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Ana Paula

SindHosp promove Debate Digital sobre os impactos das Consultas Públicas 911 e 912, da Anvisa

No dia 19 de novembro, o SindHosp promoveu o Debate Digital “Só os laboratórios estão sob ameaça?”, que abordaou os riscos que as Consultas Públicas 911 e 912, da Anvisa, representam para pacientes e estabelecimentos de saúde.

O evento teve a moderação do presidente e vice-presidente do SindHosp, Francisco Balestrin e Luiz Fernando Ferrari Neto, respectivamente. Os convidados para o debate foram: Wilson Shcolnik, presidente da Associação Brasileira de Medicina Diagnóstica (Abramed); Gonzalo Vecina Neto, professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV); Marcos Machado Ferreira, presidente do Conselho Regional de Farmácia do Estado de São Paulo (CRF-SP); e Carlos Eduardo Gouvêa, presidente executivo da Câmara Brasileira de Diagnóstico Laboratorial (CBDL).

 

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Manifesto contra reforma tributária é tema de Podcasts

O presidente do SindHosp, Francisco Balestrin, e o diretor de Defesa Profissional da Associação Paulista de Medicina (APM) foram ouvidos pelo Podcast FEHOESP sobre a participação das entidades no manifesto que uniu o setor de serviços contra as propostas de reforma tributária em discussão no Congresso Nacional. Segundo os entrevistados, todas as propostas em discussão oneram o setor de saúde.

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SindHosp tem nova identidade visual

O SindHosp está de cara nova. A partir deste mês de outubro, o maior sindicato patronal da área da saúde na América Latina passa a se relacionar com seus representados e com o mercado com um novo logotipo. “Queremos e vamos inovar na forma como o SindHosp se relaciona com seus representados, com a classe política, autoridades e demais entidades da sociedade civil. O lançamento da nova identidade visual marca o início dessa fase”, afirma o presidente do SindHosp, Francisco Balestrin.

O ingresso na campanha contra a proposta de reforma tributária apresentada pelo governo, e que aumenta em 65% os gastos do setor saúde, é a primeira grande bandeira assumida pelo “novo” SindHosp. “Somos uma entidade com mais de oito décadas de existência, que tem um papel histórico importante na defesa da saúde privada no Brasil e que, hoje, está se reinventado. O SindHosp não está só de cara nova, mas de alma nova também”, garante Balestrin.  

O novo logotipo do SindHosp traz em destaque a bandeira do Estado de São Paulo com a inclusão das palavras hospitais, clínicas, laboratórios. A ideia é transmitir no logotipo, de imediato, a importância que São Paulo tem para o país, para a economia e para a saúde brasileira.

O novo sindicalismo associativo

Desenvolver e implantar o sindicalismo associativo, unindo a experiência sindical de 82 anos do SindHosp com o formato de relacionamento das entidades associativas da área da saúde. Esse é o objetivo da nova diretoria do SindHosp, que assumiu o mandato em 1º de junho, para o triênio 2020-2023. O Sindicato representa atualmente 46 mil serviços de saúde e negocia dissídios coletivos com mais de 50 sindicatos de trabalhadores, incluindo o de empregados na saúde, médicos e enfermeiros.

Para o presidente do SindHosp, a ideia é transformar a entidade em um benchmark na área de representatividade institucional. “Creio que o sindicalismo vive um momento de transformação, após a mudança da legislação trabalhista, em 2017. Vamos nos reinventar e tentar ser um exemplo de sindicalismo associativo para todo o país. E quando digo isso, falo em fazermos mais. Desempenhar as atividades sindicais como o SindHosp sempre fez e trazer novas iniciativas, hoje desenvolvidas pelas associações”, destaca Francisco Balestrin. Segundo ele, a nova logomarca traduz essa inovação e essa mudança representando todo o peso político e econômico do Estado de São Paulo, com a inclusão de sua bandeira no logotipo.

 

 

 

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Folha repercute manifesto do setor de serviços contra a reforma tributária

A coluna Painel do jornal Folha de S. Paulo destacou em 3 de novembro o manifesto assinado por várias entidades do setor de serviços, entre elas o SindHosp, contra a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 45, que tramita na Câmara dos Deputados e unifica cinco tributos sobre o consumo, e o Projeto de Lei (PL) 3887, do governo federal e que uni PIS e Cofins. Este último foi objeto de estudo do SindHosp, que mostra que os estabelecimentos de saúde terão um aumento de 68% nos tributos federais. Clique aqui para ter acesso ao estudo na íntegra.

O manifesto assinado por mais de 70 entidades do setor de serviços foi encaminhado a todos os integrantes da Câmara dos Deputados e do Senado Federal. Clique aqui e tenha acesso à íntegra do manifesto.

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Evento virtual debate os impactos da reforma tributária

O evento Omnia Heath Live Americas, que tem entre seus promotores a feira Hospitalar, acontece de 2 a 6 de novembro de forma virtual. No dia 3, o SindHosp coordenou o painel “Impactos da Reforma Tributária”, que teve como participantes o presidente do SindHosp, Francisco Balestrin; o presidente da FEHOESP, Yussif Ali Mere Jr; a diretora do SindHosp e do Hospital Infantil Sabará, Carolina Dantas Alves de Oliveira; e o advogado do escritório Machado Nunes, Renato Guilherme Machado Nunes.

Acompanhe a cobertura e a programação completa do evento no link: https://live.omnia-health.com/americas/pt/aprender/agenda-do-evento.html.  

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Os riscos da Consulta Pública 912, da Anvisa, para os laboratórios

O SindHosp faz um alerta para que todos os laboratórios clínicos se manifestem no site da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) contra a Consulta Pública (CP) 912. A agência reguladora prorrogou até 7 de dezembro o prazo para recebimento de considerações a respeito da CP 912, que pretende permitir a realização de testes de análises clínicas em consultórios e Unidades de Pronto Atendimento (UPA).

Na opinião do vice-presidente do SindHosp e coordenador do Comitê de Laboratórios, Luiz Fernando Ferrari Neto, a realização de testes clínicos em locais pulverizados pode colocar a saúde das pessoas em risco, já que os laboratórios são empresas altamente reguladas e que seguem rigorosos protocolos de qualidade. “O que está em jogo é a segurança do paciente, já que a grande maioria das decisões médicas são baseadas nos resultados dos exames. O receio é ampliar a oferta de testes em locais que não têm o mesmo rigor de funcionamento e controle dos laboratórios e isso levar a diagnósticos médicos equivocados”, afirma Ferrari Neto.

Para contribuir com sugestões para a CP 912 acesse: http://antigo.anvisa.gov.br/consultas-publicas#/visualizar/432092

 

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Presidente do SindHosp faz palestra de abertura do 9º Congresso Norte-Nordeste de Gestão em Saúde

O presidente do SindHosp, Francisco Balestrin, falou sobre “Rupturas do Sistema de Saúde e o Novo Papel dos Hospitais”, em palestra de abertura do 9º Congresso Norte-Nordeste de Gestão em Saúde, no último dia 20 de outubro, evento promovido pelo Sindicato dos Hospitais de Pernambuco e com transmissão pelo Youtube.

Balestrin lembrou que nosso modelo de atenção não é horizontalizado, ainda tem o foco na doença, e a crise trazida com a pandemia do novo Coronavírus pôs em xeque a organização do sistema de saúde brasileiro. Com o cancelamento de procedimentos e cirurgias eletivas, motivados pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) para que as UTIs e equipamentos estivessem disponíveis para atendimento aos casos de Covid-19, hospitais, clínicas e laboratórios viram sua receita despencar. “Tivemos hospitais com taxa de ocupação de 35%. Muitos estabelecimentos estão sem caixa. Em média, os prestadores de serviços devem perder dois faturamentos mensais esse ano”, lembrou o presidente do SindHosp.

Entre os desafios e tendências para o setor, Francisco Balestrin vislumbra vários aspectos positivos. “Saúde voltou a ser assunto entre as famílias, nas escolas, redes sociais e grupos de WhatsApp, e isso é muito bom”, acredita. O empoderamento do paciente é uma vertente que tende a se intensificar; os marcos regulatórios devem ficar mais rápidos; a integração entre os setores público e privado será mais ativa; haverá maior alinhamento de interesses entre os elos da cadeia da saúde; a telemedicina veio para ficar; e surgirão novas lideranças com as características exigidas pelos novos tempos: agilidade, empatia e colaboração.

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LGPD é tema de novo Podcast

Está no ar o novo Podcast FEHOESP, que aborda aspectos da implantação da LGPD – Lei Geral de Proteção de Dados – por parte das empresas de saúde. O boletim ouviu a advogada do departamento Jurídico da FEHOESP e SindHosp, Lucinéia Nucci; e o advogado da Seusdados, Marcelo Fattori. Ambos participaram do webinar sobre o assunto, realizado pela Federação em 14 de outubro.

 

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Firmada Convenção Coletiva da Saúde de Rio Claro

O SindHosp firmou Convenção Coletiva de Trabalho com o Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos de Serviços de Saúde de Rio Claro e Região (SEESSRC).

O acordo tem vigência entre 1 de maio e 30 de abril de 2021.

Se sua empresa é sócia ou contribuinte do SindHosp, clique aqui e tenha acesso á íntegra da Convcenção. 

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Evento online da FEHOESP fez panorama da importância da LGPD

Com a entrada em vigor da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), no dia 18 de setembro de 2020, todos os segmentos empresariais precisam cumprir uma série de obrigações para proteger dados dos públicos com os quais se relaciona. No setor da Saúde, porém, a atenção é redobrada porque as informações são extremamente sensíveis e de foro íntimo das pessoas, além de serem fundamentais para entendimento e execução de políticas de gestão para a vida de todos. Para esclarecer a importância e abrangência da nova legislação, que passa a cobrar multas e outras sanções a partir de agosto de 2021, a FEHOESP promoveu o webinar "LGPD: Como aplicar na prática", no dia 14 de outubro de 2020. 

Na abertura do evento, Yussif Ali Mere Junior, presidente da Federação, destacou que a sociedade brasileira está entrando no momento de um dos maiores marcos reguladores do país. "Precisamos saber como essa lei funciona e, na Saúde, ainda mais. Informação hoje em dia é poder e é de grande importância, em todos os aspectos de nossa vida, proteger os dados e evitar prejuízos pessoais, financeiros e de imagem", destacou. 
 
Marcelo Fattori, CEO da empresa Seus Dados Consultoria em Proteção de Dados, destacou que o tema é complexo e amplo e que existe dificuldade em se encontrar um ponto de equilíbrio entre o direito do cidadão e, efetivamente, a forma correta de serem cumpridas as obrigações por parte das entidades na área de Saúde. "Há uma zona cinzenta a ser resolvida enquanto a materialidade da proteção de dados vem sendo discutida, pois foi imposto ao Brasil um modelo. Mas ele está aí e precisa ser implantado", destacou. Segundo Fattori, temos no país uma lei geral para todas as instituições, sejam elas públicas ou privadas, sejam empresas maiores ou profissionais liberais e é importante lembrar que o tempo todo as pessoas estão informando e gerando dados, seja com coletas em estabelecimentos para obter algum desconto ou na internet nas mais diversas situações. A tecnologia, que facilita e agiliza esse processo, ajuda no estabelecimento de regras para todas as instituições, tornando o ambiente mais sadio no trato entre cidadãos, empresas e governos destinatários dos direitos trazidos com a LGPD.

"Esse momento é chave para as empresas e há pesquisas que corroboram isso: o Jornal Valor Econômico destacou em um levantamento, feito no final de 2019, que 69% dos consumidores trocariam de marca se ela fizesse uso de seus dados pessoais indevidamente. Toda a atenção à lei é importante porque, num mercado competitivo, a empresa mostrar que respeita as demandas regulatórias ajuda a manter seu prestígio", ressalta.  Infelizmente, de acordo com o especialista, as instituições trataram o assunto com morosidade: a lei foi promulgada dois anos atrás, mas a sua implementação tem ficado para a última hora. Itens como o programa de compliance deveria estar pronto, porque pela lei qualquer cidadão pode mover uma ação de indenização por uso indevido de dados pessoais ou por queixa de vazamento, mesmo que as multas só estejam previstas para 2021.

Fattori alerta que embora a implementação da LGPD seja uma ação das áreas de Tecnologia da Informação (TI), Segurança, Qualidade e Processo e Jurídico, é preciso também fazer a gestão do ambiente físico composto por prontuários, arquivos em geral, currículos, etc, porque todos são objetos da LGPD. "A área digital tem mecanismos de rastreabilidade, no físico não existe esse controle e muito pode ser perdido ou desviado. Por isso, o elemento humano é fundamental e deve ser foco de treinamento constante pois pode passar informações relevantes em um telefonema ou numa conversa presencial, se não for devidamente esclarecido", ensina ele.  
 
A LGPD cria a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) que terá a missão de regular, fiscalizar e punir administrativa e financeiramente, a exemplo do que ocorre com agências regulatórias. A multa chega a 2% do faturamento do grupo com teto de R$ 50 milhões. São imúmeras etapas para implantação, mas o início, de acordo com Fattori, consiste em mapear a estrutura da empresa, inclusive a estrutura societária; como a empresa é formada (em grupo ou isolada); identificar as áreas que tratam os dados dentro da organização e como elas vão contribuir para o programa de privacidade.

De acordo com ele, é possível implantar a LGPD sem consultoria externa, mas trata-se de tarefa complexa porque as pessoa já têm seus cargos e atividades corriqueiros e terão que acumular. "É importante a adesão de todos na organização e a definição de papéis de cada um no cronograma das ações, assim como a criação de um Comitê de Proteção de Dados que não deve ter mais que 8 pessoas para que as decisões sejam tomadas de forma ágil, de preferência que seja um órgão permanente sem a presença de diretores para evitar conflito de interesses e gerar orientaçãoes para a direção. A finalidade do Comitê é gerenciar crises, fiscalizar o andamento de tudo relacionado à LGPD e dar apoio ao DPO (figura que cuida da proteção de dados)".  

Lucas Magalhães, advogado da área de Direito Digital e Proteção de Dados do Escritório Machado Nunes, explicou que a LGPD é um braço do tema mais amplo que é a privacidade. "A privacidade e a produção e uso de dados também está relacionada a áreas que não são necessariamente ligadas à tecnologia, como resoluções do Conselho de Medicina, regras para guarda e arquivo de prontuários, todas as normas da área trabalhista e guarda de dados de empregados; muitas normas do Ministério da Saúde, etc. Então a ideia de privacidade vem de um longo tempo", afirmou. Segundo ele, a LGPD busca as normas de diferentes setores e leva tudo para a LGPD com o princípio de adequação, compatibilidade, esclarecimento das "regras do jogo" para depender cada vez menos das pessoas e reduzir riscos éticos. 

Os recursos humanos e a gestão de RH tem papel fundamental em todo esse processo de entender a potencialidade e o contexto evidente da importância que dados pessoais e imagens obtidas em circuito interno têm no âmbito da LGPD, explica o advogado. "E, novamente, treinar e retreinar pessoas é fundamental. Não é algo pontual, é um processo constante. Uma pesquisa da consultoria internacional de segurança Kapersky mostrou que 70% dos incidentes de segurança de dados se deram por falha humana. São situações como salvar dados importantes

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