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Josiane Mota

Jantar encerra as atividades dos Congressos de Gestão

O Instituto de Ensino e Pesquisa na Área da Saúde (IEPAS) reuniu os presidentes das entidades que promovem os Congressos de Gestão em Saúde, membros das comissões científicas dos eventos e da comissão organizadora em jantar que marcou o encerramento das atividades de 2013 e o início dos trabalhos para o próximo ano. O encontro aconteceu no último dia 3 de julho, no restaurante Pobre Juan, na Capital.
 
“Os Congressos de Gestão em Saúde, que antes aconteciam sob o guarda-chuva do ClasSaúde, marcam o trabalho do SINDHOSP, da CNS e da Fenaess durante a feira Hospitalar e já fazem parte da agenda de autoridades, empresários e dirigentes do setor. Quero agradecer a todos que contribuíram para o sucesso dos eventos deste ano”, afirmou o presidente do SINDHOSP e da FEHOESP, Yussif Ali Mere Jr, ao dar as boas vindas aos convidados.
 
O presidente da Confederação Nacional de Saúde (CNS), José Carlos Abrahão, lembrou dos líderes que ajudaram nessa trajetória de sucesso, como o então presidente do SINDHOSP, morto em dezembro passado, Dante Montagnana, o ex-presidente da CNS, Francisco Ubiratan Dellape e Juljan Czapski, diretor do Sindicato.
 
Coube ao presidente do IEPAS, José Carlos Barbério, entregar um diploma de agradecimento a cada membro das comissões científicas dos Congressos de Gestão em Clínicas de Serviços de Saúde, Laboratórios Clínicos e Aspectos Legais. “Foi o primeiro ano que o IEPAs organizou os congressos que acontecem durante a Hospitalar e obtivemos um sucesso magnífico, com quase 600 inscritos. E é pela participação e conhecimento de cada integrante das comissões científicas que devemos esse excelente resultado, muito obrigado”. Os presidentes da Federação Nacional dos Estabelecimentos de Serviços de Saúde (Fenaess), Humberto Gomes de Melo, entidade que também promove os Congressos de Gestão; e da Hospitalar Feira e Fórum, Waleska Santos, que apoia oficialmente os eventos, não puderam comparecer, mas justificaram suas presenças.
 
A saúde nas ruas
 
O movimento social que tomou as ruas do país no mês de junho alçou a saúde – ao lado da educação – ao patamar de reivindicação urgente e unânime. Cartazes pediam saúde para todos, o fim das filas e hospitais padrão Fifa, só para citar alguns exemplos. E essa indignação nacional não deixou de ser mencionada pelos presidentes do SINDHOSP, FEHOESP e CNS durante o jantar do IEPAS.
 
“As propostas do governo para melhorar a saúde são demagógicas e não contemplam o diálogo. E a ausência desse canal de comunicação já se transforma em outro problema. A falta de acesso ao SUS ou da qualidade dos serviços não é proporcional à falta de médicos, mas ao descaso com que o SUS é tratado, ao subfinanciamento que levou as santas casas a essa situação caótica em que se encontram”, afirmou Yussif Ali Mere Jr. O presidente do SINDHOSP e da FEHOESP não é contrário ao ingresso de médicos estrangeiros, mas defende a realização do Revalida para todos.
 
Já o presidente da CNS destacou que o momento só faz aumentar a responsabilidade das entidades da saúde. “Acabamos de voltar do Congresso da IHF, na Noruega, cujo sistema de saúde é 95% público. E mesmo com o excelente IDH que tem o país, com as condições políticas e socioeconômicas, o ministro da Saúde norueguês afirmou que precisa compartilhar decisões com a sociedade, contar com o apoio da iniciativa privada e combater o desperdício porque o orçamento é limitado. Todos enfrentam dificuldades e precisamos levar esses problemas à sociedade brasileira”, acredita José Carlos Abrahão.
 
Apesar da situação delicada, o setor estaria muito pior no Brasil sem a iniciativa privada, na visão do presidente da CNS. “O governo federal diminuiu seu investimento em saúde nos últimos dez anos. Com o ingresso de 30 milhões de brasileiros à classe C, o setor suplementar cresceu. Se o sistema suplementar acabar, são mais 50 milhões de pessoas que passarão a ser atendidas pelo SUS, que já está sobrecarregado. Não podemos permitir que isso aconteça”, finalizou Abrahão, que ainda cobrou menos ações de marketing e mais gestão por parte da União. 
 

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Congressos de gestão reúnem mais de 500 participantes

Os quatro congressos de gestão em saúde, promovidos pelo SINDHOSP, Confederação Nacional de Saúde (CNS) e Federação Nacional dos Estabelecimentos de Serviços de Saúde (Fenaess) de 22 a 24 de maio, durante a Hospitalar, e organizados pelo Instituto de Ensino e Pesquisa na Área da Saúde (IEPAS), reuniram mais de 500 congressistas. Os congressos se dividiram em quatro eventos, cada um abordando uma área específica e estratégica.
 
O 6º Congresso Brasileiro de Gestão em TICs (eHealth), realizado em 22 de maio, levou aos convidados soluções inovadoras que podem auxiliar a gestão das instituições, e debateu a importância da certificação digital e da eliminação do papel nos trâmites administrativos e assistenciais dos estabelecimentos de saúde.
 
Já 7º Congresso Brasileiro de Gestão em Laboratórios Clínicos, que aconteceu dia 23/05 e é promovido em conjunto com a Sociedade Brasileira de Patologia Clínica/Medicina Laboratorial, mostrou ao público, entre outros assuntos, a importância de se investir em programas de indicadores de desempenho. Segundo os palestrantes, medir o que se faz é o primeiro passo para a gestão eficaz.
 
No dia 24 de maio, dois eventos encerraram a grade de programação dos congressos de gestão. O 8º Congresso Brasileiro de Gestão em Clínicas de Serviços de Saúde debateu a importância das alianças inovadoras para crescer no mercado, e os riscos a que estão sujeitos os administradores dos estabelecimentos. No 4º Congresso Brasileiro de Aspectos Legais para Gestores e Advogados da Saúde, a reforma trabalhista foi o destaque.Todos os congressos têm o apoio da Hospitalar Feira e Fórum. 
 
Para o presidente do IEPAS, José Carlos Barbério, o sucesso dos congressos foi o primeiro grande teste do Instituto. "Já estamos organizando cursos na Capital paulista e no Interior, mas devido ao porte dos Congressos de Gestão julgo que este foi nosso primeiro grande teste. E passamos, com louvor", finaliza Barbério.
 
Veja a galeria de fotos do jantar.

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Aposentadoria por invalidez

Por meio do Ofício nº 187, de 4 de março de 2013, o SINDHOSP respondeu a consulta sobre um trabalhador afastado em 2005, sendo que em 2008 o INSS lhe concedeu a aposentadoria especial, e como tem conhecimento de que o transcurso de 5 anos nessa situação permite à empresa efetuar a rescisão contratual, questiona o Sindicato  se seria devido apenas férias proporcionais anteriores ao afastamento, já que a admissão ocorreu em 01/12/2002, bem como pergunta se a multa rescisória é devida.

Segue a íntegra do texto:

 

A CLT – Consolidação das Leis do Trabalho prevê que o empregado que for aposentado por invalidez, tem o seu contrato de trabalho suspenso, ou seja, não pode ser rescindido o vínculo empregatício, enquanto durar o prazo fixado pela Previdência Social.

 

Art. 475. O empregado que for aposentado por invalidez terá suspenso o seu contrato de trabalho durante o prazo fixado pelas leis de Previdência Social para a efetivação do benefício.

§ 1º. Recuperando o empregado a capacidade de trabalho e sendo a aposentadoria cancelada, ser-lhe-á assegurado o direito à função que ocupava ao tempo da aposentadoria, facultado, porém, ao empregador, o direito de indenizá-lo por rescisão do contrato de trabalho, nos termos dos artigos 477 e 478, salvo na hipótese de ser ele portador de estabilidade, quando a indenização deverá ser paga na forma do artigo 497.

§ 2º. Se o empregador houver admitido substituto para o aposentado, poderá rescindir, com este, o respectivo contrato de trabalho sem indenização, desde que tenha havido ciência inequívoca da interinidade ao ser celebrado o contrato.

                                       A suspensão do contrato de trabalho impede a rescisão contratual.

                                       A aposentadoria por invalidez é transitória e depende dos seguintes requisitos:

– incapacidade para o trabalho

– impossibilidade de reabilitação para o exercício de atividade  que lhe garanta subsistência (ou seja, não pode realizar nenhuma atividade, não só aquela para a qual foi contratado na empresa)

–  a verificação da incapacidade e insuscetibilidade de recuperação  deve ser efetuada pelo Médico Perito da Previdencia Social

                                       É o que dispõe o artigo 43  do Regulamento da Previdência Social – Decreto nº 3048/1999:

Art. 43. A aposentadoria por invalidez, uma vez cumprida a carência exigida, quando for o caso, será devida ao segurado que, estando ou não em gozo de auxílio-doença, for considerado incapaz para o trabalho e insuscetível de reabilitação para o exercício de atividade que lhe garanta a subsistência, e ser-lhe-á paga enquanto permanecer nessa condição.

§ 1º A concessão de aposentadoria por invalidez dependerá da verificação da condição de incapacidade, mediante exame médico-pericial a cargo da previdência social, podendo o segurado, às suas expensas, fazer-se acompanhar de médico de sua confiança.

§ 2º A doença ou lesão de que o segurado já era portador ao filiar-se ao Regime Geral de Previdência Social não lhe conferirá direito à aposentadoria por invalidez, salvo quando a incapacidade sobrevier por motivo de progressão ou agravamento dessa doença ou lesão.

                                       Desde a promulgação da Lei 8.213/1991, a aposentadoria por invalidez não mais se torna definitiva (ou efetiva) após cinco anos, como previa a lei anterior, já que  a cada dois anos o segurado deve se submeter à perícia médica que irá avaliar sua capacidade para o trabalho, sob pena de suspensão do benefício, como determina o artigo 46 do Regulamento da Previdência Social – Decreto nº 3048/1999:

Art. 46. O segurado aposentado por invalidez está obrigado, a qualquer tempo, sem prejuízo do disposto no parágrafo único e independentemente de sua idade e sob pena de suspensão do benefício, a submeter-se a exame médico a cargo da previdência social, processo de reabilitação profissional por ela prescrito e custeado e tratamento dispensado gratuitamente, exceto o cirúrgico e a transfusão de sangue, que são facultativos.

Parágrafo único. Observado o disposto no caput, o aposentado por invalidez fica obrigado, sob pena de sustação do pagamento do benefício, a submeter-se a exames médico-periciais, a realizarem-se bienalmente.

                                       Em caso de recuperação total da capacidade para o trabalho, o benefício será suspenso, de imediato, para o segurado que tiver direito de retornar à função que exercia anteriormente à aposentadoria, e após tantos meses quantos forem os anos

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Modernização da legislação trabalhista é prioridade

No último dia dos Congressos Brasileiros de Gestão, que acontecem durante a Feira Hospitalar 2013, foi realizado o 4º Congresso Brasileiro de Aspectos Legais para Gestores e Advogados da Saúde.

O presidente da Confederação Nacional da Saúde, José Carlos Abrahão, fez a abertura do evento, que também contou com o presidente do IEPAS, José Carlos Barbério.

Após intervenção do assessor jurídico da CNS, Alexandre Zanetti, o tema “Proposta de modernização trabalhista” foi apresentado pelo vice-presidente da Confederação Nacional da Indústria – CNI, Alexandre Furlan. A entidade realizou um trabalho propondo 101 medidas que podem modernizar a legislação.

O dirigente falou sobre a massa de encargos que são pagos, além dos salários, pelos empregadores. “Isso não vai para o trabalhador, vai para o bolso do governo”, disse. Sobre as 101 propostas, afirmou que “estamos, com isso, querendo fortalecer nossa rede de influência, todos juntos, para que tenhamos maior peso”.

Na sequência, o consultor em Relações do Trabalho da CNI, professor José Pastore, alertou sobre os problemas de competitividade com os quais muitos setores, inclusive a saúde, já vêm sofrendo. Afirmou também que “na área da saúde há alguns problemas mais críticos, como a redução da jornada dos enfermeiros. Todo o setor da saúde será afetado por uma ação desse tipo, é um problema grave”.

Pastore lembrou ainda de outros importantes temas, como as cotas para portadores de deficiências e projetos que tratam da terceirização de serviços.

Responsabilidade civil
Para falar sobre a responsabilidade civil médico-hospitalar dentro da jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça, foi convidado o ministro do STJ Ricardo Villas Bôas Cueva.

Ele apresentou uma série de jurisprudências em diversos casos que culminaram em danos a pacientes, tanto por parte de profissionais médicos como de serviços de saúde.

Falou também de casos peculiares segundo o mesmo histórico de processos, possibilidade de inversão do ônus da prova, erro médico e dano moral, entre outros pontos. “O entendimento no STJ tem sido objetivo quando se trata do dano entendido como defeito na prestação de serviços”, completou, referindo-se à jurisprudência dominante em relação à responsabilidade dos hospitais e demais estabelecimentos.

Na parte da tarde, encerrando as apresentações, falou Estêvão Mallet, professor da Faculdade de Direito da USP. Com o tema “Terceirização no Setor de Saúde – legitimidade do Ministério Público e subordinação estrutural”, o docente apresentou casos do meio jurídico e tratou, entre outros pontos, da confusão que se faz entre direitos individuais e os tratados de forma coletiva. “A justiça não se confunde com uma operação aritmética”, afirmou, em referência a interpretações errôneas de causas coletivas cujas situações individuais são heterogêneas umas das outras.

Fonte: Comunicação FEHOESP
 

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Congresso de Clínicas discute qualidade dos serviços

O 8º Congresso Brasileiro de Gestão em Clínicas de Serviços de Saúde foi realizado em 24 de maio, último dia da Feira Hospitalar, como evento oficial dos Congressos Brasileiros de Gestão em Saúde.

Após a abertura do presidente da FEHOESP, Yussif Ali Mere Jr, e do presidente do IEPAS, José Carlos Barbério, o evento discutiu os rumos para o segmento. Em sua palestra, Daniela Camarinha, diretora da You Care – Gestão, Marketing e Saúde, falou sobre processos de qualidade. “A ideia é explorar valor, pois temos problemas similares, diferentes são as soluções. Por isso devemos criar, fazer algo maior e então oferecer isso que a gente criou”, afirmou.

No painel seguinte, sob o tema “gestão de riscos corporativos”, o consultor Ruben Siedl afirmou que “sem resultado financeiro não há saúde, pois não há perenidade das instituições”. Simone Basile, diretora da Interactti, proferiu palestra sobre alianças estratégicas, tomando como um dos exemplos pesquisas do setor farmacêutico.

Em um bloco dedicado à gestão de qualidade, o diretor executivo da FenaSaúde, José Cechin, falou sobre acreditação e as medidas da ANS para avaliar prestadores de serviços, como o QUALISS. “O programa propõe mensurar quais são as variáveis a se medir para a qualidade dos serviços prestados”, disse, lembrando também que a acreditação “é um poderoso instrumento de concorrência”. Sobre o mesmo tema, falou ainda o coordenador de Acreditação da Fundação Vanzolini, Osnir Simonatto.

Administrando gerações
No último painel do congresso e com a coordenação da coach Márcia Fonseca, os palestrantes trataram da interação entre colaboradores de diferentes gerações, para gerar bons resultados.

Sidnei Oliveira, da Kantu Educação Executiva, apresentou dados de comportamento de diversas gerações diferentes, demonstrando que a chamada “geração Y” ainda precisa adquirir maturidade profissional. “São jovens habilidosos, mas frágeis. Hoje temos uma geração extremamente imatura”, afirmou.

Compartilhou do pensamento Antônio Zuvela, da DN Consult, para quem o segredo está em como se comporta a “geração X” – mais velha que a "Y". “A partir dela é que podemos abrir as portas para uma nova percepção e uma nova ação”. Apontou, ainda, que é dever dessa geração saber lidar com as outras, tanto mais novas como mais velhas, equacionando o ambiente de trabalho das organizações de maneira satisfatória.

Fonte: Comunicação FEHOESP
 

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Sociedade consumista quer mais informação

O consumidor contemporâneo mudou a forma de se relacionar com os produtos e serviços a ele ofertados. Essa mudança, explicou a sócia do escritório Carlini Sociedade de Advogados, Angélica Carlini, na primeira palestra do 7º Congresso Brasileiro de gestão em Laboratório Clínicos, que aconteceu em 23 de maio, também afetou a relação das pessoas com as empresas de saúde. “Nos últimos 70 anos houve muitas mudanças e elas não param. Isso foi responsabilidade da tecnologia, que mudou nossos hábitos e costumes, e fez a sociedade passar de produtora para consumista, e já chegamos ao hiperconsumismo”, explicou.
 
Para Angélica, mais vigilante e exigente, o novo consumidor cobra mais pelos seus direitos, leva em consideração a opinião da família e de amigos e pesquisa muito sobre a marca ou produto antes de utilizá-los ou adquiri-lo. E isso também está acontecendo na saúde. “Esse consumidor está cada vez mais atento, participativo e crítico. As empresas de saúde pensam que o cliente está preocupado  com hotelaria, mas na verdade ele quer mais informação. Já está provado: quanto mais a empresa se preocupa com o que é bom para o consumidor, mas ele se fideliza a essa marca, e esta proteção do cliente agrega valor ao produto.”
 
A advogada  fez questão de ressaltar que o consumismo fez a sociedade, ao longo dos anos, tornar-se multiculturalista, com tendência à vitimização, baixa resistência à frustração e  individualista, imaginando que tudo pode ser comprado, inclusive segurança, bem-estar e saúde. “Ter plano de saúde que possui em sua rede credenciada hospital e laboratório de alto padrão é considerado status. Se este consumidor vai ao médico e ele não pede exame, acha-se que não se foi a um bom profissional, e quando sua vontade não é atendida quer indenização, ou seja, dinheiro para comprar mais.”
 
Para enfrentar esta realidade, Angélica sugeriu que as empresas de saúde sejam mais dinâmicas, tentem compreender melhor o perfil desse consumidor para enfrentar os desafios, e sugeriu: “Usem a inteligência para resolver os problemas que surgirem e para traçar novos rumos para as empresas de saúde”. O 7º Congresso Brasileiro de Gestão em Laboratórios Clínicos foi promovido pela Confederação Nacional de Saúde (CNS), Federação Nacional dos Estabelecimentos de Serviços de Saúde (Fenaess), Sindicato dos Hospitais, Clínicas e Laboratórios do Estado de São Paulo (SINDHOSP) e Sociedade Brasileira de Patologia Clínica/Medicina Laboratorial (SBPC/ML) e organizado pelo IEPAS. O presidente do Instituto, José Carlos Barbério, coordenou a comissão científica do Congresso.
 
Fonte: SINDHOSP
 

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Dois congressos de gestão encerram a Hospitalar 2013

Em 24 de maio, último dia da Hospitalar, dois congressos de gestão encerram a série de eventos promovidos pela Confederação Nacional de Saúde (CNS), Federação Nacional dos Estabelecimentos de Serviços de Saúde (Fenaess) e Sindicato dos Hospitais, Clínicas e Laboratórios do Estado de São Paulo (SINDHOSP), e organizados pelo IEPAS. São eles: 4º Congresso Brasileiro de Aspectos Legais para Gestores e Advogados da Saúde e o 8º Congresso Brasileiro de Gestão em Clínicas de Serviços de Saúde.

Acompanhe, em breve, notícias sobre os eventos. 

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Empresas que não inovam não sobrevivem

 

A afirmação foi de Luiz Felipe Vilela, diretor Corporativo da MV Sistemas, durante o painel que abriu os trabalhos do 6º Congresso Brasileiro de Gestão em TICS (e-health), realizado nesta quarta-feira, 21 de maio, em paralelo à Hospitalar.
 
Segundo ele, pesquisas ao redor do mundo comprovam: 74% das empresas globais identificam que a inovação é vital, e nove em cada dez executivos sênior entendem que a inovação é fundamental para o crescimento e para garantir a continuidade das organizações.
 
No Brasil, segundo mostrou Vilela, houve um crescimento de 70% no registro de novas patentes de 2007 a 2009, conforme um estudo da Revista Exame publicado em 2011. “E as empresas que atuaram nos mercados emergentes cresceram vinte vezes mais em seu faturamento do que as que permaneceram em mercados tradicionais”, afirmou.
 
Mas, afinal, o que é inovar? Será um golpe de sorte, uma questão de genialidade individual, algo fortuito? Para Vilela, a inovação depende muito mais de cultura organizacional do que de sorte ou de talentos solitários. “É claro que os talentos contam, mas é preciso reconhecê-los”, lembrou. “Será que a sua empresa está atenta às diferentes formas de inovação?”, provocou.
 
Permitir a participação de todos os colaboradores da empresa é fundamental para promover a inovação. “Às vezes a gente elimina do processo de inovação grande parte de nossos colaboradores”, afirmou Vilela.
 
Lidar com erro ou com fracasso também faz parte do processo da inovação, uma vez que o risco está envolvido quando produtos ou ideias novas se propõem a criar um novo mercado. “Sua empresa está preparada para a ruptura? Porque investir em algo inovador pode significar margens menores de lucro, resultados iniciais pequenos, possibilidade de fracasso, mas também possível pioneirismo e ganhos acima de média”, disse.
 
Inovar, no entanto, não significa apenas lançar produtos geniais. Também significa implantar processos novos e modificar culturas organizacionais.
 
Fonte: SINDHOSP
 

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Congresso de Laboratórios acontece dia 23 de maio

O 7º Congresso Brasileiro de Gestão em Laboratórios Clínicos acontece no dia 23 de maio, a partir das 8h50. O Consumidor Contemporâneo e as Novas Formas de Relacionamento das Empresas de Saúde é o tema do painel que abre o evento, seguido do painel A Contribuição do Jurídico no Segmento Laboratorial.

Para finalizar o período da manhã acontece o talk show Indicadores Laboratoriais, que pretende abordar o entendimento e os desafios da RN 275/2011, que institui o Programa de Monitoramento da Qualidade dos Prestadores de Serviços na Saúde Suplementar (Qualiss). Representantes da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), Grupo Fleury, ControlLab e Sociedade Brasileira de Patologia Clínica/Medicina Laboratorial (SBPC/ML) objetivam analisar o desempenho de processos laboratoriais e como os laboratórios que cumprirem as metas estabelecidas na RN 275 podem se destacar em um cenário competitivo.

No período da tarde, dois temas encerram o evento. O primeiro, que tem início às 13h30, é Redes Sociais – Um Desafio para o Relacionamento com os Públicos Interno e Externo da Empresa, seguido de Novas Perspectivas para o Mercado sob a Ótica do: Comprador, Fornecedor, Prestador e Governo. Todos os painéis do Congresso encerram com debates que terão a participação da plateia. O 7º Congresso Brasileiro de Gestão em Laboratórios Clínicos tem a realização conjunta da CNS, FENAESS, SINDHOSP e SBPC/ML e organização do IEPAS.

 

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Começa o congresso de TICs

A sexta edição do Congresso, que tem patrocínio exclusivo da MV, traz uma programação dividida em quatro painéis. Inovação e Tecnologia na Gestão de Saúde abre o evento, no dia 22 de maio, às 9h. Esse painel irá discutir estratégias de competitividade e sustentabilidade na gestão hospitalar, terceirização do datacenter e cloud computing.

O painel que encerra os trabalhos no período da manhã tem como tema central Gestão. Um representante do Hospital Meridional, do Espírito Santo, abordará Transparência e Produtividade na Comunicação Empresarial. Outro, do Hospital Adventista de Belém, no Pará, falará sobre Prontuário Eletrônico do Paciente: Na Visão de Quem Usa. Por fim, um profissional da MV finalizará as exposições com o tema Mobilidade & Conectividade: Rompendo Fronteiras e Integrando Soluções. Os três participantes fecham o painel com um debate que terá a interação da plateia.

No período da tarde, as discussões do 6º Congresso Brasileiro de Gestão em TICs têm início com o tema Evolução da Gestão nos Hospitais. Dois representantes do Hospital São Rafael, da Bahia, falarão respectivamente sobre BPM: A Evolução dos Processos e Indicadores como Instrumentos de Gestão. O terceiro tema, que será apresentado por um diretor da MV, será Modelos de Gestão: Como Levar a Gestão dos Hospitais para o Século XXI.

Por fim, o quarto e último painel do Congresso abordará Saúde e Sustentabilidade: Ações Inovadoras dos Hospitais e Operadoras. Diretores da Green Soluções Sem Papel falarão sobre Documentos Digitais: A Chave para a Integração Sustentável entre Hospitais e Operadoras e Conciliação Eletrônica de Contas Médicas: O Grande Desafio Tecnológico Resolvido. Um gerente do Instituto de Traumatologia e Ortopedia (INTO) do Rio de Janeiro encerra as apresentações com o tema Projeto de Sustentabilidade das Operadoras de Planos de Saúde. No período da tarde, ambos os painéis encerram com debates. O evento é gratuito e dirigido a associados da CNS, FENAESS e SINDHOSP.

 

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