Sindhosp

Josiane Mota

Operador de aparelho de raio-X tem direito a jornada semanal de 24h

A empregada de uma grande rede de laboratórios de análises clínicas pleiteou, na Justiça do Trabalho, as horas extras trabalhadas além da 24ª hora semanal. A alegação foi de que desempenhava atividade inerente ao cargo de operador de densitômetro, enquadrando-se, portanto, no disposto na Lei nº 7.394/1985 e Decreto nº 92.790/1983, que regulam o exercício da profissão de técnico em radiologia. Em sua defesa, o réu sustentou que a reclamante nunca teria exercido a função de técnico em radiologia, cargo para o qual só se habilitou em dezembro de 2009.

O juiz Bruno Alves Rodrigues, em exercício na 14ª Vara do Trabalho de Belo Horizonte, destacou que a Lei nº 7.395/1985 conceitua como técnico em radiologia todos os operadores de Raio-X que executam profissionalmente a técnica radiológica, entre outras, atividade que era desempenhada pela reclamante no setor de diagnóstico.

No entender do magistrado, a finalidade da norma está exatamente na limitação do tempo de exposição do empregado à jornada legalmente definida para uma atividade de risco e perigosa. Ele considerou irrelevante a discussão sobre a habilitação formal da trabalhadora, já que na Justiça do Trabalho prevalece o princípio da primazia da realidade: o que vale é a situação de fato e não o que está escrito.

No mais, a perícia constatou que até agosto de 2010 a reclamante prestou seus serviços no Departamento de Medicina Nuclear do laboratório, operando aparelho emissor de raio-X, o desintômetro.

Diante disso, condenou o réu ao pagamento das horas extras verificadas a partir do limite de 24 horas semanais, por todo o período imprescrito, com os respectivos reflexos. O laboratório recorreu, mas o TRT-MG manteve a sentença nesse aspecto.

( 0001175-27.2013.5.03.0014 ED )

 

Fonte: Tribunal Regional do Trabalho 3ª Região Minas Gerais

 

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Cremesp regulamenta o uso do canabidiol

Divulgamos a Resolução Cremesp nº 268/2014 que regulamenta o uso do canabidiol nas epilepsias mioclônicas graves do lactente e da infância.

 

O canabidiol poderá ser prescrito pelo médico mediante assentimento do paciente e consentimento livre e esclarecido assinado pelo seu responsável legal, para o tratamento das epilepsias mioclônicas graves do lactente e da infância refratárias a tratamentos convencionais.

 

 

A íntegra.

 

 

 

Resolução Cremesp nº 268

Regulamenta o uso do canabidiol nas epilepsias mioclônicas graves do lactente e da infância…

CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA DO ESTADO DE SÃO PAULO
RESOLUÇÃO CREMESP Nº 268, DE 7 DE OUTUBRO DE 2014
 

Regulamenta o uso do canabidiol nas epilepsias mioclônicas graves do lactente e da infância, refratárias a tratamentos convencionais já registrados na ANVISA.

 

O CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA DO ESTADO DE SÃO PAULO, no uso das atribuições conferidas pela Lei nº 3.268, de 30 de setembro de 1957, regulamentada pelo Decreto nº 44.045, de 19 de julho de 1958, respectiva e posteriormente alterados pela Lei nº 11.000, de 15 de dezembro de 2004 e Decreto nº 6.821, de 14 de abril de 2009; e

CONSIDERANDOque nos termos do inciso II dos Princípios Fundamentais do Código de Ética Médica, o alvo de toda a atenção do médico é a saúde do ser humano, em benefício da qual deverá agir com o máximo de zelo e o melhor de sua capacidade profissional;

CONSIDERANDOque nos termos do inciso XIX dos Princípios Fundamentais do Código de Ética Médica, o médico se responsabilizará, em caráter pessoal e nunca presumido, pelos seus atos profissionais, resultantes de relação particular de confiança e executados com diligência, competência e prudência;

CONSIDERANDOque, na história da Medicina e da Farmácia, o uso empírico de extratos vegetais no tratamento de inúmeras doenças humanas, evoluiu para o isolamento e a síntese de princípios ativos terapêuticos, e que estes, submetidos a ensaios clínicos cientificamente controlados, podem expressar o seu perfil de eficácia e tolerância;

CONSIDERANDOque a Cannabis sativa contém, dentre seus inúmeros componentes, ora designados canabinóides, o canabidiol (CBD) e que este pode ser isolado ou sintetizado por métodos laboratoriais seguros e confiáveis;

CONSIDERANDOque o CBD não induz efeitos alucinógenos ou indutores de psicose, ou mesmo efeitos inibitórios relevantes na cognição humana; e que possui, nos estudos disponíveis até então, um perfil de segurança adequado e com boa tolerabilidade;

CONSIDERANDOque o CBD tem mostrado em alguns ensaios clínicos placebo-controlados redução de crises convulsivas em pacientes com epilepsia refratária a tratamentos convencionais, ainda que os estudos até agora não exibam, em face do pequeno número de casos, significância estatística comprovada;

CONSIDERANDO que formulações estrangeiras já disponíveis em veiculações para uso oral e com alto nível de pureza de CBD, apresentando teor de delta-9- tetrahidrocanabinol (THC) menor do que 0,6% da solução, tal como o recomendado pelo Food and Drug Administration (FDA/USA);

CONSIDERANDOque a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA/Brasil) tem permitido a importação de CBD, em formulações como a referida acima, mediante prescrição e laudo médico que contenha o CID, descrição do caso e justificativa para a utilização do medicamento não registrado no Brasil, em face de refratariedade a alternativas terapêuticas convencionais e já registradas;

CONSIDERANDOque a ANVISA, além do referido acima, tem exigido, para liberar a importação e o uso clínico do fármaco, termo de responsabilidade assinado pelo médico e paciente, ou responsável legal, mediante ciência de que a medicação ainda não foi submetida a eficácia e segurança comprovadas pela referida Agência Nacional;

CONSIDERANDOque algumas das epilepsias mioclônicas graves do lactente e da infância, segundo classificação da Liga Internacional contra a Epilepsia (ILAE), como a síndrome de Dravet, síndrome de West, síndrome de Lennox-Gastaut, assim como a síndrome de Doose, têm evolução natural com alta morbidade e mortalidade, e podem evoluir, em casos refratários a medicações convencionais, para encefalopatia crônica com retardo mental grave, ou profundo, e autismo;

CONSIDERANDOque o uso do CBD é um procedimento terapêutico restrito e excepcional, ainda não registrado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária, porém promissor e de boa tolerabilidade nas situações clínicas acima especificadas e quando adequadamente diagnosticadas;

CONSIDERANDOque a criteriosa ponderação entre os princípios bioéticos da beneficência, não maleficência, justiça e autonomia permitem, nas situações clínicas acima referidas, o uso do CBD, conforme os requisitos justificados acima;

CONSIDERANDO, finalmente, a aprovação na 51ª Reunião de Diretoria de 07/10/2014 e a homologação na 4626ª Sessão Plenária de 07/10/2014;
 

RESOLVE:

Art. 1º. O canabidiol poderá ser prescrito pelo médico mediante assentimento do paciente e consentimento livre e es

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SINDHOSP e Grupo Fleury realizam 7ª edição de seminário

No próximo dia 30 de outubro, SINDHOSP e Grupo Fleury se reúnem pelo sétimo ano consecutivo, para um evento que já entrou para o calendário oficial do setor: o 7º Seminário SINDHOSP / Fleury, com  a participaçãode lideranças e gestores que atuam no mercado de saúde. O obvjetivo é debater os rumos da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) no que diz respeito à agenda regulatória e à lei 13.003, que trata da contratualização entre planos de saúde e prestadores de serviços (hospitais, clínicas, laboratórios, médicos  e demais profissionais da saúde).

Participarão da abertura oficial os presidentes do SINDHOSP, Yussif Ali Mere Jr, e do Grupo Fleury, Carlos Alberto Iwata Marinelli. Na sequência, o presidente da ANS, André Longo, apresentará a agenda regulatória do órgão, comentando sobre seus avanços e desafios.

Martha Regina de Oliveira, diretora de Desenvolvimento Setorial da ANS,vai falar sobre a regulamentação da lei da contratualização e a lei 13.003. 

Um talk show, moderado por Wilson Shcolnik, gerente de Relações Institucionais do Grupo Fleury, encerra a programação. Farão parte do talk show Florentino Cardoso, presidente da Associação Médica Brasileira (AMB), Tércio Ergon Paulo Kastern, vice-presidente da Confederação Nacional da Saúde (CNS), José Cechin, diretor-executivo da Fenasaúde, Claudia Cohn, presidente da Abramed, além de Yussif Ali Mere Jr, André Longo e Martha Oliveira. 

SERVIÇO:
7º Seminário SINDHOSP e Grupo Fleury
Data: 30/10/2014
Horário: 08h30 às 12h30
Local: Av. General Waldomiro de Lima, 508 – Jabaquara – São Paulo – SP

Inscrições pelo tel 0800-7775960 ou clique aqui para fazer a inscrição online

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Laboratórios investem em novas unidades em SP

Duas grandes redes de medicina diagnóstica, SalomãoZoppi e Lavoisier, lançaram esta semana novas unidades laboratoriais na capital paulista. O primeiro inicia em 21 de outubro as atividades da oitava unidade, no bairro Vila Mariana, região centro-sul de São Paulo. Já o segundo aposta em mais uma unidade na zona leste, no bairro de Ermelino Matarazzo, mais populosa e carente da cidade.
 
No Brasil, estima-se que foram realizados em 2012 cerca de 1,4 bilhão de procedimentos diagnósticos, ou 7,43 exames por habitante ao ano. Os beneficiários de saúde privada respondem por 50% deste volume e por 74% do financiamento do setor como um todo, segundo um estudo da consultoria Formato Clínico.
 
A unidade Vila Mariana do SalomãoZoppi oferece serviços de análises clínicas, anatomia patológica, exames de cardiologia, centro de diagnóstico molecular, ultrassonografia, genitoscopia e citopatologia. Com a nova unidade, a rede espera atender a demanda da região, que conta com vários hospitais, clínicas e consultórios médicos. O local tem capacidade para atender mensalmente 8 mil pacientes, realizando cerca de 75 mil durante o período. 
 
O projeto de expansão do SalomãoZoppi Diagnósticos remonta a 2003, quando passou a lançar unidades em outras regiões da capital paulista. Possui atualmente mais de mil colaboradores, 250 deles médicos, e atende cerca de 70 mil pacientes por mês, com expectativa de realizar 9 milhões de exames em 2014.
 
Estratégia
 
A unidade em Ermelino Matarazzo do Lavoisier integra uma estratégia maior: a nova unidade contará com um programa chamado “Lavoisier Popular”, cujo objetivo é facilitar o acesso da população aos exames por preços mais baixos. O foco da estratégia é a classe C, associada ao perfil populacional da zona leste de São Paulo.
 
No local, serão oferecidos exames de análises clínicas, biologia molecular e anatomia patológica. Segundo Rafael Munerato, diretor médico do Lavoisier, a classe C, embora muitas vezes não possua convênio médico e utilize o SUS para cirurgias e internações, prefere pagar por exames particulares pela rapidez no agendamento e diagnóstico.
 
Segundo o gestor, a parcela da população “vem chamando nossa atenção” e faz parte da estratégia do laboratório “atender cada vez melhor este nicho de mercado”, segundo palavras do próprio médico.
 
Desde o início de 2014 o Lavoisier inaugurou outras unidades na zona leste da capital paulista, nos bairros Ponte Rasa (Avenida São Miguel), Arthur Alvim (Avenida Águia de Haia), Vila Formosa (Rua Guilherme Giorgi), e Guaianases (Rua Gaspar Aranha). A marca conta com mais de 60 unidades de atendimento na região metropolitana e interior de São Paulo.

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SUS perde 14,7 mil leitos de internação em 4 anos

Segundo um levantamento do Conselho Federal de Medicina (CFM), com base em dados do Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES), do Ministério da Saúde, quase 15 mil leitos de internação foram desativados na rede pública de saúde desde julho de 2010 – dos 336,2 mil leitos para uso exclusivo do Sistema Único de Saúde (SUS) naquele mês para 321,6 mil em julho de 2014. Queda de quase 10 leitos por dia.
 
O período escolhido desconsiderou datas anteriores devido à informação do próprio governo de que os números anteriores a 2010 poderiam não estar atualizados.
 
Os leitos de internação são aqueles destinados a pacientes que precisam permanecer no hospital por mais de 24h horas. Segundo o presidente do CFM, Carlos Vita, a diminuição dos leitos de internação ou cirurgia reflete no aumento do tempo de permanência dos pacientes nas emergências, à espera de encaminhamento ou referenciamento. Para ele, a falta de leitos para internação é considerada a principal causa da superlotação e do atraso no diagnóstico e no tratamento, aumentando a taxa de mortalidade.
 
Distribuição regional
Em números absolutos, os estados do Sudeste são os que mais sofreram com a redução no período, principalmente no Rio de Janeiro, onde 5.977 leitos foram desativados desde julho de 2010. Na sequência, aparece o Nordeste, com 3.533 desativações no período. Centro-Oeste e Norte sofreram cortes de 1.306 e 545 leitos, respectivamente. A região Sul é a única que apresenta alta de leitos (mais 417).
 
Dentre as especialidades mais afetadas no período, em nível nacional, constam pediatria cirúrgica (-7.492 leitos), psiquiatria (-6.968), obstetrícia (-3.926) e cirurgia geral (-2.359). Já os leitos destinados à clínica geral, ortopedia e traumatologia foram os únicos que sofreram acréscimo superior a mil leitos. 
 
Uma tabela com a quantidade de leitos desativados ou acrescidos por especialidade pode ser vista (em PDF) no site do CFM.
 
Observação e UTI
 
Segundo o levantamento, leitos de repouso ou de observação cresceram 15% no período. Eles são utilizados para suporte das ações ambulatoriais e de urgência, como administração de medicação endovenosa e pequenas cirurgias, com permanência de até 24 horas.
 
Também foram apurados na pesquisa os chamados leitos complementares (reservados às Unidades de Terapia Intensiva – UTI, isolamento e cuidados intermediários). Ao contrário dos leitos de internação, essa rede complementar apresentou alta de 12%, passando de 24.244 em julho de 2010 para 27.148 no mesmo mês de 2014. O maior acréscimo (1.312 leitos a mais) aconteceu nos estados do Nordeste, seguido pelo Sudeste (1.012). Nas regiões Norte, Centro-Oeste e Sul o aumento foi mais tímido, de aproximadamente 200 leitos a mais em cada uma delas (ver quadro abaixo).
 
 
 
Embora a Organização Mundial de Saúde (OMS) e a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) não recomendem ou estabeleçam taxas ideais de número de leitos por habitante, em relação a outros países com sistemas universais de saúde, o Brasil aparece com um dos piores indicadores. De acordo com o último relatório de Estatísticas de Saúde Mundiais da OMS, o Brasil possuía 2,3 leitos hospitalares (públicos e privados) para cada grupo de mil habitantes no período de 2006 a 2012. 
 
A taxa é equivalente à média das Américas, mas inferior à média mundial (2,7) ou as taxas apuradas, por exemplo, na Argentina (4,7), Espanha (3,1) ou França (6,4).
 
 
 
Segundo o relatório, “a densidade de leitos pode ser utilizada para indicar a disponibilidade de serviços hospitalares e as estatísticas de leitos hospitalares são geralmente extraídas de registros administrativos de rotina”, como as bases do CNES, no caso do Brasil.

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Folha de SP destaca opinião de presidente do SINDHOSP

Painel do Leitor do jornal Folha de São Paulo destacou, em 17 de outubro, a opinião do presidente do SINDHOSP e da FEHOESP, Yussif Ali Mere Jr, a respeito do atual cenário político.

O artigo “Voto contra o retrocesso”,  escrito pela psicanalista Maria Rita Kehl  e publicado no dia 16 de outubro, relata os benefícios e ações do governo do PT diante das propostas do candidato Aécio Neves (PSDB).

Veja a opinião do presidente do SINDHOSP sobre o assunto:

"Maria Rita Kehl defende um programa absurdo: o Mais Médicos. Ela afirma que os cubanos foram contratados com transparência pelo governo. Engana-se. Até o presidente da Associação Médica Mundial, Mukesh Haikerwal, demonstrou preocupação com o programa, ao afirmar que, "apesar da exigência na legislação brasileira, os integrantes do Mais Médicos não precisam comprovar conhecimentos. Não recebem salário, apenas bolsa, o que contradiz os direitos e leis trabalhistas do Brasil. Na imprensa internacional isso está sendo chamado de escravidão moderna'". Doutora, vamos defender os direitos humanos, sem paixões que nos impeçam de dizer a verdade."

Leia a íntegra do artigo clicando aqui.

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São Camilo lança livro “Emergências Clínicas”

O Instituto de Ensino e Pesquisa (IEP) da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, em parceria com a editora Martinari, lança o livro “Emergências Clínicas”. Com a colaboração de médicos internos e externos, a publicação abordada diversos temas, como assistência ao paciente grave no pronto-socorro, suporte básico avançado de saúde, sedação e analgesia na emergência, sepse, choque, Atendimento ao queimado, atendimento cardiovascular, neurológico, respiratório e gastrointestinal.
 
“Voltada aos profissionais da área da saúde, a publicação visa contribuir com capacitação de médicos e enfermeiros na prestação de uma assistência de qualidade aos pacientes”, comenta a coordenadora do IEP da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, Ariadne da Silva Fonseca.
 
Por se tratar de uma literatura técnica, o livro somente é encontrado em livrarias especializadas e nas grandes redes. O valor sugerido para venda é R$ 179 (461 páginas).
 
O livro “Emergências Clínicas” é a sexta obra produzida pelo Instituto de Ensino e Pesquisa da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo. Além dela, já foram lançados os livros “Enfermagem de Emergência”, “Segurança do Paciente”, “Emergência Urológica”, “Emergências Clínicas e Cirúrgicas” e “Clínica Médica”.
 
 
 

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GRHosp completa 20 anos com celebração

O Grupo de Recursos Humanos do SINDHOSP (GRHosp) completou em outubro 20 anos, e na reunião mensal da comissão, realizada na quarta-feira, dia 15, no auditório do Sindicato, em sua sede, em São Paulo, o consultor de Gestão Empresarial e coordenador do grupo, Nelson Alvarez, fez uma reflexão sobre as quase duas décadas de atuação.
 
Ele relembrou o convite do então presidente do SINDHOSP, Dante Montagnana, para a criação da Comissão de RH com objetivo de esclarecer os profissionais da área da saúde sobre legislações, negociação, mostrando a importância do departamento para o bom desenvolvimento dos colaboradores das empresas de saúde. “Ao longo desses anos contribuímos para o surgimento da Comissão de Negociação; do comitê de Segurança e Saúde Ocupacional (CSSO), formado por  engenheiros e médicos do Trabalho; trouxemos o grupo Selmed (Grupo de Seleção de Saúde); e incentivamos para que o Grupo Informal de Salário dos Hospitais (Gisah) deixasse de ser somente um grupo de pesquisa. Enfim, demos e colhemos bons frutos”, destacou Alvarez. Ele ainda alertou que é chegado o momento de se dar um passo adiante. “Percebo que com o passar do tempo a área da saúde tornou-se mais atrativa para os profissionais de RH, mas vejo que ainda faltam investimentos e mais espaços para articulações. Então, é preciso que os profissionais de RH sejam mais associativos e participativos. Têm muitas mudanças que dependem do RH e não se tem o apoio necessário. Então, temos que nos unir na busca por soluções mais eficazes.”
 
O presidente do IEPAS e tesoureiro do SINDHOSP, José Carlos Barbério, enalteceu a criação e a longevidade do grupo e destacou suas ações. “A vida associativa é isso: uma entrega. E, para tanto, precisa de profissionalização. É isso que estamos fazendo com os cursos que o IEPAS está ofertando este ano. Dessa forma, contribuímos para o desenvolvimento e crescimento do setor.”
 
Após essa reflexão e de um debate sobre o cenário político e econômico atual, foi apresentada a palestra “Apagão de talentos, uma realidade no mercado atual”, com a consultora Luci Brito, da MILLRH Consultoria. Ela abordou algumas razões da falta de profissionais, os desafios dos Recursos Humanos e as ideias de solução para o tema. Veja a apresentação aqui.
 
Encerrando a celebração, que contou com a presença de membros do CSSO e do Gisah  e do gestor do IEPAS, Marcelo Gratão, o presidente do SINDHOSP e da FEHOESP, Yussif Ali Mere Jr, destacou o trabalho do GRHosp. “A longevidade deste grupo já denota sua importância. Tratar de gestão de pessoas é cada vez mais importante e fundamental para o sucesso das ações nas empresas, principalmente no setor da saúde. A minha experiência diz que precisamos de bons relacionamentos pessoais para obter conquistas. Esta comissão mostra sua força debatendo essas ações. Que venham mais muitos anos ao grupo!”
 
O próximo encontro do GRHosp será dia 26 de novembro.
 

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Justiça derruba obrigatoriedade de exame do Cremesp

A Justiça Federal derrubou a obrigatoriedade do exame do Conselho Regional de Medicina de São Paulo (Cremesp) para a obtenção do registro profissional. A prova existe desde 2005, mas há dois anos é pré-requisito para se cadastrar na entidade de classe e trabalhar como médico no Estado.
 
O Tribunal Regional da 3ª Região concedeu a liminar na semana passada, em ação movida pelo Sindicato das Entidades Mantenedoras dos Estabelecimentos de Ensino Superior (Semesp). O Cremesp pretende recorrer nos próximos dias e manterá a realização do exame, marcado para domingo.
 
A obrigação de fazer a prova para registro profissional, independentemente do resultado, é prevista por resolução do Cremesp de 2012. "A exigência de exame nacional de certificação profissional como requisito indispensável à obtenção do registro profissional junto a conselhos de classe há de estar prevista em lei", ponderou o desembargador Nelton dos Santos, responsável pela decisão.
 
O magistrado cita o exemplo do exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), com exigência prevista pela Lei 8.906/94. O entendimento do Superior Tribunal de Justiça (STJ), segundo Santos, também indica que a resolução do conselho de classe não é suficiente para exigir o exame.
 
Confronto
 
No processo, o Semesp reclama que condicionar o registro à participação no exame é ilegal. O sindicato também questiona a qualidade do teste e a divulgação dos resultados, que poderiam trazer prejuízos aos profissionais e às escolas médicas responsáveis por sua formação. 
 
O conselho diz que a prova é uma tentativa de avaliar a qualidade das escolas médicas do Estado. "O exame confronta a má qualidade de alguns cursos de Medicina", aponta Mauro Aranha, vice-presidente do Cremesp. Segundo o órgão, a prova é elaborada por instituição qualificada e não é feita divulgação pública do desempenho dos participantes. 
 
O Conselho Federal de Medicina (CFM) informou que a entidade paulista é a única a exigir a prova para o registro profissional no País. Propostas de avaliação da qualidade dos cursos e dos médicos recém-formados ainda são discutidas por várias instâncias do órgão.

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Regional Santos recebe curso de faturamento

No 11 de outubro a Regional Santos do SINDHOSP recebeu o curso "10 Passos para um Faturamento Eficaz", ministrado pela médica Giuseppina Pellegrini.
 
O evento contou com a presença de 26 pessoas. A palestrante, que possui MBA em Gestão em Planos de Saúde, atua como consultora em serviços de saúde e é professora universitária. Como auditora médica, ela possui a expertise necessária para orientar os prestadores em como realizar os procedimentos de maneira mais segura, evitando glosas e garantindo o recebimento mais rápido dos valores das faturas médicas.  

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