Fernanda Freire

O SindHosp informa sobre a Aprovação PL 2564/2020 sobre o Piso da Enfermagem

A Câmara dos Deputados aprovou na data de ontem, 4 de maio de 2022, o Projeto de Lei (PL 2564/2020) que fixa o piso salarial dos profissionais de enfermagem. O texto aprovado estabelece que o valor mínimo inicial para os enfermeiros será de R$ 4.750, a ser pago pelos serviços de saúde públicos e privados. Nos demais casos, o piso será proporcional: 70% para os técnicos de enfermagem e 50% do valor para os auxiliares de enfermagem e parteiras.

Frente às inúmeras dúvidas que surgiram após essa votação, o SindHosp esclarece:

▪ O PL ainda não foi enviado para sanção presidencial

▪ Segundo a relatora do projeto, Deputada Carmen Zanotto, o projeto necessita da indicação de fontes de financiamento para que seja sancionado.

▪ De acordo com juristas, o PL é inconstitucional. Para que seja válido, a Câmara dos Deputados e o Senado Federal precisam aprovar um projeto de Emenda Constitucional (PEC do Senado 122/2015), que proíbe a União de criar despesas aos demais entes federativos sem  prevê a transferência de recursos para o custeio, e que necessita de duas votações no Senado e mais duas na Câmara.

▪ Impossível prever em quanto tempo essas votações ocorrerão, por se tratar de um caminho que envolve negociações e ampla maioria nas votações.

▪ Enquanto esse processo não for finalizado, a situação ATUAL dos enfermeiros e hospitais não se altera, ou seja, as empresas continuam pagando os mesmos salários aos profissionais de enfermagem.

▪ Caso a PEC 122/2015 seja aprovada pela Câmara e pelo Senado, o presidente da República ainda pode vetar o projeto.

▪ Mesmo que o presidente da República o sancione, teremos uma enorme batalha jurídica pela frente.

▪ Hospitais e demais empresas que têm profissionais de enfermagem em seus quadros devem aguardar.

O SindHosp continuará acompanhando os desdobramentos do PL da Enfermagem ao tempo que mantém seus esforços político-estratégicos buscando uma solução adequada e não onerosa para os seus representados.

Também manteremos todos representados.

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SindHosp confirma participação na Hospitalar

Hospitalar confirma parceria renovada com SindHosp

Uma programação inédita já está sendo preparada pelo SindHosp para a participação nos 4 dias da Feira Hospitalar

 Após dois anos na modalidade on-line, nesta 27ª edição da Feira Hospitalar que acontece entre os dias 17 a 20 de maio, o SindHosp se prepara para retomar a participação presencial no evento.

Parceiro da Hospitalar desde a primeira Feira, o SindHosp realiza a cada ano uma programação memorável em seu estande. Em 2022, em nova sede para o evento no São Paulo Expo, os novos projetos da entidade se enfileiram para apresentação marcante ao ecossistema da saúde.

A programação do SindHosp promete trazer para perto das maiores empresas do setor, novas oportunidades e conteúdos de valor para a equipe de atendimento.

Para facilitar seu acesso e de todos os representados ao estande do SindHosp na Hospitalar, faça o cadastro e tenha acesso VIP ao evento.

Passo a passo para acesso VIP na Feira Hospitalar

Preencha este formulário, referente ao acesso a área de exposições e conteúdos livres, e confira em seu e-mail o link para o ingresso. No dia do evento, retire sua credencial gratuita na sala VIP da Hospitalar, informando os dados cadastrados.

Em caso de dúvidas sobre o acesso VIP, fale com o SindHosp pelo mail eventos@sindhosp.org.br

Esteja sempre atualizado sobre as últimas novidades da participação do SindHosp na Feira, na guia ‘Notícias’.

SindHosp amplia discussão sobre transformação digital na Saúde

Agendar consultas on-line, conversar com o médico por videochamada e ter acesso a receita digital são algumas das transformações digitais na Saúde que foram aceleradas pela pandemia da Covid-19.

Esse é o tema central para os dois eventos que o SindHosp organiza no mês abril. Em parceria com a Deloitte, Dasa e a You Care, são esperados grandes executivos e referências do mercado que vão abordar o que há de mais atualizado no setor referente a esta temática.

Na rotina dos últimos dois anos de hospitais, clínicas e laboratórios, processos foram automatizados, a tecnologia de inteligência artificial foi uma aliada para o enfrentamento ao Coronavírus e a preocupação com a experiência do paciente foi também considerada além do formato presencial.

Embora tenha possibilitado oportunidades, essa jornada da nova era digital merece ser observada com profundidade. Aproveite essas duas oportunidades gratuitas de dialogar sobre o assunto!

Transformação Digital é o tema do primeiro evento do mês

No dia 26 de abril, o SindHosp convida para uma Conversa Aberta sobre Transformação Digital, o sócio-líder para a indústria de Life Sciences & Health Care da Deloitte, Luis Fernando Joaquim e o Gerente de Health Analytics na Dasa, Thiago Sato.

Atentos aos movimentos do mercado, os palestrantes compartilham experiências e esclarecem dúvidas ao vivo sobre relacionamentos em tempo real, as novas inovações do modelo de cuidado e antecipam: há evidências claras que o investimento em transformação digital compensa em termos de receita líquida futura.

As inscrições gratuitas para assistir ao evento já estão liberadas. Garanta a sua participação!

Marketing Digital pode ajudar empresas da saúde a crescer

É o que garante a sócia proprietária da You Care, Daniela Camarinha, que ministra o último evento do mês de abril, no dia 28. Das 15h às 16h30, o webinar se propõe a atualizar os gestores e a equipe de marketing dos prestadores de serviços de saúde sobre as novas oportunidades e desafios da área.

A palestrante confirma que a transformação digital é imprescindível para a evolução do marketing. Por isso, acompanhar os dois eventos proporcionará uma perspectiva completa que agregará ao modelo de negócios de hospitais, clínicas e laboratórios.

O SindHosp convida todas as empresas a inscreverem seus colaboradores neste evento sobre marketing digital na Saúde.

Novos temas e referências do segmento estão sendo convidados para conversar com a sua equipe. Acompanhe a programação em nossa homepage.

Rever processos é importante para assegurar a proteção dos dados

Acompanhando a crescente tentativa de estelionatários adentrarem o sistema informativo dos estabelecimentos de saúde, o SindHosp orienta que a categoria revisite processos de segurança digital e providencie divulgação de informativos para colaboradores, pacientes, visitantes e acompanhante.

Infelizmente, a pandemia da Covid-19 retomou a prática de um antigo golpe envolvendo o ecossistema da saúde. 

Com as medidas de segurança para contenção do coronavírus, a presença de acompanhantes e limitação de visitantes passou de ser regra nas internações. Aproveitando-se do momento delicado, golpistas têm se passado por falsos médicos ou colaboradores dos hospitais e, manipulando a necessidade de realização urgente de cirurgias ou compra de medicações, estão realizando cobranças por telefone informando falsos diagnósticos que, supostamente, justificam os procedimentos.

As famílias, que estão distantes das alas de internação e do contato próximo com a equipe multidisciplinar, em um ato de zelo pelo ente querido, realizam a transferência bancária conforme o valor requisitado pelo golpista, que está do outro lado da linha telefônica.

Como coibir o golpe

Essa ruptura na segurança interna, seja por prepostos do estabelecimento ou hackeamento do sistema informatizado dos serviços de saúde, indica a necessidade de revisitar os processos de segurança digital e governança interna, assegurando que a rotina da equipe incorpore todas as diretrizes da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e que o armazenamento de informações sensíveis esteja assegurado.

Em entrevista ao Jornal Nacional, o presidente do SindHosp Francisco Balestrin, afirma que esse tipo de cobrança não integra a rotina de nenhum serviço de saúde do país

O advogado do SindHosp, Rodrigo Marin, também orienta que hospitais, clínicas e laboratórios providenciem informativos e adotem providências para alertar as famílias dos pacientes internados. 

Especialmente nas recepções das unidades, deve ser comunicado que essa prática de cobrança é indevida e ao identificá-la, as famílias devem entrar em contato imediatamente com a administração do estabelecimento e procurar as autoridades policiais para informar sobre a tentativa de fraude e estelionato.

Nas alas de internação, também é imprescindível que seja entregue e assinado pelo responsável do paciente um documento que contenha a informação de que o serviço de saúde não requer nenhum tipo de pagamento extra durante a recuperação do paciente e que não realiza, em nenhuma hipótese, cobranças de valores financeiros por telefone. 

Importante incluir no registro impresso que, caso a família receba esse tipo de contato, deve informar o hospital para as providências cabíveis.

A implementação destas medidas pelos estabelecimentos de saúde indica a preocupação da instituição em transmitir aos visitantes, acompanhantes e pacientes conhecimento relativo às condutas internas e normas legais, e reduz riscos de eventuais responsabilizações.

SindHosp se posiciona na grande imprensa

Confira as reportagens em que o presidente do SindHosp, Francisco Balestrin, dialogou sobre o tema este ano.

Jornal Nacional

GloboNews

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Maioria dos hospitais relata predominância de idosos nas UTIs Covid

Pesquisa realizada pelo Sindicato dos Hospitais, Clínicas e Laboratórios do Estado de São Paulo com 72 hospitais privados no estado detecta que em 76% dos hospitais predominam pacientes internados em UTI Covid na faixa etária entre 60 a 79 anos e 12% informam ocupação de UTI com pacientes acima de 80 anos.

A pesquisa foi feita no período de 07 a 14 de março com 72 hospitais privados, que somam 7.937 leitos dos quais 1.650 destinados a UTI adulto e 168 leitos de UTIs pediátricas. São 22% localizados na capital e 78% no interior paulista.

A prevalência de idosos nas UTIs Covid-19 justifica proposta do governo de iniciar a aplicação da quarta dose da vacina nesse público.

Tabela demonstra faixa etária mais frequente em pessoas internadas por Covid-19 nos leitos de UTI de hospitais privados em São Paulo

Maioria tem ocupação de leitos UTI e clínicos abaixo de 20%

O levantamento do SindHosp revela ainda queda substancial na internação de pacientes em UTIs Covid. 67% dos hospitais informam ocupação de leitos de UTI para Covid de até 20%, sendo que na pesquisa realizada em fevereiro (01 a 09/2/22) eram apenas 18% dos hospitais que tinham ocupação de até 20%.

Segundo o médico Francisco Balestrin, presidente do SindHosp, conclui-se que mesmo com o último feriado, as contaminações e internações diminuíram por conta do alto índice de vacinação.

Tabela demonstra percentual de leitos de UTI pediátrica ocupados por pacientes com Covid-19 em hospitais privados de São Paulo

Também a internação de crianças em UTI Covid-19 está baixa: 96,7% dos hospitais da pesquisa que possuem UTIs pediátricas relatam ocupação de até 20%.

As internações em leitos clínicos também é baixa neste momento: 72% dos hospitais possuem menos de 20% dos leitos clínicos Covid ocupados. Neste tipo de leitos, 45% dos pacientes têm de 60 a 79 anos e 44% encontram-se na faixa de 51 a 59 anos.

No setor de urgência/emergência, 49% dos atendimentos referem-se a pacientes na faixa etária de 30 a 50 anos e 35% na faixa de 60 a 79 anos.

Outro dado relevante: 93% dos hospitais informam que têm capacidade instalada para aumentar os leitos destinados à Covid-19.

Maior problema nos hospitais ainda é o afastamento de profissionais

48% das instituições que responderam ao levantamento informam que o maior problema enfrentado no atendimento a pacientes com Covid-19 é o afastamento de equipe multiprofissional de saúde por problemas de saúde, sendo que mais da metade registra afastamento entre 6% e 10%.

Por outro lado, o índice de cancelamento de cirurgias eletivas está baixo: 58,5% dos hospitais relatam até 20% de cancelamentos enquanto 41,5% afirmam que não está havendo cancelamento.

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Dentista assinando atestado odontológico.

Atestados odontológicos são válidos?

Devido aos frequentes relatos nas clínicas e consultórios  odontológicos sobre situações em que atestados emitidos por odontologistas, para justificar ausência no trabalho, foram negados pelos empregadores dos pacientes, se fez necessário o esclarecimento de dúvidas quanto à validade desses atestados.

O atestado odontológico em nada difere do atestado médico, logo, não pode ser recusado pelo empregador do paciente que o apresentar para justificar ausência total ou parcial do trabalho.

Essa possibilidade está assegurada pelo artigo 6º, III da Lei 5.081/75, que autoriza o cirurgião dentista a fornecer atestados para efeito de justificativa de ausência ao trabalho, da mesma forma que os atestados emitidos por médicos. Compete ao cirurgião-dentista:

III – atestar, no setor de sua atividade profissional, estados mórbidos e outros, inclusive, para justificação de faltas ao emprego.”

Mesmo vigorando há décadas, ainda hoje, equívocos e condutas que invalidam o atestado emitido pelo odontologista acontecem repetidamente nos departamentos de RH, o que evidentemente descumpre a legislação vigente e gera inconveniência.

O que fazer se o atestado odontológico for recusado pelo empregador?

Em caso de recusa do atestado odontológico, recomendamos que os odontologistas orientem seus pacientes quanto à existência e vigência da Lei 6.215, assim, o paciente poderá garantir seus direitos trabalhistas.

Quanto aos acompanhantes, é permitida uma falta por ano para acompanhar filho de até seis anos de idade, devidamente remunerada – artigo 473, XI da CLT. Algumas Convenções também garantem esse tipo de abono e tanto o cirurgião-dentista quanto o médico podem emitir o atestado quando solicitado.

Nas eventualidades de acompanhamento fora do descrito, não há respaldo legal previsto na CLT para que o médico ou cirurgião-dentista afaste um dos pais ou responsável de seu trabalho.

Como garantir a validade do atestado odontológico

O cirurgião-dentista tem aptidão e competência para atestar se o paciente deverá ou não permanecer em repouso, bem como, a quantidade de dias necessários. Lembrando que somente médicos e cirurgiões-dentistas podem oferecer abono de falta ao trabalho.

Segundo as normas do Conselho Federal de Odontologia, para ser considerado válido o atestado precisa somente:

  • Ser emitido por um profissional com CRO ativo e em pleno exercício de suas funções;
  • Ser redigido em um receituário;
  • Identificar o paciente e o cirurgião-dentista; 
  • Descrever o ato odontológico (consulta, procedimento clínico ou cirúrgico realizado);
  • Ser específico e conter informações verdadeiras.

Além disso, não pode conter indícios de falsificação, rasuras ou informações incompletas. E todos os atestados devem ser preenchidos, carimbados e assinados pelo dentista, não sendo válidos os comprovantes de comparecimento emitidos na recepção, por exemplo.

Orientamos que os consultórios e clínicas odontológicas retenham uma cópia assinada de todos os atestados emitidos, anexa à ficha do paciente. Assim, em caso de dúvidas quanto à originalidade ou uso indevido o documento guardado comprovará as informações e descartará possíveis fraudes.

Seguimos acompanhando a categoria e o crescimento do setor, seja nosso contribuinte e ajude a fortalecer a saúde no estado! 

O SindHosp é o sindicato patronal dos hospitais, clínicas, laboratórios e demais estabelecimentos privados da área da saúde, no estado de São Paulo. Estamos continuamente trabalhando para garantir um futuro promissor para o segmento e nossos representados, e, este ano, vivenciando uma transformação digital! 

Nos acompanhe nas redes sociais e saiba mais sobre os interesses defendidos e projetos em andamento!

Novas ferramentas do WhatsApp como estratégia para melhorar atendimento em clínicas e consultórios

A distância do estabelecimento de Saúde até os pacientes está a um clique. Com o WhatsApp, é possível encurtar ainda mais esse intervalo, utilizando ferramentas da plataforma que promovem inúmeros benefícios na rotina da equipe de Atendimento e no relacionamento com os clientes.


O primeiro evento deste ano promovido pelo SindHosp abordou o assunto em um webinar e instruiu dezenas de clínicas e consultórios a implementarem os mais novos recursos do WhatsApp em suas rotinas de comunicação com os pacientes.


Antes de colocar em prática os mecanismos disponíveis, a palestrante do evento, Ivini Ferraz, CEO da Players School, comentou que é indispensável que as clínicas e consultórios configurem, primordialmente, o número do estabelecimento como WhatsApp Business.


“Assim, novas possibilidades de automações, pagamentos e interações serão disponibilizadas”, justifica Ivini, que esclareceu ao vivo as principais dúvidas dos estabelecimentos de Saúde sobre a aplicação dos recursos.


Ivini Ferraz incentivou clínicas e consultórios a implementarem as ferramentas mais recentes do WhatsApp

Recursos da plataforma geram benefícios aos estabelecimentos e clientes

Diminuição no tempo de espera, disponibilidade de novos formatos para pagamento e facilidade no agendamento são os três ganhos iniciais com a estruturação do WhatsApp em clínicas e consultórios.


Esses primeiros passos rumo a inovação no atendimento, geram, consequentemente, a fidelização de pacientes e prospecção para a escalada de ganhos.


Após a leitura deste resumo sobre o webinar, aprofunde-se em outros conteúdos apresentados durante o evento. Preencha o formulário para rever a transmissão e compartilhe os insights com sua equipe de Atendimento.

Aplique os melhores recursos do WhatsApp no seu atendimento ao cliente

Clínicas e consultórios participam nesta quinta-feira, 17 de fevereiro, do webinar gratuito ‘Novidades do Atendimento WhatsApp’. Em parceria com a Players School, o SindHosp realiza o evento para incentivar serviços de saúde a otimizarem processos, implementarem novos recursos para pagamentos e ainda, oferecerem um atendimento personalizado ao cliente através das ferramentas mais recentes do WhatsApp.


O conteúdo do webinar será ministrado pela CEO da Players, Ivini Ferraz, que apresentará as últimas atualizações do aplicativo de mensagens e irá orientar equipes de Atendimento a implementarem em suas rotinas de trabalho ações práticas, que refletem na redução do tempo de espera, satisfação do paciente e escalada de ganhos.


Modera o evento, o CEO do SindHosp, Ricardo Bachert, que direcionará as dúvidas dos espectadores à palestrante, para esclarecimento ao vivo de questões sobre o uso do WhatsApp.


A transmissão do evento acontecerá pela Hospitalar Hub, das 15h às 16h30.


Cai a ocupação de leitos de UTI Covid-19 nos hospitais

A ocupação de leitos de UTI para pacientes Covid-19 caiu nos últimos 20 dias. Na nova pesquisa SindHosp realizada entre os dias 1 a 9 de fevereiro, apenas 11% dos hospitais relataram ocupação de 81% a 100% de sua UTI Covid. Enquanto na pesquisa anterior, realizada de 12 a 19 janeiro, 39% dos hospitais relatavam ocupação de 81% a 100%, indicando uma desaceleração das infecções graves por Covid-19.


Levantamento aponta queda na ocupação de leitos em UTI

A pesquisa do SindHosp ouviu 72 hospitais (25% na capital e 75% no interior) que dispõem de 8.972 leitos, sendo disponibilizados para Covid 1.907 leitos, sendo 52 pediátricos,644 de UTI e 1.211 leitos clínicos. Mas 95% dos hospitais relatam capacidade de aumento de leitos para Covid caso haja necessidade.


Atendimento de urgência

Os atendimentos de urgência para pacientes com suspeita de Covid-19 continuam crescendo. Para 51% dos hospitais o aumento do atendimento emergencial foi de até 20% e para 34% dos hospitais variou entre 21% e 40% esse crescimento nos últimos 15 dias.


Esse aumento nos atendimentos de urgência tem gerado espera de 1 hora em 51% dos hospitais e de 2 a 3 horas em 32% dos serviços de saúde.


Para o médico Francisco Balestrin, presidente do SindHosp, a diminuição das internações em UTI e o contínuo aumento dos atendimentos de urgência nos prontos-socorros podem indicar que a contaminação dos pacientes tem ocorrido de forma mais leve em decorrência da vacinação em massa. 


“Mas alertamos que o período de carnaval, com a decretação de ponto facultativo, pode propiciar aglomerações e reiniciar uma nova onda de infecções”, destaca. O médico frisa a necessidade de se evitar aglomerações e o uso contínuo de máscara e lavagem de mãos.


Faixa etária dos pacientes

Pacientes internados em leitos de UTI têm entre 60 e 79 anos em 76% dos hospitais enquanto nos leitos clínicos 41% dos hospitais registram também pessoas de 60 a 79 anos.


Maiores problemas

Questionados sobre os maiores problemas encontrados no atendimento hospitalar, 67% dos hospitais indicaram o afastamento de profissionais da equipe multiprofissional e de médicos por problemas de saúde e 21% relataram que o grande problema refere-se ao aumento do atendimento de urgência/emergência maior que a capacidade do hospital.


Cancelamento de cirurgias eletivas

Mesmo com a ocupação de UTIs em baixa, 40% dos hospitais informam que estão cancelando de 21% a 40% das cirurgias eletivas e 36% dos estabelecimentos de saúde estão com cancelamento de até 20%.


Aumento do atendimento de consultas on-line

35% dos hospitais relatam aumento das consultas on-line em mais de 60% enquanto 27% deles registram aumento dos atendimentos online de 21% a 40%.

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