Sindhosp

Ana Paula

Firmada CCT com empregados da saúde de Ourinhos e Região

Informe SindHosp Jurídico nº 59-A/2025

FIRMADA CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO COM O SINDICATO DOS
EMPREGADOS EM ESTABELECIMENTOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE DE
OURINHOS E REGIÃO, VIGÊNCIA DE 1º DE MAIO DE 2025 A 30 DE ABRIL DE
2026.

Informamos que o SindHosp firmou Convenção Coletiva de Trabalho com o
SINDICATO DOS EMPREGADOS EM ESTABELECIMENTOS DE SERVIÇOS DE
SAÚDE DE OURINHOS E REGIÃO, com vigência de 1º de maio de 2025 a 30 de
abril de 2026.

A íntegra da Convenção Coletiva de Trabalho encontra-se à disposição dos sócios e
contribuintes no site do SINDHOSP, www.sindhosp.org.br ícone Jurídico/Convenções
Coletivas.

São Paulo, 14 de julho de 2025.

FRANCISCO ROBERTO BALESTRIN DE ANDRADE
PRESIDENTE

Base Territorial: Chavantes, Ourinhos, Ribeirão do Sul e Salto Grande

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Inteligência artificial: o que muda no ciclo de receita dos hospitais

A inteligência artificial se tornou mais acessível e promete ampliar o leque de soluções para quem precisa administrar um hospital, um laboratório e uma clínica médica. Durante o Papo da Saúde Especial Hospitalar, o diretor de Operações do SindHosp, Daniel Machado, conversou com o engenheiro mecatrônico Marcelo Otoni, sócio-fundador e CEO da Invisual Tecnologia, e o médico obstetra Francisco Neri, CMIO do Grupo Santa Joana, maior grupo de maternidades do país, e falou sobre este tema: “Não é Sobre o Futuro. É Agora: IA que Gera Receita, Reduz Glosas e Cuida de Gente”.

Para o médico Francisco Neri, a IA é um instrumento de sumarização e entendimento dos dados, o que permite uma exploração rápida e precisa dos seus dados. “Dentro do ciclo de receita existe um volume de dados muito grande”, atestou o CMIO do Grupo Santa Joana.

Já o sócio fundador da Invisual acredita que a IA vem se revelando uma solução sem precedentes. “A ideia é que a IA seja um facilitador, apoiando o profissional de saúde na melhor tomada de decisão. É como se fosse uma pré-auditoria, cruzando os dados médicos, de enfermagem, com materiais, medicamentos e todo o resto”, disse Marcelo Otoni.  “É como um funcionário 24/7 olhando item a item de todas as contas, olhando as evoluções, olhando o processo todo para ver se está correto… e te dando informação pronta. Um ganho enorme. Além de reduzir o trabalho, ameniza os erros”.

O médico Francisco Neria destacou que a atividade clínica, muitas vezes, é tratada de forma dissociada da atividade financeira. “Nós estamos em um momento em que conseguimos mais facilmente ligar as contas, como tudo começou e como tudo terminou, no grau de detalhe que a gente precisa para fazer a diferença. Então esse poder de sumarização da IA é sensacional, vai mudar tudo mesmo”.

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Firmada Convenção Coletiva de Trabalho com SINSAUDESP

Informe SindHosp Jurídico nº 54-A/2025

FIRMADA CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO COM O SINDICATO DOS
AUXILIARES E TÉCNICOS DE ENFERMAGEM E TRABALHADORES EM
ESTABELECIMENTOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE DE SÃO PAULO –
SINSAUDESP, VIGÊNCIA DE 1º DE MAIO DE 2025 A 30 DE ABRIL DE 2026.

Informamos que o SindHosp firmou Convenção Coletiva de Trabalho com o
SINDICATO DOS AUXILIARES E TÉCNICOS DE ENFERMAGEM E
TRABALHADORES EM ESTABELECIMENTOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE DE SÃO
PAULO – SINSAUDESP, com vigência de 1º de maio de 2025 a 30 de abril de 2026.
A íntegra da Convenção Coletiva de Trabalho encontra-se à disposição dos sócios e
contribuintes no site do SINDHOSP, www.sindhosp.org.br ícone Jurídico/Convenções
Coletivas.

São Paulo, 10 de julho de 2025.

FRANCISCO ROBERTO BALESTRIN DE ANDRADE
PRESIDENTE

Base Territorial: Alvinlândia, Anhumas, Apiaí, Bom Jesus Dos Perdões, Borá,
Caieiras, Campos Novos Paulista, Capão Bonito, Chavantes, Cruzália, Ferraz De
Vasconcelos, Florínia, Franco Da Rocha, Guapiara, Iepê, Iporanga, Itaberá, João
Ramalho, Lupércio, Lutécia, Maracaí, Mogi Das Cruzes, Nazaré Paulista, Ocauçu,
Oscar Bressane, Pedra Bela, Pirapora Do Bom Jesus, Platina, Poá, Ribeira, São Paulo,
São Pedro Do Turvo, Suzano, Taubaté, Timburi, Ubirajara

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A análise de dados voltada para a jornada do paciente

A análise de dados usada para incrementar a jornada do paciente. A tecnologia focada em pessoas. Esse o tema do Papo da Saúde Especial Hospitalr que tratou do tema “Desmistificando o People Analytic”. O diretor de Operações do SindHosp, Daniel Machado, conversou com Felipe Guimarães, executivo de Novos Negócios da MakeOne, uma empresa especializada em experiência de cliente. Confira abaixo a íntegra da entrevista.

Segundo o convidado do Papo da Saúde, o conceito de People Analytic traça uma linha muito tênue entre tecnologia e análise de pessoas. “Esse conceito une o que você faz com um volume de dados muito grande relacionado a pessoas, permitindo que um gestor transforme dados em informação”, explicou Felipe Guimarães.

O entrevistado do SindHosp explica que uma parte importante do seu trabalho é analisar os pontos de contato com o paciente e identificar as oportunidades de melhora em cada etapa dessa jornada. “Existem indicadores de mercado mostram uma relação direta entra as notas recebidas pelas empresas e a empatia com as pessoas. Houve casos em que mais de 70% das reclamações se restringiam a um único colaborador. Daí a necessidade de entender todo o processo, fazendo uma coleta de dados e processando esses dados com plataformas que aceleram essa análise”.

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Erros e indenizações no desligamento de colaboradores

O SindEduca, canal de educação do SindHosp, realizou mais uma edição do Workshop da Saúde, exclusivo para associados e parceiros. Com uma hora e meia de duração, o encontro on-line abordou o tema “Desligamentos e justa causa: como evitar erros e indenizações”, apresentado pela advogada Daniela de Andrade Bernardo, coordenadora de Relações Trabalhistas e Sindicais da FESAÚDE, e mediado pela diretora executiva do SindHosp, Larissa Eloi.

O objetivo foi apresentar orientações práticas e jurídicas sobre os procedimentos corretos em desligamentos por justa causa no setor da saúde, destacando os cuidados formais, a documentação necessária e os erros mais comuns que levam à reversão da penalidade na Justiça do Trabalho.

A palestrante Daniela de Andrade Bernado detalhou aspectos técnicos da legislação trabalhista que caracterizam ou não demissões com justa causa. No final, Larissa Eloi abriu o evento para perguntas dos participantes, que puderam esclarecer questões de seus próprios negócios.

Clique aqui, associe-se ao SindHosp e tenha acesso exclusivo a cursos, treinamentos e workshops do SindEduca.

Próximos eventos

Data: 17/JUL
WORKSHOP DA SAÚDE
Gestão Trabalhista na Saúde: Jornadas de Trabalho, Ausências e Banco de Horas Sem Erros
Horário: das 15h às 16h30
Duração: 01h30
Exclusivo para contribuintes e associados

Data: 24/JUL
WORKSHOP DA SAÚDE
Saiba como a Inteligência Artificial pode ajudar na Redução de Glosas
Horário: das 15h às 16h30
Duração: 1h30
Aberto a todos os representados

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O papel da hotelaria na humanização

O novo Papo da Saúde traz uma entrevista com a gestora de Novos Negócios da Santé Mobiliários para a Saúde, Lívia Mendes. Com apresentação do diretor de Operações do SindHosp, Daniel Machado, o novo episódio tem como tema “A importância da escolha do mobiliário para a humanização da hotelaria e acolhimento do paciente”.

 

Frisando que a saúde é um setor repleto de normas e especificações, Lívia Mendes garantiu que a Santé, além de obedecer a todas elas, entrega um mobiliário extremamente resistente, que suporta alto fluxo e que possui manuseio fácil, itens básicos para quem trabalha na saúde. “A Santé agrega tudo isso, atrelando funcionalidade a um design leve, aconchegante, que gera conforto. Unindo esses elementos é possível garantir a segurança do paciente e entregar uma hotelaria mais humanizada”, garante a gestora da Santé.

 

As empresas representadas pelo SindHosp têm condições especiais em projetos de mobiliário, atendimento exclusivo e produtos diferenciados. Os interessados podem entrar em contato diretamente com a empresa através do telefone (11) 91689-4519. Para saber mais, clique aqui e acesse o site da empresa.

 

Durante a edição de 2025 da feira Hospitalar, foram gravados vários episódios do Papo da Saúde, em estúdio montado no estande do SindHosp e da FESAÚDE. Acompanhe neste site e no canal do SindHosp no Youtube (@sindhosp oficial) a todos os episódios do viodeocast.

 

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Os benefícios de uma instituição financeira cooperativa

Dando sequência às gravações do Papo da Saúde, realizadas durante a Hospitalar 2025, o SindHosp traz, neste novo episódio, o tema Instituição financeira cooperativa: parceria que você pode contar. Nele, o diretor de Operações do Sindicato, Daniel Machado, entrevista o superintendente de Desenvolvimento e Gestão de Negócios do Sicredi, Diego Alexandre Schanoski.

 

Além de abordar um pouco a trajetória, os números e a solidez da instituição, o espectador consegue distinguir nesse bate-papo o que difere uma instituição financeira cooperativa de uma sociedade de capital. “Somos uma sociedade de pessoas. Não temos clientes, temos sócios, por isso, podemos oferecer novos modelos de negócios”, afirma o superintendente do Sicredi.

 

Segundo Diego Alexandre Schanoski, tudo o que um banco comercial oferece pode ser encontrado no Sicredi, mas com um relacionamento mais humanizado, custos e taxas menores. Assista ao Papo da Saúde e conheça mais sobre instituições financeiras cooperativas e seus diferenciais.

 

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Como os painéis de LED transformam experiências

O novo episódio do Papo da Saúde traz um bate-papo com os representantes da Voltz, empresa especializada em painéis de LED profissionais. A diretora Executiva da FESAÚDE e do SindHosp, Larissa Eloi, recebeu o fundador e CEO da empresa, Ismael Tocafundo, e o diretor Comercial, Ranieri Barreto Sales, para a gravação da entrevista durante a Hospitalar 2025.

 

“Pesquisas mostram que a captação de mensagens ou informações através dos painéis de LED é até 45% superior, quando comparada a outras mídias”, ressalta Ismael Tocafundo. A Voltz atua desde 2009 na área, oferecendo painéis de alta qualidade, com imagens de altíssima resolução e brilho intenso, proporcionando experiências visuais envolventes capazes de transformar ambientes.

 

“Em um hospital, por exemplo, que é um local de alto nível de estresse, os painéis de LED, com posicionamento e conteúdo corretos, podem ajudar a quebrar a carga emocional”, destaca o diretor Comercial, Ranieri Barreto Sales. O Clube Voltz para a saúde é uma iniciativa da empresa que visa oferecer aos estabelecimentos de saúde melhores condições para a aquisição dos produtos. “Temos painéis que servem tanto para clínicas pequenas e recepção de laboratórios até painéis outdoor projetados para resistir a condições climáticas adversas”, conta Sales.

 

A Voltz participou do projeto ARCA, think tank da área da saúde idealizado pela FESAÚDE e pelo SindHosp e lançado na Hospitalar 2025. Assista ao Papo da Saúde abaixo, aprenda mais sobre as possibilidades oferecidas pelos painéis de LED e conheça as condições especiais para os representados do SindHosp.

 

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A falta de segurança pública mata a saúde

Ambientes dominados pela violência e pelo medo geram efeitos profundos e duradouros sobre o corpo e a mente, comprometendo redes de cuidado

 

No filme da campanha publicitária The Lost Class, um defensor de armas de fogo foi convidado para fazer um discurso de formatura “simbólica” para 3.044 cadeiras vazias, exatamente o número de alunos vítimas da violência armada nos EUA em 2021. Ao chamar atenção para vidas tão jovens ceifadas pela violência, a campanha levantou uma questão séria que extrapola fronteiras e atinge todo o globo, com efeitos devastadores sobre as famílias e empresas, para a economia e o futuro.

A violência sempre acompanhou a humanidade e está presente na passagem bíblica que levou à morte de Abel pelo seu irmão, Caim, considerado o primeiro registro de homicídio da história. Passados quase seis mil anos, o impacto econômico mundial da violência atingiu, em 2023, US$ 19,1 trilhões, o equivalente a 13,5% do PIB global, ou US$ 2.380 por pessoa, segundo o Global Peace Index 2024.

Na América Latina e Caribe, o gasto no combate ao crime representa o dobro dos orçamentos destinados a assistência social, 12 vezes o que é dirigido a pesquisa e desenvolvimento e 80% dos orçamentos públicos que os países destinam para a educação. A região, que abriga 8% da população mundial, concentra um terço de todos os homicídios registrados no mundo, de acordo com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).

No Brasil, especificamente, a violência abocanhou 11% do Produto Interno Bruto (PIB), ou mais de R$ 1 trilhão em 2023. Entre outros números, o país registrou um caso de estupro a cada seis minutos; dois roubos ou furtos de celulares por minuto; e 46.328 mortes violentas intencionais. Os dados são do Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2024. Este cenário faz da violência, hoje, a principal preocupação dos brasileiros.

Em suas múltiplas formas – urbana, doméstica, institucional – a violência é também uma epidemia. Como toda epidemia exige vigilância, resposta articulada e, sobretudo, compromisso com a dignidade humana. Ambientes dominados por ela, pela falta de segurança e pelo medo geram efeitos profundos e duradouros sobre o corpo e a mente. Comunidades são silenciadas; serviços, paralisados; redes de cuidado se fragmentam e impedem a prevenção. A insegurança pública, portanto, nos adoece.

Abordar a temática da segurança pública é defender vidas. E falar de vida é, inevitavelmente, falar de saúde. Por isso, é importante analisar o problema de forma ampla, integral e conectado com os chamados determinantes sociais que verdadeiramente levam à satisfação das pessoas, como educação, moradia, saneamento básico, emprego, renda, alimentação, cidades e locais de trabalho mais saudáveis, proteção ao meio ambiente, cultura, lazer, entre outros.

Papa Francisco, liderança que defendia a humildade, a tolerância e a inclusão, dizia que “apenas os que dialogam podem construir pontes e vínculos”. Territórios mais seguros precisam ser construídos com a presença do Estado, através do diálogo com a sociedade e de políticas integradas, abrindo caminhos para que a saúde floresça e novas oportunidades sejam criadas, principalmente para os jovens. Segurança pública não é só polícia. É política. É planejamento. É, acima de tudo, cuidado.

 

Francisco Balestrin

Médico e presidente da Federação e do Sindicato de Hospitais, Clínicas, Laboratórios e Estabelecimentos de Saúde do Estado de São Paulo (FESAÚDE e SindHosp)

 

Artigo publicado pelo jornal Folha de S. Paulo em 19 de junho de 2025. Clique aqui e acesse a publicação

 

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‘Somos prestadora de assistência médica, não seguradora financeira’, diz presidente da Amil

A trajetória do presidente da Amil mostra a relação íntima que o empresário José Seripieri Filho tem com a luta por sobrevivência. Acometido por gagueira crônica, começou na área da saúde vendendo planos da Golden Cross porta a porta. Antes disso, para pagar o cursinho, era sacoleiro, vendendo produtos comprados no Paraguai para os demais vestibulandos. “Eu era muito gago, não conseguia vender por telefone. Decidi ir para a rua”, contou Júnior, como é mais conhecido, ao videocast Papo da Saúde, no estúdio montado no estande do SindHops/FESAÚDE durante a Hospitalar 2025. “Bati recorde de vendas dois meses seguidos. Um dia, vi lá a associação de delegados. O primeiro contrato com essa associação, que daria origem à Qualicorp, foi assinado em 1987”. Clique aqui e assista à íntegra da entrevista.

 

 

Durante a entrevista, concedida a Francisco Balestrin, presidente do SindHosp/FESAÚDE, Júnior contou que comprou a Amil do grupo UHG como um “pacote fechado”, sem uma auditoria sequer, nem vistoria. “Dede 2018, demonstrava interesse em comprar Amil. Em 2023, pedi uma reunião e perguntei: ‘Quanto a questão cronológica é imprescindível para vocês?’. ‘Totalmente’, ele respondeu, me dizendo que queria zerar a operação até 31 de dezembro. Peguei as chaves no dia 6 de fevereiro de 2024 sem saber exatamente o que encontraria. Outros interessados no negócio não teriam a agilidade para fazer a oferta que fiz”, contou Serpieri.

 

Sobrevivência e perseverança

 

No bate-papo, Júnior sempre se preocupou em demonstrar dois dos predicados que o tornaram o empresário que é hoje: humildade e perseverança. “Errei mais do que acertei, mas a perseverança foi maior. De tanto cair e levantar, uma hora dá certo. A história da Qualicorp sempre se pautou pelo medo de não sobreviver. Foi nossa motivação também na Amil , de certa forma. O plano era não morrer no primeiro ano e saímos de um caixa negativo em mais de 2,3 bilhões de reais para um caixa positivo em 700 mil reais, e estamos só comendo a escalada da montanha”.

 

 

Para o futuro, Júnior pretende que a Amil seja uma empresa prestadora de assistência médica, não uma seguradora financeira. “Não quero receber prêmio e pagar sinistro. Quero que seja uma empresa de gente para gente, fazendo o que tiver de ser feito, independentemente dos custos, sem fabricar tratamentos para faturar mais”, acrescentou o entrevistado.

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