22 de maio de 2015

Redes Sociais do SINDHOSP cobrem Hospitalar em tempo real

Em 2015, assim como no ano passado, o SINDHOSP se preparou para a cobertura em tempo real dos congressos, palestras, conferências e seminários que aconteceram ao longo dos quatro dias da 22ª Hospitalar Feira e Fórum. Facebook, Twitter e Instagram trouxeram as atualizações dos eventos.
 
As publicações alcançaram mais de 5 mil pessoas ao longo dos quatro dias, além de atrair novos seguidores em suas páginas. Com galerias de imagens e notas curtas sobre todos os acontecimentos, foram geradas 700 curtidas espalhadas em 30 postagens da Feira, representando um aumento de 50% na produção de conteúdo e público perante a semana que antecedeu a Hospitalar.
 
No site do SINDHOSP, reportagens mais amplas apresentaram os principais debates travados durante os Congressos de Gestão em Saúde e Congresso Internacional de Serviços em Saúde (CISS), com cobertura em tempo real da equipe de Comunicação do SINDHOSP.
 

IEPAS prepara-se para último dia de Hospitalar

O estande do Instituto de Ensino e Pesquisa na Área da Saúde (IEPAS) prepara-se para o último dia da Hospitalar Feira + Fórum 2015. Nesta sexta-feira (22), o espaço receberá dois workshops instrutivos.

Às 14h, Massao Hashimoto, consultor do Projeto In$truir, idealizado pelo SINDHOSP e pela FEHOESP, abordará "O impacto do eSocial na área da saúde". Já às 16h, a advogada do SINDHOSP, Lucineia Nucci, fala sobre "Consequências para segurança ocupacional com a implantação do eSocial".

FOTO: Dule Oliveira

Yussif Ali Mere Jr fala com o Estadão

Na tarde de quinta-feira, 21 de maio, o presidente do SINDHOSP, Yussif Ali Mere Jr, concedeu entrevista ao jornal O Estadão de S. Paulo. A conversa aconteceu logo após a passagem do ministro Aldo Rebelo, da Ciência e Tecnologia, no encerramento do Congresso Internacional de Serviços de Saúde (CISS). 

O jornal prepara uma matéria especial sobre o tema.

Yussif defendeu a necessidade de se estabelecer o compliance no setor de saúde – assim como acontece no financeiro –  a fim de coibir práticas irregulares. "A fiscalização sozinha não dá conta", disse. 

Vai ser muito difícil automatizar o cuidado ao paciente de UTI

Durante o painel “Automação da informação no cuidado de pacientes graves”, no dia 21 de maio, durante o CISS 2015, o gerente médico de Pacientes Graves do Hospital Albert Einstein, Guilherme Schettino, enfatizou: “vai ser muito difícil automatizar o cuidado do paciente numa UTI.”

Segundo ele, cuidar de pacientes graves ainda envolve muito o trabalho humano à beira do leito. “Um leito de uma unidade de terapia intensiva conta com equipamentos altamente tecnológicos, mas todos dependentes de operações manuais”, disse.

Ao relatar o caso de uma paciente com miocardite severa que precisou de suporte circulatório externo, Schettino afirmou que, a cada dia, 18 profissionais entravam no quarto  e mantinham contato direto com a mulher no pós-operatório. “Uma série de parâmetros precisavam ser vigiados e cada profissional precisava dar conta de 200 variáveis”, relatou.

Embora à beira do leito a automação ainda esteja longe da realidade, a gestão dos dados já conta com ferramenta importante: o prontuário eletrônico. Levantamento feito no Albert Einstein revelou que um médico que atua com pacientes graves chega a ter de lidar com mais de dois mil dados ao final de um dia de plantão.  “Nosso cérebro é capaz de lidar com muitos dados complexos, mas por um período curto de tempo”, afirmou Schettino. Neste caso, o prontuário eletrônico é um avanço e contribuiu para a segurança do paciente, para as decisões clínicas e facilita a prescrição de medicamentos. “Para prescrever um medicamento a um paciente de UTI, são levados em conta de 30 a 35 itens. Impossível não fazer interação não automatizada”.

Feira Hospitalar cumpre mais um ano de protagonista de negócios na Saúde

O sentimento de dever cumprido impera entre os organizadores, expositores e apoiadores da 22ª edição da Feira Hospitalar, neste 22 de maio, último dia de exposição e congressos.
 
Sessenta fóruns movimentaram milhares de congressistas, que puderam conferir quais são as tendências do setor saúde, no Brasil e no mundo. Debateu-se de leis a tecnologias, passando pelos cuidados a pacientes crônicos, idosos, profissionais da saúde, segurança do paciente, gestão, financiamento, robótica, parcerias, o papel do Estado e capital estrangeiro. Além disso, a exposição propriamente dita, que ocupa todos os pavilhões do Expo Center Norte, é a maior da América Latina e a segunda do mundo na área da saúde.
 
Os números oficiais ainda não foram fechados, mas a grande movimentação de visitantes profissionais pelos corredores da feira tem repercutido muito bem entre os expositores. São 1.250 empresas, do mundo todo, presente à Hospitalar.
 
Embora o ano seja de crise, o clima da feira é de otimismo e confiança em relação ao fechamento de negócios.
 
Aguarde os números!
 
 

IEPAS e FBAH encerram atividades na Feira com um paella

O Instituto de Ensino e Pesquisa na Área da Saúde (IEPAS), realizador dos Congressos Brasileiros de Gestão, e a Federação Brasileira de Administradores Hospitalares (FBAH), que também realiza uma série de fóruns durante a Feira Hospitalar, promoveram uma confraternização nesta sexta-feira, 22 de maio, em seus espaços VIP.

O almoço reuniu lideranças da saúde, e se estendeu por todo a tarde. As salas VIP de ambas as instituições se unificaram, derrubando as paredes divisórias, transformando-se num verdadeiro lounge.

A paella, assinada pelo chef Carlos Soares, foi o ponto alto do encontro – regado a vinhos uruguaios e chop da cervejaria Lund.  

Crédito da foto: Leandro Godoi

Consequências do eSocial para segurança ocupacional encerram workshops

O último workshop realizado no estande do IEPAS, na Hospitalar Feira+Fórum 2015, nesta sexta-feira (22), abordou as consequências da implantação do Sistema de Escrituração Fiscal Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas, o eSocial, para a segurança ocupacional.

A advogada do departamento jurídico do SINDHOSP e FEHOESP, Lucinéia Nucci, sanou as dúvidas dos profissionais presentes e alertou sobre o preenchimento de documentos com a nova ferramenta. “Não é terrorismo, mas o eSocial é complicado, exige atenção e cuidado com os documentos emitidos, principalmente com a comunicação de acidente de trabalho (CAT). O registro equivocado de dados pode gerar multas e provas contra a empresa.”

A preocupação da advogada deve-se ao fato de que o excesso de CATs pode configurar que a empresa não está fazendo o seu papel: cuidar da saúde do funcionário. “Fazer a gestão do trabalhador é função da empresa. O exame periódico serve para isso. Se não se cuida do funcionário, vamos continuar pagando indenizações”, ressaltou.

A cobertura completa sobre os workshops e o estande do IEPAS você na edição de junho do Jornal do SINDHOSP.

 

Foto: Dule Oliveira

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