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Ana Paula

Mulheres realizam mais exames preventivos que homens

Um levantamento realizado pelo grupo de medicina diagnóstica Lavoisier comprova o que já não é novidade em muitas áreas da saúde: as mulheres superam os homens na realização de exames preventivos. Somente em 2013, o número de procedimentos realizados no laboratório pelo público feminino superou em 34% o do masculino.
 
Rafael Munerato, diretor médico do Lavoisier, diz que, enquanto 67% das mulheres atendidas realizaram procedimentos preventivos, pouco mais de 30% dos homens fizeram o mesmo. Os resultados são semelhantes aos obtidos em 2011, quando cerca de 60% das mulheres realizaram exames preventivos contra 30% dos homens.
 
Para Munerato, a preocupação das mulheres com a saúde é histórica, e ocorre em fases que vão da puberdade, passando pela idade reprodutiva e menopausa, e incluem a prevenção do câncer de mama. Assim, elas se cuidam mais no decorrer da vida.
 
Entre os exames mais procurados no Lavoisier estão o hemograma, em primeiro lugar, e o teste de glicose, procedimentos universais tanto para homens quanto mulheres. A partir da terceira posição os exames começam a variar, sendo o TSH ultra sensível, colesterol total e triglicérides realizados em maior escala pelo público feminino, e o colesterol total, triglicérides e creatinina pelo masculino.
 
Apesar do público feminino demonstrar mais preocupação com a saúde, Munerato alerta para a baixa atenção que ainda é dada às doenças cardiovasculares. O infarto mata, segundo ele, seis vezes mais mulheres do que o câncer de mama, mas ainda é um fator negligenciado.
 
Veja abaixo a lista de exames preventivos recomendados para o público feminino:
 
– Aos 20 anos ou no início da atividade sexual: papanicolau, colposcopia, ultrassonografia pélvica ou transvaginal, ultrassonografia de mamas;
– Acima dos 30 anos: somando-se aos procedimentos solicitados aos 20 anos, é indicada a realização de exames para avaliar a função tireoidiana TSH, T4 Livre, T3 e ultrassonografia de tireoide;
– A partir dos 40 anos: mamografia anual, somados aos exames citados para as outras faixas etárias;
– A partir dos 50 anos: quando a maioria das mulheres inicia o período da menopausa, o foco maior deve ser nos ossos e no coração. A realização de uma densitometria óssea logo após o início da menopausa se faz necessária. Dosagens hormonais e exames relacionados ao metabolismo do cálcio vão ajudar no acompanhamento e prevenção da osteoporose;
– Mulheres com antecedentes de câncer de mama ou ovário na família devem iniciar o acompanhamento médico com antecedência. A época ideal depende da idade com que seu familiar teve a doença e também o tipo de câncer. O melhor a fazer é procurar o seu médico e explicar o histórico para dar início ao tratamento preventivo;
– Antes da gravidez é importante realizar exames de sorologia para sífilis, HIV, toxoplasmose, rubéola, citomegalovírus, herpes simples tipo I e II, hepatites B e C. Caso não consiga engravidar durante um ano, procure o seu médico para realizar exames de fertilidade.
 

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CVE lança cartilha para alerta de sarampo

O Centro de Vigilância Epidemiológica (CVE), órgão da Secretaria de Estado da Saúde, acaba de lançar o Alerta Sarampo tendo, entre os principais objetivos, atualizar profissionais da saúde sobre a doença e informar pessoas que irão se deslocar para áreas onde está ocorrendo a transmissão.
 
Em 2013, o Brasil registrou 201 casos de sarampo (dados de 18 de fevereiro de 2014), número quase 5 vezes maior que aquele notificado no último surto em território nacional no ano de 2011, quando 42 casos foram confirmados e, em 2012, quando apenas 2 casos foram reportados.
 
Os casos se distribuíram nos seguintes estados: São Paulo (05), Minas Gerais (02), Santa Catarina (01), Distrito federal (01), Pernambuco (181), Paraíba (09) e Ceará (1).
 
Até dezembro de 2013, cinco casos de sarampo foram confirmados no Estado de São Paulo (ESP). Todos eles apresentaram histórico de viagem recente ao exterior, e houve transmissão intrafamiliar em duas oportunidades. Estes casos ocorreram em indivíduos com idades entre 14 e 60 anos de idade, sendo três deles vacinados, mas com apenas uma dose válida. O último caso de sarampo no ESP teve data de início do exantema em 19 de maio de 2013.
 
Acompanhe o documento com a atualização da situação epidemiológica até este mês de fevereiro de 2014 e a indicação de medidas de controle para evitar a propagação da doença.

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SBPC/ML debate a implantação da TISS 3.0

No dia 13 de março a Soecidade Brasileira de Patologia Clínica Medicina Laboratorial (SBPC/ML), em parceria com a Abramed, realizam o seminário "Como implantar a TISS 3.0", que tem como objetivo a abordagem prática da nova tecnologia para laboratórios clínicos.
 
Dividido em quatro painéis, o evento faralá sobre as novas versões da TISS 3.0, perspectivas, riscos e oportunidades,estado atual da implantação e suas limitações e a importância da certificação digital para a Saúde.
 
Para visualizar o programa compelto e efeutuar sua inscrição, clique aqui.

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XHL Consultoria planeja crescer 50% em 2014

Acredita-se que em 2014 o setor saúde terá um crescimento entre 3% e 4%, e a XHL Consultoria tem uma expectativa de expansão em torno de 50%, mantendo o mesmo ritmo e porcentagem alcançados em 2013. “A necessidade de profissionalização e de controles gerenciais que propiciem informações de grande relevância no processo decisório e nas negociações, alavancados pela tendência de alterações nos modelos de remuneração e na necessidade de maior eficiência e produtividade para o setor são os ingredientes que levam a XHL a prospectar este crescimento, apoiando e fornecendo as ferramentas necessárias aos seus clientes”, diz Eduardo Regonha, diretor executivo da empresa.
 
Em 2013, a  XHL alcançou o crescimento de 47,8%, lastreada na proposta de realizar serviços de forma personalizada, inovadora, dinâmica, com atendimento mais próximo aos clientes e suprindo as necessidades de cada um, com valores de honorários justos. “Esta conduta gerou o reconhecimento dos clientes, pois os mesmos, por meio da atuação da XHL, perceberam a promoção de melhoria de sua performance financeira aliada à adequada capacitação dos seus profissionais, gerando assim um crescimento sustentável”, afirma Regonha.
 
Hoje, os projetos da XHL Consultoria estão direcionados para serviços de consultoria na área financeira que incluem custos, orçamentos, finanças, viabilidade de investimentos, faturamento, diagnósticos e gestão de processos.
 
 “Sempre apoiamos o cliente na solução dos problemas ou implantação de metodologias para tomada de decisão. Após a implementação dos projetos, a instituição está capacitada para dar sequência às atividades implementadas. Por isso, tivemos resultados tão positivos em 2013, aumentando em 46% a carteira do número de clientes”, ressalta o diretor da XHL Consultoria. 
 
A empresa atua em todo território nacional, em hospitais privados, filantrópicos, públicos, ligados a operadoras, serviços de diagnósticos (laboratórios e imagem), operadoras de planos de saúde, bancos de sangue e clínicas em geral.
 
De acordo com Eduardo Regonha, “a equipe da XHL Consultoria acredita que quando o trabalho é desenvolvido com profissionalismo, reconhecendo a importância do trabalho das pessoas atuantes na organização, e que as atividades profissionais sejam desenvolvidas com o coração, amor, respeito e transparência, os resultados serão sempre promissores para todos os envolvidos no projeto e a satisfação dos clientes é apenas consequência de toda uma cadeia de ideias e soluções”.
 
Para 2014, a XHL tem a meta de aumentar seu quadro de profissionais em 22%, sempre mantendo a qualidade técnica para execução dos projetos, objetivando promover inovações assertivas com surpresas positivas para nossos clientes, gerando dessa forma uma porta de novas oportunidades para 2015. 
 

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Consumo de cocaína no Brasil mais que dobra em 10 anos

O consumo de cocaína no Brasil mais que dobrou em menos de dez anos e já é quatro vezes superior à média mundial. Os dados foram divulgados pelo Conselho Internacional de Controle de Narcóticos, entidade ligada à Organização das Nações Unidas (ONU), em seu informe anual.
 
A entidade também critica a liberalização do consumo de maconha no Uruguai e regiões dos EUA e alerta: jovens sul-americanos parecem ter uma "baixa percepção do risco" que representa o consumo de maconha.
 
Em 2005, a entidade apontava que 0,7% da população entre 12 e 65 anos consumia cocaína no Brasil. Ao fim de 2011, a taxa chegou a 1,75%. De acordo com os dados da ONU, o consumo brasileiro é bem superior à média mundial, de 0,4% da população. A média brasileira também supera a da América do Sul, com 1,3%, e é mesmo superior à da América do Norte, com 1,5%.
 
O Brasil, segundo o informe anual, se consolidou não apenas como rota da cocaína dos Andes para a Europa como também passou a ser um mercado fundamental. Em 2012, as maiores apreensões de cocaína no Brasil ocorreram a partir de carregamentos da Bolívia, seguidos por Peru e Colômbia.
 
Citando o governo brasileiro, a ONU aponta que o Brasil apreendeu em 2012 um volume recorde de 339 mil tabletes de ecstasy, cerca de 70 quilos. A média dos últimos dez anos aponta que as apreensões são de menos de 1 quilo por ano.
 
Em 2012, houve ainda 10 mil unidades de anfetamina retidas, além de 65 mil unidades de alucinógenos, o maior volume desde 2007. O centro da produção de heroína no mundo continua sendo o Afeganistão, onde o cultivo bateu recordes em 2013 – 39% acima da área de 2012.
 
Se o consumo brasileiro cresceu, a ONU constatou uma queda no cultivo da coca na América do Sul em 2012. No total, 133 mil hectares foram plantados, 13% menos do que em 2011. O Peru se consolidou como líder, com 45% do total, seguido por Colômbia e Bolívia, com 36% e 19%, respectivamente.
 
Na Bolívia, o maior fornecedor brasileiro, a queda no cultivo foi de 7% – e 11 mil hectares de coca foram erradicados. Em 2012, a Colômbia erradicou 30 mil hectares, 25% do total. A área total de plantação chegou a 48 mil hectares, o menor nível registrado desde 1995. "O fornecimento da cocaína sul-americana no mercado global parece se estabilizar ou mesmo cair em comparação a 2007", indica o informe.
 
Se a cocaína cai, o confisco de "grandes quantidades de maconha" na América do Sul "sugere um possível aumento na produção de maconha da região nos últimos anos", segundo a ONU. A apreensão de maconha teve uma forte queda no Brasil entre 2011 e 2012, de 174 toneladas para apenas 11,2 toneladas. Além disso, 21,7 hectares de cultivo foram erradicados no ano.

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Governo autoriza ajuste de preço de medicamentos em março

Os preços de medicamentos poderão ser reajustados a partir de 31 de março, segundo autorização da Cmed (Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos), conselho de governo formado por vários ministérios, sob a liderança do Ministério da Saúde. A decisão está em resolução publicada no DOU (Diário Oficial da União) que estabelece os critérios de composição de fatores para o ajuste de preços dos produtos.
 
De acordo com o documento, os novos valores devem ter como referência o PF (Preço Fabricante) cobrado a partir de 31 de março de 2013. O texto também fixa em 4,66% o fator de produtividade para 2014, mecanismo que permite repassar ao consumidor, por meio dos preços dos medicamentos, projeções de ganhos de produtividade das empresas fabricantes.
 
A resolução explica que "o ajuste de preços de medicamentos será baseado em um modelo de teto de preços calculado com base em um índice, um fator de produtividade, uma parcela de fator de ajuste de preços relativos intrassetor e uma parcela de fator de ajuste de preços relativos entre setores".
 
"O índice a ser utilizado será o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), calculado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), acumulado no período de março de 2013 até fevereiro de 2014", cita o texto.
 
Depois da publicação oficial do IPCA de fevereiro deste ano, a Cmed editará resolução específica para definir o Preço Fabricante e o Preço Máximo ao Consumidor dos medicamentos e também a forma de apresentação de Relatório de Comercialização pelas empresas produtoras e outras providências necessárias à execução do ajuste dos preços.

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Venda de calmantes sobe 42% no Brasil nos últimos 5 anos

A venda de tranquilizantes da classe dos benzoadiazepínicos (como Rivotril, Valium e Lexotan) aumenta a cada ano no Brasil, na contramão do que acontece em países europeus, como Inglaterra e Alemanha, onde o comércio caiu cerca de 30% na última década, segundo estudos.
 
Entre 2009 a 2013, o número de caixinhas vendidas desses psicotrópicos saltou de 12 milhões para 17 milhões, um aumento de 42%, segundo levantamento da consultoria IMS Health, feito a pedido da reportagem.
 
Esses remédios causam dependência e efeitos colaterais sérios, como falhas de memória e sonolência. Na Inglaterra, clínicos gerais estão sendo treinados para "desmamar" pacientes dependentes, diminuindo gradualmente as doses até os livrar do vício.
 
Os psiquiatras dizem que no Brasil grande parte do uso é feito sem supervisão e em quantidades e prazos muito além dos recomendados.
 
"O uso deveria ser temporário, por dois ou três meses, mas há pessoas tomando por anos. É uma situação muito mais grave do que se pensa", diz Antônio Geraldo da Silva, presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria.
 
Ele afirma que a associação fará neste ano campanhas públicas nas mídias sociais alertando a população sobre o perigo do uso prolongado dos remédios.
 
Segundo Silva, a falta de um sistema de controle adequado sobre as vendas de psicotrópicos e a prescrição indiscriminada por médicos de outras áreas são alguns dos fatores que explicariam o aumento do consumo.
 
"Os psiquiatras prescrevem muito menos do que os outros profissionais. Há também muita automedicação. Qualquer pessoa pode fazer um carimbo e um receituário falsos. Não tem controle."
 
O psiquiatra Ronaldo Laranjeira, professor da Unifesp, diz que nos países desenvolvidos existe uma preocupação dos médicos de prescrever cada vez menos esses tranquilizantes porque não há evidência de que sejam benéficos a longo prazo.
 
"A indicação é sempre a mínima possível, por um curto período de tempo. Exatamente o contrário do que acontece no Brasil."
 
Muito do uso indevido no país ocorre entre pessoas que têm dificuldades para dormir, segundo Laranjeira.
 
"Ficam conectadas 20 horas por dia e preferem recorrer à farmacologia, em vez de mudar o estilo de vida."
 
Embora não haja estudos sobre o perfil de usuários dos benzoadiazepínicos, a percepção de Maria Inês Vasconcelos, advogada trabalhista e autora do livro "Síndrome do Pânico e Trabalho", é de que o uso tenha se "alastrado entre os executivos".
 
"De casos gravíssimos e incapacitantes, atendi mais de 30 pessoas", afirma ela.
 
A diretora artística V.M., 35, diz que na sua área de atuação, o consumo de Rivotril, por exemplo, é comum.
 
"É uma maneira de lidar com o estresse. Às vezes, eu fico tão agitada que não consigo dormir. Aí, comecei a tomar remédio. É uma maneira de desligar rapidamente. Já cheguei a tomar no meio do dia, quando tinha uma crise. Hoje o consumo é mais controlado", afirma.

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Anvisa lança sistema de notificação para segurança do paciente

Desde 25 de fevereiro a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) passou a receber os dados de notificação de eventos adversos relacionados à assistência à saúde, conforme previsto em legislação que estabeleceu a obrigatoriedade de implantação do Núcleo de Segurança do Paciente (NSP) e definiu o prazo para o início da notificação mensal. 
 
"O novo módulo destina-se à notificação de incidentes e eventos relacionados à assistência à saúde como quedas, úlceras por pressão, problemas na cirurgia, problemas relacionados ao diagnóstico laboratorial e de imagem e falhas na identificação do paciente, entre outros”, explicou o Diretor-presidente da Agência, Dirceu Barbano, segundo o portal da Anvisa.
 
Eventos adversos envolvendo medicamentos, produtos e equipamentos para saúde e sangue/hemoderivados também serão notificados pelo sistema.

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Ministro diz que investimentos na Saúde são inegáveis

O ministro da Saúde, Arthur Chioro, afirmou que são “inegáveis” os investimentos do governo no setor. Anteriormente, o Conselho Federal de Medicina (CFM) divulgou levantamento segundo o qual o governo investiu em 2013 somente R$ 3,9 bilhões (41%) dos R$ 9,4 bilhões disponíveis para investimentos em saúde.
 
"De acordo com a metodologia de apuração dos dados, a gente pode levar a uma falsa impressão de que os investimentos não estão sendo feitos, quando, efetivamente, qualquer um que analise a ampliação dos gastos que o Ministério da Saúde vem fazendo, pode comprovar que o volume de investimentos históricos é recorde, efetivamente trazendo resultados e trazendo para a população brasileira não só unidades básicas, mas, também Upas, serviços de saúde e isso é inegável", disse Chioro.
 
Em nota divulgada, após os dados do levantamento terem sido apresentados pelo CFM, o Ministério da Saúde informou que, nos últimos 12 anos, investiu R$ 5,7 bilhões acima do que prevê a Constituição Federal e que o orçamento federal do setor dobrou na última década.
 
De acordo com o CFM, do investimento federal total de R$ 47,3 bilhões em 2013, os R$ 3,9 bilhões da saúde representam 8,2%. Esse percentual, segundo a entidade, é menor que as fatias destinadas aos ministérios de Transportes (23,3%), Defesa (18,6%), Educação (16%) e Integração Nacional (9,3%).
Chioro disse, no entanto, que é preciso "entender" como a liberação de recursos é feita pelo Ministério da Saúde.
 
"É preciso entender que, quando se aprova, por exemplo, a construção de um hospital, nós empenhamos o valor total do hospital. Mas o gasto vai se dando, e a liberação do recurso financeiro vai se dando no transcorrer da realização da obra. Isso vale para uma unidade básica, isso vale para uma UPA [Unidade de Pronto Atendimento]", disse o ministro.
 

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Certificações ONA crescem 35% e hospitais lideram lista

A Organização Nacional de Acreditação (ONA) encerrou 2013 com um total de 217 certificações concedidas – o que representa um crescimento de 34,8% em relação ao ano anterior. Quase 28,5%, ou 77 das homologações, foram para serviços certificados pela primeira vez no ano passado. Os serviços hospitalares lideraram tanto na procura pela certificação, com 105 instituições acreditadas, como entre os que conquistaram pela primeira vez, como é o caso de 37 hospitais, entre os quais dois no Amazonas.
 
Os serviços ambulatoriais ou de pronto atendimento vêm em seguida, com 35 certificações – 16 das quais foram obtidas pela primeira vez. Foram homologados também 26 laboratórios, sendo seis pela primeira vez; 13 serviços de hemoterapia (4 novos acreditados); 13 serviços de nefrologia e terapia renal substitutiva (2 instituições novas); assim como 13 serviços de diagnóstico por imagem, radioterapia e medicina nuclear, com 7 acreditados pela primeira vez.
 
A ONA concluiu, ainda, quatro processos de acreditação de Serviços de Atenção Domiciliar, dos quais um foi concedido pela primeira vez; e dois programas de saúde e prevenção de risco, com uma nova certificação.
 
No caso do Selo de Qualificação, os números representam o dobro de 2012, início da aplicação da certificação criado para Serviços para a Saúde: foram três novas certificações para serviços de processamento de roupas, uma para serviço de manipulação e uma para dietoterapia.
 
Entre os 22 estados brasileiros cobertos pela ONA (incluindo o DF), 86 do total das certificações concedidas no ano passado foram para o Estado de São Paulo (40%); 36 para Minas Gerais (17%); 20 para o Rio de Janeiro (9%); 12 para a Bahia (6%); 11 para Santa Catarina e Paraná, ambos com 5% do total.
 
Na sequência está Brasília (DF), com nove homologações (4%); Rio Grande do Sul, com oito (4%) e Pernambuco com seis (3%). Os outros estados brasileiros aparecem com 1% das homologações cada um, como é o caso de Espírito Santo e Ceará, com três instituições acreditadas; Pará, Amazonas, Sergipe, Mato Grosso e Goiás, com duas instituições acreditadas em cada estado e Maranhão e Alagoas, com uma instituição certificada pela metodologia ONA em cada um.
 

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