Sindhosp

Josiane Mota

Gestante dispensada sem justa causa vai receber indenização pela estabilidade

Na Vara do Trabalho de Pouso Alegre, a juíza Andréa Marinho Moreira Teixeira julgou o caso de uma empregada gestante que pediu para ser dispensada sem justa causa. E a empresa a atendeu, num procedimento totalmente irregular, fazendo um acordo com a trabalhadora, por meio do qual ela teria renunciado à garantia no emprego. Por isso, foi deferida a ela a indenização relativa ao período de estabilidade no emprego assegurada à gestante.

Segundo a magistrada, ambas as partes agiram em fraude ao FGTS, cujo saque não era devido, e também ao seguro-desemprego, pois a reclamante não tinha direito a esse benefício, já que sua intenção era mesmo se desligar da empresa. "E tudo com a conivência do sindicato", acrescentou a juíza. Assim, a ré dispensou a autora sem justa causa, mas nada lhe pagou (constando saldo zero no TRCT) e ainda, de forma fraudulenta, possibilitou a liberação do FGTS e do seguro-desemprego.

"O direito à estabilidade da gestante não é irrenunciável. A lei não pode impedir que a gestante, desinteressada em continuar a prestação de serviços, se desligue do trabalho por pedido de demissão. Seria absurdo obrigar alguém que não quer a trabalhar a não ser que se admitisse o trabalho forçado. Entretanto, o ADCT veda, expressamente, a dispensa sem justa causa da empregada gestante, desde a confirmação da gravidez até cinco meses após o parto. E, na verdade, o que prevaleceu foi a dispensa imotivada, com a rescisão do contrato de trabalho sem justa causa por iniciativa do empregador, como consta do TRCT. Foi isto que fez a ré, ilegalmente, devendo indenizar o período estabilitário, em proteção ao nascituro", registrou a julgadora.

Com base nesses fundamentos, a juíza sentenciante declarou nula a dispensa da reclamante, mas não determinou a reintegração pedida, já que a empresa informou preferir arcar com a indenização substitutiva. A empregadora foi, então, condenada ao pagamento de indenização do período estabilitário (compreendido entre a data da dispensa até cinco meses após o parto), 13º salário proporcional, férias proporcionais e FGTS com a multa de 40%. Constatada a fraude, determinou expedição de ofício ao Ministério Público do Trabalho para que tome as providências que julgar cabíveis. (00392-2014-075-03-00-7)

 

 

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Regional Santos recebe gerente de Operações da FEHOESP

A situação da saúde na região da baixada santista foi tema de encontro entre o coordenador da regional Santos do SINDHOSP, Alex Tavares, e o gerente de operações regionais da FEHOESP, Erik von Eye. A visita, que ocorreu em 4 de setembro, debateu a gestão hospitalar, os novos segmentos da saúde e também a judicialização do setor, além da visita ao Hospital São Lucas e da clínica Medicina Hiperbárica de Santos, associados ao sindicato.
 
Foram firmadas também as datas dos próximos cursos com realização do Instituto de Ensino e Pesquisa na Área da Saúde (IEPAS). O primeiro acontece já neste mês abordando “Competências Comportamentais”. No mês de outubro, acontece o curso “10 passos para um faturamento eficaz” e em novembro, na programação, “Faça seu cliente curtir seu atendimento”. 
 
Neste segundo semestre todas as regionais do SINDHOSP e sindicatos afiliados da FEHOESP receberão a visita de von Eye para o alinhamento de diretrizes e ações em prol do setor.
 

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Projeto Bússola inicia novo módulo

Vista como uma das grandes preocupações dos hospitais e clínicas de saúde, a atenção ao paciente/ cliente foi pauta do módulo 5 do Projeto Bússola, que acontece entre os dias 5 e 6 de setembro no auditório do SINDHOSP e nas dependências do Hotel Bourbon. O novo módulo faz parte da etapa 3 do projeto, que debate a capacitação e o desenvolvimento das gestões. 

Com a participação de dez clínicas, as avaliadoras da ONA, Audrey Ripple e Thaiana Santiago, apresentam um programa interativo e participativo, buscando a divisão de problemas e possíveis soluções entre os presentes. O Bússola é fruto de uma parceria inédita entre o SINDHOSP, a FEHOESP e a Organização Nacional de Acreditação (ONA), com realização do Instituto de Ensino e Pesquisa na Área da Saúde (IEPAS), que tem como objetivo auxiliar as clínicas médicas no processo de certificação de qualidade. 

Está prevista, até novembro deste ano, a realização de mais dois módulos desta fase: o apoio técnico, diagnóstico e terapêutico, em outubro, e o abastecimento e apoio logístico, finalizando 2014.

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Instituto FHC inicia ciclo de debates sobre o SUS

O modelo de financiamento do Sistema Único de Saúde (SUS), no Brasil, penaliza os estados e municípios e compromete, cada vez menos, o orçamento federal. Este foi o tom do primeiro seminário realizado pelo Instituto Fernando Henrique Cardoso (iFHC), em 28 de agosto, sobre os desafios à gestão da saúde no Brasil. O próximo será em 16 de setembro, com novos palestrantes. 
 
O presidente da Fehoesp e do Sindhosp, Yussif Ali Mere Jr, esteve na plateia, entre os convidados.
 
Para o economista do Banco Mundial, André Médici, o Brasil é um dos países que menos gasta com saúde no mundo. Em contrapartida, as famílias destinam uma fatia importante de suas rendas para gastos com remédios, médicos e exames. “Os gastos privados com saúde, no Brasil, são comparáveis aos dos Estados Unidos e Europa. Mas nos gastos públicos são os menores do mundo. No total não chegamos a 8% do PIB”, afirmou. 
 
Segundo o Índice Bloomberg de Eficiência em Saúde, destacado por Médici, o Brasil ocupa o último lugar de uma lista de 48 países, em que se compara expectativa de vida ao nascer, gasto anual da saúde no PIB e gasto per capita em saúde. “O Brasil está na zona de ineficiência”, definiu.
 
Um dos problemas para esta ineficiência é, sem dúvida, o financiamento. Não apenas pela quantidade de recursos, mas também pela maneira como eles são administrados. “Temos um sistema fragmentado. Seria necessária maior integração para evitar desperdícios, duplicação e descoordenação. Temos um sistema não hierarquizado. Deveríamos ter atenção primária como ponto de entrada. Hoje uma pessoa tem uma dor de cabeça, vai para o hospital e tem acesso ao atendimento”, exemplificou. 
 
Segundo Médici, a escolha do governo em vincular o repasse dos recursos da Saúde com o crescimento do PIB é perigosa. “Podemos ter diminuição de recursos, uma vez que o PIB pode ter uma variação negativa este ano”. 
 
Para o também economista José Roberto Afonso, a percepção popular de que algo está errado é correta. Segundo ele, o brasileiro desaprova a saúde e os impostos. “O governo federal tem sua arrecadação crescendo cada vez mais, mas o seu gasto em saúde é cada vez menor. Precisamos discutir os gastos atrelados à receita. E analisa-los: a maioria do crescimento dos gastos públicos, nos últimos anos, tem sido com transferência de renda. No Bolsa Família ninguém mexe, não tem vinculação e virou prioridade política. E o governo federal virou pagador de benefícios, ao invés de ser provedor de serviços”, disse. 
 
Januário Montone. que foi secretário de saúde de São Paulo, mostrou preocupação com os gastos crescentes dos municípios com a saúde. “Hoje eles gastam em média 22%. Desse jeito, vão começar a devolver a gestão plena, e os estados não estão preparados para esta inversão”. 
 
O próximo encontro será em 16 de setembro de 2014 (quinta-feira), das 16h30 às 19h, também na Fundação iFHC – Rua Formosa, nº 367, 6º andar, Centro – São Paulo/SP. Os palestrantes convidados para esta segunda rodada são Gonzalo Vecina Neto, superintendente do Hospital Sírio Libanês, e Paulo Modesto, presidente do Instituto Brasileiro de Direito Público.

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Autorizados 39 novos cursos de medicina

O governo federal autorizou, no dia 4 de setembro (4), a criação de 39 novos cursos de medicina, 14 deles em municípios de do Estado de São Paulo – Cubatão, Jaú, Mauá, Osasco, Limeira, Guarujá, Guarulhos, Araçatuba, Araras, Bauru, Piracicaba, Rio Claro, São Bernardo do Campo e São José dos Campos. São cidades com 70 mil habitantes ou mais e não têm curso superior para graduação de médicos. A iniciativa faz parte da estratégia do programa Mais Médicos de expansão da formação no país. 
 
Segundo o Ministério da Saúde, as oportunidades de formação em medicina que serão criadas fazem parte de ações estruturantes. Na seleção das 39 cidades, o Ministério da Educação (MEC) levou em conta a necessidade do curso, a estrutura da rede de saúde para realização das atividades práticas e a capacidade para abertura de residência médica. Os municípios selecionados estão em regiões metropolitanas e no interior, nenhum deles é capital. Outras sete cidades com o mesmo perfil terão prazo de seis meses para fazerem as adequações recomendadas na rede pública de saúde para habilitação dos novos cursos. É o caso de Pindamonhangaba e Indaiatuba, em São Paulo.
 
Para o ministro da Saúde, Arthur Chioro, o programa Mais Médicos efetivamente está garantindo mais acesso, qualidade e mais humanização no atendimento. Segundo ele, a pesquisa feita com a população confirma que aqueles que usam o programa, na periferia de grandes cidades, no interior do país, na Floresta Amazônica, no sertão nordestino, estão muito satisfeitos com o médico. 
 
“O Mais Médicos prevê que o Brasil passe a ter mais cursos de medicina. O nosso objetivo é ofertar cursos de qualidade, para isso precisamos de planejamento e é o que estamos fazendo com esse edital para novos cursos. Estamos invertendo o processo que era feito antes. Agora, primeiro definimos quais as regiões devem receber para que a estrutura seja preparada para receber o ensino de qualidade”, afirmou o ministro da Educação, Henrique Paim, em nota.  
 
Atualmente, o Brasil conta com 21.674 vagas autorizadas para cursos de medicina. Deste total, 11.269 estão no interior e 10.045 em capitais. Essa distribuição já é resultado do processo de interiorização do ensino superior adotado pelo governo federal. Até 2012, predominava a oferta de vagas nas capitais, que tinham 8.911, enquanto no interior havia 8.772 vagas disponíveis.
 
 
 

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Happy hour encerra atividades dos Congressos IEPAS

A noite de 2 de setembro, terça-feira, foi marcada pela descontração e pela confraternização entre amigos, em happy hour no charmoso bar Skye, no Hotel Unique, na capital paulista. O evento celebrou o encerramento das atividades do IEPAS Congressos 2014. 
 
Entre os convidados, estiveram os membros das Comissões Científicas dos Congressos, que participam ativamente, durante todo o período pré-congresso, na elaboração do conteúdo programático dos eventos. Também compareceram o presidente do IEPAS, José Carlos Barbério, e o mais novo superintendente do Instituto, Marcelo Gratão, o presidente da Fehoesp e do Sindhosp, Yussif Ali Meri Jr, o diretor da Fehoesp e do Sindhosp, Luiz Fernando Ferrari Neto.
 
Realizados em maio, durante a Feira Hospitalar, os congressos reuniram cerca de 300 congressistas, para o debate de temas fundamentais para a sustentabilidade do setor de clínicas, laboratórios e hospitais. Foram organizados e realizados pela Confederação Nacional de Saúde (CNS), a Federação Nacional dos Estabelecimentos de Serviços de Saúde (FENAESS), o Sindicato dos Hospitais, Clínicas e Laboratórios do Estado de São Paulo (SINDHOSP), a Hospitalar Feira + Fórum e o Instituto de Ensino e Pesquisa na Área da Saúde (IEPAS).
 
Os Congressos se dividiram em dois eventos específicos entre os dias 21 e 22 de maio. O 9º Congresso Brasileiro de Gestão em Clínicas de Serviços de Saúde debateu a importância visão empreendedora, a excelência da gestão para o mercado consumidor, meritocracia e o impacto da cultura organizacional nos resultados de uma empresa. Já 8º Congresso Brasileiro de Gestão em Laboratórios Clínicos mostrou ao público, entre outros assuntos, a necessidade de um pensamento no futuro, haja vista o envelhecimento populacional e a importância da qualificação no atendimento ao idoso.
 
Confira a galeria de foto clicando aqui.
 
(Por Aline Moura)

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Senado aprova projeto que libera inibidores de apetite

O Senado aprovou o projeto que libera a produção e venda de inibidores de apetite no Brasil. Os senadores aprovaram um projeto de decreto legislativo que susta a proibição imposta pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aos medicamentos em 2011.Esse tipo de projeto, diferentemente das leis, não precisa receber sanção presidencial para entrar em vigor. Precisa apenas ser promulgado pelo presidente do Congresso, Renan Calheiros (PMDB-AL), na próxima reunião conjunta da Câmara e do Senado.
 
O autor da proposta é o deputado federal Beto Albuquerque (PSB-RS), que é candidato a vice-presidente da República na chapa de Marina Silva.Na justificativa do texto, Albuquerque argumentou que a liberação dos inibidores de apetite é importante para o tratamento da obesidade e de doenças correlatas. Para ele, em muitos casos, apenas dietas e exercícios não produzem bons resultados no tratamento.
 
De acordo com Beto Albuquerque, "a proibição da produção e comercialização dos medicamentos anorexígenos anfepramona, femproporex e mazindol e a permissão altamente restritiva para o uso da sibutramina causaram grande insatisfação entre a classe médica, constituindo-se num retrocesso ao tratamento dos obesos no País".
 

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Sinttarcre e SINDHOSP firmam acordo

O SINDHOSP informa que firmou Convenção Coletiva de Trabalho com o Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos de Serviços de Saúde de Campinas e Região, para o período de 1º de junho de 2014 a 31 de maio de 2015.

Vejas as principais cláusulas do acordo

CLÁUSULA 1ª – REAJUSTE SALARIAL:

Os salários dos empregados abrangidos por essa norma coletiva serão reajustados, mediante a aplicação dos mesmos critérios e percentuais de reajustamento salarial eventualmente previstos na norma coletiva referente à Categoria Preponderante, nas respectivas empresas quando existentes, e, em vigência em 1º/8/2014.

Parágrafo 1º –Serão compensadas todas as antecipações legais, convencionais ou espontâneas concedidas no período revisando, sendo igualmente adotados os critérios de compensações estabelecidas na categoria preponderante.

Parágrafo 2º –As diferenças salariais oriundas da presente Norma Coletiva de Trabalho poderão ser pagas, sem qualquer tipo de multa ou acréscimo, conjuntamente com a primeira folha de pagamento já reajustada, após a assinatura da CCT.

 

CLÁUSULA 2ª – PISO SALARIAL

Aos empregados admitidos a partir de 1º/8/2014, ficam estabelecidos os seguintes salários de ingresso, sendo que nenhum funcionário poderá perceber salário inferior ao ora fixado:

 

AGOSTO/2014

TÉCNÓLOGO EM RADIOLOGIA

R$ 1.712,00

TÉCNICOS EM RADIOLOGIA

R$ 1.498,00

AUXILIARES EM RADIOLOGIA

R$  750,00

Parágrafo 1º –O adicional de insalubridade previsto na lei nº 7.394/85 de 29/10/1985 e de Decreto nº 92.790 de 17/6/1986 terá como base de cálculo o salário normativo acima estabelecido.

Parágrafo 2º –Sobre os pisos acima transcritos, não haverá o reajuste da cláusula 1ª acima de reajuste salarial.

 

CLÁUSULA 3ª –JORNADA DE TRABALHO:

A jornada de trabalho da categoria será a fixada na legislação vigente – lei nº 7.394/85.

CLÁUSULA 4ª – DAS CONTRIBUIÇÕES DEVIDAS AO SINDICATO PROFISSIONAL:

a) CONTRIBUIÇÃO SINDICAL: (Artigos 579, 580, I e 582, da CLT);

b) CONTRIBUIÇÃO ASSISTENCIAL:

As empresas descontarão de seus empregados, integrantes da Categoria Profissional (tecnólogos, técnicos e auxiliares de radiologia) beneficiados pela presente norma coletiva de trabalho e representados pelo Sindicato Suscitante SINTTARCRE, sejam sindicalizados ou não, a favor do SINTTARCRE, a Contribuição Assistencial relativa ao exercício de 2014, no percentual total de 11% (onze por cento), dividido em 11 parcelas, da seguinte forma: 1% (um por cento) no mês de agosto/2014, 1% (um por cento) no mês de setembro/2014, 1% (um por cento) no mês de outubro/2014, 1% (um por cento) no mês de novembro/2014, 1% (um por cento) no mês de dezembro/2014 1% (um por cento), no mês de janeiro/2015, 1% (um por cento) no mês de fevereiro/2015, 1% (um por cento) no mês de março/2015, 1% (um por cento) no mês de maio/2015, 1% (um por cento) no mês de junho/2015, e; 1% (um por cento) no mês de julho/2015.

Parágrafo 1º –Os montantes dos descontos assistenciais deverão ser recolhidos respectivamente, até o dia 10 de cada mês subsequente ao vencido, a partir de 10 de setembro/2014, em conta vinculada junto à Caixa Econômica Federal em favor do Sindicato Suscitante SINTTARCRE, tudo conforme GR (Guia de Recolhimento) a ser expedida pelo Sindicato, nas mencionadas épocas, podendo os recolhimentos serem efetuados diretamente no Sindicato.

Parágrafo 2º –A falta do recolhimento nos prazos estabelecidos acarretará acréscimo de 2% (dois por cento) e juros de 1% (um por cento) ao mês e atualização monetária na forma da lei, a serem suportados pelo empregador em favor do Sindicato Profissional.

Parágrafo 3º –Fica garantido, outrossim, o direito de oposição do trabalhador, manifestada a qualquer tempo, pessoalmente ou através de correspondência, com cópia para a empresa, perante o Sindicato Suscitante SINTTARCRE.

CLÁUSULA 44 – VIGÊNCIA:

A vigência da presente Convenção Coletiva de Trabalho terá vigência de 1 (um) ano, com início a partir de 1º de agosto de 2014 e término em 30 de julho de 2015, para todas as cláusulas.

A íntegra da Convenção Coletiva de Trabalho encontra-se à disposição dos interessados no site do SINDHOSP, www.sindhosp.com.br, ícone convenções coletivas de trabalho.

 

São Paulo, 3 de setembro de 2014

 

Yussif Ali Mere Jr.

Presidente

 

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Base Territorial:Aguaí, Águas da Prata, Águas de Lindóia, Águas de São Pedro, Americana, Amparo, Analândia, Araras, Artur Nogueira, Atibaia, Bom Jesus dos Perdões, Bragança Paulista, Brotas, Cabreúva, Caconde, Campinas, Campo Limpo Paulista, Capivari, Casa Branca, Charqueada, Conchal, Cordeirópolis, Corumbataí, Cosmópolis, Divinolândia, Elias Fausto, Engenheiro Coelho, Espírito Santo do Pinhal, Estiva Gerbi, Holambra, Hortolândia, Indaiatuba, Ipeúna, Iracemápolis, Itapira, Itatiba, Itirapina, Itobi, Itupeva, Jaguariúna, Jarinu, Joanópolis, Jundiaí, Leme, Limeira, Lindóia, Louveira, Mococa, Mogi Guaçu, Mogi Mirim, Mombuca, Monte Alegre do

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Novos diretores da ANS tomam posse

Em cerimônia realizada no dia 1º de setembro, no Rio de Janeiro, o ministro da Saúde, Arthur Chioro, deu posse  aos três novos diretores da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS): José Carlos de Souza Abrahão (diretor de Gestão), Martha Oliveira (diretora de Desenvolvimento Setorial) e Simone Sanches Freire (diretora de Fiscalização).
 
A mesa de autoridades contou com a presença dos demais diretores da ANS: André Longo (diretor-presidente) e Leandro Reis (diretor de Normas e Habilitação de Operadoras) e dos secretários estadual e municipal de Saúde do RJ, Marcos Musafir e Daniel Soranz, respectivamente. Participaram do evento, além de servidores e de ex-diretores do órgão regulador, representantes de órgãos governamentais e de instituições ligadas ao setor de saúde suplementar, como associações de operadoras, prestadores de serviços de saúde e órgãos de defesa do consumidor. O presidente do SINDHOSP e da FEHOESP, Yussif Ali Mere Jr, e Luiz Fernando Ferrari Neto, diretor das duas entidades, também estiveram na cerimônia de posse. 
 
O ministro da Saúde destacou a trajetória profissional dos novos integrantes da diretoria colegiada da ANS, ressaltando o histórico de Abrahão no setor de saúde e a importância da presença de duas servidoras de carreira para o aprimoramento do sistema regulatório: “Os três certamente enfrentarão grandes desafios, mas trarão uma enorme contribuição ao setor”, afirmou.
 
Chioro, que mais uma vez falou sobre a qualificação técnica dos servidores da Agência, também ressaltou a importância de uma gestão cada vez mais integrada no sistema nacional de saúde: “Existe uma agenda comum que precisa ser compartilhada entre todos os integrantes dos setores público e privado. É impossível pensar na gestão da saúde sem considerarmos a necessidade de uma agenda comum de trabalho no âmbito público e no suplementar”.
 
O diretor-presidente da ANS, André Longo, reafirmou o compromisso de exigir que o setor de saúde suplementar garanta tudo o que foi contratado pelos consumidores, com qualidade e em tempo oportuno, num ambiente que persiga cada vez mais a geração e produção de saúde. “Dou boas-vindas aos novos diretores e asseguro que a ANS está cada vez mais comprometida com o rigor técnico, a transparência e a previsibilidade tão importantes para o setor de saúde.”
 
 
Foto: Erasmo Salomão
 

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Sustentabilidade é um dos desafios da saúde para 2015

Com um momento econômico insatisfatório e um cenário de muitas incertezas para 2015, o Comitê da Cadeia Produtiva da Bioindústria (BioBrasil) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) realizou no último dia 28 de agosto, na sede da entidade, em São Paulo, um debate sobre os desafios e perspectivas do setor de saúde para o próximo ano.
 
O encontro contou com a participação do secretário executivo da Secretaria de Atenção à Saúde (SAS) do Ministério da Saúde, Fausto Pereira dos Santos; do diretor de Gestão da Agência Nacional da Saúde Suplementar (ANS), José Carlos Abrahão; do presidente do Conselho Administração da Associação Nacional dos Hospitais Privados (Anahp), Francisco Balestrin; do superintendente corporativo do Hospital Sírio-Libanês, Gonzalo Vecina Neto; e do coordenador adjunto do BioBrasil, Eduardo Bueno da Fonseca Perillo. O vice-presidente do SINDHOSP e diretor da FEHOESP, Luiz Fernando Ferrari Neto, foi um dos convidados, juntamente com representantes de entidades do setor, para compor a mesa de autoridades da plenária. 
 
Após a abertura feita pelo coordenador do BioBrasil e vice-presidente da Fiesp, Ruy Salvari Baumer, o secretário da SAS, iniciou sua apresentação dizendo que o conjunto de medidas em andamento no setor permite uma previsibilidade, sem alterações mais bruscas, apesar de o resultado das eleições sempre ser capaz de interferir no cenário das políticas públicas. Para Fausto dos Santos, o conjunto de medidas hoje existentes são sustentáveis a médio e longo prazos. “Não existe cavalo de pau na saúde. Quem chegar achando que vai fazer grandes transformações vai dar com os burros n’água”, previu.
 
Ele citou projetos ambiciosos em andamento no parque tecnológico, a expansão da radioterapia, do reaparelhamento do conjunto de unidades  básicas no país. “Tem política agressiva de reestruturar o atendimento em muitos vazios assistenciais”, mencionando ainda a interiorização das residências médicas no país, entre outras medidas. Também lembrou que vários problemas foram superados, como a malária e a tuberculose, e que hoje existe uma nova ordem de desafios, como, por exemplo, o atendimento de emergência a traumas devido à gravidade dos acidentes automobilísticos.  “Esse tipo de paciente mudou o perfil das emergências. É preciso que a rede de assistência mude, com a incorporação de tecnologia nos equipamentos, novo tipo de profissional, nova formação. Esse processo está em andamento e está garantido.”
 
O secretário da SAS também listou alguns dos desafios do setor. Um deles é o pacto federativo, com divisão de atribuições entre municípios, Estados e União. “Por mais que tenha se tentado avançar, não deixou claro quais são as responsabilidades. Há um jogo de empurra. A Justiça não consegue identificar quem é quem. É a responsabilidade difusa. Isso gera déficits importantes. Essa questão do pacto federativo deve ser enfrentada.”
 
Outro problema, segundo Santos, é a questão do financiamento do setor. A gestão da saúde no Brasil é outro desafio, tanto pela descontinuidade da macrogestão como nas unidades, que, em sua visão, têm “um conjunto de formatos de gestão que não dão conta de responder às necessidades”.  O modelo de atenção, que é “caro, custoso e pouco resoluto” dentro de um cenário de mudança de perfil de doenças, de epidemiológicas para crônicas, também precisa ser mudado. Ele disse acreditar que o Brasil ainda está a “anos luz” de um mínimo disciplinamento de incorporação de tecnologia. Em sua visão, apesar do salto na atenção básica, na especializada ainda falta uma integração de procedimentos. Segundo o secretário, é preciso romper com a visão de que pagamento só deve ser feito por procedimento e estabelecer linhas de pacotes mais fechados. “Acho que esse é o principal gargalo do sistema.”
 
Apesar de observar que a partir de 5 de outubro o Congresso Nacional terá um conjunto de deputados reeleitos e de outros que não conseguiram a reeleição, Fausto dos Santos disse que é possível vislumbrar um cenário um pouco melhor no que se refere ao orçamento público no ano de 2015.
 
Pior desafio 
O diretor de Gestão da ANS mostrou uma linha do tempo com uma trajetória de como a organização do setor foi evoluindo no Brasil – inclusive com a sanção da lei 9.656/1998, com a regulamentação dos planos de saúde. Em sua visão, o principal desafio é a sustentabilidade do sistema diante de fatores como envelhecimento e longevidade da população, com mudanças nas pirâmides etárias e aumento de sinistros.
 
Segundo José Carlos Abrahão, é preciso ter uma fonte de financiamento para idosos. Diante da mudança de perfil de doenças, cada vez mais de natureza degenerativa, ele ressaltou ser necessário estimular programas de prevenção de doenças e de promoção à saúde. “Temos como desafio o perfil socioeconômico da população. Essa transição demográfica tem velocidade maior que na Europa e nos EUA.”
 
Outros pontos importantes são o que o diretor chamou de reconstrução do relacionamento entre operadores e prestadores, a melhoria dos sistemas de informação e a integração de saúde suplementar e do SUS. Sustentando que o órgão regulador não pode compactuar com operadoras que oferecem produto e não entregam, ele apontou como um dos desafios trabalhar para diminuir as demandas judiciais. De acordo com Abrahão, a cada quatro conflitos, três são resolvidos pelo órgão regulador e quem não cumpre sua obrigação contratual tem que pagar. “Desde 2011 tivemos arrecadação recorde de R$481,6 milhões.”
 
Com 57 milhões de usuários de planos de saúde, o diretor da ANS assinalou que o setor não deixa de crescer e de empregar. No entanto, destacou que é preciso aumentar a integração entre os sistemas público e privado para evitar desperdícios, “reconstruindo pontes de relacionamento com um diálogo franco”. Segundo Abrahão, a ANS vai passar a dialogar mais com todos os atores. “Qual é saúde que nos queremos? Saúde suplementar para 51 milhões

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