Sindhosp

Josiane Mota

Walter Ciglioni – sem coligação (PRTB)

Gargalos da saúde
A saúde é um dos mais relevante interesse públicos de guarida constitucional. Ainda que assim seja, nosso país esta em constante crise com a saúde. Seja pelas condições precárias de nossos hospitais e postos de saúde, seja pela dificuldade do cidadão obter os necessários medicamentos do Estado, exigindo muitas vezes a propositura de mandado de segurança. Hoje a cidade de São Paulo atravessa uma crise na Santa Casa, entidade sem fins lucrativos que tem a atribuição de prestar os serviços de saúde complementar, nos moldes preconizados pelo SUS. Não tenho dúvidas que tudo isso se deve a uma má gestão dos escassos recursos públicos destinados à saúde. Em outra oportunidade já levantei a bandeira que deve marcar a nossa gestão – uma Administração Gerencial cuja grande característica será o planejamento. Afora isso, vejo na iniciativa privada como o grande parceiro da Administração Pública, nos termos da lei. Se o Poder Público não consegue realizar o serviço público com a necessária qualidade e eficiência, vamos delega-lo a quem tem efetivas condições. Nesse sentido nada impede que o Estado, passar a execução dos serviços às Organizações Sociais, que são entidades criadas pela iniciativa privada, sem fins lucrativos, objetivando a execução de serviços não exclusivos do Estado, como é o caso da saúde. Claro que tal delegação deve ser feita criteriosamente, de forma diferenciada da União que, a meu ver, utilizou e utiliza essa nova forma de governança de maneira casuísta e com critérios no mínimo duvidosos.
 
Planejamento 
Não é preciso maiores considerações para se concluir que os equipamentos públicos na área da saúde, além de escassos estão em total situação de penúria. É preciso recuperá-los, transformá-los e também investir em novos equipamentos. Entretanto, a escassez de recursos públicos é o grande problema. Para planejar tudo isso é preciso estudar o orçamento público de forma crítica e tendo como parâmetro as maiores necessidades, exigindo uma realocação de recursos, conforme permite a lei 4320/64 que regra o direito financeiro na administração pública. Aquilo que for impossível ao Estado realizar sozinho. Nesse sentido, surge a Parceria Pública Privada como alternativa para a melhora dos equipamentos públicos, como, aliás, já foi utilizada no Estado da Bahia (Hospital do Subúrbio) que exigiu um investimento do parceiro privado da ordem de aproximadamente 36 milhões. De outra parte gostaria de deixar claro que a parceria público privada não é a panaceia universal para a resolução de todos os males da Administração Pública. Proponho sim uma utilização planejada e não casuísta.
 
OSS e PPPs
Acho que a minha posição com relação às organizações sociais e PPPs já estão delineadas nas respostas anteriores. De qualquer maneira, tenho para mim que com a edição das legislações das OSs e do PPP houve uma mudança na forma do direito administrativo encarar a iniciativa privada. O particular não pode ser visto como um mero contratado da administração pública. Ao contrário, o particular tem que ser visto como um parceiro, um realizador dos interesses da Administração em benefício do povo. Faço questão de registrar que quando digo que a iniciativa privada deve ser vista como parceiro não estou dizendo, sob hipótese alguma, e isso quero deixar claro, curialmente claro, que não estou dizendo que o particular será o parceiro da corrupção como cotidianamente vemos na mídia impressa e televisiva. A OS, as OSCIPs, as concessões de serviços públicos, incluindo o PPP são formas de governança que devem ser exploras, muito bem exploradas, em benefício do cidadão, com a devida fiscalização do Estado.
 
Falta de leitos 
Não só leito, remédios, recursos humanos, vagas nas UTIs. Primeiramente, uma das alternativas para tudo isso é postularmos pela atualização da tabela do SUS que, há muito, encontra-se desatualizada. A questão dos recursos humanos também deve ser vista, exigindo não só concursos públicos que, muitas vezes não podem ser instaurados, mas uma das grandes alternativas é uma melhor distribuição dos funcionários, médicos, dentistas, enfermeiros e exigir o cumprimento do horário. O serviço público não pode ser visto como “um bico”. E que se deve tudo isso. Não tenho dúvidas isso decorre de uma má gestão administrativa. O Estado deve milhões aos seus fornecedores e prestadores de serviços. Por que não iniciarmos um programa de renegociação da dívida, com vistas a sanear o Estado? 
 
Dependentes químicos 
O dependente químico é um problema que aflige a sociedade como um todo, e também ao cidadão de forma individual. Devemos lembrar ainda que, tratar a dependência química não é apenas curar os efeitos que as drogas causam no indivíduo, é reorganizar o indivíduo por completo, reintegrando-o na sociedade de forma eficaz para que se torne um cidadão produtivo.  Entretanto, a responsabilidade com relação aos dependentes químicos não pode ser atribuída exclusivamente ao Estado, mas também passa pela necessidade de apoio familiar. É necessário um programa completo, a se iniciar nas escolas, onde os nossos alunos são adotados pelo traficante. É preciso um treinamento adequado de nossos professores, de modo a cotidianamente mostras às nossas crianças o perigo das drogas, bem como uma fiscalização nas escolas de modo a afastar o traficante. Além disso precisamos desenvolver uma política mais agressiva e não apenas passiva no tratamento do dependente químico. O Estado deve prestar o primeiro atendimento aos dependentes que buscam tratamento e aqueles que não o procuram  devem ser abordados por equipes itinerantes devidamente preparadas e instituídas para esse fim. Mas claro, tudo isso somente será possível com a devida gestão dos recursos públicos.
 
Prevenção e  qualidade de vida 
1- Campanhas educativas para prevenção do sedentarismo e práticas desportiva prevenindo a obesidade infantil e do adulto.
2-Campanhas antitabagismo .
3-Ampliação dos programas de vacina&

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Sírio-Libanês é um dos primeiros hospitais digitais do Brasil

Desde que desembarcou há cerca de um ano no Brasil com a missão de conhecer o nível de informatização das instituições e disseminar o uso do prontuário eletrônico do paciente (PEP), a HIMSS (Healthcare Information and Management Systems Society) tem feito um trabalho minucioso. O resultado da primeira rodada de avaliações coloca algumas instituições nacionais em um nível já próximo do máximo, ou seja, a informatização de alguns dos hospitais do País é próxima da encontrada em países desenvolvidos.
 
O Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, e o Hospital Unimed Recife III, da rede credenciada da cooperativa de mesmo nome, foram os primeiros encaixados no estágio 6 do modelo de adoção de prontuário eletrônico (Eletronic Medical Record Adoption Model, ou EMRAM) da HIMSS – organização dedicada a melhorar a qualidade, segurança, custo-efetividade e acesso à Saúde por meio do uso de tecnologia e gestão de sistemas de informação. 
 
Os dois hospitais trabalham com fabricantes de software distintos: enquanto o Sírio-Libanês utiliza uma versão customizada do Tasy, da Philips, o Unimed Recife III se baseia no sistema de gestão da também pernambucana MV Sistemas – que trabalhou em conjunto com o hospital durante quatro meses para alcançar o reconhecimento. 
 
Também responsável pela realização de um dos maiores eventos de tecnologia da informação e telecomunicações (TICs) para a Saúde, a HIMSS teve sua primeira edição no Brasil (e na América Latina), nos dias 18 e 19 de setembro, fruto de uma parceria com a Associação Brasileira CIO Saúde (Abcis). A cerimônia de premiação dos primeiros hospitais digitais brasileiros ocorreu durante o evento.
 
Sedimentação
 
Em seu primeiro ano em terras brasileiras, a HIMSS avaliou nove instituições, número considerado “um começo e nada mais que isso”, pondera Isabel Simão, responsável pelo HIMSS Analytics no Brasil e em vários países da Europa. Ela é uma das representantes da organização responsáveis pelo controle da qualidade dos dados coletados durante o processo de auditoria.
 
Trata-se, claro, de uma amostra irrelevante no universo de mais de 7 mil hospitais brasileiros. Apesar de não haver uma meta precisa, a perspectiva da HIMSS é aumentar o número de instituições avaliadas despertando um interesse das organizações e dos CIOs brasileiros. “Apesar de não ser completamente desconhecido, muitos ainda não veem o valor por trás do modelo, por que responder o questionário e quais são os benefícios da participação”, explica Isabel. “Estamos a desenvolver esforços de divulgação do modelo.”
 
Apesar disso, já é possível estabelecer ao menos uma conclusão: os hospitais avaliados não estão exclusivamente em São Paulo, o que é considerado um ponto positivo. Em seis meses a organização deve iniciar um novo ciclo de validação de estágio 6. 
 
“Para a HIMSS, o motor é ajudar na melhoria da implementação de TI e segurança do paciente. É a dinamização do próprio mercado. É essa nossa função”, diz Isabel.
 
O interesse, no entanto, como pondera Claudio Giuliano da Costa, da Folks e-Saúde, consultoria que trabalhou diretamente com Sírio-Libanês e Unimed Recife III na preparação para o processo de auditoria da HIMSS, depende do quanto a instituição considera o ‘selo’ importante. No momento, a Folks trabalha na prospecção de hospitais potencialmente interessados em fazer um trabalho similar e obter uma classificação superior a 6 no EMRAM. 
 
“Acho que isso vai ganhar cada vez mais relevância a medida que mais hospitais são validados no estágio 6”, pondera Costa. “Daqui um tempo os primeiros [em estágio] 7 servirão no mínimo de inspiração para que eles busquem isso.”
 
O especialista em TI na Saúde faz um paralelo com as acreditações: se até poucos anos atrás era incomum conhecer hospitais com selos da Joint Commission International (JCI), por exemplo, hoje não só já é possível encontrá-los com facilidade como também dizer que o interesse é quase generalizado.

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Planisa ministra palestra em evento da Anahp

Visando contribuir com o desafio que as instituições de saúde têm apara aprimorar sua gestão, a Planisa ministrará palestra sobre Planejamento Estratégico e Gestão Orçamentária aos associados da Associação Nacional de Hospitais Privados (Anahp), no dia 30 de setembro, na sede da entidade, em São Paulo.
 
A palestra abordará a garantia da sustentabilidade das organizações de saúde em longo prazo que somente será alcançada com a adoção de instrumentos de planejamento fundamentados na gestão estratégica e nos correspondentes recursos gerenciais, que assegurem o comprometimento de todos os níveis de gestão na busca das metas e resultados de toda a cadeia produtiva da organização. Neste sentido, a Planisa disponibilizará aos associados da Anahp orientações fundamentadas em critérios de excelência, possibilitando a integração do planejamento com as diferentes faces da gestão, em especial relacionadas aos processos, mercado e recursos humanos.
 
Para este evento, a temática será abordada por Marcelo Tadeu Carnielo, diretor-técnico da Planisa e administrador de empresas com mestrado em Administração de Empresas pela Uninove, e por Emilio Herrero, consultor associado da Planisa, professor e palestrante sobre estratégia (formulação e execução), balanced scorecard, planos de negócios e governança estratégica.
 
 
 
 

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Receita de planos cresce 17,2% no 1º semestre

As empresas de planos de saúde registraram uma receita de R$ 23,9 bilhões no primeiro semestre deste ano, um avanço de 17,2% em relação ao mesmo período de 2013. 
 
Os dados são da FenaSaúde (associação do setor) e incluem a movimentação das companhias que são associadas à entidade. 
 
A evolução do número de beneficiários dos planos de saúde é a principal responsável pela alta das receitas. 
 
No mesmo período, no entanto, as despesas assistenciais dos grupos cresceram em um ritmo maior: 20,5%. 
 
"O aumento das despesas tem ocorrido de forma desproporcional à entrada de beneficiários", diz Marcio Coriolano, presidente da federação. "Isso tem estreitado as margens das empresas." 
 
A taxa de sinistralidade referente aos planos médicos das operadoras associadas também cresceu. Ela passou de 81% no primeiro semestre de 2013 para 83,2% de janeiro a junho deste ano. 
 
As 26 empresas ligadas à FenaSaúde haviam constituído R$ 12,3 bilhões em reservas técnicas até junho de 2014, segundo a entidade. 
 
Os recursos são mantidos para garantir a solvência – a capacidade de pagamento dos compromissos assumidos com os beneficiários. 
 
 
 

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Santa Virgínia realiza palestra gratuita sobre cirurgia bariátrica

No próximo dia 1º de outubro, às 19h, o Centro de Ensino e Pesquisa do Hospital Santa Virgínia (HSV) promoverá, no auditório do hospital, sua primeira palestra gratuita, aberta ao público externo. O tema será Cirurgia Bariátrica – Tudo o que você precisa saber. 
 
Na oportunidade, a médica Fabiana Tornincasa Franca, especialista em cirurgia do aparelho digestivo e bariátrica, vai tirar dúvidas sobre o tema, desvendar mitos e falar sobre recomendações e precauções para realizar o procedimento. Ela também estará à disposição para responder a algumas perguntas da plateia.
 
Para participar do evento, profissionais de saúde, comunidade ou qualquer pessoa interessada no assunto pode inscrever-se pelo número (11) 2799-3424, das 9h às 15h. As vagas são limitadas.
 
O Centro de Ensino e Pesquisa, recém-inaugurado, funciona nas próprias dependências do HSV e tem o objetivo de promover o desenvolvimento de futuros profissionais de saúde, bem como ações de aprimoramento. O Centro servirá também para interagir com a comunidade ao redor da instituição e levar conhecimento aos pacientes e demais públicos de relacionamento do hospital.
 
O Hospital Santa Virgínia fica na Av. Celso Garcia, 2.294, no bairro do Belenzinho, na zona leste da capital paulista, próximo à Estação Belém do metrô.
 

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Laboratórios deixam de exigir jejum para exame de sangue

Laboratórios do país começam, aos poucos, a não exigir mais jejum dos pacientes para a realização da maioria dos exames laboratoriais.
 
O assunto foi tema de debate no Congresso Brasileiro de Patologia Clínica e Medicina Laboratorial, na semana passada, no Rio.
 
Em São Paulo, a rede Delboni Auriemo começou a fazer uma campanha para informar funcionários, médicos e pacientes sobre a coleta sem restringir a alimentação.
 
De acordo com o patologista clínico Luiz Gastão Rosenfeld, diretor de relações institucionais do Delboni, o avanço dos equipamentos, dos reagentes químicos e das análises afastou a interferência da alimentação.
 
“Ficou, porém, uma cultura do jejum. Médicos e pacientes já pensam em restringir a alimentação para fazer qualquer exame. Estamos treinando funcionários para instituir essa mudança.”
 
Ele afirma que 5% dos exames no Delboni ainda requerem jejum, como os de glicose e triglicérides (tipo de gordura), cujos valores mudam após a refeição.
 
Já os exames de colesterol total, HDL (colesterol “bom”), de LDL (colesterol “ruim”) dosado diretamente (e não calculado através de uma fórmula que usa os triglicérides), o hemograma e grande parte dos hormônios não exigem mais a restrição.
 
“A necessidade do jejum deve ser avaliada para cada exame. O que não pode é deixar as pessoas de jejum por 12 horas para coisas inúteis”, diz. Segundo Rosenfeld, a ideia é expandir a mudança para toda a rede Dasa, da qual o Delboni faz parte.
 
Em Brasília, o laboratório Exame segue esse mesmo padrão desde 2009, quando a instituição começou a discutir a necessidade do jejum com os médicos da cidade.
 
“O laboratório ficava sobrecarregado de manhã e vazio depois. Exames de urgência são colhidos sem jejum e sem prejuízo”, diz Adilia Segura, diretora médica de análises clínicas. “Reunimos os maiores laboratórios para padronizar o atendimento. Dá trabalho explicar a mudança, mas é uma tendência.”
 
Estudos têm questionado a necessidade do jejum para medir o colesterol. Isso porque a maior parte dele é produzida pelo corpo e pouco muda com a alimentação, com exceção dos triglicérides.
 
Gianfranco Zampieri, coordenador da patologia clínica do Salomão Zoppi Diagnósticos, afirma que para a maioria dos exames, incluindo o colesterol, o jejum é de fato desnecessário por causa das novas metodologias.
 
“É uma tradição, e acabamos exigindo para garantir que não haverá interferências.” Segundo ele, seria preciso estabelecer valores de normalidade para diferentes períodos após as refeições para criar uma nova padronização e não errar o diagnóstico.
 
Ainda que nem todos os laboratórios tenham eliminado o jejum, muitos estão diminuindo o período para 3h ou 4h dependendo do exame. É o caso do CDB, do Fleury e do Laboratório Sabin.
 
Mas Rafael Munerato, diretor médico do Delboni, lembra que, apesar das mudanças nos laboratórios, continua prevalecendo a exigência do médico.

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Estresse na infância pode agravar depressão na vida adulta

Crianças e adolescentes que sofrem traumas físicos e emocionais correm mais risco de desenvolver quadros graves de depressão quando se tornam adultos. Foi o que constatou uma pesquisa realizada na Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (USP). É o efeito do que os especialistas chamam de estresse precoce, termo que engloba traumas de abusos físicos, sexuais e emocionais ou até mesmo negligência emocional durante a infância e a adolescência.
 
O estudo, coordenado pelo psiquiatra e professor da faculdade Mario Juruena, identificou registros permanentes no cérebro dos indivíduos que passaram por estresse precoce, uma forma de identificar no cérebro a causa e efeito deste tipo de depressão.
 
De acordo com Juruena, de cada quatro adultos analisados com depressão, três apresentavam histórico de estresse precoce. "Isso é importante, pois a psiquiatria clínica não costuma analisar estes tipos de situações", explicou.
 
Juruena afirma que pessoas com predisposição genética ou biológica à depressão podem ter o quadro agravado por causa do estresse precoce. O resultado seria a combinação genética com as situações que o indivíduo viveu. Isso significa que se um indivíduo tem o gene da depressão e vive durante a infância em um ambiente pouco afetivo ou com vivência de traumas, o gene pode ser ativado e o indivíduo vir a desenvolver a depressão na vida adulta.
 
De uma maneira simplificada, a relação poderia ser explicada a partir de dois exemplo: se a vulnerabilidade biológica de uma pessoa é 10, mas a criança vive num ambiente bom e afetivo, ela terá predisposição de 10. Já se a vulnerabilidade biológica é 5, mas o estresse precoce também é 5, a predisposição chega a 25. Claro que o quadro não se reduz ou se explica simplesmente por uma conta de multiplicação, mas é um bom exemplo para mostrar como prognóstico pode ser agravado e a possibilidade de depressão aumentada.
 
Estresse precoce
 
O estresse precoce é ocasionado por situações de abuso sexual, agressão física e emocional, palavras ditas que ferem a autoestima das crianças. Além destes casos mais extremos há ainda o estresse precoce causado pela negligência emocional ou física, quando a criança não recebe atenção afetiva dos pais.
 
"Precisamos lembrar que o Brasil é um dos campeões mundiais em adolescentes que sofreram abuso sexual. As consequências deste problema são amplas e incluem um agravamento dos quadros de depressão na vida adulta. A depressão é a doença mais incapacitante, de acordo com a Organização Mundial de Saúde", afirma Juruema.
 
No estudo, os pesquisadores buscaram avaliar casos de depressão atípica ou melancólica em adultos com dificuldade de resposta ao tratamento. "No tratamento da depressão, só 50% dos casos se recuperam. É um índice muito baixo. Neste estudo, conseguimos mostrar que a depressão tem também uma raiz no histórico do desenvolvimento das crianças", concluiu.

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Encontro do GRHosp é nesta quarta-feira (24)

Será realizada, na manhã desta quarta-feira, dia 24, a partir das 8h30, no auditório do SINDHOSP, em São Paulo, a reunião mensal do Grupo de Recursos Humanos do Sindicato (GRHosp). Sob a coordenação do consultor de Gestão Empresarial, Nelson Alvarez, no encontro serão debatidos os principais temas que afetam a atividades cotidianas dos profissionais de RH e das empresas de saúde.

Confira os assuntos da pauta da reunião e participe! 

• Eleições 2014

• PLS 37/12 – incentivos fiscais a empresas para capacitação de pessoal: projeto restabelece os efeitos da lei 6.297/1975

• Radar CORHALE – Página internet – HTTP://corhale.org.br , Artigos a publicar e Assinatura

• PL 6.931/13 – fundo de aposentadoria a partir do FGTS

• PL 6.986/13 – empresas terceirizadas funcionem aos domingos

• Súmula 444 – feriado trabalhado 12×36

• MTE – ferramenta “Empregador WEB” – seguro desemprego

• Uso de celular na empresa

• Sindicato dos Enfermeiros – negociações 2014

• Assuntos diversos e troca de informações entre os participantes

Reunião da Comissão de RH do SINDHOSP
Dia: 24 de setembro de 2014
Horário: 8h30 
Local: Auditório do SINDHOSP – Rua 24 de Maio, 208, 13º andar, República – São Paulo

 

 

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SINDHOSP marca presença no 48º Congresso da SBPC/ML

Durante quatro dias o 48º Congresso de Patologia Clínica e Medicina Laboratorial, da Sociedade Brasileira de Patologia Clínica e Medicina Laboratorial (SBPB/ML), reuniu os principais líderes e especialistas do setor saúde para debater assuntos como indicadores laboratoriais, conhecimento científico, gestão da qualidade, metodologias e otimização de processos laboratoriais. Realizado entre os dias 9 e 12 de setembro, no Rio de Janeiro, o evento contou com a presença do presidente do SINDHOSP e da FEHOESP, Yussi Ali Mere Jr, do diretor das instituições, Luiz Fernando Ferrari Neto, e do presidente do Instituto de Ensino e Pesquisa na Área da Saúde (IEPAS), José Carlos Barbério.
 
“É com muita honra que nós realizamos um congresso de debates científicos, uma oportunidade de fomentar a ciência, disseminar o conhecimento, promover o networking entre os participantes”, afirmou Paula Távora, presidente da SBPC/ML durante sua fala de abertura. “A patologia clínica hoje tem um papel de grande importância na saúde. Temos dados que comprovam que mais de 70% das consultas medicas são realizadas ou geram algum procedimento laboratorial, por isso, estamos aqui para debater soluções e práticas que auxiliem o setor nesta gama de serviços oferecidos”.
 
Segundo Wilson Shcolnik, presidente do congresso, “nesta edição a entidade trouxe renomados cientistas nacionais e internacionais, por isso se torna um evento consagrado e de referência na área de análises clínicas”. Ele informou ainda que a edição deste ano manteve a tradição dos últimos congressos de lançar duas publicações: um posicionamento da entidade sobre tecnologia da informação e um livro sobre boas práticas em microbiologia. Escrito por uma equipe multidisciplinar, o livro aborda o tema em linguagem simples e objetiva e é imprescindível para o dia a dia dos profissionais de laboratório e estudantes. 
 
O evento contou também com a participação de duas agências reguladoras do Ministério da Saúde, a Agência Nacional de Saúde (ANS) e Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). 

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Regional Santos realiza curso de atendimento ao cliente

Em 13 de setembro a Regional Santos do SINDHOSP ministrou o curso “Faça o Cliente Curtir Seu Atendimento” para associados do sindicato.

Com a participação de 16 pessoas, a palestra apresentada pela coaching Márcia Fonseca, do Instituto Para Evoluir, debateu temas como a compreensão da excelência no atendimento na contribuição de competências humanas consideradas de alto valor no mercado; como reconhecer práticas que geram satisfação com o atendimento prestado; e capacitação para lidar de maneira eficaz com situações cotidianas da recepção ao cliente. 

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