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Com aumento nos casos de Covid-19, saiba quais são as orientações para os profissionais de saúde

O último levantamento do SindHosp registrou aumento nos casos de Covid-19 nos principais hospitais privados do Estado de São Paulo.

Os profissionais de saúde, que atuam na triagem e tratamento dos pacientes, devem redobrar os cuidados.

Com atitudes assertivas, os profissionais estarão freando a disseminação do vírus.

Para orientar o setor, frente às aglomerações de final de ano e consequente aumento na demanda por atendimento, o SindHosp conversou com o médico do trabalho Claudio Nascimento, também membro do Grupo Técnico de Segurança e Saúde Ocupacional.

“A pandemia ainda não acabou, por isso, as medidas de biossegurança por parte dos profissionais de saúde devem prevalecer em seu nível máximo, até que este novo cenário esteja melhor compreendido e definido”, orienta o médico.

Dessa forma, o uso dos Equipamentos de Proteção Individuais (EPIs) recomendados pela Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) e o Ministério da Saúde continuam sendo imprescindíveis, como as máscaras do tipo N95, PFF2 ou PFF3.

A vacinação total do quadro de profissionais também é um ponto que merece bastante atenção. É prudente que os colaboradores estejam com a carteira vacinal em dia.

Já ao realizar a higienização em ambientes hospitalares, principalmente onde há isolamento de pacientes suspeitos ou confirmados com Covid-19, é preciso cautela com a higienização.

Não só com relação à limpeza do local, mas também cuidado com as mãos e os utensílios utilizados.

Para facilitar o diálogo interno, o médico do trabalho, Claudio Nascimento, sugere que as instituições criem um canal de comunicação ágil, de preferência virtual, com o setor de Recursos Humanos da empresa e a Medicina do Trabalho.

“Essa estratégia irá ajudar na detecção precoce, monitoramento e suporte aos trabalhadores, uma vez que a transmissibilidade dessa variante é alta”, recomenda.

Relembre a triagem para profissionais de saúde com sintomas de Covid-19

Primeiro, recordaremos a definição de síndrome gripal, segundo a Coordenadoria de Vigilância em Saúde (COVISA).

Definição de Síndrome Gripal (SG)
Indivíduo com quadro respiratório agudo, caracterizado por pelo menos dois dos seguintes sinais e sintomas: febre (mesmo que referida), calafrios,
dor de garganta, dor de cabeça, tosse, coriza, distúrbios olfativos ou distúrbios gustativos.

Em crianças: além dos itens anteriores, considera-se também obstrução nasal, na ausência de outro diagnóstico específico.

Por outro lado, em idosos, é também levado em conta critérios específicos de agravamento, como síncope, confusão mental, sonolência excessiva, irritabilidade e inapetência. Na suspeita de Covid-19, a febre pode estar ausente e sintomas gastrointestinais (diarreia) podem estar presentes.

A Enfermagem, responsável pela triagem para identificação de síndrome gripal, deve continuar a protocolar as notificações no e-SUS, com o propósito de colaborar com o monitoramento do vírus.

Nos casos em que há suspeita entre os profissionais de saúde, a orientação é, primeiro, realizar um dos testes abaixo:

  • Teste rápido de antígeno (TR-Ag);
  • RT-PCR;
  • RT-Lamp (RT).

Depois da avaliação clínica de um médico, se o teste for positivo para o vírus, o profissional deve manter isolamento por sete dias após o início dos sintomas.

Se no quinto dia o profissional permanecer sem febre, estiver há pelo menos 24 horas sem o uso de medicamentos antitérmicos e com remissão dos sintomas respiratórios, a orientação da COVISA é realizar um novo RT ou TR-Ag.

Primeiramente, se o resultado for positivo, deve permanecer em isolamento por 10 dias do início dos sintomas.

Mas, se o resultado for negativo, será liberado do isolamento, mantendo as medidas não farmacológicas adicionais.

Todas essas diretrizes estão reunidas num fluxograma atualizado pela COVISA. Clique no botão abaixo para baixar.

O SindHosp segue acompanhando o panorama da Covid-19. Leia mais na aba ‘Notícias‘.

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Nova pesquisa SindHosp indica aumento de Covid-19, mas casos têm menor gravidade

Pesquisa inédita e completa do SindHosp, que reuniu 90 hospitais privados do estado de São Paulo, representando cerca de 25% da amostra de hospitais associados do sindicato revelou aumento dos atendimentos de pacientes com suspeita Covid-19, mas a maioria não evoluiu para internação.

Nos últimos 15 dias, 39% dos hospitais tiveram aumento de 21% a 30% nos atendimentos de pacientes com suspeita de Covid-19 e em 31% dos serviços de saúde esse aumento ficou entre 11% e 20%.

No entanto, a maior parte dos hospitais (73%) relata que as internações de pacientes Covid cresceram pouco e o aumento é de até 5% tanto em leitos de UTI como 5% também em leitos clínicos.

Segundo o médico Francisco Balestrin, presidente do SindHosp, os resultados indicam que a maioria dos casos suspeitos não evolui para internação, demonstrando menor gravidade.

“Avaliamos que os casos evoluem sem gravidade, não necessitando de internação hospitalar. Mas ratificamos a necessidade de que a população use máscara em locais com aglomerações, mantenha o protocolo de segurança à saúde com a lavagem de mãos e cumpra o calendário de vacinação”, destaca o médico.

A pesquisa do SindHosp foi realizada no período de 11 a 21 de novembro.

90 hospitais privados do estado de São Paulo participaram do levantamento, sendo 77% do interior e 23% da capital.

“Existe realmente maior circulação do vírus nesse momento, o que demanda atenção para cuidados sanitários, no entanto, o volume de internações ainda é baixo”, avalia Balestrin.

Também a Covid, de acordo com a pesquisa, é o atendimento que tem prevalecido nos hospitais.

49% dos atendimentos referem-se ao coronavírus, sendo 13% da assistência relacionados a crianças com Influenza e 10% de Influenza em adultos.

A pesquisa perguntou ainda se houve aumento de internações de crianças com síndromes respiratórias nos últimos 15 dias.

3% dos hospitais relataram aumento de até 5% enquanto 29% informaram evolução de 6% a 10% nesse tipo de atendimento.

Siga acompanhando as próximas pesquisas sobre o coronavírus e outras análises referente ao setor da Saúde nesse site, na aba ‘Notícias‘.

Keepcare e SindHosp firmam parceria com preços diferenciados para representados

Keepcare inova e-commerce com venda e locação de equipamentos hospitalares

No mercado há mais de 3 anos, a Keepcare chegou ao setor de venda e locação de equipamentos com diferenciais que atendem as principais necessidades do segmento.

Em tempo recorde, realiza entregas para São Paulo e todos os estados do Brasil, com logística de última geração. No mesmo dia, recebe e envia pedidos.

Fazem parte do hall de dispositivos os respiradores para ventilação mecânica invasiva ou não invasiva, equipamentos de oxigenoterapia, máscaras especiais para apneia do sono, oxímetros e todos os acessórios e materiais descartáveis necessários para a qualidade do tratamento.

O SindHosp e a Fehoesp iniciaram uma parceria com a empresa. Agora, os associados e representados têm acesso a preços diferenciados nos equipamentos.

Conversamos sobre as oportunidades para hospitais, clínicas e home care, com Marcelo Gratão*, CEO da Keepcare. Acompanhe:

SindHosp: Sabemos que quando o assunto é atendimento ao paciente, o tempo é um recurso estratégico. O que a Keepcare está fazendo para otimizar esse processo de compra e locação, muitas vezes tão burocrático para as empresas?

Marcelo Gratão: Nossa operação permite a entrega imediata dos equipamentos. Na maioria das vezes, quando os pedidos são para o Estado de São Paulo principalmente, os pacientes de home care e clínicas recebem o equipamento no mesmo dia. Para isso, nosso grande diferencial é a logística descentralizada. Desse modo, temos veículos próprios que agilizam e muito o atendimento, proporcionando em tempo recorde o recurso necessário para empresas e clientes. Tudo a um clique de distância. No site, desde a seleção até a finalização do pedido, o cliente não faz nenhuma ligação, embora tenhamos um call center de plantão. O propósito é facilitar toda a jornada de compra.

SindHosp: Temos observado uma crescente tendência junto a categoria sobre a preferência por locação de equipamentos. Quais são os ganhos para as instituições com a linha da Keepcare?

MG: Somos muito procurados para essa implementação quando o hospital está ampliando a UTI ou criando uma ala. O principal ganho nesse processo é a otimização do tempo de toda a equipe, para focar de fato naquilo que é a missão de um hospital, certo? Cuidar do paciente. Enquanto isso, do outro lado, a Keepcare se responsabiliza pela instalação dos equipamentos, treinamento dos profissionais, manutenção corretiva e preventiva, calibração e pela certificação anual do maquinário. Desse modo, o hospital economiza na contratação de uma empresa de engenharia e na manutenção dos equipamentos. Outro ganho é a garantia de um dispositivo que sempre está atualizado, o que resulta na entrega ao paciente do tratamento mais tecnológico do mercado. Em 2 anos, por exemplo, a Keepcare pode substituir a locação pelo último lançamento, evitando assim a defasagem nos estabelecimentos de saúde.

SindHosp: O e-commerce conquistou a indústria. Como os equipamentos da Keepcare se posicionam nessa onda de mudanças?

MG: Quando falamos sobre e-commerce, estamos diante de um trabalho em rede que começa antes do site de compras. Questões como estoque, a logística de entrega e a interface são os pontos principais do atendimento, então implementamos veículos próprios, fechamos contratos para a gestão dos meios e nos dedicamos na experiência do usuário. A navegabilidade foi um ponto de bastante atenção nesse processo. Pensando nisso, trouxemos elementos que facilitam a visualização de todo conteúdo dos equipamentos: desde as informações técnicas até detalhes visuais. O site permite diversas opções de zoom, comparação do dispositivo com o tamanho do rosto do usuário, parametrização realizada logo após o envio digital da prescrição médica, até que, quando chega o momento do pagamento, temos quase cinco seguradoras que garantem a proteção de dados e a segurança digital das transações. Mesmo a compra sendo realizada em ambiente on-line, o nosso diálogo com o cliente está disponível antes, durante e no pós-compra, o que é um recurso facilitador para esclarecer dúvidas durante toda essa jornada.

*Marcelo Gratão é fundador da Keepcare, atua há 35 anos no mercado, é administrador hospitalar por formação. Na carreira, dirigiu diversos hospitais em São Paulo e acumula importantes experiências em operadoras.

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Dados em São Paulo são monitorados por Centro de Vigilância Epidemiológica

Centro de Vigilância Epidemiológica monitora dados em São Paulo

O SindHosp tem acompanhado indicadores da saúde no Estado de São Paulo e segmentado os principais dados em sua Sala de Situação. Esta é a principal ferramenta do Núcleo de Inteligência e Conteúdo (NIC) para analisar indicadores socioeconômicos a partir de fontes públicas e privadas.

Em São Paulo, o Centro de Vigilância Epidemiológica “Prof. Alexandre Vranjac” (CVE) é uma das referências para as análises de dados do SindHosp e gestores.

O CVE é uma fonte oficial e reúne diversos panoramas de interesse para o setor com novas informações diariamente.

Atualizações sobre a varíola dos macacos, boletim do coronavírus, campanhas de vacinação contra a Covid-19 e comunicados epidemiológicos estão entre os principais dados de São Paulo contidos na plataforma.

Com base nas importantes publicações, é possível ainda projetar um comparativo sobre o cenário atual versus o período inicial da pandemia.

Por isso, o SindHosp orienta o CVE como referência de informação segura e atualizada sobre os dados em São Paulo.

Gestores da Saúde, especialistas, comitês de gerenciamento de crise, pesquisadores, entre outros profissionais que se relacionam com o setor reconhecem de fato a importância de fontes confiáveis para a tomada de decisões.

Em suma, os dados são relevantes para a construção de um sistema analítico nos serviços de saúde.

No SindHosp, a Sala de Situação se configura como esse recurso que visa avaliar riscos, oportunidades, adversidades e tendências no Estado e no País.

Para reunir toda a complexidade do setor, o SindHosp conta com a participação de hospitais, clínicas e laboratórios.

Assim, ao compartilhar informações sobre suas instituições ou responder às pesquisas enviadas pelo SindHosp, os estabelecimentos estão contribuindo sobretudo para a organização dos serviços e do sistema de saúde.

Na aba ‘Notícias’, em nosso site, você encontra mais atualizações sobre o setor. Confira!

Aprovada pelo Legislativo, a PEC da Enfermagem segue agora para sanção presencial. SindHosp comenta novas percpetivas

PEC da Enfermagem é aprovada no Legislativo e SindHosp comenta novas perspectivas sobre o PL

Promulgada pelo Congresso Nacional nesta última semana, a PEC 11/2022, que institui o piso salarial para a categoria de Enfermagem, foi transformada na Emenda Constitucional 124/2022. Com isto abre caminho para que o PL 2.564/ 2020, já aprovado nas 2 casas, seja sancionado pelo Presidente da República. Este PL fixa o piso dos enfermeiros em R$ 4.750, dos técnicos de enfermagem em R$ 3.325, dos auxiliares e de parteiras, para R$ 2.375.   

Tudo indica que o PL será sancionado, mesmo que para viabilizar esse pagamento não tenha sido identificadas ainda as fontes de custeio, compensações ou financiamento. Por ocasião das discussões do PL na Câmara dos Deputados, havia o compromisso de enviar para sanção presidencial na condição de ter estas fontes definidas.

O SindHosp vem acompanhando os desdobramentos e avaliando perspectivas de apoio a seus representados com a entrada em vigência da Lei. A entidade sempre manifestou, em reuniões com senadores, deputados federais e em audiências públicas, as dificuldades dos prestadores de serviços em cumprir o piso da enfermagem e os impactos da medida para o sistema de saúde. Mesmo com toda mobilização do setor, a PEC avançou.

Especialistas do setor e diferentes entidades analisam que tanto o sistema público quanto o privado não podem assumir os custos adicionais. Principalmente porque a Enfermagem representa o maior peso na folha de pagamento dos serviços de saúde.

Na prática, com relação às santas casas e filantrópicos, a Confederação das Santas Casas de Misericórdia, Hospitais e Entidades Filantrópicas (CMB) prevê impacto anual de R$ 6,3 bi. Da mesma forma, nos planos de saúde, a Confederação Nacional de Saúde (CNSaúde) já calcula aumento de 12% nos custos das operadoras.

PEC da Enfermagem se tornou problema para governo Bolsonaro, diz Estadão

Segundo nota publicada nesta quinta-feira, 28 de julho, no jornal O Estado de São Paulo, o presidente Jair Bolsonaro será alvo de reprovação se sancionar o PL da Enfermagem ou barrar a proposta.

“O piso da enfermagem se tornou um problema para Jair Bolsonaro. Seus aliados agora consideram que o presidente será criticado tanto se sancionar quanto se vetar a proposta. Como não há previsão de fonte de custeio, Bolsonaro será alvo de questionamentos sobre a criação de mais uma despesa sem saber como pagá-la”, avalia a nota assinada pelos jornalistas Mariana Carneiro, Julia Lindner e Gustavo Côrtes, que citam como exemplo a manutenção do Auxílio Brasil em R$ 600.

Ainda de acordo com a apuração do Estadão, membros do Centrão aconselharam Bolsonaro a vetar o texto, mas o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, “insiste na sanção”.

Apesar do trabalho incessante do SindHosp e outras entidades em demonstrar as consequências negativas para todo país, o sistema de saúde e consequentemente, para Lei de Responsabilidade Fiscal, o projeto avançou.

Em pleno ano eleitoral, o projeto aguarda os próximos 4 dias para decisão final do presidente.

Atuação do SindHosp nas convenções coletivas e o reflexo na PEC da Enfermagem

O SindHosp vem acompanhando este PL desde sua publicação e reconhece, em pesquisas com prestadores de serviços, as grandes dificuldades que estas instituições enfrentarão, caso não haja uma compensação financeira, como por exemplo, desoneração da folha de pagamento. Várias entidades já falam em demissões ou interrupção de serviços.

Portanto, a atuação do SindHosp nas convenções coletivas pode se configurar como importante ferramenta na busca de alternativas para as instituições de saúde do Estado.

Para estar atualizado sobre os próximos desdobramentos e ter acesso a mais conteúdos sobre o ecossistema da saúde, clique na aba ‘Notícias’, em nosso site.

Falta de medicamentos nos hospitais privados de SP foi apontada na pesquisa do SindHosp, que cobra dos Ministérios providências emergenciais

SindHosp dialoga com Ministérios da Economia e da Saúde para solicitar providências sobre falta de medicamentos

Após resultados da última pesquisa do SindHosp apontarem que os maiores problemas dos hospitais privados paulistas são a falta e aumento de preços dos medicamentos e consequentemente a dificuldade na importação, o SindHosp solicitou providências aos Ministérios da Economia e da Saúde nesta última sexta-feira (15/07).

Em ofícios encaminhados ao ministro da Economia, Paulo Roberto Nunes Guedes, e ao ministro da Saúde, Marcelo Antônio Cartaxo Queiroga Lopes, o SindHosp alertou as autoridades sobre a necessidade de providências emergenciais para garantir o abastecimento de medicamentos.

“Bem como encontrar alternativas para o armazenamento, a importação e a produção de medicamentos no País, por ser a solução que melhor atende os interesses da população brasileira”, solicita o ofício assinado pelo presidente do SindHosp, Francisco Balestrin.

Pesquisa do SindHosp apontou os principais medicamentos em falta

O levantamento do SindHosp apurou o panorama em 67 hospitais privados paulistas. Os medicamentos em falta nas instituições são a dipirona, o soro, os antibióticos, entre outros.

“Esses são medicamentos indispensáveis para o bom atendimento aos pacientes, sendo que estes já sofrem os aumentos de custos e com procedimentos sendo cancelados, em razão da falta de medicamentos”, complementa Balestrin.

O momento que o sistema de saúde enfrenta também é um alerta para o SindHosp.

Assim, o ofício também indicou que as temperaturas mais baixas e oscilantes como as que o País registra agora possibilitam a disseminação de doenças respiratórias.

Na pesquisa, o panorama dos hospitais pesquisados validou o dado na prática.

Conforme o levantamento, foi registrado em 42% dos serviços de urgência dos hospitais, um aumento de até 20% de atendimentos nos últimos 15 dias.

Por isso, “a falta ou o estoque aquém do nível de segurança, põe em risco a boa assistência à população”, conclui Balestrin no ofício.

Acompanhe mais atualizações do setor e fique por dentro das ações do SindHosp na aba ‘Notícias’, em nosso site.

Maior problema dos hospitais é a falta e aumento de preço dos medicamentos, aponta pesquisa do SindHosp

A nova pesquisa realizada pelo SindHosp no período de 1 a 14 de julho com 67 hospitais privados paulistas revelou que os maiores problemas enfrentados pelos hospitais nesse momento são a falta e aumento de preço dos medicamentos e dificuldades de importação.

Conforme dados do levantamento, 51% dos hospitais entrevistados apontaram que o aumento de preços (20%), as dificuldades na importação (12%) e a falta de medicamentos (19%) são os maiores problemas enfrentados pelos hospitais nesse momento.

Urgência lotada é realidade em quase metade dos serviços, analisa pesquisa do SindHosp

Já em quase a metade (42%) dos serviços de urgência dos hospitais privados paulistas, foi registrado um aumento de até 20% de atendimentos nos últimos 15 dias.

Desse total, 35% dos casos são relacionados a pacientes com suspeita de infecção por Covid-19.

Como resultado, o tempo de espera nas urgências é de 1 hora para 45% dos serviços, enquanto 40% deles registra espera de 2 a 3 horas.

O levantamento nas urgências concluiu que a Covid-19 responde por 35% dos atendimentos, de modo que 37% dos pacientes apresentaram outras síndromes respiratórias (não Covid).

Por outro lado, 21% dos casos estão relacionados a complicações por doenças crônicas e degenerativas como câncer, diabetes e hipertensão.

Pesquisa registra que poucos que passam pela urgência são internados por Covid

Apesar do aumento dos atendimentos na urgência, houve um recuo das internações por Covid.

Em 77% dos hospitais, até 5% dos pacientes atendidos na urgência com Covid foram internados.

Em suma, esse dado indica que provavelmente a doença apresenta menor gravidade.

Os 67 hospitais pesquisados somam 2.661 leitos de UTI e 6.602 leitos clínicos. 31% são da capital e 69% do interior.

Segundo o médico Francisco Balestrin, presidente do SindHosp, a Covid-19 disputa espaço nos hospitais com outras síndromes respiratórias e não tem sido mais protagonista das internações hospitalares.

“Mas é preciso cuidado. Precisamos continuar com as medidas sanitárias e é importante que todos tomem o reforço da vacina anti-Covid-19”, alerta Balestrin.

Em 95% dos hospitais, leitos estão com baixa ocupação

A pesquisa mostrou também que 95% dos hospitais privados paulistas estão com até 20% de ocupação dos leitos clínicos e de UTI.

Nas internações clínicas, 65% dos hospitais informam serem pacientes na faixa etária de 30 a 50 anos enquanto revelam que na UTI os pacientes têm entre 51 e 59 anos.

O tempo médio de internação em UTI para 49% dos hospitais é de 7 dias, sendo de 8 a 14 dias para 48% dos hospitais.

Atendimento a crianças aumentou

66% dos hospitais apontam aumento da ocupação de leitos de UTI por crianças.

Desse total, 51% dos casos relacionados a síndromes respiratórias não Covid, 23,5% casos pós-operatórios e 20,4% casos de Covid-19.

Os medicamentos em falta, segundo a pesquisa
Nova pesquisa do SindHosp apurou o panorama de 67 hospitais privados paulistas e constatou os principais problemas que os estabelecimentos de saúde enfrentam neste momento

Confira a repercussão em alguns dos principais veículos de comunicação do país:

O Globo

G1

Estadão

Extra

Rede TV

BandNews

Brasil Urgente

CNN Brasil 

IG

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Líderes da Gestão Hospitalar apontam mudanças no setor

O SindHosp foi convidado pela Heatlhcare Alliance para dialogar com líderes do setor sobre os desafios para uma gestão hospitalar estratégica e eficiente. O evento foi idealizado em alusão ao Dia do Gestor Hospitalar, data celebrada nesta quinta-feira, 14 de julho, e contou com a participação do presidente do SindHosp, Francisco Balestrin, como mediador da mesa com o tema ‘Os Impactos dos Aspectos Regulatórios’.

Gestores de toda cadeia produtiva do país participaram on-line do painel, somando mais de 250 inscritos, e a transmissão do evento já está disponível no canal da Healthcare no YouTube.

Relações de trabalho e a pejotização, adaptação da rotina de captação de recursos às novas tecnologias, mudanças nas relações institucionais e os novos desafios financeiros das instituições frente à pandemia da Covid-19 foram as principais pautas abordadas pelos convidados, referências na gestão hospitalar.

Marcel Cordeiro, sócio do Balera, Berbel & Mitne Advogados, esclareceu aos gestores sobre a terceirização de atividades-fim. Como recorda Cordeiro, desde 2017 já é possível contratar profissionais para atuar na Saúde no modelo PJ.

O diálogo dos gestores também permeou as mudanças aceleradas no setor pela pandemia. Valdesir Galvan, CEO da Associação de Assistência à Criança Deficiente (AACD), detalhou que para se adaptar às novas tecnologias, a AACD modernizou seus meios de captar recursos. “Temos que estar atentos ao mercado para acompanhar o que está em alta no momento. A AACD percebeu o movimento da população ao PIX e rapidamente aderiu, como resultado, surgiu um novo formato para arrecadar doação”, explicou Galvan.

Instituições relataram os principais desafios da Gestão Hospitalar

Embora o setor esteja em constante transformação, Wilson Pedreira, diretor executivo de negócios e relações estratégicas do Hospital A. C. Camargo Cancer Center, avaliou que a gestão em Saúde ainda tem desafios pela frente. O primeiro deles, que a A. C. Camargo está trabalhando neste momento, é a geração de indicadores, baseado em pilares da medicina de evidências. “Estamos atuando para quantificar e documentar dados de valor, assim vamos automatizar e facilitar o trabalho dos profissionais de saúde”, descreveu Pedreira.

Diante de tantas mudanças na cadeia produtiva nos últimos dois anos, os gestores também compartilharam suas experiências na gestão de crise e na superação de questões financeiras. O Hospital Alemão Oswaldo Cruz, de acordo com o diretor executivo e financeiro Carlos Marsal, tem realizado negociações de reajuste com dificuldade. “Fatores socioeconômicos e epidemiológicos ainda têm impactado de forma efetiva as organizações enquanto, semelhantemente, a retração da economia atinge diretamente a saúde suplementar”, comentou Marsal.

A Heatlhcare realizou, além desse diálogo, outros encontros com líderes do setor. Para conferir as outras pautas sobre a Gestão Hospitalar abordadas nos demais eventos, acesse a página da Healthcare no YouTube.

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Dados da pesquisa do SindHosp sobre a Covid-19 mobilizam opinião pública no Estado

​Em levantamento com 95 hospitais privados da Capital e interior paulista, o SindHosp apurou uma nova tendência no atendimento do Estado: em cerca de 40% dos hospitais, a taxa de ocupação de leitos clínicos para atendimento à Covid-19 era de 81% a 100%.

Os dados são da última fase da pesquisa do SindHosp, realizada entre 3 e 14 de junho, que investigou o panorama da Covid-19 em 8.907 leitos clínicos, 2.790 leitos de UTI adulto e 479 de UTI pediátrica de São Paulo.

Segundo o médico e presidente do SindHosp, Francisco Balestrin, os dados desse levantamento, que teve adesão de 25% dos hospitais privados paulistas, indicam que os pacientes infectados pela Covid-19 estão retornando aos hospitais.

“Apesar das medidas de flexibilização, conclui-se que a pandemia não acabou e que torna-se imprescindível que a população tome o reforço da vacina e continue mantendo os protocolos de segurança”, destaca Balestrin.

A pesquisa também apontou aumento na ocupação de leitos clínicos e de UTI e o novo perfil do paciente internado com Covid-19. 88% dos respondentes afirmam que a faixa etária mais frequente nos serviços de urgência está entre 19 e 29 anos e 42% entre 30 e 50 anos.

Acesse os principais resultados do levantamento clicando aqui.

Imprensa destaca resultados da pesquisa do SindHosp

Lançados no dia 16 de junho, os dados da pesquisa estão sendo amplamente divulgados pela grande imprensa, somando mais de 150 veiculações na mídia e sendo fonte para reportagens sobre a Covid-19 no Estado.

Confira a repercussão nos 10 principais veículos de comunicação do país:
Folha de São Paulo
CNN
SBT
O Estado de São Paulo
G1
Valor Econômico
Veja
R7
Band
Terra

O SindHosp segue acompanhando o panorama da Covid-19 junto aos seus representados.

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