação e foi constituída com o auxílio de representantes dos conselhos regionais e de associações médicas.

Modalidades regulamentadas

A telemedicina é a base da assistência de Saúde à distância, prática impulsionada pela crise sanitária de Covid-19, que teve como principal recomendação do Ministério da Saúde o distanciamento físico.

Com o modelo de atendimento, já enraizado em diversos países, atingindo o ápice de popularidade e aplicação, o CFM regulamentou 7 modalidades, confira: 

  • Teleinterconsulta (quando médicos consultam outros médicos);
  • Telediagnóstico (envio de laudos de exames aos médicos);
  • Telecirurgia (mediada por robôs);
  • Telemonitoramento (acompanhamento da evolução clínica do paciente);
  • Teletriagem (regulação do paciente para internação);
  • Teleconsultoria.

Telemedicina: o que mudou

Mas, afinal, em que a nova Resolução implicará no cotidiano dos profissionais e gestores da saúde, bem como, de seus pacientes?

O CFM esclarece que a norma confere aos médicos autonomia para avaliar e decidir qual tipo de consulta convém em cada caso clínico, podendo recomendar a modalidade presencial, se julgar necessário.

Os planos de saúde também poderão escolher entre disponibilizar teleconsultas para seus beneficiários ou não.

No documento, consta ainda a informação de que o atendimento deve ser autorizado pelo paciente ou responsável e que a consulta e todos os dados coletados precisam ser registrados em prontuário médico, preservando imagens e exames em sigilo e segurança, conforme prega as normas do conselho médico e a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais – LGPD

Um adendo importante é que o Projeto de Lei 1998/2020 de autoria da deputada federal Adriana Ventura (NOVO-SP), que prevê a telemedicina em todo país, foi aprovado recentemente pela Câmara Federal em 27/04/2022  e seguiu para o Senado Federal.

Benefícios

A regulamentação é benéfica não somente para a população, mas também para todo o ecossistema de Saúde. Contribuirá efetivamente para que o amparo à vida chegue aos municípios mais isolados e para que todo o trâmite das consultas de retorno ou de preparação para futuros exames possa ser agilizado.

O que reduz significativamente os custos e o tempo de deslocamento dos pacientes e dos profissionais. 

Contudo, é importante ter em mente que a nova resolução em vigor de maneira alguma invalida a primazia do atendimento presencial. Na verdade, a telemedicina atua de modo complementar à assistência tradicional e deve ser vista como um recurso que proporciona maior conforto, otimização da hora clínica, agilidade de processos e segurança para médicos e pacientes.

É fundamental que os profissionais envolvidos se preocupem em manter a qualidade do atendimento em nível igualitário para todas as modalidades, esse cuidado é necessário para que possamos usufruir, com segurança, da ferramenta tão inovadora e dinâmica, chamada telemedicina.

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O SindHosp informa sobre a Aprovação PL 2564/2020 sobre o Piso da Enfermagem

A Câmara dos Deputados aprovou na data de ontem, 4 de maio de 2022, o Projeto de Lei (PL 2564/2020) que fixa o piso salarial dos profissionais de enfermagem. O texto aprovado estabelece que o valor mínimo inicial para os enfermeiros será de R$ 4.750, a ser pago pelos serviços de saúde públicos e privados. Nos demais casos, o piso será proporcional: 70% para os técnicos de enfermagem e 50% do valor para os auxiliares de enfermagem e parteiras.

Frente às inúmeras dúvidas que surgiram após essa votação, o SindHosp esclarece:

▪ O PL ainda não foi enviado para sanção presidencial

▪ Segundo a relatora do projeto, Deputada Carmen Zanotto, o projeto necessita da indicação de fontes de financiamento para que seja sancionado.

▪ De acordo com juristas, o PL é inconstitucional. Para que seja válido, a Câmara dos Deputados e o Senado Federal precisam aprovar um projeto de Emenda Constitucional (PEC do Senado 122/2015), que proíbe a União de criar despesas aos demais entes federativos sem  prevê a transferência de recursos para o custeio, e que necessita de duas votações no Senado e mais duas na Câmara.

▪ Impossível prever em quanto tempo essas votações ocorrerão, por se tratar de um caminho que envolve negociações e ampla maioria nas votações.

▪ Enquanto esse processo não for finalizado, a situação ATUAL dos enfermeiros e hospitais não se altera, ou seja, as empresas continuam pagando os mesmos salários aos profissionais de enfermagem.

▪ Caso a PEC 122/2015 seja aprovada pela Câmara e pelo Senado, o presidente da República ainda pode vetar o projeto.

▪ Mesmo que o presidente da República o sancione, teremos uma enorme batalha jurídica pela frente.

▪ Hospitais e demais empresas que têm profissionais de enfermagem em seus quadros devem aguardar.

O SindHosp continuará acompanhando os desdobramentos do PL da Enfermagem ao tempo que mantém seus esforços político-estratégicos buscando uma solução adequada e não onerosa para os seus representados.

Também manteremos todos representados.

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Convenção Coletiva de Trabalho SINDICATO DOS EMPREGADOS EM ESTABELECIMENTOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE DE CATANDUVA –  10/03/2022 – Informe SindHosp Jurídico nº 15-A/2022

Informamos que o SindHosp firmou Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) com o SINDICATO DOS EMPREGADOS EM ESTABELECIMENTOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE DE CATANDUVA, com vigência de 1º de maio de 2021 a 30 de abril de 2022.

Abaixo, exemplo de aplicação do reajuste escalonado:

Salário de R$ 2.000,00 em maio de 2020:

2,5% em maio de 2021 – R$ 2.000,00 x,2,5%=R$ 50,00, que somados aos R$ 2.000,00 resulta em R$ 2.050,00, a partir de 1º de maio de 2021;

5% em outubro de 2021 – R$ 2.000,00 x 5%=R$ 100,00, que somados aos R$ 2.000,00 resulta em R$ 2.100,00, a partir de 1º de outubro de 2021, sem aplicação retroativa;

7,59% em janeiro de 2022 – R$ 2.000,00 x 10,78%=R$ 151,80, que somados aos R$ 2.000,00 resulta em R$ 2.151,80, a partir de 1º de janeiro de 2022, sem aplicação retroativa.

Acesse a Convenção Coletiva de Trabalho clicando aqui!

São Paulo, 10 de março de 2022.

FRANCISCO ROBERTO BALESTRIN DE ANDRADE

PRESIDENTE 

Convenção Coletiva de Trabalho SINDICATO DOS EMPREGADOS EM ESTABELECIMENTOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE DE CATANDUVA –  10/03/2022 – Informe SindHosp Jurídico nº 15-A/2022 Read More »

SindHosp confirma participação na Hospitalar

Hospitalar confirma parceria renovada com SindHosp

Uma programação inédita já está sendo preparada pelo SindHosp para a participação nos 4 dias da Feira Hospitalar

 Após dois anos na modalidade on-line, nesta 27ª edição da Feira Hospitalar que acontece entre os dias 17 a 20 de maio, o SindHosp se prepara para retomar a participação presencial no evento.

Parceiro da Hospitalar desde a primeira Feira, o SindHosp realiza a cada ano uma programação memorável em seu estande. Em 2022, em nova sede para o evento no São Paulo Expo, os novos projetos da entidade se enfileiram para apresentação marcante ao ecossistema da saúde.

A programação do SindHosp promete trazer para perto das maiores empresas do setor, novas oportunidades e conteúdos de valor para a equipe de atendimento.

Para facilitar seu acesso e de todos os representados ao estande do SindHosp na Hospitalar, faça o cadastro e tenha acesso VIP ao evento.

Passo a passo para acesso VIP na Feira Hospitalar

Preencha este formulário, referente ao acesso a área de exposições e conteúdos livres, e confira em seu e-mail o link para o ingresso. No dia do evento, retire sua credencial gratuita na sala VIP da Hospitalar, informando os dados cadastrados.

Em caso de dúvidas sobre o acesso VIP, fale com o SindHosp pelo mail eventos@sindhosp.org.br

Esteja sempre atualizado sobre as últimas novidades da participação do SindHosp na Feira, na guia ‘Notícias’.

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