Sindhosp

Ana Paula

Firmada CCT com o Sindicato dos Farmacêuticos

O SindHosp firmou Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) com o Sindicato dos Farmacêuticos no Estado de São Paulo (SINFAR), com vigência de 1º de outubro de 2025 a 30 de setembro de 2026.

Para sócios e contribuintes, a íntegra da CCT está disponível neste site, no ícone Convenções, da home.

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Nova lei da licença-paternidade

O presidente Lula sancionou, em 31 de março, a Lei nº 15.371, que dispõe sobre o novo prazo da licença-paternidade, institui o salário-paternidade no âmbito da Previdência Social e altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). A licença-paternidade passará por uma ampliação gradual: de 5 dias em 2026 para 10 dias a partir de 1º de janeiro de 2027; para 15 dias a partir de janeiro de 2028; e para 20 dias a partir do início de 2029. O pai trabalhador tem direito à licença em razão do nascimento do filho, adoção ou guarda judicial para adoção, não se restringindo, portanto, à filiação biológica.

A Lei também cria o salário-paternidade, a ser pago conforme a categoria do segurado da Previdência e obedecendo às mesmas regras do salário-maternidade. O benefício dependerá da apresentação da certidão de nascimento do filho, do termo de adoção ou de guarda judicial para fins de adoção. Além disso, o trabalhador terá estabilidade no emprego por um mês após o término da licença.

Caso a mãe ou o bebê fiquem internados por complicações ligadas ao parto, a licença-paternidade deve ser prorrogada pelo período correspondente à internação. Nos nascimentos prematuros, o afastamento deve ser imediato.  Já nas hipóteses de nascimento ou adoção de criança ou adolescente com deficiência, a Lei prevê o acréscimo de um terço ao prazo da licença.

 

Férias e dispensa

 

O empregado poderá usufruir férias imediatamente após o término da licença-paternidade, desde que comunique o empregador com antecedência mínima de 30 dias da data prevista para o parto ou da concessão da guarda. Nos casos em que não houver indicação de mãe na certidão de nascimento, ou quando a adoção ou a guarda for atribuída exclusivamente ao pai, a licença-paternidade será equivalente à licença-maternidade, inclusive quanto à sua duração.

Sobre dispensa, a lei estabelece que a empresa que efetuar o desligamento do funcionário com o objetivo de impedir a concessão da licença-paternidade deverá pagar indenização em dobro. Por fim, caso sejam constatados indícios de violência doméstica, violência familiar ou abandono material praticados pelo pai, a licença ou o benefício poderão ser negados, suspensos ou encerrados.

 

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Jornada SIGA avança e realiza 2º workshop

A Jornada SIGA (Sistema de Indicadores para Gestão de Alto Desempenho) deu mais um passo rumo à sua consolidação, com a realização do 2º Workshop SIGA, em 26 de março. O encontro, realizado no auditório da ARCA, na Capital paulista, reuniu estrategistas dos hospitais participantes para debater o cuidado orientado em dados. “Há uma habilidade que não aparece em planilhas nem pode ser traduzida por dados, que é a coragem – coragem de continuar buscando os dados das nossas instituições com transparência para que possamos crescer”, afirmou a CEO da FESAÚDE e do SindHosp na abertura do encontro, Larissa Eloi.

Coordenada pelo NIC (Núcleo de Inteligência e Conteúdo), a Jornada SIGA objetiva fomentar uma cultura de dados e indicadores nas instituições, em prol da qualidade, da segurança do paciente e de melhores resultados. O 2º workshop apresentou aos estrategistas cases e experiências práticas de hospitais que já utilizam essas ferramentas, evidenciando seu papel na melhoria do cuidado.

 

A experiência de hospitais

 

A coordenadora de Qualidade e Segurança do Paciente do Hospital do Coração (HCor), Tânia Chapina Migana, foi a primeira palestrante. “Para gerir corretamente os indicadores dentro das instituições é fundamental ter perguntas e respostas claras. Por exemplo: o indicador é qualitativo ou quantitativo? É estratégico ou voltado ao monitoramento de área? Sua validação é interna ou externa? E assim sucessivamente”, frisou. Segundo Tânia Migana, os indicadores são ferramentas essenciais para decisões mais assertivas, promovem transparência na gestão, contribuem para a mitigação de riscos e permitem intervenções mais ágeis e eficazes nos processos.

A experiência do Hospital Alemão Oswaldo Cruz foi relatada por Amanda Maciel, enfermeira do Controle de Infecção Hospitalar. “No hospital temos a cultura de sempre olhar para os dados e indicadores”, garantiu Maciel. Ela trouxe para o workshop a discussão do indicador que mede a infecção da corrente sanguínea associada ao uso de cateter venoso central. O que fazer quando a instituição detecta aumento dessas infecções em pacientes de Unidade de Terapia Intensiva (UTI)? Quais medidas de prevenção devem ser adotadas? “Mesmo que haja guidelines sobre o assunto, implantá-los à beira do leito é algo complexo. O desafio é enorme. É preciso entender o problema com base nos dados disponíveis”, lembrou a enfermeira.

 

Próximos passos

 

A segunda parte do workshop contou com a participação da gerente do Núcleo de Estudos e Análises (NEA) da Associação Nacional de Hospitais Privados (Anahp), Keila Amaral. Ela apresentou a plataforma do Sistema de Indicadores Hospitalares Anahp (SINHA) e mostrou como os hospitais que participam do SIGA poderão utilizar os indicadores para benchmarking. “Melhoria contínua impõe análise crítica e coloca perguntas. É preciso verificar o que está ocorrendo na ponta”, lembrou a gerente do NEA. Keila Amaral ressaltou a necessidade de que todos os hospitais enviem, o mais breve possível, o Termo de Adesão ao SIGA devidamente assinado. “Somente após esse processo poderemos iniciar os treinamentos e liberar o acesso do hospital à plataforma”, afirmou.

Os consultores Técnicos do NIC, Aline Yukimitsu e Evandro Felix, abordaram, respectivamente, a construção das fichas dos indicadores e sua aplicação nas organizações. “Cabe a cada hospital entender o propósito de cada indicador, pois alguns podem ter mais de uma perspectiva”, finalizou Felix.

O 3º Workshop do SIGA acontece no próximo dia 28 de abril, no auditório da ARCA, em São Paulo, a partir das 8h30. Mais informações pelo site www.sindhosp.org.br ou nas redes sociais do SindHosp.

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Diálogos da Saúde recebe Ronaldo Caiado

O governador de Goiás e pré-candidato à Presidência da República, Ronaldo Caiado, participou, no dia 9 de fevereiro, na sede da FESAÚDE e do SindHosp, na Capital paulista, do Diálogos da Saúde. Trata-se de um espaço de interlocução entre representantes do ecossistema da saúde e postulantes a cargos no Executivo nacional e estadual. Os encontros visam promover a discussão de temas estratégicos para o setor, contribuir para a formulação de políticas públicas mais eficientes e ampliar soluções que gerem benefícios concretos para a sociedade.

“Nas eleições de 2022 e 2024, convidamos para o debate candidatos a governador e a prefeito, respectivamente. Este ano, conversamos inicialmente com pré-candidatos à Presidência da República, mas também receberemos candidatos ao Governo do Estado de São Paulo. Dessa forma, a FESAÚDE e o SindHosp qualificam o debate político e aproximam profissionais, gestores e empreendedores da saúde dos tomadores de decisão política”, destacou o presidente da FESAÚDE e do SindHosp, Francisco Balestrin, responsável pela mediação do evento.

O Diálogos da Saúde com Ronaldo Caiado reuniu várias lideranças e políticos, como o secretário de Governo e Relações Institucionais do Estado de São Paulo e presidente do Partido Social Democrático (PSD), Gilberto Kassab; os ex-ministros da Saúde, Luiz Henrique Mandetta e Marcelo Queiroga; o presidente da Associação Médica Brasileira (AMC), César Eduardo; o presidente da Confederação Nacional de Saúde (CNSaúde), Breno Monteiro; a diretora executiva do Grupo Dasa e conselheira do SindHosp, Cláudia Cohn; o presidente do Sindicato de Hospitais, Clínicas e Laboratórios de Ribeirão Preto e Região (SindRibeirão), Yussif Ali Mere Jr; o presidente do Comitê de Saúde da Fiesp, Ruy Baumer; o médico e membro da Academia Nacional de Medicina, Raul Cutait, entre outros.

Gilberto Kassab, Francisco Balestrin e Ronaldo Caiado

“Sou médico ortopedista, especializado em cirurgia da coluna e já fui proprietário de hospital. Portanto, conheço muito bem a realidade e as dificuldades da saúde”, afirmou Ronaldo Caiado. Durante sua explanação, o pré-candidato defendeu a atenção primária como essencial para a obtenção de bons indicadores em saúde; mais parcerias com a iniciativa privada para o pleno funcionamento do Sistema Único de Saúde (SUS); a regionalização; e criticou com veemência a atual formação médica. “Este ano 50 mil novos médicos serão formados, muitos sem condições de exercer a medicina. Temos 494 faculdades de medicina no país, muitas com qualidade zero de formação. Esses cursos precisam ser avaliados para que sejam impedidos de continuar funcionando”, defendeu.

O pré-candidato elogiou o Boletim Infográficos Saúde (BIS) Hospitais e SADT, projeto desenvolvido pelo Núcleo de Inteligência e Conteúdo (NIC) do SindHosp e que está à disposição dos estabelecimentos de saúde associados e contribuintes dos sindicatos que compõem a FESAÚDE. “Eu quero, com a ajuda desse banco de dados, poder levar a todo o país as conclusões de diretrizes que precisamos implementar em cada região”, disse Ronaldo Caiado.  Ele também teceu muito elogios à Tabela SUS Paulista. “Trata-se de uma iniciativa que precisa ser reconhecida, aplaudida e copiada por outros Estados”.

Política

Ronaldo Caiado é goiano, nascido em Anápolis. Foi deputado federal por cinco mandatos, senador e é o primeiro governador eleito e reeleito em primeiro turno da história de Goiás (2018 e 2022). Deixou recentemente o União Brasil e se filiou ao PSD, que possui outros dois governadores pré-candidatos à Presidência da República: Ratinho Jr (PR) e Eduardo Leite (RS). “No dia 15 de abril, o PSD escolherá o seu candidato e aquele que for escolhido terá o apoio dos demais. Isso já está acordado entre nós. Tenho certeza de que será um candidato extremamente competitivo”, acredita Caiado.

Ronaldo Caiado durante o Diálogos da Saúde

“Eu quero entrar em campo. Se me deixarem jogar podem ter certeza de que não decepcionarei”. Francisco Balestrin lembrou que um rei morre na cama ou em um campo de batalha. “O senhor, com certeza, por tudo o que apresentou hoje aqui, estará em um campo de batalha”, finalizou o presidente da FESAÚDE e do SindHosp.

Acompanhe abaixo a íntegra do Diálogos da Saúde com Ronaldo Caiado:

 

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Firmada CCT com o Sindicato dos Enfermeiros

O SindHosp firmou Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) com o Sindicato dos Enfermeiros do Estado de Pão Paulo (SEESP), com vigência de 1º de setembro de 2025 a 31 de agosto de 2026.

A íntegra da CCT encontra-se à disposição dos sócios e contribuintes neste site, ícone Jurídico/Convenções Coletivas.

 

Base Territorial: Todo o Estado de São Paulo

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Workshop debate saúde mental nas organizações

Criada em 2014 com o objetivo de colocar a saúde mental em foco, desmistificar transtornos psiquiátricos e estimular o cuidado emocional, a campanha Janeiro Branco vem ganhando relevância ano após ano. Para aprofundar esse debate e discutir como um ambiente corporativo psicologicamente seguro pode contribuir para o bem-estar dos colaboradores, o SindHosp realizou, em 27 de janeiro, o Workshop da Saúde: Cuidado com as Pessoas para Além do Janeiro Branco.

“É preciso trazer esse tema para a cultura organizacional. No Sindicato, temos uma mandala de qualidade de vida e, mensalmente, promovemos ações voltadas à prevenção e ao cuidado com a saúde mental dos colaboradores”, afirmou a diretora executiva da FESAÚDE e do SindHosp, Larissa Eloi, mediadora do evento.

O workshop contou com a participação de Juarez Fernandes, sócio-diretor da Bentec Consultoria em Benefícios, e Fabíola Furlan, psicóloga clínica especializada em Saúde Ocupacional. “A Bentec é uma empresa parceira do SindHosp há alguns anos e atua na gestão de saúde e no desenvolvimento de campanhas de prevenção, com soluções sob medida para cada cliente”, afirmou Juarez Fernandes.

Larissa Eloi lembrou que, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), um a cada quatro indivíduos irá desenvolver algum tipo de transtorno mental ao longo da vida. Para ela, uma das principais atribuições de um CEO é zelar pela saúde das pessoas em um ambiente seguro. Nesse contexto, questionou a psicóloga Fabíola Furlan sobre por onde começar essa prática de cuidado dentro das organizações. “Os líderes precisam estar atentos aos sinais e criar ambientes onde esses assuntos encontrem espaço. Ouvir é fundamental”, destacou Furlan.

Alguns sinais de que algo não vai bem começam de forma discreta, segundo a psicóloga. “Os primeiros alertas são o cansaço e a irritabilidade; depois, surge a queda na produtividade. Também é possível observar desatenção, insônia e falta de apetite”, explica Fabíola Furlan.

Segundo dados do Ministério da Previdência Social, o Brasil registrou um número recorde de afastamentos do trabalho por doenças mentais em 2025, ultrapassando 546 mil licenças. Depressão, ansiedade e burnout estão entre as principais causas. “Quando um colaborador é afastado por uma doença ortopédica, por exemplo, a empresa consegue prever o tempo médio do seu retorno às atividades, o que não ocorre com os transtornos mentais. Por isso, a prevenção e a criação de ambientes corporativos seguros são fundamentais, e a Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1) vem justamente para consolidar esse cuidado”, afirma Fabíola Furlan.

Acompanhe, abaixo, o Workshop da Saúde na íntegra:

 

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Romeu Zema participa do Diálogos da Saúde

O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (NOVO), esteve na sede da FESAÚDE e do SindHosp no dia 22 janeiro participando do Diálogos da Saúde. “A exemplo do que fizemos nas eleições de 2022 e 2024, quando convidamos pré-candidatos e candidatos a cargos executivos para falar sobre saúde, faremos o mesmo neste ano de 2026, afinal, teremos eleições majoritárias. O governador mineiro desponta como pré-candidato do Partido Novo à Presidência da República, por isso, foi convidado”, afirma o presidente da FESAÚDE e do SindHosp, Francisco Balestrin, que mediou o debate. O governador estava acompanhado dos secretários de Estado da Saúde e de Comunicação de Minas Gerais, Fábio Baccheretti e Bernardo Santos, respectivamente.

Além da equipe do governador, prestigiaram o Diálogos da Saúde o ex-ministro da Saúde, Marcelo Queiroga; a deputada federal, Adriana Ventura; o deputado federal, Pedro Westphalen; o presidente da Confederação Nacional de Saúde (CNSaúde), Breno Monteiro; o representante da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e da Associação Brasileira da Indústria de Dispositivos Médicos (ABIMO), Paulo Fraccaro; a diretora executiva da Diagnósticos da América (Dasa) e conselheira do SindHosp, Cláudia Cohn, entre outros.

Diálogos da Saúde é um espaço de diálogo propositivo entre lideranças do ecossistema do setor e representantes do Poder Executivo nacional e estadual, bem como candidatos às eleições deste ano. Os encontros visam promover a discussão de temas estratégicos para a saúde, contribuir para a formulação de políticas públicas mais eficientes e ampliar soluções que gerem benefícios concretos para a sociedade.

Durante o encontro, que lotou o auditório do SindHosp e foi transmitido ao vivo pelo canal do Sindicato no Youtube, Zema detalhou as dificuldades que enfrentou ao assumir o Governo do Estado, em 2018. “A situação financeira de Minas era caótica. Prefeitos deixaram de receber verbas estaduais e a dívida com os municípios era enorme. Sentamos e negociamos com todos e, aos poucos, fomos colocando a casa em ordem. Os valores de muitos contratos também foram revistos e demitimos milhares de profissionais indicados pela gestão anterior, sem prejudicar a qualidade da prestação do serviço público”, contou Zema.

Na saúde, ele apresentou os avanços obtidos durante a sua gestão, com ênfase à atenção primária e aos atendimentos de urgência. “Hoje, o Estado tem cobertura de 100% do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Modernizarmos a saúde e fornecemos todo o apoio a esta área. Na atenção primária, retomamos e iniciamos obras de mais de 300 UBS (Unidades Básicas de Saúde), principalmente no interior do Estado. É na atenção primária que conseguimos prevenir ou detectar precocemente qualquer problema, muitas vezes tratando antes que ele agrave”, explicou o chefe do Executivo de Minas Gerais.

Questionado sobre a atual formação médica e os péssimos resultados do Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed), divulgado pelo Ministério da Educação (MEC) em 19 de janeiro, Romeu Zema afirmou ser favorável à aplicação de uma prova que avalie a proficiência dos médicos recém-formados como pré-requisito para o exercício da profissão. “Eu sou um entusiasta de toda avaliação que mostre a proficiência de alguém. Na minha opinião, se o raciocínio da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) se estendesse à medicina seria bom. Um advogado ruim pode causar grandes danos, mas um médico ruim pode matar”, disse.

Para o governador de Minas Gerais, a existência de mais de um candidato da direita à Presidência da República não representa divisão. “Ter mais candidatos significa mais votos e, no segundo turno, estaremos juntos contra a esquerda”, afirmou Zema, ao reafirmar sua pré-candidatura ao Palácio do Planalto. Para disputar a eleição, ele deverá deixar o comando do governo mineiro no início de abril, conforme prevê a legislação eleitoral.

Quem é Romeu Zema

Natural de Araxá, cidade do Alto Paranaíba, Romeu Zema é formado em Administração de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV/SP) e iniciou sua trajetória profissional bem cedo, aos 14 anos, seguindo os passos do pai. Foi cobrador, frentista, balconista, estoquista, caixa, comprador, vendedor, analista de marketing, analista comercial e gerente. Em 1991, assumiu o controle das Lojas Zema e foi responsável pelo salto que levou a rede varejista de quatro unidades em Minas Gerais para mais de 430 lojas nos estados de Minas, São Paulo, Goiás, Mato Grosso do Sul, Bahia e Espírito Santo.

Em 2016, deixou o controle do grupo e, em 2018, se filiou ao partido Novo para se dedicar à missão de trabalhar por Minas Gerais. Candidatou-se ao Governo do Estado, buscando levar sua experiência de gestor na iniciativa privada. De candidato praticamente desconhecido, Zema foi eleito com cerca de 72% dos votos dos mineiros, sem uso de fundo partidário. Foi reeleito em primeiro turno para exercer o segundo mandato (2023-2026), com mais de seis milhões de votos (56,1%).

 

Assista ao Diálogos da Saúde com Romeu Zema na íntegra:

 

 

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Firmada CCT com auxiliares de radiologia em São José do Rio Preto

O SindHosp firmou Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) com o Sindicato dos Tecnólogos, Técnicos e Auxiliares em Radiologia de São José do Rio Preto e Região, com vigência de 1º de dezembro de 2025 a 31 de novembro de 2026.

 

A íntegra da Convenção Coletiva de Trabalho encontra-se à disposição dos sócios e contribuintes do SindHosp, neste site, ícone Jurídico/Convenções Coletivas. Clique aqui

 

Base Territorial: Adolfo, Altair, Álvares Florence, Américo De Campos, Andradina, Aparecida D´Oeste, Araçatuba, Araraquara, Ariranha, Assis, Auriflama, Bady Bassitt, Bálsamo, Barretos, Bebedouro, Bilac, Birigui, Borborema, Buritama, Cajobi, Cardoso, Catanduva, Catiguá, Cedral, Cosmorama, Dobrada, Dolcinópolis, Estrela D´Oeste, Fernandópolis, Floreal, General Salgado, Getulina, Guapiaçu, Guaraci, Guarani D´Oeste, Guararapes, Ibirá, Ibitinga, Icem, Ilha Solteira, Indiaporã, Itajobi, Itápolis, Jaboticabal, Jaci, Jales, José Bonifácio, Lavínia, Lins, Macaubal, Macedônia, Magda, Marília, Matão, Mendonça, Meridiano, Mira Estrela, Mirandópolis, Mirassol, Mirassolândia, Monte Alto, Monte Aprazível, Monte Azul Paulista, Neves Paulista, Nhandeara, Nipoã, Nova Aliança, Nova Granada, Nova Luzitânia, Novo Horizonte, Olímpia, Onda Verde, Orindiúva, Ouroeste, Palestina, Palmares Paulista, Palmeira D´Oeste, Paraíso, Paranapuã, Paulo De Faria, Pedranópolis, Penápolis, Pereira Barreto, Pindorama, Pirangi, Planalto, Poloni, Pongaí, Pontes Gestal, Populina, Potirendaba, Reginópolis, Riolândia, Rubinéia, Sales, Santa Adélia, Santa Albertina, Santa Clara D´Oeste, Santa Fé Do Sul, Santa Rita D´Oeste, São João Das Duas Pontes, São José Do Rio Preto, Severínia, Sud Mennucci, Tabapuã, Tanabi, Taquaritinga, Três Fronteiras, Turmalina, Ubarana, Uchoa, União Paulista, Urânia, Urupês, Valentim Gentil, Valparaíso e Votuporanga.

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SindHosp firma CCT com o SINTRASAÚDE

O SindHosp firmou Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) com o Sindicato dos Auxiliares e Técnicos de Enfermagem e dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Serviços de Saúde de Santos, São Vicente, Guarujá, Cubatão, Praia Grande, Mongaguá, Itanhaém, Peruíbe, Itariri, Pedro de Toledo, Miracatu, Iguape, Cananéia, Pariquera-açu, Bertioga, São Sebastião e Ilhabela (SINTRASAÚDE), com vigência de 1º de outubro de 2025 a 30 de setembro de 2026.

 

A íntegra da CCT encontra-se à disposição dos sócios e contribuintes do SindHosp, neste site, ícone Jurídico/Convenções Coletivas. Clique aqui

 

Base Territorial: Bertioga, Cananéia, Cubatão, Guarujá, Iguape, Ilhabela, Itanhaém, Itariri, Miracatu, Mongaguá, Pariquera-Açu, Pedro De Toledo, Peruíbe, Praia Grande, Santos, São Sebastião, São Vicente, Sete Barras, Vicente de Carvalho.

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Gerente-executiva da Unidas é a entrevistada do Papo da Saúde

A gerente-executiva da União Nacional das Instituições de Autogestão em Saúde (Unidas), Amanda Bassan, é a entrevistada do novo Papo da Saúde. Conduzida pela CEO da FESAÚDE e do SindHosp, Larissa Eloi, a entrevista destaca a transição da gestão de saúde para um modelo mais colaborativo, humano e estratégico.

A Unidas, que atua há mais de 20 anos no mercado, conta com aproximadamente 110 empresas filiadas, que oferecem e administram de forma direta planos de assistência à saúde aos seus empregados, servidores ou associados e respectivos dependentes. Esse universo abrange cerca de quatro milhões de beneficiários em todo o país.

“O futuro da saúde depende de três pilares, todos sustentados pela tecnologia. Acesso e coordenação de cuidados em toda a jornada do paciente; sustentabilidade, que envolve o controle de custos e o alinhamento de incentivos entre os diversos atores; e, por fim, dados e qualidade, que são indissociáveis. A interoperabilidade, ou troca de dados entre sistemas, é essencial e considero que é a chave que precisa ser virada”, defendeu Amanda Bassan durante o Papo da Saúde.

Larissa Eloi perguntou à gerente-executiva da Unidas como ela enxerga a liderança feminina e a geração Z no setor da saúde. Amanda Bassan acredita que a mulher na liderança não ocupa apenas um cargo, mas transforma o ambiente através de um olhar mais detalhista, empático e humano. Sobre a cooperação de gerações no ambiente corporativo, Bassan afirmou que a nova geração de líderes tem menos medo de errar e isso, segundo ela, pode acelerar a inovação. “Eles buscam impacto real e se negam a trabalhar no automático, questionando sempre o propósito de suas tarefas”, sentenciou.

Estes são apenas alguns tópicos abordados neste episódio do Papo da Saúde. Acompanhe, abaixo, a entrevista na íntegra:

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