Sindhosp

Josiane Mota

Regional Sorocaba recebe gerente de Operações da FEHOESP

A situação da saúde na região metropolitana de Sorocaba, que hoje conta com 60 municípios, foi tema de encontro entre o representante da regional Sorocaba do SINDHOSP, Nilson Tsukamoto, e o gerente de oOerações Regionais da FEHOESP, Erik von Eye. A visita, que ocorreu em 20 de agosto, debateu o déficit de leitos da região, a saúde mental e a falta de reajustes da tabela SUS.

Além disso, foram firmadas as datas dos próximos cursos com realização do Instituto de Ensino e Pesquisa na Área da Saúde (IEPAS). O primeiro acontece já no próximo mês abordando “10 passos para um faturamento eficaz”. Em outubro, acontece o curso “Atendimento com visão humanizada”.

Neste segundo semestre todas as regionais do SINDHOSP e sindicatos afiliados da FEHOESP receberão a visita de von Eye para o alinhamento de diretrizes e ações em prol do setor.

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93% da população está insatisfeita com a saúde pública e privada

Os serviços públicos e privados de saúde no Brasil são péssimos, ruins ou regulares para 93% dos eleitores brasileiros. A sensação também é de insatisfação em relação ao Sistema Único de Saúde (SUS), segundo 87% da população. Essa avaliação considerada negativa pelos pesquisadores integra pesquisa inédita realizada pelo Instituto Datafolha a pedido do Conselho Federal de Medicina (CFM) e da Associação Paulista de Medicina (APM). Estas e outras informações foram divulgadas nessa terça-feira (19), durante coletiva à imprensa, em Brasília.
 
“Trata-se de um censo que confirma o que os médicos já veem denunciando há muito tempo: a saúde não é uma prioridade de governo. O grau de insatisfação é emblemático e aponta o desejo da população por mudanças profundas na condução dos rumos do país. Essa pesquisa deve gerar a reflexão na sociedade sobre os caminhos a se tomar”, afirmou o presidente do CFM, Roberto Luiz d’Ávila.
 
Metodologia
De acordo com o inquérito, a saúde no Brasil é apontada como a área de maior importância para 87% brasileiros e é também indicada por 57% como tema que deveria ser tratado como prioridade pelo governo federal. A abrangência do estudo foi nacional, incluindo regiões metropolitanas e cidades do interior de diferentes portes, moradores nas cinco Regiões do país. Foram ouvidas 2.418 pessoas – 60% delas residentes no interior – entre os dias 3 a 10 de junho, homens e mulheres com idade superior a 16 anos.
 
Outras áreas como educação (18%) e combate à corrupção (8%) também aparecem com alto nível de prioridade para a população. Contudo, a distância delas para a saúde é significativa. Entre os outros temas citados pelos entrevistados constam segurança (7%), combate ao desemprego (4%) e moradia (3%). Temas como combate à inflação, meio ambiente e transporte despontam com menor grau de prioridade, com menos de 1% na pesquisa.
 
SUS de difícil acesso e de má qualidade
A pesquisa realizada pelo Datafolha apontou ainda que todos os aspectos do atendimento do SUS têm imagem insatisfatória entre a população brasileira. Os pontos mais críticos estão relacionados ao acesso e ao tempo de espera para atendimento. Mais da metade dos entrevistados que buscaram acesso no SUS relataram ser difícil ou muito difícil conseguir o serviço pretendido, especialmente cirurgias, atendimento domiciliar e procedimentos específicos, como hemodiálise e quimioterapia.
 
Sobre a qualidade dos serviços, 70% dos que buscaram o SUS disseram estar insatisfeitos e atribuíram avaliações que variam de péssimo a regular. A percepção mais negativa está relacionada ao atendimento nas urgências e emergências e nos prontos-socorros. Juntamente com as Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), estes setores têm se configurado como a principal ‘porta de entrada’ para o SUS. Homens com idade de 25 a 39 anos, com nível superior e moradores das regiões Norte e Centro-Oeste são os que pior avaliam os serviços públicos.
 
Fila de espera
O tempo aguardado para ser atendido ou agendar uma consulta, exame, internação, cirurgia ou outro procedimento também é um gargalo para o SUS. Entre os 2.418 entrevistados da Pesquisa do Datafolha, pelo menos 30% declararam estar aguardando ou ter alguém na família aguardando a marcação ou realização de algum procedimento pelo SUS. Até mesmo pessoas que possuem planos de saúde, 22% deles, disseram aguardam algum tipo de atendimento pela rede pública.
 
Mas apesar desse percentual, isso não significa inexistência de queixas ou facilidade no acesso ao procedimento diagnosticado. Só dois entre cada dez entrevistados conseguiram ser atendidos em até um mês no seu pedido de consulta, exame, internação, cirurgia ou procedimento específico (quimioterapia ou hemodiálise, por exemplo). Para quase metade da população esse tempo é ainda maior, podendo chegar a seis meses. O mais grave é que uma parcela significativa da população (29%) aguarda há mais de seis meses para ter seu pedido atendido, sendo que mais da metade desse grupo relata estar na fila de espera há mais de um ano.
 
As maiores taxas de pessoas que estão aguardando estão entre as mulheres de idade intermediárias (25 a 55 anos), de escolaridade fundamental, nos segmentos de classe menos favorecidos e residentes no Sudeste e nas regiões metropolitanas.
 
Falta de infraestrutura no SUS
“Essa sobrecarga no atendimento de urgência e emergência acentua a visão negativa sobre o SUS e demonstra a total falta de gestão e regulação do sistema. É ali que, diariamente, pacientes e médicos e outros profissionais de saúde constatam o abandono deste serviço público que, para muitos, é a única alternativa”, afirmou Roberto d’Avila. Parcela significativa dessa percepção ruim decorre da ausência de medidas que assegurem o bom funcionamento dos serviços, lembrou o presidente, para quem a desativação de milhares de leitos públicos nos últimos anos tem colocado médicos pacientes em “sacrifício”.
 
De acordo com dados apurados pelo CFM junto ao Cadastro Nacional de Estabelecimentos em Saúde (CNES), do Ministério da Saúde, quase 13 mil leitos foram desativados na rede pública de saúde entre janeiro de 2010 e julho de 2013. O número passou de 361 mil para 348 mil leitos. As especialidades mais atingidas com o corte foram a psiquiatria (-7.499 leitos), pediatria (-5.992), a obstetrícia (-3.431) e cirurgia geral (-340).
 
Em números absolutos, os Estados das regiões Sudeste e Nordeste foram os que mais sofreram redução no período. Só no Rio de Janeiro, por exemplo, 4.621 leitos foram desativados. Na sequência, Minas Gerais (-1.443 leitos) e São Paulo (-1.315). No Nordeste, foi no Maranhão o maior corte (-1.181). Entre as capitais, foram os fluminenses os que mais perderam leitos na rede pública (-1.113), seguidos pelos fortalezenses (-467) e curitibanos (-325).
 
Falta dinheiro e gestão de qualidade
As avaliações negativas não se restringem à atividade fim do sistema de saúde (atendimento). Há críticas também à gestão e ao financiamento do SUS. De acordo com a pesquisa, para a maioria da populaç&ati

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Gestão de custos é tema de evento em São Paulo

Não é de hoje que os custos são as maiores preocupações do ambiente hospitalar. Para os administradores de saúde o tema passou a ocupar um papel decisivo em suas gestões. Pensando nisso, o grupo Next Business Mídia, com apoio do SINDHOSP, da FEHOESP e das principais entidades de saúde, organizou o Health Costs Summit, evento que põe em cheque as principais dúvidas e necessidades do setor. Divido em dois dias (19 e 20 de agosto), o foco principal foi a gestão de forma rentável e sustentável, permeando a cultura das organizações.

Com palestras, debates, casos práticos e conferências, o evento reuniu os players do setor em prol da estruturação, implantação e incorporação de uma gestão de custos ligados a tecnologia, eficiência e pro atividade. Destaque do primeiro dia, o debate “Custos x Qualidade – Potencialize sua rentabilidade de maneira sustentável” chamou a atenção pelos exemplos apresentados. Claudia Laselva, gerente de pacientes internados do Hospital Albert Einstein; Horácio Fernandes, diretor administrativo financeiro do Hospital de Criança de Brasília e Carla Assis, coordenadora de qualidade do Hospital Santa Marcelina Vasconcelos, trouxeram o dia-a-dia de suas gestões.

“O mais importante exemplo que queremos deixar é a capacidade de redução de custos através da diminuição do tempo de internação do paciente”, afirmou Claudia, no início do painel. “Com uma gestão participativa e pensante em prol da administração do hospital, conseguimos transformar nosso atendimento e consequentemente reduzir os custos com gastos desnecessários. Além disso, temos como dado hoje que mais ou menos 5% dos leitos estão sendo ocupados de forma errônea”, acrescentou. “É fundamental que o médico nos passe uma previsão de alta do paciente para que possamos manter o controle sob os procedimentos realizados”.

“No caso de um hospital com convênios OSS, como o nosso, é ainda mais importante estar de olho na gestão de custos. Já começamos nosso mês com um orçamento programado e depois é nosso dever prestar contas com bons resultados”, explicou Horácio. “Graças a uma boa administração estamos conseguindo, inclusive, expandir o nosso atendimento e aumentar o número de crianças e adolescentes que passam pelo hospital”, conclui.

O segundo dia de evento aborda a gestão na saúde suplementar e os desafios e oportunidades para o futuro na saúde. Entre os convidados, representantes do Rede D’Or, Hospital Samaritano e da Associação Nacional das Administradoras de Benefícios (ANAB) como destaque.

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Presidente do IEPAS recebe homenagem da ANF

Em cerimônia realizada no auditório Paulo Kobayashi, da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp), na noite do dia 15 de agosto, o presidente do IEPAS e diretor da FEHOESP e SINDHOSP, José Carlos Barbério, foi um dos homenageados na cerimônia que celebrou os 77 anos da Academia Nacional de Farmácia (ANF).

Na oportunidade, foram outorgadas com a Medalha Jubileu 75 anos da ANF 19 autoridades da área da saúde e profissionais farmacêuticos de grande destaque no cenário nacional. Barbério, emocionado, recebeu o carinho dos amigos e familiares e disse ser a homenagem “reflexo de uma vida de dedicação à saúde, sem nunca tê-la deixado de lado”.

Além da medalha, o presidente do Instituto também foi homenageado pela palestrante e ex-reitora da Universidade de São Paulo (USP), Suely Vilela, que encerrou sua palestra “As perspectivas das ciências farmacêuticas” com uma citação de Barbério, feita há nove anos na Semana Farmacêutica, na USP, quando se comemorava os 40 anos de ensino em Ciências Farmacêuticas:

“… E esse destino se continua; em que pesem novos desafios e novas dificuldades, a capacidade de entender o momento e readaptar-se às condições conjunturais, sem perder o seu eixo, parece ser o que de mais profundo podemos fixar em nosso espírito."

Encerrando a cerimônia, ocorreu o lançamento do livro “Academia Nacional de Farmácia – 75 anos de história”.

Também estiverem presentes ao evento o presidente da FEHOESP e do SINDHOSP, Yussif Ali Mere Junior, o diretor das duas entidades, Luiz Fernando Ferrari Neto, e o presidente da Confederação Nacional da Saúde (CNS), Tércio Egon Paulo Kasten.

Confira a galeria de fotos do evento aqui.

Fonte: SINDHOSP
 

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Diretor do SINDHOSP é homenageado pela ANF

Em cerimônia realizada no auditório Paulo Kobayashi, da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp), na noite no dia 15 de agosto, o diretor do SINDHOSP e da FEHOESP e presidente do IEPAS, José Carlos Barbério, foi um dos homenageados na cerimônia que celebrou os 77 anos da Academia Nacional de Farmácia (ANF).
 
Na oportunidade, foram outorgadas com a Medalha Jubileu 75 anos da ANF 19 autoridades da área da saúde e profissionais farmacêuticos de grande destaque no cenário nacional. Barbério, emocionado, recebeu o carinho dos amigos e familiares e disse ser a homenagem “reflexo de uma vida de dedicação à saúde, sem nunca tê-la deixado de lado”.
 
Além da medalha, o diretor do SINDHOSP também foi homenageado pela palestrante e ex-reitora da Universidade de São Paulo (USP), Suely Vilela, que encerrou sua palestra “As perspectivas das ciências farmacêuticas” com uma citação de Barbério, feita há nove anos na Semana Farmacêutica, na USP, quando se comemorava os 40 anos de ensino em Ciências Farmacêuticas: 
 
“… E esse destino se continua; em que pesem novos desafios e novas dificuldades, a capacidade de entender o momento e readaptar-se às condições conjunturais, sem perder o seu eixo, parece ser o que de mais profundo podemos fixar em nosso espírito." 
 
Encerrando a cerimônia, ocorreu o lançamento do livro “Academia Nacional de Farmácia – 75 anos de história”.
 
Também estiverem presentes ao evento o presidente do SINDHOSP e da FEHOESP, Yussif Ali Mere Jr, o diretor das duas entidades, Luiz Fernando Ferrari Neto, e o presidente da Confederação Nacional da Saúde (CNS), Tércio Egon Paulo Kasten.
 
 
 
 

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Exercício e fiscalização das atividades farmacêuticas

Divulgamos a lei nº 13.021, de 8 de agosto de 2014 que dispõe sobre o exercício e a fiscalização das atividades farmacêuticas.
 
A lei define farmácia como unidade de prestação de serviços destinada a prestar assistência farmacêutica, assistência à saúde e orientação sanitária individual e coletiva. 
 
Os estabelecimentos são classificados em farmácia sem manipulação ou drogaria e farmácia com manipulação.
 
Agora é obrigatória a presença permanente de um farmacêutico, tecnicamente habilitado e exclusivo, durante todo o horário de funcionamento do estabelecimento, com exceção dos dispensários de medicamentos que possuam até 49 leitos.
 
Além disso, a farmácia hospitalar deverá ter alvará de funcionamento individual, com a indicação do farmacêutico responsável técnico perante a Vigilância Sanitária.
 
Informamos, ainda, que a Medida Provisória 653, de 8/8/2014, alterou a lei nº 13.021/2014, para prever que as farmácias enquadradas como microempresas e empresas de pequeno porte, deverão observar o disposto no artigo 15 da lei nº 5.991, de 17/12/1973, ou seja, poderão funcionar sob a responsabilidade de técnico em farmácia. Os dispositivos da lei complementar nº 123, de 2006, citados na Medida Provisória acima mencionada, dizem respeito ao tratamento diferenciado que deve ser dado à micro e pequenas empresas, quando da implantação de novas exigências. O artigo 15, da Lei nº 5.991, de 1973, assim estabelece: 
 
Lei nº 5.991, de 1973
 
“Art. 15 – A farmácia e a drogaria terão, obrigatoriamente, a assistência de técnico responsável, inscrito no Conselho Regional de Farmácia, na forma da lei.
§ 1º – A presença do técnico responsável será obrigatória durante todo o horário de funcionamento do estabelecimento.
§ 2º – Os estabelecimentos de que trata este artigo poderão manter técnico responsável substituto, para os casos de impedimento ou ausência do titular.
§ 3º – Em razão do interesse público, caracterizada a necessidade da existência de farmácia ou drogaria, e na falta do farmacêutico, o órgão sanitário de fiscalização local licenciará os estabelecimentos sob a responsabilidade técnica de prático de farmácia, oficial de farmácia ou outro, igualmente inscrito no Conselho Regional de Farmácia, na forma da lei.”
 
O Diário Oficial da União, de 14/08/2014, publicou a Deliberação nº 118, de 10 de março de 2014, do Conselho Federal de Farmácia, que fixa os critérios a assunção de múltiplas responsabilidades técnicas, permitindo a dupla responsabilidade técnica, desde que exista compatibilidade de horários, nos seguintes casos: Drogaria e Farmácia Hospitalar; Drogaria e Farmácia de Manipulação;  Farmácia de Manipulação e Farmácia Hospitalar; Farmácia Hospitalar e Laboratório de Análises Clínicas; Drogaria e Laboratório de Análises Clínicas; Farmácia de Manipulação e Laboratório de Análises Clínicas; Laboratório de Análises Clínicas e Posto de Coleta; Drogaria e Drogaria; Unidades Básicas de Saúde nível 1 e nível 4.
 
A íntegra da legislação citada, segue abaixo:
 
Presidência da República
Casa Civil
Subchefia para Assuntos Jurídicos
LEI Nº 13.021, DE 8 AGOSTO DE 2014.
Dispõe sobre o exercício e a fiscalização das atividades farmacêuticas.
A PRESIDENTA DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: 
CAPÍTULO I
DISPOSIÇÕES PRELIMINARES 
Art. 1o  As disposições desta Lei regem as ações e serviços de assistência farmacêutica executados, isolada ou conjuntamente, em caráter permanente ou eventual, por pessoas físicas ou jurídicas de direito público ou privado. 
Art. 2o  Entende-se por assistência farmacêutica o conjunto de ações e de serviços que visem a assegurar a assistência terapêutica integral e a promoção, a proteção e a recuperação da saúde nos estabelecimentos públicos e privados que desempenhem atividades farmacêuticas, tendo o medicamento como insumo essencial e visando ao seu acesso e ao seu uso racional. 
Art. 3o  Farmácia é uma unidade de prestação de serviços destinada a prestar assistência farmacêutica, assistência à saúde e orientação sanitária individual e coletiva, na qual se processe a manipulação e/ou dispensação de medicamentos magistrais, oficinais, farmacopeicos ou industrializados, cosméticos, insumos farmacêuticos, produtos farmacêuticos e correlatos.  
Parágrafo único.  As farmácias serão classificadas segundo sua natureza como:  
I – farmácia sem manipulação ou drogaria: estabelecimento de dispensação e comércio de drogas, medicamentos, insumos farmacêuticos e correlatos em suas embalagens originais;  
II – farmácia com manipulação: estabelecimento de manipulação de fórmulas magistrais e oficinais, de comércio de drogas, medicamentos, insumos farmacêuticos e correlatos, compreendendo o de dispensação e o de atendimento privativo de unidade hospitalar ou de qualquer outra equivalente de assistência médica.  
Art. 4o  É responsabilidade do poder público assegurar a assistência farmacêutica, segundo os princípios e diretrizes do Sistema Único de Saúde, de universalidade, equidade e integralidade.  
CAPÍTULO II
DAS ATIVIDADES FARMACÊUTICAS 
Art. 5o  No âmbito da assistência farmacêutica, as farmácias de qualquer natureza requerem, obrigatoriamente, para seu funcionamento, a responsabilidade e a assistência técnica de farmacêutico habilitado na forma da lei. 
CAPÍTULO III
DOS ESTABELECIMENTOS FARMACÊUTICOS 
Seção I
Das Farmácias 
Art. 6o  Para o funcionamento das farmácias de qualquer natureza, exigem-se a aut

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Em encontro, lideranças discutem o futuro da saúde no Brasil

Pesquisas apontaram a saúde como a principal preocupação do brasileiro. Por um lado, os players da saúde afirmam que faltam recursos e que existe a real necessidade de reajuste dos valores pagos por procedimentos; por outro, há o Governo, que rebate a acusação dizendo que há má gestão para administrar os investimentos. Reunindo os principais líderes do setor, o Hospital Israelita Albert Einstein realizou, em 15 e 16 de agosto, o 1º Fórum de Líderes do Setor Saúde, com objetivo de debater as propostas para a saúde no Brasil. O evento, que também contou com a presença da grande imprensa, abordou temas como a judicialização, os desafios da saúde pública e suplementar, perspectivas globais, exemplos internacionais e o papel das agências reguladoras. O presidente do SINDHOSP e da FEHOESP, Yussif Ali Mere Jr, esteve presente no debate junto com o diretor das entidades, Luiz Fernando Ferrari Neto.
 
Durante a abertura do evento, Claudio Lottenberg, presidente do Einstein, ressaltou a importância de debates e troca de ideias entre os líderes, além de explorar experiências que deram certo em um processo de mudança. “Devemos guardar uma frase para este início de Fórum: a saúde não é um problema e sim uma solução. Nosso objetivo no momento é aproveitar a oportunidade de discutir a preocupação dos impactos populacionais, pensar na evolução da expectativa de vida e trabalhar na prevenção. O envelhecimento populacional e a longevidade infinita agora está em pauta e a incorporação tecnológica merece destaque. Importante também é discutirmos os bons resultados, o aprimoramento da qualidade na assistência, conciliando as visões sociais”.
 
Destaque internacional do primeiro dia de evento, o líder de políticas públicas e gestão da Universidade de Manchester, na Inglaterra, Kip Webb, afirmou que o sistema deve oferecer uma saúde além das necessidades do paciente. “O paciente nisso tudo tem um papel bastante passivo. O ideal para o Governo é Investir mais em prevenção, diagnóstico precoce, evitando a doença Importante também é a educação de que a saúde também é responsabilidade de cada um. Um exemplo: se evitamos tomar chuva, podemos evitar uma gripe, logo, também estou fazendo a minha parte para que a doença não venha. É essa a educação que o brasileiro poderia ter e que auxiliaria os hospitais a evitar contingente e gastos desnecessários”.
 
José Cechin, diretor executivo da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), acredita que o setor não pode ser tão otimista. “Não compartilho de otimismo na saúde neste momento. A realidade é que o cenário que temos não irá mudar em menos de algumas décadas. E isso, ainda por cima, se começarmos a mudança já, a partir de hoje. Para aproveitar melhor os investimentos, deveríamos aumentar a carga tributária, algo que a sociedade não aceita mais”, explicou. “Todos os aumentos da ANS são reclamados por estarem fora da inflação. São coisas diferentes: despesa de variação médica é uma coisa e inflação é outra. O Brasil não é único País a ter variações médicas mais altas do que a inflação geral do País. A despesa per capita com saúde na população humana sempre será mais alta do que a inflação por consumo geral.Despesas também variam por incorporação de tecnologia, substituição de itens de preços baixos por preços altos. Tecnologia é a solução, mas também é custo, principalmente quando ele chega como inovação, antes de iniciar o seu processo de declínio”.
 
O segundo dia do Fórum contou com a presença de Francisco Balestrin, presidente da Associação Nacional dos Hospitais Privados (Anahp); John McDonough, diretor da Harvard School of Public Health Leadership; Steve Brooks, líder de políticas públicas e gestão na Universidade de Manchester, Inglaterra; Reed Tuckson, presidente da American Telemedicine Association; e Ravi Ramamurti, diretor do Center for Emerging Markets da Northeastern University.
 
Mesa de Debates
 
Nos dois dias de evento foram realizadas mesas de debate entre os palestrantes, moderadas por jornalistas da área da saúde. Foram eles Claudia Collucci, repórter e colunista da Folha de S. Paulo; André Lahóz, diretor de redação da Revista Exame; Beth Koike, repórter do Valor Econômico; Cristiane Segatto, repórter especial e colunista da Revista Época; e Guilherme Batimarchi, editor-chefe da Revista Healthers. 
 

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ANS suspende venda de 123 planos de 28 operadoras

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) suspende a partir deste sábado (16/8) a comercialização de 123 planos de saúde de 28 operadoras por desrespeito aos prazos máximos de atendimento e por negativas indevidas de cobertura. Esse é o resultado do 10º ciclo do Monitoramento da Garantia de Atendimento, medida existente desde o final de 2011 que visa a solução ágil dos problemas de assistência ao beneficiário de plano de saúde. Há hoje 50,7 milhões de consumidores com planos de assistência médica e 21 milhões com planos exclusivamente odontológicos no país.
 
Em contrapartida, a ANS está autorizando a reativação no sábado de 104 planos de 34 operadoras que tinham a comercialização até então suspensa, já que houve comprovada melhoria no atendimento ao cidadão nos últimos três meses. Desde o início do programa, 991 planos de 141 operadoras já tiveram as vendas suspensas. A medida é aplicada com base nas reclamações recebidas nos canais de relacionamento da agência reguladora (Disque ANS, portal da ANS e 12 núcleos da ANS existentes nas cinco Regiões do país).
 
Neste 10º ciclo, foram recebidas 13.009 reclamações. A todas elas foi aplicada pela ANS a mediação de conflitos entre consumidores e operadoras de planos de saúde. O objetivo é a resolução das reclamações de origem assistencial em até cinco dias úteis pelas operadoras.
 
“Monitoramos de forma permanente as reclamações dos consumidores junto aos canais de relacionamento da ANS. Com a mediação de conflitos, estamos induzindo as operadoras a solucionar os problemas de forma ágil. Portanto, é fundamental que os consumidores relatem à Agência as dificuldades que não tiverem sido solucionadas por suas operadoras", ressalta o diretor-presidente da ANS, André Longo.
 
Detalhamento das medidas
O 10º ciclo de Monitoramento da Garantia de Atendimento reuniu reclamações recebidas na ANS de 19 de março a 18 de junho deste ano. Desde então, ocorre a análise e revisão das soluções aplicadas pelas operadoras e se elas atenderam de forma efetiva a demanda dos consumidores.
 
Das 28 operadoras com planos suspensos neste novo ciclo, 22 permanecem na lista – elas já tinham planos em suspensão no ciclo anterior. Ao todo, há 6 operadoras que não constavam na lista de suspensões e 5 que têm planos suspensos pela primeira vez. A medida é preventiva e perdura até a divulgação do 11º ciclo. É importante destacar que esta não é a única medida administrativa aplicada pela ANS às operadoras reclamadas, que também são multadas de R$ 80 mil a R$ 100 mil por cada caso de negativa indevida de cobertura ao consumidor.
 
Panorama no 10º ciclo
• 28 operadoras com planos suspensos
• 123 planos com comercialização suspensa
• 1,1 milhão de consumidores protegidos
• 104 planos reativados
• 13 operadoras com reativação total de planos
• 21 operadoras com reativação parcial de planos
 
 

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Parceria entre FEHOESP e Planisa oferece ferramenta para gestão de custos

Benefício é exclusivo para associados e contribuintes dos sindicatos filiados
 
O crescente aumento dos custos assistenciais no setor representa um grande desafio para os gestores em saúde. Fatores como escassez de recursos, falta de capacitação profissional e surgimento de novas tecnologias médicas são alguns exemplos que reforçam essa dificuldade.
 
Neste cenário, as organizações que não dispõem de informações estruturadas e de qualidade a respeito de seus custos, sofrem ainda mais, já que não há embasamento para as tomadas de decisão.
 
Pensando nisso, a FEHOESP está firmando uma parceria com a Planisa, empresa com mais de 25 anos de experiência no setor, a fim de proporcionar uma solução para gerenciamento de custos, voltada especialmente para estabelecimentos de pequeno e médio portes. “A ausência de um sistema de gestão de custos e a correspondente mensuração dos resultados impede condições mínimas para tomadas de decisão relativas à negociação de preços dos serviços, mudanças nas operações e avaliação de eventuais novos investimentos”, explica João Romitelli, diretor executivo da Planisa.
 
A ferramenta heCos (Health Costs Manager) promete auxiliar o gestor com base na geração de informações estratégicas e em seu compartilhamento entre instituições que utilizam a solução. É totalmente baseada em nuvem, o que garante alta escalabilidade e facilidade de acesso. Por meio dela, ainda, é possível apurar e conhecer gastos e receitas por centro de custo, formular de preços, negociar com convênios por meio das informações geradas, planejar, gerir e tomar decisões. “A solução nasce como um instrumento gerencial fundamentado na evidência e experiência de mais de 500 clientes, em um único produto com ampla extensão: gestão de custos, capacitação e benchmarking”, ressalta Romitelli.
 
Podem fazer parte da iniciativa estabelecimentos associados ou contribuintes dos sindicatos filiados à Federação: SINDHOSP, SINDRIBEIRÃO, SINDHOSPRU, SINDMOGIDASCRUZES, SINDSUZANO e SINDJUNDIAÍ. Serão formados grupos de no mínimo 20 estabelecimentos, que atuam como hospitais, casas de repouso, casas de saúde, clínicas especializadas e serviços de diagnósticos. 
 
Workshop
 
Como primeira ação da parceria entre FEHOESP e Planisa, será realizado, no dia 28 de agosto, no auditório do SINDHOSP, o workshop “Como viabilizar a Gestão Estratégica de Custos”, seguido de uma apresentação sobre o Projeto heCos.
 
O evento tem o objetivo de atualizar sobre os fundamentos da gestão estratégica de custos, indicando soluções inovadoras e bem-sucedidas em organizações de saúde de referência. 
 
Destinado a estabelecimentos associados ou contribuintes dos sindicatos filiados que se enquadram nas exigências do projeto, o workshop será ministrado por Afonso José de Matos, diretor-presidente da Planisa.
 
INSCRIÇÕES: http://goo.gl/UTLN4P

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Martha Oliveira é nomeada diretoria da ANS

A médica e Especialista em Regulação de Saúde Suplementar Martha Oliveira assumiu no último dia 13 de agosto, após ser nomeada pela presidente da República,  o cargo de diretora da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) para um mandato de três anos.
 
Servidora de carreira da ANS desde 2005, Martha havia ingressado na instituição no ano anterior como médica consultora. Em sua trajetória profissional na Agência, ocupou os cargos de chefe de Gabinete, assessora da Presidência e gerente-geral de Regulação Assistencial na Diretoria de Normas e Habilitação dos Produtos.
 
Em 4 de junho, Martha foi aprovada por unanimidade pela Comissão de Assuntos Sociais do Senado, com 15 votos a favor e nenhuma abstenção ou voto contrário. No dia 17 de julho, o Plenário do Senado também aprovou a indicação por 47 votos a 7, com uma abstenção.
 
Martha Oliveira assumirá a Diretoria de Desenvolvimento Setorial.
 

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