Sindhosp

Ana Paula

Cinco a cada 10 paulistanos usaram camisinha na última relação sexual

Um estudo da Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo, por meio do Programa Municipal de DST/Aids, revelou que quase 100% da população concorda que o preservativo é a melhor forma de prevenção ao HIV. No entanto, apenas 46% fizeram uso do preservativo na última relação.
 
Outro dado diz respeito ao início da vida sexual. Dentre os entrevistados, dos 94% que declararam ter iniciado a vida sexual no período da pesquisa, apenas 39% usaram o preservativo na relação.
 
A pesquisa foi realizada com 4318 pessoas, entre 2013 e 2014,  com os objetivos de avaliar o grau de conhecimento sobre a infecção pelo HIV, outras DST e hepatites B e C, conhecer aspectos relativos à saúde sexual  e  reprodutiva, a cobertura de testagem para HIV, sífilis, Hepatites B e C, e  as situações de vulnerabilidade enfrentadas pela população nas diferentes regiões da capital.
 
Para a coordenadora do Programa Municipal de DST/Aids, Dra. Eliana Battaggia Gutierrez, a associação das informações originadas dos sistemas operando nos serviços de saúde com a pesquisa  pode potencializar a definição de estratégias mais adequadas para estas epidemias.
 
"As epidemias de HIV e de DST evoluem constantemente e trazem novos desafios para seu enfrentamento. Para formular as melhores estratégias de combate é necessário conhecer de que forma estas epidemias se apresentam em nosso território, que seguramente guarda especificidades regionais", completa a coordenadora.

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Firmada CCT com Sinsec-ABC

Informamos que o SINDHOSP firmou Convenção Coletiva de Trabalho com o SINDICATO DOS PROFISSIONAIS DE SECRETARIADO DOS MUNICÍPIOS DE SANTO ANDRÉ, SÃO BERNARDO DO CAMPO, SÃO CAETANO DO SUL, DIADEMA, MAUÁ, RIBEIRÃO PIRES E RIO GRANDE DA SERRA – SINSEC-ABC, com DATA BASE em 01/05, com vigência de 1 ano, para o período de 2014/2015:

 

 

 

CLÁUSULA 1ª – REAJUSTE SALARIAL:

Os salários dos empregados abrangidos por esta Convenção Coletiva de Trabalho serão majorados com os mesmos percentuais, critérios e datas que ficarem estabelecidas para a categoria preponderante, através de diploma legal, sentença normativa, convenção ou acordo coletivo.

 

CLÁUSULA 2ª – COMPENSAÇÕES:

Ao serem majorados os salários na conformidade da cláusula 1ª desta convenção, serão, igualmente, adotados os mesmos critérios de compensação que tiverem sido estabelecidos na categoria preponderante.

 

CLÁUSULA 3ª – PISO SALARIAL:

A partir de 01/05/2014, o piso salarial da Categoria das Secretárias será: a) Nível Universitário equivalente a R$ 1.450,00 (um mil e quatrocentos e cinquenta reais); eb) Nível Médio equivalente a R$ 1.150,00 (um mil e cento e cinquenta reais).

 

PARÁGRAFO ÚNICO – As eventuais diferenças salariais decorrentes da aplicação da presente norma coletiva poderão ser pagas, sem multa ou acréscimo, por ocasião do pagamento dos salários do mês de junho de 2014, ou seja, até 5º dia útil do mês de julho de 2014.

 

CLÁUSULA 4ª – CONTRIBUIÇÃO ASSISTENCIAL:

As empresas descontarão do salário já reajustado de todos os empregados integrantes da categoria profissional beneficiados pela presente Convenção, a favor do Sindicato das Secretárias do Município de Santo André e Região, a Contribuição Assistencial relativa ao exercício de 2014, na forma abaixo:

 

a)Para os empregados associados ou não, a favor do Sindicato convenente, conforme decisão de Assembleia, a contribuição assistencial de 12% (doze por cento), a ser dividida em 4 parcelas da seguinte forma: 3% (três por cento) no mês de agosto/2014, 3% (três por cento) no mês de setembro/2014, 3% (três por cento) no mês de outubro/2014 e última 3% (três por cento) no mês de novembro/2014;

b)As contribuições previstas na alínea “A” supra serão recolhidas por meio de guias próprias a serem fornecidas pelo Sindicato Beneficiário, ou depositadas em qualquer agência da Caixa Econômica Federal, a favor do Sindicato das Secretárias do Município de Santo André e Região, Agência 2075-Oper. 003, Conta no 00000552-4, até as datas acima estabelecidas.;

c)Na hipótese de já ter sido descontada contribuição assistencial, ou equivalente, relativa ao ano de 2014, o empregado beneficiado pela presente Convenção não sofrerá novo desconto, ficando ressalvado, no entanto, ao Sindicato das Secretárias do Município de Santo André e Região realizar a cobrança ou o ressarcimento das respectivas quantias de quem as cobrou indevidamente, devendo a empresa apresentar ao Sindicato das Secretárias, dentro do prazo de 30 (trinta) dias, a contar da respectiva solicitação, cópia da correspondente guia de recolhimento;

d)Respeitada a legislação vigente, bem como a jurisprudência que rege a matéria, fica ressalvada as hipóteses de oposição em conformidade com o Precedente nº119 do C. TST, garantida as secretárias integrante da categoria profissional, sendo que tal manifestação deverá ocorrer até o dia 20/07/2014;

e)A responsabilidade pela instituição, percentuais de cobrança e abrangência do desconto é inteiramente do Sindicato da categoria profissional, ficando isentas as empresas de quaisquer ônus ou conseqüências perante seus empregados e o desconto assim feito está ao abrigo do previsto no artigo 462.

 

CLÁUSULA 7ª – VIGÊNCIA:

A vigência da presente Convenção Coletiva de Trabalho será de 1 (um) ano, com início em 01/05/2014 e término aos 30/04/2015.

 

 

 

                        A íntegra da Convenção Coletiva de Trabalho encontra-se à disposição dos interessados no site do SINDHOSP, www.sindhosp.com.br, ícone convenções coletivas de trabalho.

 

São Paulo, 26 de junho de 2014

 

 

                        Yussif Ali Mere Jr.

                        Presidente

 

Base Territorial nas cidades de: Santo André, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul, Ribeirão Pires, Mauá, Diadema e Rio Grande da Serra.

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Taxa de disponibilidade para acompanhamento de parto é ilegal

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) esclarece à sociedade que cobranças feitas aos beneficiários de plano de saúde pelos prestadores de serviços, como a conhecida taxa de disponibilidade, são consideradas indevidas. Os consumidores de planos de saúde têm, conforme a segmentação contratada, cobertura garantida pelas operadoras para todos os procedimentos listados no Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde da ANS, conforme determina a Lei 9656/98.
 
Uma consumidora de plano hospitalar com obstetrícia tem, por exemplo, o direito garantido de que o parto, normal ou por cesárea, está no seu plano e os honorários médicos serão em sua totalidade cobertos pela operadora. Qualquer taxa cobrada pelo obstetra à gestante é ilegal e deve ser denunciada à ANS.
 
O que fazer em casos de cobrança
 
Ao se deparar com cobrança desse ou de qualquer tipo, o consumidor deverá relatar o fato à sua operadora de plano de saúde e esta tomará as devidas providências. É importante também solicitar à operadora o protocolo desse atendimento. De posse do protocolo, o consumidor poderá fazer uma reclamação na ANS e a operadora será notificada e poderá inclusive ser multada, caso constatada a infração.

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Médicos criam grupo no Whatsapp para troca de experiências

Médicos de diversas cidades-sede da Copa do Mundo – inclusive os que atuam diretamente nos estádios – estão usando um grupo no Whatsapp (aplicativo de mensagens para celular) com o intuito de compartilhar informações e experiências durante o mundial. A maioria dos profissionais são cirurgiões, intensivistas, anestesistas e pediatras da rede pública e do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).
 
“A partir de Santa Maria [incêndio na boate Kiss], a gente viu que os recursos que temos hoje são importantes para mobilizar equipes em diferentes locais. A estratégia acaba levando a um aprendizado para todos os profissionais que participam dessa rede”, explicou Gustavo Fraga, presidente da Sociedade Brasileira de Atendimento Integrado ao Traumatizado, em entrevista à Agência Brasil.
 
Segundo Fraga, ao final de cada jogo os profissionais compartilham, por exemplo, o número de atendimentos realizados e a quantidade de pacientes que precisaram ser removidos para um hospital. A maioria dos casos registrados, segundo ele, apresenta dor de cabeça associada à pressão alta, intoxicação, diarreia e consumo de álcool em excesso.
 
Apesar da baixa demanda por atendimento de pessoas envolvidas em pequenos conflitos, o grupo permanece alerta para acompanhar o jogo entre Argentina e Nigéria, em Porto Alegre (RS). O motivo: o grande número de torcedores argentinos e a rivalidade entre o país vizinho e o Brasil.
 
“Nosso grupo está montado e continua até o final da Copa. A ideia é mantê-lo ativo mesmo depois disso, para casos de atendimento em desastres ou acidentes com múltiplas vítimas”, disse. “Afinal, a Copa vai passar, mas os problemas na saúde vão continuar. E os legados na área da saúde vão ser pequenos em relação aos demais”, concluiu.
 

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Nova grade curricular para cursos de medicina entra em vigor

As novas diretrizes curriculares nacionais dos cursos de medicina entraram em vigor em 24 de junho com a publicação da Resolução 3/2014 no Diário Oficial da União. As escolas de medicina terão até dezembro de 2018 para implementar as mudanças. No entanto, nas turmas abertas a partir de 24 de junho, o novo currículo terá um ano para ser implementado.
 
Entre as principais mudanças está o estágio obrigatório no Sistema Único de Saúde (SUS), na atenção básica e no serviço de urgência e emergência. Pela resolução, o internato deve ter a duração mínima de dois anos, com 30% da carga horária cumprida no SUS.
 
Além disso, os estudantes serão avaliados pelo governo a cada dois anos. A avaliação será obrigatória e o resultado será contado como parte do processo de classificação para os exames dos programas de residência médica. A prova será elaborada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP), responsável por avaliações como o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). O Inep tem dois anos para começar a aplicar a avaliação.
 
As diretrizes curriculares para cursos de medicina vigentes até agora eram de 2001. A reformulação estava prevista desde o lançamento do Programa Mais Médicos. Com essa resolução, o curso de graduação de medicina continuará com seis anos de duração. 
 
A expectativa é que 11.447 vagas em cursos de medicina sejam abertas até 2017 — 3.615 em universidades federais e 7.832 em instituições particulares. Na residência, deverão ser ofertadas 12.372 novas vagas no mesmo período. 
 

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PPPs poderão ser estimuladas por particulares

Estimular as parcerias público-privadas (PPP) é o objetivo de projeto do senador Clésio Andrade (PMDB-MG) que se encontra na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE). Após constatar que as PPPs, instituídas pela Lei 11.079/2004, não deslancharam por “inércia da máquina estatal”, o senador propôs a criação de um instrumento pelo qual o particular provocará a administração – a manifestação de interesse da iniciativa privada (MIP).
 
Pela MIP, conforme a proposta (PLS 203/2014), o particular poderá apresentar estudos contendo opiniões fundamentadas e justificadas sobre a viabilidade de concessões ou permissões. Com isso, o parlamentar acredita que a iniciativa privada despertará o Poder Público quanto a oportunidades até então não vislumbradas.
 
Clésio Andrade manifesta sua convicção de que a MIP incrementará a relação público-privada, “oxigenando as mentes dos gestores com ideias trazidas pelos particulares”. Conforme o senador, “bons projetos poderão surgir a partir da possibilidade de apresentação pela iniciativa privada”, cabendo à administração pública a análise e eventual aprovação “conforme relevante interesse público e oportunidade”.
 
As PPPs foram criadas em 2004 a partir da constatação de que o Estado não dispõe de recursos suficientes para atender a todas as demandas de infraestrutura e de serviços. A ideia era buscar nos agentes econômicos, por meio de parcerias, os investimentos necessários para tocar os projetos. Entretanto, na visão de muitos especialistas, essas PPPs não produziram os resultados desejados, e as carências de infraestrutura continuam.
 
Após o parecer da CAE, o projeto seguirá para decisão terminativa na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ). A íntegra do projeto pode ser vista no site do Senado.
 

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Teste da linguinha já é obrigatório para recém-nascidos

 
Hospitais e maternidades serão obrigados a fazer o teste da linguinha em recém-nascidos. O procedimento serve para detectar se a criança tem o problema comumente chamado de língua presa. Segundo a presidenta da Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia, Irena Marchesan, é uma conduta simples que pode fazer a diferença na vida da criança.
 
O frênulo da língua é uma membrana que liga a língua à parte inferior da boca. Todos têm a membrana, mas em alguns casos é maior do que o normal, o que popularmente é conhecido como língua presa.
 
De acordo com Irene Marchesan, a avaliação é muito importante porque pode detectar se existe algo fora do normal, o que possibilita fazer o procedimento para cortar a membrana antes que ela dificulte a vida da criança.
 
― O primeiro problema de ter o frênulo preso é que a criança vai ter dificuldade ao mamar, podendo deixar o peito precocemente. Um segundo problema é no desenvolvimento da criança, que pode ficar com a fala alterada e com dificuldades para mastigar.
 
A fonoaudióloga diz que os efeitos do procedimento para acabar com a língua presa não são os mesmos quando a criança é maiorzinha, por isso a importância de fazer no recém-nascido. Segundo Irene, o procedimento é muito simples, e alguns pediatras fazem na hora que a criança nasce, antes de entregá-la à mãe.
 
Segundo a assessoria do Ministério da Saúde, na rede pública geralmente são os pediatras que fazem os testes obrigatórios logo após o nascimento das crianças, e serão eles os responsáveis pelo teste da linguinha. O Sistema Único de Saúde paga o procedimento para corrigir o problema para pessoas de todas as idades.
 
A Lei 13.002, que torna obrigatório o teste da linguinha, já foi publicada e  entra em vigor em até 180 dias.

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9ª edição do Prêmio SINDHRio de Jornalismo & Saúde tem inscrições abertas

Até 22 de agosto estão abertas as inscrições para a 9ª edição do Prêmio SINDHRio de Jornalismo & Saúde, que distribuirá um total de R$ 65 mil. O iniciativa é do Sindicato dos Hospitais, Clínicas e Casas de Saúde do Município do Rio de Janeiro (SINDHRio) e tem por objetivo valorizar o papel da imprensa na cobertura de assuntos relacionados à Saúde e contribuir para a qualificação da informação. A abrangência é nacional. 
 
Os artigos e reportagens inscritos podem enfocar a Saúde pelos aspectos social, econômico, jurídico, cultural ou científico. Na medida em que lança foco sobre o setor, o Prêmio também é um incentivo à busca pela excelência por parte de instituições e profissionais da Saúde.
 
O Prêmio está dividido em cinco (05) categorias: website, jornal, revista, TV e rádio. Nesta edição, contará ainda com um Troféu Especial para a instituição ou profissional de saúde que mais se destacou. Os vencedores de cada uma das cinco categorias receberão R$ 13 mil. Para os 2º e 3º colocados serão conferidas menções honrosas. A cerimônia de premiação ocorrerá em outubro, no Rio de Janeiro, em data a ser divulgada.
 
Na soma de suas oito edições, o Prêmio Sindhrio já recebeu 1.200 trabalhos produzidos por jornalistas dos mais diferentes veículos de comunicação.
 
SOBRE AS INSCRIÇÕES
 
As inscrições irão até o dia 22 de agosto de 2014. Os trabalhos, este ano, serão recebidos exclusivamente pelo e-mail premiojornalismo@sindhrio.org.br
 
A ficha de inscrição estará disponibilizada no site do SINDHRio (www.sindhrio.org.br)  e deverá ser enviada em arquivo anexo ao e-mail, devidamente preenchida. As reportagens impressas (revista e jornal) devem ser enviadas em arquivo PDF, em boa resolução (tamanho máximo do arquivo de 10 Mb). Arquivos maiores que 10 Mb poderão ser enviados via Dropbox (www.dropbox.com), para a conta premiojornalismo@sindhrio.org.br (via link ou arquivo compartilhado). As reportagens de rádio e TV devem ser enviadas em arquivo mp3, mp4, mpg, mpeg, wma ou wmv, em condições mínimas de resolução para que sejam julgadas, com tamanho máximo de 10 Mb por e-mail. Arquivos maiores que 10 Mb poderão ser enviados via Dropbox (www.dropbox.com.br), para a conta premiojornalismo@sindhrio.org.br (via link ou arquivo compartilhado). Para as reportagens de web, serão aceitos o envio de URLs válidas, que devem estar ativas durante todo o período de julgamento.
 
 
Mais informações:

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Fundação Pró-Sangue implementa aplicativo para contatar doadores

Aplicativo (app) que cria uma rede de doadores de sangue, chamado Hemoliga, foi implementado pela Fundação Pró-Sangue no dia 14 de junho, Dia Mundial do Doador de Sangue. Totalmente desenvolvido no Rio Grande do Norte, o aplicativo, que foi cedido sem custos, exibe o estoque do hemocentro em tempo real, avisando ao doador sobre a sua próxima doação e quando precisa de seu tipo sanguíneo, além de trazer informações sobre os pré-requisitos e as regras para doação.
 
Desde abril, o app está em pleno funcionamento no Hemonorte, que foi o primeiro hemocentro do País a aderir ao sistema. O Hemoliga é um projeto desenvolvido no estado por quatro doadores: os analistas de sistemas Arlindo Rodrigues e Fred Santos e os administradores Thiago Azevedo e Thiago Luccas, sócios da empresa de tecnologia 2TAF, que idealizaram o projeto com o intuito de contribuir para o aumento do número de doadores e a frequência dessas doações.
 
De acordo com Thiago Lucas, a parceria com a Fundação Pró-Sangue é um passo importante para a disseminação do Hemoliga pelos hemocentros do País. “A Fundação Pró-sangue é o hemocentro referência na América Latina, responsável por mais de mais de 30% do sangue disponibilizado na Região Metropolitana de São Paulo. Com a demanda crescente, os estoques de sangue da Fundação precisam estar sempre bem abastecidos, e esperamos dar nossa contribuição para que as doações aumentem”, destaca.
 
Na avaliação do diretor presidente da Fundação Pró-Sangue, Vicente Odone Filho, junto com os celulares, os aplicativos vieram para ficar e estão mudando a rotina das pessoas, inclusive no que diz respeito ao hábito de doar sangue.
 
O aplicativo para celulares e tablets já está com versões disponíveis para os sistemas IOS e Android. O download é gratuito e as atualizações serão automáticas. Para quem não tem acesso à internet em dispositivos móveis, também poderá acessar ao aplicativo via computador, por meio do site Hemoliga.
 
Além do site e aplicativo, a Hemoliga também oferece informações para doadores de sangue, através das redes sociais: Projeto Hemoliga (Facebook) e Hemoliga (Twitter e Instagram).
 
 
Serviço
 
Para doar sangue basta estar em boas condições de saúde, vir alimentado, ter entre 16 e 69 anos (para menores, consultar site da Pró-Sangue), pesar mais de 50 kg e trazer documento de identidade original com foto. Vale lembrar que é bom evitar alimentos gordurosos nas 4 horas que antecedem a doação e, no caso de bebidas alcoólicas, 12 horas antes. Se a pessoa estiver com gripe ou resfriado, não deve doar temporariamente. Mesmo que tenha se recuperado, deve aguardar uma semana para que esteja novamente apta à doação.
 
Mais informações no Alô Pró-Sangue 0800 55 0300, no site da Pró-Sangue, no twitter @pro_sangue ou no facebook/prosangue.

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Videomonitoramento aprimora atendimento em hospitais infantis

Câmeras de videomonitoramento digital têm sido utilizadas para aprimorar a segurança dos pacientes em maternidades e hospitais infantis. A tecnologia viabiliza o acompanhamento do bebê tanto pela equipe multidisciplinar do hospital quanto pelos pais por meio da internet em tempo real.
 
Uma das referências no uso de videomonitoramento é o complexo CentraCare, em Minnesota, Estados Unidos. Composto por quatro hospitais, quatro centros de cuidados de longo prazo e mais de dez clínicas, o grupo instalou câmeras na maternidade infantil para monitorar os pacientes em cores, mesmo no período da noite, que tem pouca iluminação.
 
Para aproximar mães e recém-nascidos, o centro médico Alès-Cévennes, no Sul da França, passou a utilizar, desde 2006, câmeras full HD na sala neonatal. Com isso, as mães podem acompanhar os bebês online ao vivo desde as primeiras horas pós-parto.
 
“Graças a essa tela, pude ver o rosto do meu bebê e ver que ela estava bem e se mexendo. Isso me deu muita tranquilidade”, disse uma das mães de um bebê que apresentou dificuldades respiratórias ao nascer no Alès-Cévennes.
 
Depois de um ano, testes realizados na enfermaria infantil mostraram que as mulheres que veem os filhos através de uma tela produzem mais leite do que as que não o assistem. De acordo com o engenheiro de vendas da Axis Communications, Philippe Bénard, o sistema poderá sofrer o acréscimo de uma funcionalidade de voz para permitir às mães falarem e cantarem para os bebês.
 
No centro médico da Universidade VU, em Amsterdã, na Holanda, assim que um recém-nascido é registrado, uma câmera IP se volta para o leito e os pais recebem uma senha para acessar as imagens online. A equipe de enfermagem também tem acesso às imagens ao vivo. Quando a criança é retirada para outros cuidados, em vez de exibir a imagem do leito vazio, aparece na tela a mensagem “Estamos cuidando do seu bebê”.
 
Segundo comunicado divulgado, o projeto não aumentou a quantidade de ligações de pais preocupados ao verem pela internet seus filhos chorando. “Ao contrário, percebemos um alto nível de satisfação por parte dos pais, que ficam tranquilos com as imagens. O serviço é bastante apreciado”, explicou a líder da equipe de Neonatologia do centro médico, Margot van Elburg, em nota.
 
O Hospital Infantil e Maternidade de Xiamen, na China, é outro exemplo de instituição que modernizou seu sistema de videomonitoramento com a instalação de 240 câmeras IP ao longo de seus três andares e agora conta com um centro de controle dotado de 22 estações de trabalho para monitorar e fazer a gestão de incidentes em tempo real. As mesmas imagens podem ser acessadas nas estações de enfermagem.
 
“Estamos percebendo o surgimento de projetos muito inovadores de videomonitoramento em maternidades, enfermarias infantis e hospitais para crianças espalhados pelo mundo”, diz Andrei Junqueira, gerente de Novos Negócios para a América do Sul da Axis Communications, criadora da câmera IP. Segundo o executivo, os benefícios do vídeo em rede deverão impulsionar a migração de sistemas analógicos para digitais também em hospitais da região latino-americana.

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