Sindhosp

Josiane Mota

José Carlos Barbério convida público para Congressos

Mensagem do Presidente

Aproximam-se os Congressos Brasileiros de Gestão em Saúde, respectivamente, o 9º Congresso Brasileiro de Gestão em Clínicas de Serviços de Saúde, o 8º Congresso Brasileiro de Gestão em Laboratórios Clínicos, como sempre serão realizados durante a Feira Hospitalar, no Expo Center Norte, em São Paulo.

Os eventos ocorrerão nos dias 21 e 22 de maio, e estão sendo organizados pelo IEPAS, que conta com a colaboração das Comissões Científicas para estabelecer temas de alcance considerados importantes no plano de gestão em saúde, sejam os de Clínicas ou Laboratórios.

A programação reúne conferências, palestras, mesas redondas e painéis, e mostra visível preocupação em apontar para discussão assuntos que nos afligem hoje e que nos afligirão amanhã, como o mercado do idoso, a visão empreendedora, a meritocracia, a qualidade e o desenvolvimento de gestores.

Repete-se assim, anualmente, a nossa oportunidade de renovar e atualizar propostas de fundamental interesse para a área de gestão em saúde.

O IEPAS deseja que neste 2014 seus Congressos alcancem os objetivos que estabeleceu e que eles sejam plenos de satisfação para seus participantes.

Bom proveito e até lá!

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Dmed tem que ser entregue até o fim de março

As empresas prestadoras de serviços de saúde e operadoras de planos privado de assistência à saúde têm até o último dia útil de março (31) para entregar a Declaração de Serviços Médicos e de Saúde (Dmed), que deve conter as informações de pagamentos recebidos por elas em 2013.
 
A declaração é obrigatória para toda a pessoa jurídica e equiparada, prestadora de serviço de saúde, como hospitais, laboratórios, clínicas odontológicas, clínicas de fisioterapia, terapia ocupacional, psicologia, clínicas médicas de qualquer especialidade e operadoras de planos privados de assistência à saúde, com funcionamento autorizado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). 
 
O objetivo da Dmed é fornecer informações para validar as despesas médicas e de saúde declaradas pelas pessoas físicas na Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física (DIRPF), possibilitando à Receita Federal cruzar as informações e identificar as deduções indevidas de despesas médicas feitas pelos contribuintes.
 
A não apresentação da declaração no prazo estabelecido ou a sua apresentação com incorreções ou omissões, sujeitará a pessoa jurídica às multas que vão de R$ 500 a R$ 1.500. No caso de informações inexatas, incompletas ou omitidas, a multa pode chegar a 0,2% do faturamento do mês anterior ao da entrega da declaração.
 

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APM e AMB debatem a gestão SUS em congressos

A Associação Paulista de Medicina (APM), em parceria com a Associação Médica Brasileira (AMB), realizam, simultaneamente, no dia 21 de março, o VIII Congresso Paulista de Política Médica e o VII do Brasileiro de Política Médica, encontros que farão um raio-x aprofundado dos problemas de financiamento e gestão do Sistema Único de Saúde (SUS).
 
Dividido em dois painéis, os Congressos terão nomes como o secretário estadual da Saúde, David Uip, o professor titular de Urologia e diretor-técnico da Divisão Clínica Urológica do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, Miguel Srougi, a repórter especial da Folha de São Paulo, com especialização em Medicina e Saúde, Claudia Collucci, entre outros especialistas.
 
Para informações sobre inscrição e programação, entrar em contato com a APM pelo telefone (11) 3188-4210 ou pelo e-mail presidencia@apmcorp.org.br
 
Para ver o folder informativo do evento clique aqui.

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Projeto obriga empresas a fazer descarte adequado de remédios

A Câmara analisa um projeto de lei (PL 6160/13), do deputado Major Fábio (DEM-PB), que obriga fabricantes, importadoras, distribuidoras e lojas de medicamentos para uso humano ou animal a providenciar o descarte dos produtos e das embalagens.
 
O projeto altera a Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei 12.305/10) para obrigar o setor de medicamentos a aderir à chamada logística reversa, em que as empresas compartilham a responsabilidade pelo descarte dos produtos, que podem ser reciclados ou tratados da maneira que cause menor impacto ambiental. Para tanto, as empresas podem criar postos de coleta para os produtos ou embalagens e rotinas de reciclagem.
 
Major Fábio argumenta que hoje não há controle sobre os medicamentos jogados fora e as substâncias podem contaminar o solo e a água de aterros sanitários. Ele ressalta que a legislação já regula o descarte de agrotóxico, mas deixou os medicamentos de fora. “Se já há previsão da coleta e destinação especial para agrotóxicos, não se explica que a mesma sistemática não seja adotada para medicamentos”, disse.
 
A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Seguridade Social e Família; Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e Constituição e Justiça e de Cidadania. 

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Uma a cada três mulheres com câncer tem tumor de mama

Levantamento realizado pelo Instituto do Câncer do Estado de São Paulo, ligado à Secretaria de Estado da Saúde e à Faculdade de Medicina da USP, na capital paulista, aponta que 52% dos pacientes do Icesp são do sexo feminino. Dessas mulheres, 28% (quase uma a cada três) têm diagnóstico de câncer de mama e quase 22% apresentam tumores em órgãos digestivos.
 
A neoplasia da mama continua sendo a principal vilã dentro e fora do instituto. No Brasil, segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca), ela corresponde a 22% dos novos casos de tumores por ano. No Icesp, o grupo de Mastologia realiza mais de 1,2 mil atendimentos por mês, entre consultas médicas e cirurgias.
 
Os cânceres do aparelho digestivo representam juntos uma grande fração dos tumores humanos. São exemplos de neoplasias apresentadas nessa região: o câncer de esôfago, de estômago, de fígado e o colorretal (cólon e reto), este o último apontado entre os cinco mais comuns entre as mulheres.
 
"Quando a prevenção primária não é possível, o diagnóstico precoce é fundamental na busca pela cura e por uma boa qualidade de vida", destaca o oncologista e diretor geral do Icesp, Paulo Hoff.
 
No intuito de obter esse diagnóstico precoce, medidas simples devem ser adotadas após a primeira relação sexual. Incluir na agenda o hábito de realizar uma visita anual ao ginecologista, garante a realização de consultas e exames que serão essenciais para a prevenção e/ou diagnóstico de diversos tipos de câncer.
 
São exames de rotina fundamentais: o papanicolau, usado para detectar a neoplasia de colo de útero, além de identificar lesões que antecedem o tumor, permitindo o tratamento antes que a doença se desenvolva; a mamografia, capaz de mostrar lesões mamárias, recomendada para pacientes com mais de 50 anos ou a critério médico, dependendo dos fatores de risco.

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SP quer vacinar mais de 808 mil meninas contra o HPV

A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo pretende imunizar 808,3 mil meninas entre 11 e 13 anos de idade, contra o papilomavírus humano (HPV), causador de câncer de colo do útero. O número corresponde a 80% do total de 1.010.397 de adolescentes paulistas do sexo feminino que constituem o público-alvo da vacinação.
 
Entre os dias 10 de março e 10 de abril aproximadamente cinco mil postos de saúde, com horário de funcionamento das 8h às 17h, já estarão abastecidos com as vacinas contra o HPV para a aplicação da primeira dose.
 
Além dos postos de saúde, a vacinação também deve ocorrer em escolas, a critério de cada município. A Secretaria recomenda que as adolescentes ou seus pais ou responsáveis consultem a direção das unidades de ensino onde estudam para saber se haverá vacinação no local.
 
No ano de 2014, o esquema vacinal será destinado às adolescentes com 11, 12 e 13 anos de idade e deve ser divido em três etapas. A segunda dose da vacina deve ser aplicada seis meses após a primeira dose. Já a terceira dose, que funciona como um reforço, deve ser aplicada cinco anos após a primeira dose. A recomendação é de que as adolescentes levem a caderneta de vacinação aos postos.
 
No ano de 2015, a vacina contra o HPV será destinada às meninas entre nove e 11 anos e também será dividida em três etapas. A partir do ano de 2016, a vacina passará a ser aplicada nas meninas com nove anos de idade.
 
De acordo com a médica Helena Sato, diretora de imunização da Secretaria, a inclusão da vacina contra o HPV no calendário de imunização do SUS é uma importante medida para reduzir a transmissão do papilomavírus humano, vírus capaz de causar lesões de pele e mucosas e, quando não tratado corretamente pode evoluir para casos de câncer de útero.
 
Sobre a doença
 
O papilomavírus humano (HPV) é um vírus contagioso que pode ser transmitido com uma única exposição, por meio de contato direto com a pele ou mucosa infectada. Sua principal forma de transmissão pode ocorrer via relação sexual, mas também há contagio entre mãe e bebê durante a gravidez ou o parto, é a chamada transmissão vertical.
 
Inicialmente assintomática, a infecção por HPV pode evoluir para lesões de pele e mucosas, em alguns casos também ocasiona o surgimento de verrugas genitais. Quando não tratada corretamente, essas lesões podem evoluir para um quadro de câncer genital, como o câncer de colo de útero, cuja doença tem como principais sintomas dores, corrimento ou sangramento vaginal.

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Laboratórios pedem urgência no reajuste da tabela SUS

Representantes dos laboratórios de análises clínicas que atendem pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) cobraram nesta terça-feira (18) o reajuste da tabela de procedimentos do SUS. É com base nessa tabela que o governo paga os laboratórios pelos diversos exames realizados.
 
A tabela não é corrigida há 20 anos. Ou seja, há duas décadas os laboratórios recebem os mesmos valores, por exemplo, pelo hemograma completo e pelos exames de urina e fezes.
 
O tema foi debatido em audiência pública realizada pela Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público da Câmara dos Deputados. Durante o evento, o coordenador-geral dos Sistemas de Informação do Ministério da Saúde, Fábio da Fonseca, reconheceu que o valor pago para alguns procedimentos está defasado.
 
Automação x inflação
 
Fábio da Fonseca explicou que um dos motivos que provocaram a manutenção dos preços nos últimos 20 anos foi a automação dos laboratórios, com o uso de máquinas para fazer a análise dos materiais coletados dos pacientes. “Com essa automação, os custos dos exames diminuíram por conta do ganho de escala, o que reduziu os custos não só com materiais como também com pessoal”, declarou.
 
Um dos vice-presidentes do Sindicato dos Laboratórios de Análises Clínicas do Rio Grande do Sul, Luiz César Leal Neto, destacou que, apesar de ter ocorrido a automação dos laboratórios, outros custos aumentaram, como os aluguéis dos prédios, o valor dos salários pagos aos funcionários e a inflação.
 
Luiz César Leal Neto ressaltou que, de 2000 a 2012, o IPCA, um dos índices que medem a inflação, subiu 126%. Nesse mesmo período, o governo autorizou um reajuste de 170% para os procedimentos realizados pelos planos de saúde. No entanto, não fez praticamente nenhuma correção na tabela do SUS para os laboratórios.
 
Já o representante do Ministério da Saúde respondeu que, em vez de fazer uma correção geral da tabela, o órgão tem optado por realizar reajustes de alguns procedimentos específicos.
 
Aumento de custos
 
O secretário-geral da Sociedade Brasileira de Análises Clínicas, Mário Martinelli Júnior, cobrou a correção dos valores. “Nós temos um custo altíssimo na fase pré-analítica, antes da coleta do paciente: os insumos, como agulha, seringa e luvas. São procedimentos que vêm aumentando [os custos] anualmente”, afirmou.
 
Martinelli ressaltou que existem mais de 2 mil procedimentos de exames laboratoriais, dos quais apenas três ou quatro foram reajustados nos últimos anos. Ele criticou os valores baixos da tabela do SUS. “Não dá mais para se realizar uma glicose por R$ 1,85. Não dá mais para realizar um parasitológico de fezes por R$ 1,65. É perdendo qualidade a cada dia que os laboratórios vêm fechando.”
 
O deputado Ronaldo Nogueira (PTB-RS), que sugeriu a audiência desta terça-feira, também defendeu o reajuste dos valores pagos pelo governo aos laboratórios de análises clínicas. “Se não acontecer um reajuste, os laboratórios privados, principalmente as empresas familiares que atendem na faixa de 88% dos serviços ao SUS, irão fechar as suas portas. Eles não têm condições de arcar com os custos operacionais hoje.”
 
Ronaldo Nogueira pretende marcar uma reunião com representantes do Ministério da Saúde no início de maio para apresentar as demandas dos laboratórios de análises clínicas. Além do reajuste de 100% da tabela do SUS, os laboratórios querem ser isentos de tributos sobre os serviços remunerados pela tabela e receber uma linha de crédito especial para aquisição de equipamentos.

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Mulheres realizam mais exames preventivos que homens

Um levantamento realizado pelo grupo de medicina diagnóstica Lavoisier comprova o que já não é novidade em muitas áreas da saúde: as mulheres superam os homens na realização de exames preventivos. Somente em 2013, o número de procedimentos realizados no laboratório pelo público feminino superou em 34% o do masculino.
 
Rafael Munerato, diretor médico do Lavoisier, diz que, enquanto 67% das mulheres atendidas realizaram procedimentos preventivos, pouco mais de 30% dos homens fizeram o mesmo. Os resultados são semelhantes aos obtidos em 2011, quando cerca de 60% das mulheres realizaram exames preventivos contra 30% dos homens.
 
Para Munerato, a preocupação das mulheres com a saúde é histórica, e ocorre em fases que vão da puberdade, passando pela idade reprodutiva e menopausa, e incluem a prevenção do câncer de mama. Assim, elas se cuidam mais no decorrer da vida.
 
Entre os exames mais procurados no Lavoisier estão o hemograma, em primeiro lugar, e o teste de glicose, procedimentos universais tanto para homens quanto mulheres. A partir da terceira posição os exames começam a variar, sendo o TSH ultra sensível, colesterol total e triglicérides realizados em maior escala pelo público feminino, e o colesterol total, triglicérides e creatinina pelo masculino.
 
Apesar do público feminino demonstrar mais preocupação com a saúde, Munerato alerta para a baixa atenção que ainda é dada às doenças cardiovasculares. O infarto mata, segundo ele, seis vezes mais mulheres do que o câncer de mama, mas ainda é um fator negligenciado.
 
Veja abaixo a lista de exames preventivos recomendados para o público feminino:
 
– Aos 20 anos ou no início da atividade sexual: papanicolau, colposcopia, ultrassonografia pélvica ou transvaginal, ultrassonografia de mamas;
– Acima dos 30 anos: somando-se aos procedimentos solicitados aos 20 anos, é indicada a realização de exames para avaliar a função tireoidiana TSH, T4 Livre, T3 e ultrassonografia de tireoide;
– A partir dos 40 anos: mamografia anual, somados aos exames citados para as outras faixas etárias;
– A partir dos 50 anos: quando a maioria das mulheres inicia o período da menopausa, o foco maior deve ser nos ossos e no coração. A realização de uma densitometria óssea logo após o início da menopausa se faz necessária. Dosagens hormonais e exames relacionados ao metabolismo do cálcio vão ajudar no acompanhamento e prevenção da osteoporose;
– Mulheres com antecedentes de câncer de mama ou ovário na família devem iniciar o acompanhamento médico com antecedência. A época ideal depende da idade com que seu familiar teve a doença e também o tipo de câncer. O melhor a fazer é procurar o seu médico e explicar o histórico para dar início ao tratamento preventivo;
– Antes da gravidez é importante realizar exames de sorologia para sífilis, HIV, toxoplasmose, rubéola, citomegalovírus, herpes simples tipo I e II, hepatites B e C. Caso não consiga engravidar durante um ano, procure o seu médico para realizar exames de fertilidade.
 

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CVE lança cartilha para alerta de sarampo

O Centro de Vigilância Epidemiológica (CVE), órgão da Secretaria de Estado da Saúde, acaba de lançar o Alerta Sarampo tendo, entre os principais objetivos, atualizar profissionais da saúde sobre a doença e informar pessoas que irão se deslocar para áreas onde está ocorrendo a transmissão.
 
Em 2013, o Brasil registrou 201 casos de sarampo (dados de 18 de fevereiro de 2014), número quase 5 vezes maior que aquele notificado no último surto em território nacional no ano de 2011, quando 42 casos foram confirmados e, em 2012, quando apenas 2 casos foram reportados.
 
Os casos se distribuíram nos seguintes estados: São Paulo (05), Minas Gerais (02), Santa Catarina (01), Distrito federal (01), Pernambuco (181), Paraíba (09) e Ceará (1).
 
Até dezembro de 2013, cinco casos de sarampo foram confirmados no Estado de São Paulo (ESP). Todos eles apresentaram histórico de viagem recente ao exterior, e houve transmissão intrafamiliar em duas oportunidades. Estes casos ocorreram em indivíduos com idades entre 14 e 60 anos de idade, sendo três deles vacinados, mas com apenas uma dose válida. O último caso de sarampo no ESP teve data de início do exantema em 19 de maio de 2013.
 
Acompanhe o documento com a atualização da situação epidemiológica até este mês de fevereiro de 2014 e a indicação de medidas de controle para evitar a propagação da doença.

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SBPC/ML debate a implantação da TISS 3.0

No dia 13 de março a Soecidade Brasileira de Patologia Clínica Medicina Laboratorial (SBPC/ML), em parceria com a Abramed, realizam o seminário "Como implantar a TISS 3.0", que tem como objetivo a abordagem prática da nova tecnologia para laboratórios clínicos.
 
Dividido em quatro painéis, o evento faralá sobre as novas versões da TISS 3.0, perspectivas, riscos e oportunidades,estado atual da implantação e suas limitações e a importância da certificação digital para a Saúde.
 
Para visualizar o programa compelto e efeutuar sua inscrição, clique aqui.

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